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~Condiçôes para sermos o Santuário de Deus

Série Transformação Total - Walter Veith - Amazing Discoveries
by

Claudimar José Abreu

on 17 June 2017

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Transcript of ~Condiçôes para sermos o Santuário de Deus

CONDIÇÕES PARA SERMOS O SANTUÁRIO DE DEUS
“Arrependem-se! Desviem-se dos seus ídolos e renunciem a todas as práticas detestáveis!” Ezequiel 14:6.

“Não sabeis vós que sois o templo de Deus e que o Espírito de Deus habita em vós? Se alguém destruir o templo de Deus, Deus o destruirá, porque o templo de Deus, que sois vós, é santo. 1Corintios 3:16,17
“Desde então começou Jesus a pregar, e a dizer: Arrependei-vos, porque é chegado o reino dos céus.” Mateus 4:17.


“Ora, depois que João foi entregue, veio Jesus para a Galileia pregando o evangelho de Deus e dizendo: O tempo está cumprido, e é chegado o reino de Deus. Arrependei-vos, e crede no evangelho.” Marcos 1:14-15.

O santuário do deserto foi o recinto sagrado onde Deus morava em meio de seu povo, mas obviamente isto é um símbolo de uma verdade superior: em vez de em templos materiais feitos pelo homem, Deus quer morar no templo da alma humana para enchê-la com a glória do Espírito Santo. Essencialmente são três os templos ou santuários dos quais nos fala a Escritura: (1) o do deserto (Êxo. 25:8); (2) o do céu (Heb. 8:1-2; Apoc. 11:19), e (3) o templo humano (1 Cor. 3:16-17; 2 Cor. 6:16; Sal. 114:2).


CONDIÇÕES PARA SERMOS O SANTUÁRIO DE DEUS

I - Santidade
A palavra "santuário", que aparece na Escritura Sagrada 144 vezes e é usada para expressar a idéia de "santo", "lugar sagrado", "morada do santo", figura pela primeira vez em Êxodo 15:17, e se origina na palavra hebraica miqtlash, a que a sua vez deriva da raiz hebraica qadash, que comunica a idéia de "pôr à parte" algo, ou alguém, separando-o assim para um uso sagrado.


Obviamente Deus é o Ser santo por excelência, e portanto tudo aquilo que entre em relação com Ele ou culto que se Lhe oferece tem que participar do atributo da santidade.

A primeira vez que se usa o verbo qadash na Bíblia Sagrada é no Gênesis, em relação com a história da criação, e quão significativo é o fato de que se aplique ao tempo: "E abençoou Deus o sétimo dia, e o santificou" (Gén. 2:3)

O Sábado foi separado por Deus como sendo um dia que não pertence ao homem, é um dia que foi separado com o propósito de santificar o homem. Tudo que Deus Santificou tem o propósito de realizar uma santificação em seus filhos. Deus santificou o Santuário com o proposito de realizar uma obra de santificação no seu povo através das cerimônias e rituais realizados diariamente.

Quando Deus separa algo como Santo, Ele está querendo revelar que aquilo é vital para a nossa Santificação e não temos autoridade alguma de mudar o seu propósito. Quando Deus Santificou o Monte Sinai, Moisés teve que tirar as suas sandálias porque aquele lugar era um lugar Santo, e foi separado por Deus com o propósito de ser o lugar da transmissão das suas Leis e ordenanças, e toda atenção do povo de Israel deveria ser atraída para o Lugar Santo, o Monte Sinai.

Da mesma forma Deus hoje quer habitar em um templo Santo que deve ser o nosso corpo.

“Não sabeis vós que sois o templo de Deus e que o Espírito de Deus habita em vós? Se alguém destruir o templo de Deus, Deus o destruirá, porque o templo de Deus, que sois vós, é santo. 1Corintios 3:16,17

“Havendo operado a convicção do pecado, e apresentado perante a mente a norma de justiça, o Espírito Santo afasta as afeições pelas coisas da Terra, e enche o espirito com o desejo de Santidade. Ele vos guiará em toda a verdade”, declarou o Salvador. João 16:13. Se os homens se dispuserem a ser moldados, haverá a santificação de todo o ser. O Espírito tomará as coisas de Deus e as gravará no seu coração. Por seu poder o caminho da vida se tornará tão claro que ninguém o errará”. Atos dos Apóstolos pag. 29



“Embora como pecadores, estejamos sob a condenação da lei, ainda assim Cristo, por Sua obediência à lei, reclama para a alma arrependida, o mérito de Sua própria justiça. A fim de obter a justiça de Cristo, é necessário que o pecador saiba o que é aquele arrependimento que opera uma mudança radical da mente e do espírito e da ação. A obra da transformação tem de começar no coração, e manifestar seu poder por meio de todas as faculdades do ser; mas o homem não é capaz de originar um arrependimento como esse, e só o pode experimentar por meio de Cristo, que subiu ao alto, levou cativo o cativeiro e deu dons aos homens.”
Ellen G. White em Reavivamento e seus Resultados, pág. 23.


A construção do templo do deserto foi realizada sobre a Administração de Moisés, e todas as mobílias, cortinas e objetos foram separados para a realização de todas as cerimônias e rituais que seriam feitos durante séculos após séculos até encontrar o tipo que eles representavam, e todas as cerimônias deveriam perder o seu significado no momento que o tipo encontrasse o antítipo.

Se o povo Judeu estivesse atento ao propósito das cerimônias e entendido o seu significado, eles estariam prontos para receber o Messias. Jesus teria um povo Santo para recebê-lo.

O povo judeu tinha um Templo, tinha as instruções de como fazer os rituais mais não tinha a Espiritualidade para receber as virtudes da santificação das cerimônias. Louvavam a Deus com os lábios mais o coração estava longe de Deus.

O trabalho entre os cristãos, por si mesmo, não é suficiente para promover o máximo de espiritualidade. Não importa quão espiritual seja uma congregação: se almas não estão sendo salvas, algo está radicalmente errado, e a pretensa espiritualidade não passa de falsidade, uma ilusão do Diabo. As pessoas que se satisfazem ao reunir-se só para terem momentos agradáveis entre si estão muito distantes de Deus. A espiritualidade autêntica sempre produz resultados. Manifesta-se o anseio e amor pelas almas.

O Espirito Santo é capaz de fazer a Palavra alcançar tanto êxito como nos dias dos apóstolos. Ele pode salvar centenas ou milhares de almas, mas pode também salvá-las uma a uma ou, ainda, de duas em duas. A razão por que não somos mais prósperos é que não contamos com o Espírito Santo entre nós, em poder e energia, como nos tempos primitivos.

“A igreja é o instrumento apontado por Deus para a salvação dos homens. Foi organizada para servir e sua missão é levar o evangelho ao mundo” Serviço Cristão pag. 11

“Aquele que busca matar a sede nas fontes deste mundo, beberá apenas para tornar a ter sede. Por toda parte estão os homens descontentes. Anseiam qualquer coisa que lhes supra a necessidade espiritual. Unicamente Um lhes pode satisfazer essa necessidade.
O que o mundo necessita é Cristo, “o Desejado de todas as nações”
. A divina graça que só Ele pode comunicar, é uma água viva, purificadora, refrigerante e revigoradora.”

Ellen G. White em O Desejado de Todas as Nações, 121,
(ênfase acrescentada).

“O primeiro templo fora erigido durante o período mais próspero da história de Israel. Grandes armazenamentos de tesouros para este fim haviam sido acumulados pelo rei Davi e a planta para a sua construção fora feita por inspiração divina. 1 Crônicas 28:12, 19. Salomão, o mais sábio dos monarcas de Israel, completara a obra.

Este templo foi o edifício mais magnificente que o mundo já viu. Contudo o Senhor declarou pelo profeta Ageu, relativamente ao segundo templo: “A glória desta última casa será maior do que a da primeira.” ‘Farei tremer todas as nações, e virá o Desejado de todas as nações, e encherei esta casa de glória, diz o Senhor dos exércitos.’ Ageu 2:9, 7.”

Ellen G. White em O Grande Conflito, 23


“Mas o segundo templo não igualou o primeiro em esplendor; tampouco foi consagrado pelos visíveis sinais da presença divina que o primeiro tivera.
Não houve manifestação de poder sobrenatural para assinalar sua dedicação. Nenhuma nuvem de glória
foi vista a encher o santuário recém-erigido.
Nenhum fogo do Céu desceu
para consumir o sacrifício sobre o altar.
O “shekinah” não mais habitava entre os querubins no lugar santíssimo; a arca, o propiciatório, as tábuas do testemunho não mais deviam encontrar-se ali. Nenhuma voz ecoava do Céu
para tornar conhecida ao sacerdote inquiridor a vontade de Jeová.”

Ellen G. White em O Grande Conflito, 24 (ênfase acrescentada).




O ‘Desejado de todas as nações’ havia em verdade chegado a Seu templo
quando o Homem de Nazaré ensinava e curava nos pátios sagrados. Com a presença de Cristo,
e com ela somente, o segundo templo excedeu o primeiro em glória.
Mas Israel afastara de si o Dom do Céu, que lhe era oferecido. Com o humilde Mestre que naquele dia saíra de seu portal de ouro, a glória para sempre se retirara do templo. Já eram cumpridas as palavras do Salvador: ‘Eis que a vossa casa vai ficar-vos deserta.’ Mateus 23:38.”

“‘A glória desta última casa será maior do que a da primeira.’
‘Farei tremer todas as nações, e virá o Desejado de todas as nações, e encherei esta casa de glória, diz o Senhor dos exércitos.’ Ageu 2:9, 7.”

Ellen G. White em O Grande Conflito, 23 e 24
(ênfase acrescentada).

“Durante séculos os judeus em vão se haviam esforçado por mostrar que a promessa de Deus feita por Ageu se cumprira; entretanto, o orgulho e a incredulidade lhes cegavam a mente ao verdadeiro sentido das palavras do profeta.
O segundo templo não foi honrado com a nuvem de glória de Jeová, mas com a presença viva dAquele em quem habita corporalmente a plenitude da divindade — que foi o próprio Deus manifesto em carne. O ‘Desejado de todas as nações’ havia em verdade chegado a Seu templo quando o Homem de Nazaré ensinava e curava nos pátios sagrados.
Com a presença de Cristo, e com ela somente, o segundo templo excedeu o primeiro em glória. Mas Israel afastara de si o Dom do Céu, que lhe era oferecido. Com o humilde Mestre que naquele dia saíra de seu portal de ouro, a glória para sempre se retirara do templo.
Já eram cumpridas as palavras do Salvador:
‘Eis que a vossa casa vai ficar-vos deserta.’
Mateus 23:38.”

Ellen G. White em
O Grande Conflito, 24
(ênfase acrescentada).


“‘Aquele que busca matar a sede nas fontes deste mundo, beberá apenas para tornar a ter sede. Por toda parte estão os homens descontentes. Anseiam qualquer coisa que lhes supra a necessidade espiritual. Unicamente Um lhes pode satisfazer essa necessidade.
O que o mundo necessita é Cristo, ‘o Desejado de todas as nações’
. A divina graça que só Ele pode comunicar, é uma água viva, purificadora, refrigerante e revigoradora.”

Ellen G. White em O Desejado de Todas as Nações,
121 (ênfase acrescentada).


“Os ferventes apelos e encorajamentos dados por meio de Ageu, receberam ênfase adicional por meio de Zacarias, a quem Deus suscitou para lhe ficar ao lado nos apelos a Israel para que executasse a ordem de levantar-se e edificar. A primeira mensagem de Zacarias foi uma garantia de que a Palavra de Deus jamais falha, e uma promessa de bênção aos que dessem ouvidos à segura palavra da profecia.”

Ellen G. White em Profetas e Reis, 293.

Zacarias 1:1
No oitavo mês do segundo ano de Dario veio a palavra do SENHOR ao profeta Zacarias, filho de Baraquias, filho de Ido, dizendo:    

Zacarias 1:2
O SENHOR se irou fortemente contra vossos pais.    

Zacarias 1:3
Portanto dize-lhes: Assim diz o SENHOR dos Exércitos: Tornai-vos para mim, diz o SENHOR dos Exércitos, e eu me tornarei para vós, diz o SENHOR dos Exércitos.    

Zacarias 1:4
E não sejais como vossos pais, aos quais clamavam os primeiros profetas, dizendo: Assim diz o SENHOR dos Exércitos: Convertei-vos agora dos vossos maus caminhos e das vossas más obras; mas não ouviram, nem me escutaram, diz o SENHOR.    

Zacarias 1:5
Vossos pais, onde estão? E os profetas, viverão eles para sempre?

Zacarias 1:6
Contudo as minhas palavras e os meus estatutos, que eu ordenei aos profetas, meus servos, não alcançaram a vossos pais? E eles voltaram, e disseram: Assim como o SENHOR dos Exércitos fez tenção de nos tratar, segundo os nossos caminhos, e segundo as nossas obras, assim ele nos tratou.

Zacarias 1:16
Portanto, assim diz o SENHOR: Voltei-me para Jerusalém com misericórdia; nela será edificada a minha casa, diz o SENHOR dos Exércitos, e o cordel será estendido sobre Jerusalém:    

Zacarias 1:17
Clama outra vez, dizendo: Assim diz o SENHOR dos Exércitos: As minhas cidades ainda aumentarão e prosperarão; porque o SENHOR ainda consolará a Sião e ainda escolherá a Jerusalém.

“Com os campos devastados, as escassas reservas de provisões rapidamente se esgotando, e
rodeados como estavam por povos inamistosos, os israelitas prosseguiam ainda assim com fé, em resposta ao chamado dos mensageiros de Deus, e trabalhavam diligentemente para restaurar o templo arruinado
. Era uma obra que requeria firme confiança em Deus. Enquanto o povo procurava fazer sua parte, buscando uma renovação da graça de Deus no coração e na vida, mensagem após mensagem era dada por intermédio de Ageu e Zacarias, com a certeza de que sua fé seria ricamente recompensada, e que a Palavra de Deus concernente à futura glória do templo cujas paredes eles estavam reparando, não falharia. Nesse mesmo edifício apareceria, na plenitude do tempo, o
Desejado de todas as nações como o Mestre e
Salvador da humanidade.”

Ellen G. White em Profetas e Reis,
293 (ênfase acrescentada).


“Nosso Salvador deve ser reconhecido mais distintamente, e confirmado como a completa suficiência de sua igreja.
Somente ele pode aperfeiçoar a fé de seu povo
. Não deve haver luta pela supremacia em nosso meio, nenhuma exaltação do eu. Não, irmãos, que exaltemos a Jesus, e havemos de colher uma rica colheita. ‘E eu, quando for levantado da terra, atrairei todos os homens a mim.’ Exaltai-o, portanto; exaltai o Santo; proclamai-o o ‘Desejado de todas as nações,” o “primeiro entre dez mil” e o ‘totalmente desejado.’ Que cada igreja em todos os lugares se apodere disto com um intenso interesse para ajudar a avançar a causa. E enquanto vocês trabalharem por sua própria localidade, orem pela prosperidade geral e erguimento da igreja em todo vasto campo da seara.”

EGW em RH, July 16, 1895 par. 3 (inglês, ênfase acrescentada).

Ageu 2:10
Ao vigésimo quarto dia do mês nono, no segundo ano de Dario, veio a palavra do SENHOR por intermédio do profeta Ageu, dizendo:    

Ageu 2:11
Assim diz o SENHOR dos Exércitos: Pergunta agora aos sacerdotes, acerca da lei, dizendo:    

Ageu 2:12
Se alguém leva carne santa na orla das suas vestes, e com ela tocar no pão, ou no guisado, ou no vinho, ou no azeite, ou em outro qualquer mantimento, porventura ficará isto santificado? E os sacerdotes responderam: Não.    

Ageu 2:13
E disse Ageu: Se alguém que for contaminado pelo contato com o corpo morto, tocar nalguma destas coisas, ficará ela imunda? E os sacerdotes responderam, dizendo: Ficará imunda.    

Ageu 2:14
Então respondeu Ageu, dizendo:
Assim é este povo, e assim é esta nação diante de mim
, diz o SENHOR; e assim é toda a obra das suas mãos; e tudo o que ali oferecem imundo é.

Ageu 2:15
Agora, pois, eu vos rogo, considerai isto, desde este dia em diante, antes que se lançasse pedra sobre pedra no templo do SENHOR,    

Ageu 2:16
Antes que sucedessem estas coisas, vinha alguém a um montão de grão, de vinte medidas, e havia somente dez; quando vinha ao lagar para tirar cinqüenta, havia somente vinte.    

Ageu 2:17
Feri-vos com queimadura, e com ferrugem, e com saraiva, em toda a obra das vossas mãos, e não houve entre vós quem voltasse para mim, diz o SENHOR.    

Ageu 2:18
Considerai, pois, vos rogo, desde este dia em diante; desde o vigésimo quarto dia do mês nono, desde o dia em que se fundou o templo do SENHOR, considerai essas coisas.    

Ageu 2:19
Porventura há ainda semente no celeiro? Além disso a videira, a figueira, a romeira, a oliveira, não têm dado os seus frutos; mas desde este dia vos abençoarei.

Frutos
A Sacudidura das Nações e o
Livramento do Povo de Deus


Ageu 2:20
E veio a palavra do SENHOR segunda vez a Ageu, aos vinte e quatro dias do mês, dizendo:    
Ageu 2:21
Fala a Zorobabel, governador de Judá, dizendo:
Farei tremer os céus e a terra
;    

Ageu 2:22

E transtornarei o trono dos reinos
, e destruirei a força dos reinos dos gentios; e transtornarei os carros e os que neles andam; e os cavalos e os seus cavaleiros cairão, cada um pela espada do seu irmão.    

Ageu 2:23
Naquele dia, diz o SENHOR dos Exércitos, tomar-te-ei, ó Zorobabel, servo meu, filho de Sealtiel, diz o SENHOR, e far-te-ei como um anel de selar; porque te escolhi, diz o SENHOR dos Exércitos.

Verdadeiro e falso conceito sobre arrependimento.
Lições da
Vida de Daniel

Conclusão


Irmãos e amigos chegou o tempo de afligirmos a nossa alma diante de Deus, Cristo está no Santuário Celestial acompanhando cada movimento da nossa vida, Ele sabe das mais profundas intenções dos nossos pensamentos, o que você tem feito a cada dia? qual tem sido o seu investimento? Aonde estão as suas preocupações? Qual é a sua real necessidade? Ainda tem oportunidade de salvação para todos nós, mais esse tempo vai passar rápido e muito rápido, não temos como saber quando vai acabar essa oportunidade, a nossa única segurança é o hoje, porque amanhã pode ser tarde demais. E Deus quer fazer de nós o seu santuário.


“Que zelo e fervor caracterizam suas súplicas! A mão da fé se alça para agarrar as infalíveis promessas do Altíssimo. Sua alma luta em agonia. E ele tem a evidência de que sua oração é ouvida. Sabe que a vitória é sua.
Se nós, como um povo, orássemos como Daniel e lutássemos como ele lutou, humilhando nosso coração perante Deus, haveríamos de presenciar tão notáveis respostas às nossas petições quanto as que foram dadas a Daniel.
Ouvi como ele expõe seu caso à corte celestial:
‘Inclina, ó Deus meu, os Teus ouvidos, e ouve: abre os Teus olhos, e olha para a nossa desolação, e para a cidade que é chamada pelo Teu nome, porque
não lançamos as nossas súplicas perante a Tua face fiados em nossas justiças, mas em Tuas muitas misericórdias.
Ó Senhor, ouve; ó Senhor perdoa; ó Senhor atende-nos e opera sem tardar; por amor de Ti mesmo, ó Deus meu; porque a Tua cidade e o Teu povo se chamam pelo Teu nome’”.

Ellen G. White em Santificação, 53 (ênfase acrescentada).

Arrependimento – Dom de Deus.

“O arrependimento é tanto um dom de Cristo como o perdão, e não pode ser encontrado no coração em que Jesus não tem operado. É tão impossível arrepender-nos sem que o Espírito de Cristo desperte a consciência quanto sermos perdoados sem Cristo. Cristo atrai o pecador através da manifestação de Seu amor sobre a cruz, e isto abranda o coração, impressiona a mente e inspira contrição e arrependimento na alma.”
Ellen G. White em The Review and Herald, 1º de abril de 1890.



“Na ocasião que acaba de ser descrita, o anjo Gabriel deu a Daniel toda instrução que ele estava habilitado a receber. Uns poucos anos mais tarde, contudo, o profeta desejou conhecer mais a respeito dos assuntos não explicados inteiramente e, de novo, pôs-se a buscar luz e sabedoria de Deus. ‘Naqueles dias eu Daniel, estive triste por três semanas completas. Manjar desejável não comi, nem carne nem vinho entraram na minha boca, nem me ungi com unguento... E levantei os meus olhos, e olhei, e vi um homem vestido de linho, e os seus lombos cingidos com ouro fino de Ufaz; e o seu corpo era como turquesa, e o seu rosto parecia um relâmpago, e os seus olhos como tochas de fogo, e os seus braços e seus pés como cor de bronze polido; e a voz das suas palavras como a voz duma multidão’”

Ellen G. White em Santificação, 55 (ênfase acrescentada).


Esta descrição é semelhante àquela dada por João quando Cristo foi revelado a ele na ilha de Patmos.
Não foi outro personagem senão o Filho de Deus que apareceu a Daniel. Nosso Senhor vem com outro mensageiro celestial para ensinar a Daniel o que aconteceria nos últimos dias.
As grandes verdades reveladas pelo Redentor do mundo são para aqueles que procuram a verdade como a tesouros escondidos
. Daniel era um homem idoso. Sua vida tinha sido passada no meio das fascinações de uma corte pagã; sua mente havia lidado com os negócios de um grande império. Todavia, ele se volta de tudo isto para afligir seu coração diante de Deus e buscar um conhecimento dos propósitos do Altíssimo. E, em resposta a suas súplicas, foi comunicada luz das cortes celestiais aos que haveriam de viver nos últimos dias. Com que zelo, pois, deveríamos nós buscar a Deus, para que Ele nos abra o entendimento a fim de compreender as verdades trazidas do Céu para nós.”

Ellen G. White em Santificação, 55 (ênfase acrescentada).

Verdadeira Santificação

“Daniel
foi um devoto servo do Altíssimo.
Sua longa vida foi repleta de nobres feitos de
serviço para seu Mestre. Sua pureza de caráter e
inabalável fidelidade são igualadas unicamente por sua humildade de coração e contrição diante de Deus.
Repetimos: A vida de Daniel é uma inspirada ilustração da verdadeira santificação.”

Ellen G. White em Santificação, 58.

lustração
"O apóstolo João distinguiu-se entre seus irmãos como o ‘discípulo a quem Jesus amava’. Conquanto não fosse tímido, fraco ou de caráter vacilante, ele possuía uma disposição amável e um coração ardente e afetuoso. Ele parece ter gozado, num sentido preeminente, a amizade de Cristo e recebido muitas provas da confiança e amor do Salvador. Foi um dos três a quem se permitiu testemunhar a glória de Cristo sobre o monte da transfiguração e Sua agonia no Getsêmani; e, ao seu cuidado, nosso Senhor confiou Sua mãe naquelas últimas horas de angústia sobre a cruz.
A afeição do Salvador pelo discípulo amado foi retribuída com toda a força de uma devoção ardente. Ele
se apegou a Cristo como a videira se apega às suntuosas colunas
. Por amor de seu Mestre, enfrentou os perigos da sala do julgamento e demorou-se junto da cruz; e, ante as novas de que Cristo havia ressurgido, correu ao sepulcro, sobrepujando, em seu zelo, mesmo o impetuoso Pedro.”

Ellen G. White em Santificação, 59 (ênfase acrescentada).

“O amor de João por seu Mestre não era uma simples amizade humana; mas sim o amor de um pecador arrependido, que reconhecia haver sido redimido pelo precioso sangue de Cristo. Ele considerava a mais elevada honra trabalhar e sofrer no serviço de seu Senhor. Seu amor por Jesus o levava a amar todos aqueles por quem Cristo morrera. Sua religião era de caráter prático. Arrazoava que o amor a Deus se manifestaria no amor a Seus filhos. Podia ser ouvido dizendo repetidas vezes: ‘Amados, se Deus assim nos amou, também nós devemos amar uns aos outros’”.

Ellen G. White em Santificação, 59 (ênfase acrescentada).

III – O Santuário da Alma

Jesus está no Céu realizando uma obra em nosso favor há cento e setenta e dois anos no lugar Santíssimo, e muitas vezes não temos a consciência desta tremenda obra. Se tivéssemos vivendo de acordo com os Israelitas no dia da Expiação que passavam o dia em Jejum e Oração afligindo a Alma, a nossa Igreja seria outra, o nosso povo seria o povo mais consagrado e missionário do mundo.

Geralmente não temos tempo de olhar para o Santuário Celestial, porque estamos na correria do dia a dia, são muitas coisas que tem entretido a nossa mente, estamos envolvidos em muitos compromissos seculares, e isso muitas vezes tem tirado a nossa atenção nas coisas celestiais.

Qual deveria ser a nossa atitude no dia da Expiação?

O jejum representa a reforma de Saúde que o povo de Deus deveria está praticando, porque estamos nos preparando para viver na nova terra, e na nova terra não vai ter refrigerantes, frituras, bolos, sorvetes, e todo tipo de produtos que tem o propósito de danificar as faculdades mentais e físicas, fazendo com que isso destrua em nós o domínio próprio.

A Oração é a única forma de Deus ainda trabalhar pela nossa transformação. Muitas vezes conhecemos o certo ouvimos e aprendemos o certo mas não temos forças Espirituais para seguir de acordo com os planos de Deus, mais temos hoje algo que é muito poderoso, essa ferramenta divina é a oração, a oração é a única forma de movimentar o braço poderoso de Deus na conversão da nossa alma, precisamos clamar e clamar forte para que haja em nossa vida uma conversão genuína.

Quantas vezes temos fechado a porta do nosso quarto e ficado só com Deus? quantas vezes temos levantado de madrugada para clamar ao nosso Deus por um livramento? O livramento das coisas nocivas deste mundo, o livramento dos ídolos do coração que tem brocado e destruído a nossa espiritualidade.

“Na mudança que se opera quando a alma se entrega a Cristo, há o mais alto senso de liberdade. A expulsão do pecado é ato da própria alma. Na verdade, não possuímos capacidade para livrar-nos do poder de satanás, mas quando desejamos ser libertos do pecado e, em nossa grande necessidade, clamamos por um poder fora de nós e a nós superior, as faculdades da alma são revestidas da divina energia do Espírito Santo, e obedecem aos ditames da vontade no cumprir o querer de Deus”. Desejados de todas as Nações pag. 328



“Sem arrependimento não há salvação. Nenhum pecador impenitente pode crer com o coração para a justiça. Rom. 10:10. O arrependimento é por Paulo descrito como uma piedosa tristeza pelo pecado, a qual "opera arrependimento para a salvação, da qual ninguém se arrepende". II Cor. 7:10. Este arrependimento não tem em si coisa alguma da natureza do mérito, mas prepara o coração para a aceitação de Cristo como único Salvador, única esperança do pecador perdido.”
Ellen G. White em
Fé e Obras, pág. 99.




“Muitos estão confusos quanto aos primeiros passos que se devem dar na obra de salvação. Imagina-se que o arrependimento é uma tarefa que o pecador deve realizar por si mesmo para que possa ir a Cristo. Pensa-se que o pecador deve procurar qualificação por si mesmo, a fim de obter a benção da graça de Deus. Mas enquanto é verdade que o arrependimento vem antes do perdão, pois somente o coração quebrantado e contrito é aceitável a Deus, o pecador não pode por si mesmo alcançar arrependimento, ou preparar-se para ir a Cristo. (...) O primeiro passo em direção a Cristo acontece verdadeiramente através da atração do Espírito de Deus: quando o homem corresponde a essa atração, ele avança em direção a Cristo para que se possa arrepender.

Ellen G. White em Mensagens Escolhidas, Vol. 1, pág. 108.

Nos EUA existe a pena de morte. E um homem, por um motivo fútil, embriagado, iracundo, descontrolado, matou um amigo dentro de um bar. Ele foi preso em flagrante, julgado e condenado à morte. Ele ficou aguardando a execução. Levantou-se nos EUA um clamor nacional, pedindo ao governador daquele estado que tinha pena de morte, que perdoasse o criminoso, concedendo-lhe o perdão, o indulto, mudando a pena, tirando de sobre ele a pena de morte. Sensibilizado, o governador resolveu conceder o indulto para aquele criminoso. E o governador decidiu que, pessoalmente, levaria aquela carta concedendo o perdão, transferindo a pena de morte para outra coisa. Vestido de terno, o governador foi visitar o preso. Quando viu aquele homem de terno à porta de sua cela, o preso, que era uma pessoa ignorante, pensou que fosse um Pastor dentro da cadeia, de terno e gravata. Ele falou com ele mesmo: "Hum...mais um Pastor aqui para me encher a paciência". Assim, ele deu às costas ao governador. Porque naquela semana, ele já havia sido visitado por sete Pastores que lhe pregavam o arrependimento. Pensando que o governador era mais um Pastor, o condenado virou as costas e não quis mais atender ao governador, sem saber que junto estava o perdão - a mudança da pena de morte. O governador ficou aborrecido de ver a dureza do coração daquele homem que não quis sequer atendê-lo, sendo ele governador. A autoridade foi embora e cancelou o perdão. O carcereiro chegou para o preso e disse: "Você é louco? Por que não atendeu ao governador? O homem veio aqui pessoalmente te trazer perdão e você não o atendeu?" O condenado respondeu: "Ah, mas eu pensei que era um Pastor. Chame ele para mim, chama". Disseram: "Agora é tarde. O governador já foi embora. Aquele homem foi executado e nada adiantou os seus apelos e seus pedidos, pois já era tarde demais. O Senhor Jesus declara: "Eis que estou à porta e bato. Se alguém ouvir a minha voz e abrir a porta, entrarei em sua casa e com ele cearei e ele comigo". Jesus quer fazer morada no Santuário da nossa Alma

O Orgulho e a Ambição Reprovados
Jesus compreendeu os motivos que incitaram aquele pedido e assim reprovou o orgulho e a ambição dos dois discípulos: “Sabeis que os que julgam ser príncipes das gentes, delas se assenhoreiam, e os seus grandes usam de autoridade sobre elas; mas entre vós não será assim; antes, qualquer que entre vós quiser ser grande, será vosso serviçal; e qualquer que dentre vós quiser ser o primeiro será servo de todos. Porque o Filho do homem também não veio para ser servido, mas para servir e dar a Sua vida em resgate de muitos”.

Ellen G. White em Santificação, 63.

“Certa ocasião, Cristo enviou mensageiros diante dEle a uma vila de samaritanos, pedindo ao povo que preparasse pousada para Ele e Seus discípulos. Mas quando o Salvador Se aproximou da vila, pareceu como quem estava de passagem para Jerusalém. Isto suscitou a inimizade dos
samaritanos
, e em vez de mandarem mensageiros para O convidarem e mesmo estarem com Ele para hospedar-Se em seu meio, recusaram-Lhe as cortesias que teriam prestado a um viajante comum.
Jesus nunca obriga alguém a aceitá-Lo
, de modo que os samaritanos perderam a bênção que lhes teria sido concedida, caso Lhe houvessem solicitado para ser seu hóspede.
Nós nos podemos admirar do descortês tratamento dado à Majestade do Céu; mas
quão frequentemente nós, que professamos ser seguidores de Cristo, somos culpados de semelhante negligência!
Insistimos com Jesus para tomar posse de Sua habitação em nosso coração e nosso lar? Ele está repleto de amor, de graça, de bênção, e está pronto para conceder-nos estas dádivas; mas, como os samaritanos, nós muitas vezes nos contentamos sem elas.”

Ellen G. White em Santificação, 64 (ênfase acrescentada).

“Os discípulos sabiam do propósito de Cristo para abençoar aos samaritanos com Sua presença; e quando viram a frieza, os ciúmes e o desrespeito manifestados para com seu Mestre, encheram-se de surpresa e indignação.
Especialmente Tiago e João ficaram irritados.
Aquele que eles tão grandemente reverenciavam, ser assim tratado, parecia-lhes um crime demasiado grande para ser passado por alto sem imediata punição. Em seu zelo, disseram:
“Senhor, queres que digamos que desça fogo do céu e os consuma, como Elias também fez?”
referindo-se à destruição dos capitães sírios e suas companhias, que foram enviados para prender o profeta Elias.”

Ellen G. White em Santificação, 65 (ênfase acrescentada).
“Jesus repreendeu Seus discípulos, dizendo: “
Vós não sabeis de que espírito sois. Porque o Filho do homem não veio para destruir as almas dos homens, mas para salvá-las”. João e seus condiscípulos estavam numa escola, da qual Cristo era o professor
. Aqueles que estavam prontos para ver seus próprios defeitos e ansiosos por melhorar o caráter, tinham ampla oportunidade.
João entesourava cada lição e constantemente procurava conduzir sua vida em harmonia com o Padrão Divino
. As lições de Jesus, apresentando a mansidão, a humildade e o amor como essenciais ao crescimento da graça e à adaptação para Seu trabalho, eram altamente avaliadas por João.
Essas lições são dirigidas a nós como indivíduos e irmãos na igreja, tão bem como os primeiros discípulos de Cristo.


Ellen G. White em Santificação, 65 (ênfase acrescentada).

João e Judas

“Uma lição instrutiva pode ser tirada do frisante contraste entre o caráter de João e o de Judas. João era uma ilustração viva da santificação. De outro lado, Judas possuía uma forma de piedade, ao passo que seu caráter era mais satânico do que divino. Professava ser discípulo de Cristo, mas negava-O em palavras e obras.

Judas tinha as mesmas preciosas oportunidades que João para estudar e imitar o Modelo. Ele escutava as lições de Cristo e seu caráter poderia ter sido transformado pela graça divina. Porém, enquanto João lutava ardorosamente contra suas próprias faltas e procurava assemelhar-se a Cristo, Judas violava sua consciência, rendia-se à tentação e fortalecia em si hábitos de desonestidade, que o transformariam na imagem de Satanás.”

Ellen G. White em Santificação, 66.

“Estes dois discípulos representam o mundo cristão. Todos professam ser seguidores de Cristo; porém, enquanto uma classe anda em humildade e mansidão, aprendendo de Jesus, a outra mostra que eles não são obradores da Palavra, mas unicamente ouvintes. Uma classe é santificada pela verdade; a outra, nada conhece do
poder transformador da graça divina.
A primeira é daqueles que diariamente estão morrendo para o eu e vencendo o pecado. A última é daqueles que estão condescendendo com a vontade carnal e se tornando servos de Satanás.”

Ellen G. White em Santificação, 66 (ênfase acrescentada).
O Ministério de João

“O apóstolo João passara a infância na sociedade dos incultos pescadores galileus. Não gozara do preparo das escolas, mas,
pela comunhão com Cristo, o grande Ensinador, obteve a mais elevada educação que o homem mortal pode receber
. Sorveu avidamente da fonte da Sabedoria e, então, procurou conduzir outros àquela fonte de água que salta “para a vida eterna”. A simplicidade de suas palavras,
o sublime poder das verdades por ele anunciadas e o fervor espiritual que caracterizavam seus ensinos, davam-lhe acesso a todas as classes.
Contudo, mesmo os crentes não podiam compreender os sagrados mistérios da verdade divina esclarecida em seus discursos. Ele parecia estar constantemente imbuído do Espírito Santo. Procurava induzir o povo a apegar-se ao invisível.
A sabedoria com a qual ele falava, fazia que suas palavras caíssem como o orvalho, abrandando e subjugando a alma.


Ellen G. White em Santificação, 67 (ênfase acrescentada).

“Depois da ascensão de Cristo, João tornara-se um fiel, ardente trabalhador pelo Mestre. Juntamente com outros, gozara do derramamento do Espírito Santo no dia de Pentecostes e, com zelo e poder novos, continuou falando ao povo as palavras da vida. Depois da ascensão de Cristo, João tornara-se um fiel, ardente trabalhador pelo Mestre. Juntamente com outros, gozara do derramamento do Espírito Santo no dia de Pentecostes e, com zelo e poder novos, continuou falando ao povo as palavras da vida.
Foi ameaçado de prisão e morte, mas não se deixou intimidar.


Ellen G. White em Santificação, 67 (ênfase acrescentada).
O Tema
Favorito
de João

“O tema favorito de João era o infinito amor de Cristo. Ele cria em Deus como uma criança crê num pai bondoso e terno. Compreendia o caráter e obra de Jesus; e quando via seus irmãos judeus caminhando às apalpadelas, sem nenhum raio do Sol da Justiça para lhes iluminar o caminho, ansiava por lhes apresentar Cristo, a Luz do mundo.
O fiel apóstolo via que a cegueira deles, o orgulho, a superstição e a ignorância quanto às Escrituras estavam-lhes pondo a vida em grilhões que nunca mais se partiriam.
O preconceito e o ódio que obstinadamente nutriam contra Cristo, estavam trazendo a ruína sobre eles como uma nação e destruindo sua esperança de vida eterna. Mas João continuava a apresentar-lhes Cristo como o único meio de salvação. A evidência de que Jesus de Nazaré era o Messias era tão clara, que João declara que nenhum homem tem necessidade de andar nas trevas do erro enquanto tal luz é oferecida.”

Ellen G. White em Santificação, 69.

Entristecidos pelos erros perniciosos

“Muitos enganadores entraram no mundo, os quais não confessam que Jesus Cristo veio em carne. Este tal é o enganador e anticristo. Olhai por vós mesmos, para que não percamos o que temos ganho, antes recebamos o inteiro galardão. Todo aquele que prevarica, e não persevera na doutrina de Cristo, não tem a Deus: quem persevera na doutrina de Cristo, esse tem tanto ao Pai como ao Filho. Se alguém vem ter conosco, e não traz esta doutrina, não o recebais em casa, nem tampouco o saudeis. Porque quem o saúda tem parte nas suas más obras.

João não prosseguiu seu trabalho sem grandes embaraços. Satanás não estava ocioso. Instigou homens maus para abreviarem a vida útil deste homem de Deus; mas santos anjos o protegeram de seus assaltos. João precisava ficar como uma fiel testemunha de Cristo. A igreja, em seu perigo, necessitava de seu testemunho.”

Ellen G. White em Santificação, 70.


Pela representação maliciosa e falsidade, os emissários de Satanás procuraram despertar oposição contra João e a doutrina de Cristo
. Em consequência, dissensões e heresias estavam pondo em perigo a igreja.
João enfrentou estes erros com inflexibilidade
. Vedou o caminho aos adversários da verdade. Escreveu e exortou, para que os dirigentes destas heresias não tivessem o menor estímulo.
Presentemente, há males semelhantes aos que ameaçavam a prosperidade da igreja primitiva, e os ensinos do apóstolo sobre estes pontos deveriam ser cuidadosamente atendidos. “Deveis ter caridade”, é o clamor que se pode ouvir em toda parte, especialmente daqueles que professam a santificação. Mas a caridade é demasiado pura para cobrir um pecado não confessado. Os ensinos de João são importantes para aqueles que vivem entre os perigos dos últimos dias
. Ele estivera intimamente ligado a Cristo. Escutara Seus ensinos e testemunhara Seus poderosos milagres. Assim apresentou um convincente testemunho, que tornou sem efeito as falsidades de Seus inimigos.”

EGW em Santificação, 70 (ênfase acrescentada).

PECAD
Nenhuma transigência com o

João desfrutou a bênção da verdadeira santificação. Mas notai: o apóstolo não proclama ser inocente; está em busca da perfeição, andando à luz da presença de Deus
. Testifica que o homem que professa conhecer a Deus e, contudo, quebra a lei divina, mente à sua profissão. “
Aquele que diz: Eu conheço O, e não guarda os Seus mandamentos, é mentiroso, e nele não está a verdade
”. Neste século de alarmante liberalidade, estas palavras seriam taxadas como intolerância. Mas o apóstolo ensina que, conquanto devamos manifestar cortesia cristã, estamos autorizados a chamar o pecado e os pecadores por seu verdadeiro nome — que isto é coerente com a verdadeira caridade.
Conquanto tenhamos de amar as almas por quem Cristo morreu e trabalhar por sua salvação, não devemos condescender com o pecado
. Não nos unamos com os rebeldes chamando a isso caridade. Deus exige de Seu povo atual que se poste, como o fez João em seu tempo, inflexivelmente pelo direito, em oposição aos erros destruidores das almas.”

Ellen G. White em Santificação, 71 (ênfase acrescentada).


A Humildade de João

“Ao discípulo amado foram dados tão exaltados privilégios, como raramente têm sido concedidos aos mortais. Contudo, tanto se havia ele tornado semelhante ao caráter de Cristo, que o orgulho não encontrava lugar em seu coração. Sua humildade não consistia em mera profissão; era uma graça que o vestia tão naturalmente quanto uma veste. Ele sempre procurava ocultar seus próprios atos de justiça e evitar tudo que pudesse parecer atrair a atenção para si mesmo. Em seu Evangelho, João menciona o discípulo a que Jesus amava, mas oculta o fato de que esse assim honrado era ele. Sua atitude era destituída de egoísmo. Em sua vida diária ele praticava a caridade em seu sentido mais amplo.
Tinha em alto grau o senso do amor que deveria existir entre os irmãos naturais e a irmandade cristã
. Ele apresenta e insiste nesse amor como sendo uma característica essencial dos seguidores de Jesus. Destituído disto, todas as pretensões do nome cristão são vãs.”

Ellen G. White em Santificação, 86 (ênfase acrescentada).
Não Há Santificação sem Obediência

“Tenho encontrado muitos que alegavam viver sem pecado. Mas quando provados pela Palavra de Deus, mostraram-se ser transgressores declarados de Sua santa lei. As mais claras evidências da perpetuidade e força de obrigatoriedade do quarto mandamento, falharam quanto a despertar a consciência. Eles não podiam negar as reivindicações de Deus, mas aventuraram-se a desculpar-se por transgredirem o sábado. Tinham a pretensão de ser santificados e de servir a Deus todos os dias da semana. Muitas pessoas boas, diziam, não observam o sábado. Se os homens estão santificados, nenhuma condenação repousará sobre eles se o não observam. Deus é demasiado misericordioso para puni-los por não guardarem o sétimo dia. Seriam considerados como esquisitos na comunidade se guardassem o sábado, e não teriam nenhuma influência no mundo. E eles precisam ser sujeitos aos poderes constituídos.”

Ellen G. White em Santificação, 72.
Mateus 5:48
Sede vós pois perfeitos, como é perfeito o vosso Pai que está nos céus.

1 João 1:8
Se dissermos que não temos pecado, enganamo-nos a nós mesmos, e não há verdade em nós.    

1 João 1:9
Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados, e nos purificar de toda a injustiça.  

1 João 1:10
Se dissermos que não pecamos, fazemo-lo mentiroso, e a sua palavra não está em nós.


Sede cuidadosos, excessivamente cuidadosos em como discorrer sobre a natureza humana de Cristo. Não O apresenteis diante das pessoas como um homem com propensões ao pecado.
Ele é o segundo Adão. O primeiro Adão foi criado puro e perfeito, não havia nele mancha de pecado; foi feito à imagem de Deus. Ele poderia cair, e, de fato, caiu através da transgressão. Por causa do pecado, sua posteridade nasceu com propensões inerentes à desobediência. Contudo, Jesus Cristo era o unigênito Filho de Deus. Tomou sobre Si mesmo a natureza humana e foi tentado em todos os pontos assim como a natureza humana é tentada. Ele poderia ter pecado; poderia ter caído e, se o fizesse por um momento, haveria nEle propensão para o mal. Ele foi assaltado por tentações no deserto como Adão e Eva foram assaltados por tentações no Éden.”

Ellen G. White em 5BC 1128.4
(inglês, ênfase acrescentada)


Evite toda discussão a respeito da humanidade de Cristo que dê lugar a mal-entendidos. A verdade anda perto do caminho da presunção. Ao tratar sobre a natureza humana de Cristo, você precisa cuidar ao extremo toda afirmação, impedindo que suas palavras signifiquem mais do que devem e assim você perca ou obscureça a clara percepção de Sua humanidade combinada com a divindade.
Seu nascimento foi um milagre, pois o anjo disse: ‘E eis que em teu ventre conceberás e darás à luz um filho, e pór-lhe-ás o nome de Jesus. Este será grande, e será chamado filho do Altíssimo; e o lhe dará o de Davi, seu pai; E reinará eternamente na casa de Jacó, e o seu reino não terá fim. E disse Maria ao anjo: Como se fará isto, visto que não conheço homem algum?  E, respondendo o anjo, disse-lhe: Descerá sobre ti o Espírito Santo, e a virtude do Altíssimo te cobrirá com a sua sombra; por isso também o Santo, que de ti há de nascer, será chamado Filho de Deus.’ Lucas 1:31-35”

Ellen G. White em 5BC 1128.5
(inglês, ênfase acrescentada).

"A encarnação de Cristo foi e sempre será um mistério. O que foi revelado é para nós e nossos filhos, mas que todo o ser humano seja advertido contra a ideia de considerar Cristo totalmente humano, como qualquer um de nós, pois não pode ser. Não é necessário que saibamos o exato momento quando a humanidade se uniu à divindade. Devemos firmar nossos pés sobre a Rocha, Cristo Jesus, como Deus revelado na humanidade."

Ellen G. White em 5BC 1128.6 (inglês), conferir em egwwritings.org

“A unidade é a força da igreja. Satanás o sabe, e emprega toda a sua força para introduzir dissensão. Ele deseja ver falta de harmonia entre os membros da igreja de Deus.
Deve ser dada maior atenção à questão da união.
Qual é a receita para a cura da lepra da contenda e dissensão? Obediência aos mandamentos de Deus.
Tenho sido ensinada por Deus quanto a não devermos demorar nas desinteligências que enfraquecem a igreja
. Ele prescreve um remédio para contenda. Santificando Seu santo sábado, devemos mostrar que somos Seu povo. Sua Palavra declara que o sábado é um sinal distintivo do povo que observa os mandamentos. Assim o povo de Deus deve conservar entre eles o conhecimento do Senhor como seu Criador. Os que observam a lei de Deus serão um com Ele no grande conflito iniciado no Céu entre Satanás e Deus. A deslealdade para com Deus significa contenda e luta contra os princípios de Sua lei.”

Ellen G. White em Testemunhos Seletos, vol. 2, 159-160 (ênfase acrescentada).



Por que tantos se dizem santos e sem pecado? É porque estão muito longe de Cristo
. Eu nunca ousei afirmar semelhante coisa. Desde o tempo em que tinha 14 anos de idade, se eu sabia qual era a vontade de Deus, estava disposta a fazê-la. Nunca me ouvistes dizer que sou sem pecado.
Os que têm um vislumbre da beleza e do elevado caráter de Jesus Cristo, o qual é santo e sublime, e cujo séquito enche o templo, jamais dirão isso
. Contudo, encontrar-nos-emos com aqueles que dirão tais coisas cada vez mais.”

Ellen G. White em Testemunhos Seletos, vol. 3, 354 (ênfase acrescentada).

Desejo dizer a todos aqueles a quem foi revelada a glória de Deus: “
Nunca tereis a menor propensão para afirmar: ‘Sou santo, estou santificado
.’”


“Ele conquistou a Satanás em seu longo jejum no deserto, e quando este se apresentou a Jesus como um anjo de luz, oferecendo o domínio do mundo em troca de sua adoração; ele fez sacrifícios que nunca serão requeridos do homem,
como o homem nunca pode alcançar em seu exaltado caráter
. Toda sua vida terrena foi uma demonstração de sua perfeita submissão à vontade do pai. O curso de ação de Cristo e o de Satanás apresenta o completo contraste de uma vida obediente com um filho desleal.”

Ellen G. White em 3SP 77.2 (inglês, ênfase acrescentada).

Não podemos dizer: ‘Sou sem pecado’, até que seja transformado este corpo abatido, para ser igual ao corpo da Sua glória
. Se, porém, procuramos constantemente seguir a Jesus, pertence-nos a bendita esperança de ficar em pé diante do trono de Deus, sem mácula, nem ruga, nem coisa semelhante; completos em Cristo, envoltos em Sua justiça e perfeição.”

Ellen G. White em Mensagens Escolhidas, vol. 3, p. 355 (ênfase acrescentada).


Quer isto dizer que não devemos lutar para alcançar a perfeição?

“Ele obedeceu cada jota e cada til da lei,
para testificar aos mundos não caídos, perante os santos anjos, perante o mundo caído, que os que creem nele, que aceitam ele como o sacrifício pelo pecado, que confiam nele como seu salvador pessoal, serão beneficiados com sua justiça, e se tornarão participantes da natureza divina. Ele testifica que pela sua justiça imputada a alma crente obedecerá os mandamentos de Deus.

Ellen G. White em ST, January 16, 1896 par. 7 (inglês).

Contudo, não podemos nos esquecer que se apropriar da justiça de Cristo não nos eleva ao nível de Cristo nem rebaixa Cristo a nosso patamar.

“Todos os que querem possuir um caráter cristão perfeito tem que carregar o jugo de Cristo. Se desejam se assentar em lugares celestiais em Jesus Cristo, devem aprender dele enquanto estão aqui nesta terra. A estes, Cristo diz: ‘Lutai por entrar pela porta estreita; porque eu vos digo que muitos procurarão entrar, e não poderão.’ ‘larga é a porta, e espaçoso o caminho que conduz à perdição, e muitos são os que entram por ela’"

Ellen G. White em ST,
November 5, 1896 par. 16 (inglês).




Por meio de Seu Filho, Deus revelou a excelência a que o homem é capaz de atingir
. E Ele nos está desenvolvendo aos olhos do mundo como testemunhas vivas do que O homem pode se tornar mediante a graça de Cristo. ...
Que honra nos confere Ele ao animar-nos a ser santos em nossa esfera, como o Pai o é em Sua esfera!
E pelo Seu poder somos capazes de fazer isso; pois Ele declara: “É-Me dado todo o poder no Céu e na Terra”. Mateus 28:18. Esse ilimitado poder, é vosso privilégio e meu suplicar.”

Ellen G. White em A Maravilhosa Graça de Deus, 270 (ênfase acrescentada).

“Devemos esforçar-nos por
ser perfeitos em nossa esfera, assim como Ele o foi na Sua
. Os membros da igreja não devem por mais tempo permanecer despreocupados no tocante à formação de um caráter reto. Colocando-se sob a influência modeladora do Espírito Santo,
devem formar caráter que seja um reflexo do divino
.”

Ellen G. White em Testemunhos para a Igreja, vol. 8, p. 86 (ênfase acrescentada).

É nosso dever evangelizar membros de igreja com respeito à perfeição que têm que atingir para satisfazer a norma?

Deus está atuando constantemente para suprir as deficiências do homem. Até mesmo o arrependimento é produzido graças à aplicação da graça. O coração natural não sente necessidade de arrependimento. As lágrimas que caem dos olhos humanos por motivo da tristeza por sua pecaminosidade ou da compaixão de outros pecadores, vêm sem ser chamadas. São como orvalho de olhos que pertencem a Deus. ... As boas resoluções que tomamos são apenas a expressão de desejos que são Seus. A vida reformada não é mais que o melhor uso de uma vida que foi remida pelo sacrifício de Seu Filho Jesus. Nenhum mérito devemos atribuir a nós mesmos, por qualquer coisa que façamos. ...
Ellen G. White em Nos Lugares Celestiais, pág. 221.
“Não vos é essencial saber e dizer a outros todos os porquês e os para quês quanto ao que constitui o novo coração, ou quanto à atitude que eles podem e precisam atingir de modo a nunca pecar. Não tendes tal obra a fazer.”

Ellen G. White em Mensagens Escolhidas,
vol. 1, p. 177.


Ilustração

“A missão do cristão no mundo é revelar o caráter de Cristo, representar o Senhor à caída raça humana.”

Ellen G. White em ST, June 8, 1891 par. 10 (inglês).

“Nossa obra é beneficiar nosso semelhante. Não devemos andar na trilha dos que se opõem à verdade,
mas dar a mensagem do terceiro anjo
, que está voando pelo meio do céu, proclamando a nota de advertência, os mandamentos de Deus e o testemunho de Jesus Cristo.”

Ellen G. White em Testemunhos para Ministros, 236 (ênfase acrescentada).
“Em sentido especial foram os adventistas do sétimo dia postos no mundo como atalaias e portadores de luz. A eles foi confiada a última mensagem de advertência a um mundo a perecer. Sobre eles incide maravilhosa luz da Palavra de Deus. Confiou-se-lhes uma obra da mais solene importância: a proclamação da primeira, segunda e terceira mensagens angélicas. Nenhuma obra há de tão grande importância. Não devem eles permitir que nenhuma outra coisa lhes absorva a atenção.”

Ellen G. White em Eventos Finais, 45.

1 Coríntios 1:10
Rogo-vos, porém, irmãos, pelo nome de nosso Senhor Jesus Cristo, que digais todos uma mesma coisa, e que não haja entre vós dissensões; antes sejais unidos em um mesmo pensamento e em um mesmo parecer.


João viveu o bastante para ver o evangelho de Cristo pregado longe e perto, e milhares aceitando avidamente seus ensinos. Mas encheu-se de tristeza ao perceber que erros perniciosos se introduziam na igreja. Alguns dos que aceitaram a Cristo professavam que Seu amor os desobrigava da obediência à lei de Deus. De outro lado, muitos ensinavam que a letra da lei deveria ser observada, como também todos os costumes e cerimônias judaicas, e que isto era suficiente para a salvação, sem o sangue de Cristo. Eles sustentavam que Cristo fora um bom homem, tanto como os apóstolos, mas negavam Sua divindade. João viu os perigos a que seria exposta a igreja, se seus membros recebessem estas ideias, de modo que as enfrentou com presteza e decisão. Escreveu a uma grande auxiliadora do evangelho, uma senhora de boa reputação e extensa influência: ...

“Depois da destruição do templo por Nabucodonosor, foi reconstruído aproximadamente quinhentos anos antes do nascimento de Cristo, por um povo que, de um longo cativeiro, voltara a um país devastado e quase deserto. Havia então entre eles homens idosos que tinham visto a glória do templo de Salomão e que choraram junto aos alicerces do novo edifício porque devesse ser tão inferior ao antecedente. O sentimento que prevalecia é vividamente descrito pelo profeta: “Quem há entre vós que, tendo ficado, viu esta casa na sua primeira glória? e como a vedes agora? não é esta como nada em vossos olhos, comparada com aquela?” Ageu 2:3;
Esdras 3:12. Então foi feita a promessa de que a
glória desta última casa seria maior do que a da anterior.”

Ellen G. White em O Grande Conflito,
23 (ênfase acrescentada).

"Arrependam-se, porque o Reino dos céus está próximo." Mateus 3:2.
PARA REFLEXÃO


E se o meu povo, que se chama pelo meu nome, se humilhar, e orar, e buscar a minha face e se converter dos seus maus caminhos, então eu ouvirei dos céus, e perdoarei os seus pecados, e sararei a sua terra.
2 Crônicas 7:14
II – O Santuário
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