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As operações são efetivas?

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by

Denise De Rocchi

on 3 March 2016

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Transcript of As operações são efetivas?

As operações são efetivas?
Não é a primeira vez que o Haiti recebe ajuda internacional (ou intervenção, como preferem outros). Mas podemos dizer que estas ações resultaram em alguma coisa?
Comparativo
Haiti
Congo
uso autorizado da força

presença de gangues

Estado fraco

conflito interno

início da missão: 2004
comando brasileiro: 2004
uso autorizado da força

grupos paramilitares

Estado fraco

presença de grupos de Uganda e Ruanda
início da missão*: 2010
comando brasileiro: 2013


Qual a origem do quadro atual?
A RDC é o antigo Zaire. Foi foco de disputas durante a Guerra Fria e enfrentou uma longa ditadura a partir dos anos 1970. A comunidade internacional pressionou o ditador Mobutu a realizar eleições nos anos 1990, uma transição que não foi tranquila.
Localização privilegiada
O país tem recursos minerais valiosos, mas está em uma região conflagrada. Em 1994, recebeu uma massa de refugiados da vizinha Ruanda, hutus fugindo do massacre em seu país. Mas como havia tutsis vivendo também no Congo... eles apoiaram Kabila, líder de uma guerrilha que tentava desestabilizar o governo. Uganda, outro país vizinho, apoiou.

Ao falar sobre a experiência de comandar a operação no Haiti, o general Cruz levantou pontos importantes:
- o impacto financeiro da operação no Haiti
- a pulverização de ações, que pode provocar baixa eficiência e facilitar desvios na aplicação dos recursos.
Após conter o M23, a operação tem entre seus objetivos combater mais dois grupos:
- FDLR (Forças Democráticas pela Libertação de Ruanda),de etnia hutu
- ADF (Forças Democráticas Aliadas), de Uganda
Ganhos para o Brasil?
Em entrevista à DW, em junho, Santos Cruz foi cauteloso ao avaliar as chances de sentarmos no CSNU:
"Eu acho que você participa do ambiente internacional com maior presença e desenvoltura, não só com o objetivo de ter um assento no Conselho de Segurança. Eu acho que uma reforma ainda está distante. O modelo existe há 70 anos, não vai mudar da noite para o dia. Sem nenhum excesso de romantismo, em uma reformulação há bastante gente na fila. Há outras razões a se considerar, como política externa e participação econômica na própria organização. Isso tem que ser visto de forma muito mais realista."
Edmond Mulet, secretário-geral assistente de Operações de Paz da ONU:
"Eu posso dizer, com toda certeza, que as tropas brasileiras atuam com profissionalismo, qualidade, e com um nível de comprometimento excepcional e admirável. Tendo servido duas vezes como chefe da missão no Haiti, fui testemunha deste trabalho, e posso dizer que a atuação deles faz uma grande diferença.
E sabendo que eventualmente a Minustah vai começar a ser reduzida e um dia será encerrada, a ONU está tentando motivar o Brasil a olhar além do Haiti, e analisar outras possibilidades em outras partes do mundo."
Críticas
Elas vêm de ONG's. A Human Rights Watch reclama da falta de assistência a campos de refugiados. A Oxfam, questiona a estratégia de criar "ilhas de estabilidade".
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