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UFCD - 0135 - Design - comunicação e multimédia

M2 - Teoria do Design - Design, Comunicação e Audiovisuais
by

josé gouveia

on 21 October 2016

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Transcript of UFCD - 0135 - Design - comunicação e multimédia

Estrutura de navegação
A estrutura do site, ou Arquitetura da informação, é composta pelo conjunto de informações articuladas através de links. Permite a deslocação dos utilizadores através das informações publicadas e a criação de perceções únicas destas informações a partir dos caminhos percorridos.
Segundo Vaughan podemos considerar 4 estruturas fundamentais de navegação:
Linear -
O utilizador navega sequencialmente de ecrã para ecrã.
Não-Linear -
O utilizador navega livremente por todo o conteúdo.
Hierárquica -
O utilizador navega ao longo de ramos de uma árvore, seguindo a orientação lógica do conteúdo.
Composta -
O utilizador navega livremente, mas existem situações com restrições.
O objetivo principal do design de navegação é dar a impressão ao utilizador, que pode escolher livremente o seu percurso pela aplicação em qualquer instante.
A interatividade de uma aplicação aumenta na potencialidade associada à possibilidade de efetuar ligações entre conteúdos.
O desenho de um objecto.
Design é…
Algo que se refere à estética de um objecto.
Imaginar coisas diferentes das outras.
Um processo que tem em conta a boa forma de um objeto.
Um processo para tornar as formas dos objectos mais ao gosto dos clientes.
Um processo que permite tornar um objecto mais engraçado.
Uma forma de vender.
Pode ser comunicação visual.
Um processo desenvolvido em equipa.
A adequação de uma forma à sua função.
Criar objectos que façam rir as pessoas.
Camuflar os defeitos dos produtos.
Fazer coisas modernas para vender melhor.
Um processo que procura dar uma resposta eficaz a uma necessidade.
Um instrumento de gestão do mercado.
Desenhar uns sites com boa aparência.
Uma disciplina que faz uso da criatividade.
Uma disciplina onde impera a fantasia.
Saber vender frigoríficos a esquimós.
.
Fazer coisas novas que muita gente goste.

O que dá mais nas vistas.

Um método que permite pensar em novas formas para palitos ou outras quaisquer.
Um contributo indispensável para o esforço de preservação e requalificação do meio ambiente.
Um método de acção.

Um acto politico. Quando fazemos o design de um produto estamos a fazer uma declaração sobre a direcção em que o mundo se irá mover.
Um meio de combater a mecanização da sociedade.
Um meio para desenvolver produtos ecológicos.
Um meio para diferenciar as pessoas por classes sociais.
Um meio de desenho.

Um meio para fazer esculturas.
Um meio para desenvolver produtos para museus.
Uma disciplina que determina as propriedades formais dos objectos.
Uma marca de iogurte.
Um método no qual se assumem compromissos.

Um processo realizado por etapas.

Um método de estudo e proposta de solução de problemas.
Algo que não tem em conta a funcionalidade dos objectos.

Algo que permite melhorar um produto existente
Um método que procura satisfazer uma função.

Uma disciplina que permite harmonizar o ambiente humano.
Uma actividade que produz novas realidades.

Inovação, mesmo quando não se vê.
Um método para criar produtos únicos e irrepetíveis.

Uma obra de arte.
1978; Cadeira Proust, Alessandro Mendini.
1998; Cadeira de braços "Alessandra”,
Javier Mariscal.
1972; Cadeira, Franck O. Gehry.
1993; “Orgonechair”, Marc Newsos.
1982; Cadeira de braços, Peter Shire.



Design



Design
Melhorar as características de uso dos produtos?
O Design para que serve
Suprimir necessidades humanas através dos objectos?
Melhorar a qualidade ambiental?
Determinar a fisionomia dos objectos, conferindo-lhes qualidade estética?
Aumentar a produtividade?
Aumentar o volume de vendas?
Aumentar o volume das exportações?
Aumentar o lucro de uma empresa?
Coordenar o planeamento e execução dos produtos?
"O design procura, essencialmente, satisfazer uma função”

Gui Bonsiepe


“a função é para o designer o que a saúde é para o médico”

“O design é uma metodologia para equacionar e resolver problemas, de que resulta um produto para a satisfação de necessidades humanas e para o controlo do ambiente; quer esse produto seja uma estrutura física e se passe à escala da cidade (urbanismo), da casa (arquitetura), ou do objeto (design industrial), quer se passe ao nível da comunicação visual (design gráfico)”

Daciano Costa


“ Uma disciplina que visa a harmonização do ambiente humano”
DIC 10M

UFCD 0135
Design - Comunicação e multimédia
Design
gráfico

O
design
gráfico
é a arte de criar ou selecionar determinadas marcas, para comunicar uma ideia. As imagens gráficas são mais do que ilustrações descritivas da realidade ou imaginadas. São signos cujo contexto lhes dá um sentido especial e cuja disposição lhes pode conceder um novo significado.

Curiosamente verifica-se que as
três funções básicas do
design
gráfico
, se mantém inalteráveis, sucedendo-se vários séculos, estas funções sofreram tão poucas mudanças como o alfabeto romano.

A função primordial é –
identificar
a segunda função é –
informar e instruir
a terceira função é –
apresentar e promover
.


Web designer

O conceito de
Web Design
abrange diversas áreas de conhecimento que são utilizadas no desenvolvimento e manutenção de um
website
. Entre essas disciplinas encontramos o
web

design
gráfico,
design
de interface ou a área da usabilidade.
Multimédia

A multimédia é a
combinação, controlada por computador, de texto, gráficos, imagens, vídeo, áudio, animação e qualquer outro meio pela qual a informação possa ser representada, armazenada, transmitida e processada sob forma digital, em que existe pelo menos um tipo de media estático (textos, gráficos ou imagens) e um tipo de media dinâmico (vídeo, áudio ou animação)
.
Memória descritiva

É o
registo escrito que descreve claramente o conjunto de atividades planeadas, concebidas e efetuadas na execução de um projeto
.
Público-alvo

Público-alvo
, também designado por
grupo-alvo
ou
target
é o
grupo de pessoas a que se dirige determinado produto, serviço ou mensagem.

Sendo o público-alvo um
conjunto de pessoas que possuem as mesmas características ou interesses
, para os caracterizar devemos utilizar vários padrões, como por exemplo:
idade, sexo, nível económico, estrato social, interesses
, entre outras. Para definirmos um público-alvo podemos ter em conta vários critérios, sendo os mais utilizados o sexo, a idade ou a nacionalidade. Podem ainda ter-se em conta
critérios demográficos, geográficos (residência litoral/interior, zona urbana/rural, localização), sociodemográficos (educação, classe social, profissão, rendimento, dimensão do agregado familiar), comportamentais (gostos pessoais, sensibilidade ao preço, sensibilidade à qualidade) ou psicográficos (a personalidade, estilo de vida, valores morais)
.

Logótipo

A palavra
logótipo
ou
logotipo
(logo + tipo) vem do grego “logos” – palavra e “typos”- figura, significando, portanto, uma representação gráfica formada por letras e/ou imagens.
Um logótipo
identifica representa ou simboliza uma entidade, uma marca, um produto, um serviço
, etc. Um logótipo tem como objetivo facilitar o seu reconhecimento por parte de terceiros (o seu público-alvo).

Um
logótipo
é uma
representação gráfica ou símbolo
cuja função é identificar de forma inequívoca e empresas, organizações, indivíduos, produtos, serviços, etc.

Um logótipo pode basear-se apenas na tipografia, pode ser composto só elementos gráficos ou utilizar ambos.
Bitmap
versus vetorial

Podem distinguir-se
duas grandes categorias de imagens:
• Imagens matriciais ou
bitmap
• Imagens vetoriais

As
imagens matriciais ou
bitmap
, também chamadas
imagens raster
, são imagens formadas por um conjunto de quadrados (pixéis) - "pixelizadas", em que cada um destes quadrados possuí um ou vários valores que descrevem a sua cor.
Diz-se que a imagem é representada por uma matriz de pixéis.

As
imagens vetoriais
são representações de formas geométricas como círculos, rectângulos ou simples segmentos.
Estas figuras são representadas por fórmulas matemáticas (um rectângulo é definido por dois pontos, um círculo por um centro e um raio, uma curva por vários pontos e uma equação). O processador traduz estas formas em informações interpretáveis pela placa gráfica.

Memória Descritiva – Projecto de Arquitectura de Habitação















Sabemos que para quem trabalha na área de projectos de arquitectura, a elaboração de uma memória descritiva/justificativa – documento indispensável ao processo de licenciamento - é por vezes um quebra cabeças. Neste sentido, principalmente dirigida a quem considera que possa ser uma ajuda ou contributo, nomeadamente pela estrutura a seguir, deixamos aqui um exemplo prático de uma memoria descritiva referente ao projecto de arquitectura de uma moradia unifamiliar.

Escusado será dizer que há determinadas situações, desde logo a tipologia e programa, para além de outras, que devem ser devidamente actualizadas à realidade e ao projecto a aplicar.

Se o tema desperatr algum interesse poderemos vir a publicar outros exemplos.



Memória Descritiva e Justificativa
Projecto de Arquitectura

1 – Identificação do requerente / Obra / Localização da obra:
Nome:
Morada:
Obra: Construção de moradia unifamiliar isolada e muro de vedação à face da rua
Local da Obra:

2 – Caracterização do terreno / arruamento:
O terreno, de acordo com as cartas de zonamento do PDM de ------------------------------------, está integrado em Área de Urbanização Condicionada, e também em Área de Reserva Agrícola Nacional. A proposta da construção implanta-se na zona de Área de Urbanização Condicionada, mas numa zona de edificação consolidada.
O terreno, de geometria aproximadamente rectangular, é servido a poente por arruamento público, designado de Rua da -----------------------, dispondo relativamente ao mesmo de uma frente de cerca de 18,50 m.
O arruamento na sua relação com o terreno desenvolve-se com um ligeiro declive no sentido sul/norte, com uma inclinação de sensivelmente 2%. O terreno desenvolve-se numa plataforma com declive relativamente acentuado no sentido poente/nascente.
O terreno tem uma área total de 1375,00 m2 e encontra-se descrito na Conservatória do Registo Predial de ------------------------------------ sob o Nº -----/------------ e na matriz pelo artigo rústico Nº -------------. A área a afectar à construção para efeito de cálculos dos índices urbanísticos é de 750,00, aquela que está integrada em Área de Urbanização Condicionada.

3 – Critérios de implantação:
A obra será implantada de forma paralela ao eixo do arruamento, com alinhamento definido pelos cunhais mais avançados. O muro e passeio seguirão os alinhamentos já definidos na construção recente existente a norte.
A cota de soleira adoptada pretende obter o relacionamento mais adequado da obra com o arruamento, nomeadamente tendo em conta a facilidade das acessibilidades a pessoas deficientes ou com mobilidade condicionada.
Lateral e frontalmente a implantação respeita os afastamentos e definições regulamentares previstas no RGEU, e no Regulamento Municipal, nomeadamente quanto à relação entre a altura do perfil natural do terreno e a fachada

4 – Programa proposto:
Trata-se de uma moradia de tipologia T3, composta por Cave, R/C e Águas-Furtadas, com uma cobertura convencional de tipo “quatro-águas”, de dois elementos, com cumeeira. Parcialmente na fachada frontal poente, dispõe de um pátio alpendrado.
A Cave, destina-se a garagem e a arrumos e dispõe de um portão de acesso a partir do alçado posterior, a nascente.
O R/C destina-se a habitação, sendo do tipo T3, portanto com vestíbulo, cozinha comum, sala comum, três quartos de dormir e duas instalações sanitárias (um banho completo de uso comum e um banho privativo de uso de um dos quartos). Sobre a fachada posterior, a nascente, desenvolvem-se duas varandas.
O aproveitamento do vão da Cobertura, designado de Águas-Furtadas, destina-se a complemento da habitação, com uma função de sala de leitura. A iluminação é assegurada por janelas de telhado do tipo “Velux”.
A comunicação vertical entre os pavimentos é assegurada por escada interior, enclausurada entre a Cave e a zona de habitação.
O acesso de pessoas ao hall processa-se pela zona lateral sul da habitação. O acesso automóvel processa-se por rampa lateral, com portão exterior praticado na extremidade norte do muro da rua.

5 – Aspectos gerais de construção:
5.1 – Aterros / Desaterros / Fundações
Serão feitas as movimentações de terra necessárias à implantação da obra de acordo com as cotas de soleira previstas no presente projecto.
Tendo em conta o perfil natural do terreno, este será alvo de modelação, nomeadamente na criação da plataforma para a implantação da obra e espaços de circulação.

5.2 – Estrutura / Paredes
A edificação terá uma estrutura base formada por sapatas, pilares e vigas em betão armado.
As paredes exteriores da Cave que suportem encosto de terras serão realizadas em betão armado com uma espessura de 20 cm e as restantes em blocos térmicos de betão. Pelo interior será aplicada uma fiada em tijolo vazado, com 0,07 de espessura.
As paredes exteriores do Rés-do-Chão serão realizadas em fiada dupla de tijolo vazado com 11 cm de espessura cada, formando-se entre elas uma caixa-de-ar com 3 cm. A folga exterior será destinada à aplicação do revestimento térmico tipo “capoto”.
As paredes divisórias interiores serão constituídas por paredes simples de tijolo cerâmico vazado com as dimensões por peça de 0.30 x 0.20 x 0.11 m.
O muro de suporte de terras, na criação da plataforma de circulação automóvel, na zona posterior de acesso à garagem, será realizado em betão armado.
Toda a construção do prédio projectado deverá obedecer aos cálculos definidos pelo Projecto de Estabilidade e Betão Armado a apresentar, nomeadamente sobre fundações, estruturas, materiais, etç.

5.3 – Pisos / Pavimentos / Tectos / Cobertura
O pavimento da Cave será realizado com caixa de brita e argamassa, com as alturas de 20 e 10 cm, respectivamente, assente sobre o piso devidamente compactado. O pavimento será reforçado com malha-sol.
Os tectos da Cave e do R/C serão realizados em laje pré-esforçada. A cobertura será realizada com sistema de laje pré-esforçada. Será revestida com telha cerâmica em barro natural do tipo “Sotelha – Rooftile”.

5.4 – Revestimento térmico / Impermeabilizações
As fachadas exteriores ao nível do R/C serão revestidas com o sistema tipo “capoto”.
As paredes exteriores que suportem encosto de terras ao nível da Cave serão devidamente hidrofugadas.
Ao nível do lintel de fundação, a nascente, será realizado um sistema de drenagem das águas pluviais infiltrada, composto por tubo perfurado superiormente, envolvido em caixa de brita e godo e esta em manta geotextil.
Apesar destas considerações generalistas, todos os aspectos de impermeabilização deverão respeitar as definições a prever no Projecto de Comportamento Térmico.

6 – Aspectos gerais de acabamentos:
6.1 – Fachadas exteriores / Telhado / Arranjos exteriores
Os acabamentos exteriores da edificação estão descritos nas peças desenhadas correspondentes aos alçados.
Fachadas areadas e pintadas a tinta plástica de cor creme claro
O telhado será realizado com telha cerâmica de barro natural vermelho, do tipo “bébé”.
O espaço exterior de acesso automóvel será realizado em betonilha esquartelada alisada. O passeio de acesso à habitação, bem como o pátio frontal serão revestidos a tijoleira cerâmica. A zona frontal e lateral sul será ajardinada. O logradouro a nascente manterá a actual afectação.
O passeio público, que dará continuidade ao existente a norte, será realizado em guias de betão, com altura de 0,25 m (espelho de 0,14 m) e largura de 0,20 m, assentes sobre fundação de betão pobre (200Kg/m3). O passeio será pavimentado com pedras de betão assentes sobre almofada de areia e pó-de-pedra com 0,12 m e fundação em “tout-venant” com 0,20 m e acabamento superficial a traço-seco.

Muro de vedação:
Conforme já se referiu, faz parte do projecto a construção de muro de vedação à face do arruamento e interiores, com um comprimento total de 18,50 ml.
O muro da rua disporá de duas entradas, sendo uma de pessoas, centralizada no enfiamento da entrada de acesso e uma destinada a acesso de automóveis, na extrema lateral norte.
O muro da rua respeita as definições regulamentares, nomeadamente quanto à sua altura e desenvolvimento em segmento horizontal.
O muro da rua será realizado com blocos de betão com uma espessura de 20 cm.
O muro será assente numa sapata contínua de betão ciclópico e intervalados por pilares em betão armado assentes em sapatas. Será amarrado superiormente por viga-cinta. Terá acabamento a reboco de argamassa de cimento, em areado liso e pintado a tinta plástica de cor creme claro e será coroado com remate em granito picado. Os portões serão realizados em chapa metálica, esmaltados a branco.

6.2 – Acabamentos interiores / Pavimentos / Paredes / Tectos
Os pavimentos dos espaços da Cave serão revestidos a tijoleira cerâmica e as paredes e tectos serão areados e pintados a tinta plástica de cor branco.
Os pavimentos do R/C serão revestidos com soalho em madeira de cerejeira, nos quartos e os restantes espaços (cozinha, sala, banhos, circulação) serão revestidos em tijoleira cerâmica. O pátio e passeios adjacentes serão revestidos em tijoleira cerâmica. As paredes da cozinha/copa e banhos serão revestidos a tijoleira cerâmica vidrada. As restantes paredes serão estanhadas e pintadas a tinta plástica. Os tectos serão todos estucados a gesso. O tecto da zona do pátio exterior será revestido com reguado de madeira de mogno.
Nas Águas-Furtadas o pavimento será revestido a tijoleira cerâmica e as paredes e tectos em reboco de argamassa de cimento com pintura a tinta plástica de cor clara.

6.3 – Serralharias / Caixilharias / Vidraças
As caixilharias exteriores serão realizadas em alumínio de corte térmico, termolacado na cor “champanhe”.
Para oclusão dos vãos exteriores serão instalados estores eléctricos em alumínio de corte térmico, em cor “champanhe”.
As vidraças a aplicar nas portas e janelas exteriores serão do tipo duplo, transparentes.
As caixilharias interiores, guarnições, aros, portas e roda-pé, serão em madeira de Tola, envernizadas. A escada interior da Cave ao R/C será revestida a granito amaciado e do R/C às Águas-Furtadas será revestida a madeira. A guarda e corrimão serão em madeira.

7 – Infra-estruturas:
7.1 – Rede de Esgotos
Os esgotos provenientes das instalações sanitárias e cozinha serão encaminhados para uma fossa séptica com poço absorvente a construir no local, ficando prevista a sua ligação à futura rede pública.
Os tipos, características e diâmetros das tubagens a utilizar são descritos no projecto da especialidade.

7.2 – Rede de Águas Pluviais
As águas pluviais provenientes da cobertura, serão captadas por caleira circundante no perímetro da mesma e descarregadas por tubos de queda em PVC, para a valeta pública.
O desenvolvimento da rede, características de materias e diâmetros de tubagens serão devidamente descritas no projecto de rede de esgotos.

7.3 – Rede de Abastecimento de Água
O abastaceimento de água será realizado a partir da rede pública.
A água será conduzida por rede própria abastecendo as diferentes peças nas zonas sanitárias, lavandaria e na cozinha, bem como torneiras de serviço e rega no exterior do edifício. O abastecimento de água quente será garantido por esquentador a Gás.
Todas as características da rede, como materiais, acessórios e dimensionamentos, serão as indicadas no projecto da especialidade.

7.4 – Rede de Abastecimento de Gás.
O abastecimento será realizado a partir de garrafas tipo G110 de gás propano alojadas em cabine própria. Ficará prevista a ligação á futura rede pública de gás natural.
Todas as características da rede, como materiais, acessórios e dimensionamentos, serão as indicadas no projecto da especialidade.

7.5 – Rede Eléctrica e de Tele-Comunicações.
A rede de energia eléctrica será executada por profissional competente e responsabilizada por técnico idóneo, sendo observadas na sua execução todas as normas técnicas gerais e específicas em vigor.
Serão realizados todos os pontos de iluminação, tomadas, etç. Será também realizada a rede de telecomunicações, de acordo com as indicações técnicas em vigor pela Telecom, bem como rede de recepção de meios de radiodifusão. O abastecimento de electricidade será feito pela empresa pública de distribuição.
Todas as características da rede, como materiais, acessórios e dimensionamentos, serão as indicadas no projecto da especialidade.

8 – Segurança contra incêndios:
As portas da caixa-de-escada interior ao nível da Cave será do tipo corta-fogo.
A cozinha e a garagem deverão ser dotadas com extintores de pó-químico tipo ABC, de 2 e 4 Kg, respectivamente.
Os fumos e gases do fogão e esquentador serão conduzidos por chaminé com saída no exterior da cobertura.

9 – Projectos das Especialidades:
Posteriormente à aprovação do projecto de Arquitectura, apresentar-se-ão os seguintes projectos de especialidades: Cálculos de Estabilidade e Betão Armado, Rede Saneamento, Rede de Águas Pluviais, Rede de Abastecimento de Água, Rede de Gás, ITED, Comportamento Térmico e Estudo Acústico.
Apresenta-se ainda uma ficha electrotécnica referindo a potência eléctrica prevista.

10 – Adequabilidade e enquadramento da proposta para com as normas regulamentares do PDM:
A pretensão enquadra-se perfeitamente no plano director municipal. Estando inserida em área de construção preferente, sem quaisquer condicionantes ou restrições. Adequa-se por isso ao plano de ordenamento do território contido no Plano Director Municipal de ------------------------ e seu Regulamento, bem como respeita os diversos índices de construção e ocupação.
São respeitadas as normas previstas pelo RMUE – Regulamento Municipal da Urbanização e Edificação e pelo RGEU – Regulamento Geral das Edificações Urbanas.
A construção cumpre e respeita as normas relativas ao Regulamento de Incêndios, salubridade, etç.
A edificação proposta e as suas soluções, ao nível de programa, funcionalidade e compartimentação, adequam-se perfeitamente à utilização pretendida, que é de habitação unifamiliar.
A proposta adequa-se às infra-estruturas básicas existentes, na linha do que acontece com as construções limítrofes.
Em suma, a proposta reúne todas as condições regulamentares objectivas conducentes à sua aprovação e licenciamento.

11 – Plano de acessibilidades a pessoas deficientes ou com mobilidade condicionada. Decreto-Lei, 163/2006 de 08/08:
É apresentado o plano de acessibilidades, em peças desenhadas anexas. Em anexo é também apresentada a respectiva memória descritiva e justificativa das soluções preconizadas no respectivo plano.

12 – Considerações finais:
A presente memória descreve de um modo geral e sucinto, os principais aspectos, enquadramento e características do projecto de arquitectura e a sua articulação com os demais aspectos técnicos.
Para além disso, esta memória não deverá ser considerada como elemento referencial e director para a execução de qualquer fase da empreitada de construção, devendo para o efeito ser redigidos os respectivos Cadernos de Encargos e seguidos os respectivos projectos de todas as especialidades.

Local, 25 de Junho de 2010
O técnico: …………………………..…………………



- Anabela Pereira
Multimedia
Imagem estática
(Fotografia)
Gráficos
Áudio
Imagem dinâmica
(Vídeo)
Animação
Texto
Processo de comunicação
Conceito de comunicação
Componentes da comunicação
(Processo de comunicação )
Modelos comunicacionais
Receção, interpretação e descodificação da mensagem
Interferências mediáticas
Comunicação mediatizada
A origem da palavra "comunicação" está no latim communis (comum).
Quando comunicamos estamos a compartilhar informação, a pôr em comum uma ideia ou uma atitude. Estamos a estabelecer uma "comunidade", algo em comum com alguém. A comunicação é pois a troca de informação entre sujeitos ou objetos. Para tal, é fundamental que exista "sintonia" entre quem envia e quem recebe a mensagem.

Ocorre quando a Fonte-emissor (Indivíduo ou grupo - emissor ou codificador) emite uma mensagem (Objeto da comunicação – conteúdo - Formulação, codificação e transmissão de mensagem ou sinal) ao recetor (ou descodificador - Indivíduo, grupo, animal, máquina), através de uma chamada de telefone por exemplo (Canal de comunicação - Via de circulação de mensagens).
MODELO LINEAR BÁSICO - Shannon e Weaver – 1949
MODELO LINEAR BÁSICO - Moles (1958) - Meyer-Eppler (1959)
MODELO LINEAR BÁSICO – Lasswell – 1949
O recetor interpretará a mensagem se dominar o Código (Conjunto de sinais e regras de combinação dos mesmos), que pode chegar até ele com algum tipo de “problema” (ruído, bloqueio, filtragem) e, a partir daí, emitirá uma resposta (feedback), completando assim o processo de comunicação.
Um dos problemas que pode surgir na descodificação das mensagens e consequente falha de comunicação prende-se com a diferença de Repertórios culturais dos intervenientes no processo (emissor e recetor).
As Fontes de ruído no canal de comunicação podem igualmente levar a que o processo de comunicação se desenrole com dificuldade, ou mesmo, que inviabilize.

Destinador – função emotiva
Contexto – função referencial
Mensagem – função poética
Contacto – função fáctica
Código – função metalinguística

Barreiras à Comunicação
Emissor
Estudo do recetor e do seu estado psicológico
Preparação da mensagem
Adequação da linguagem ao recetor
Coerência da mensagem

Mensagem
Codificação (emissor)
Descodificação (recetor)
Canal de Comunicação
Acrescentos
Eliminações
Distorções
Recetor
Capacidade limitada de retenção
Barreiras físicas, pessoais, semânticas
A sociedade mediatizada é um novo tipo de sociedade diferente da sociedade do discurso ou da sociedade de controlo. Hoje em dia existe uma virtualização generalizada da comunicação, capaz de afetar as perceções e as representações correntes da vida social. A mediatização é uma é um processo social cada vez mais assente na tecnologia e que dá forma à realidade sensível - medium. Esta nova realidade implica uma nova tecnologia preceptiva e mental, um novo tipo de relacionamento do indivíduo com as referências concretas, com a realidade e com a verdade.

A sociedade mediatizada é influenciada por questões de globalização, individualização, mediatização, economia / comercialização.
A mediatização da internet e internetização dos média de massa - Internet como uns media de massa / Os media de massa sofrendo as influências da internet. Hoje em dia a mediatização da internet (tanto a fixa como a móvel) é visível na invasão da internet pelos jornais e televisão, no processo de difusão/disseminação de notícias pela rede. Nos nossos dias o processo de produção começa, muitas vezes, a partir da internet e não na dos média tradicionais e é claramente visível a influência da internet ao nível simbólico na televisão.

Todos os meios de comunicação tradicionais têm sido assimilados pela internet e a informação passou a estar acessível ao público em geral de uma forma mais rápida e democrática.
Fonte de informação

Apreensão da informação

Saberes culturais
Heranças estéticas
Opções pessoais

Suporte de comunicação
Imagem da comunicação
Sugestão de volume
Justaposição de elementos
Perspetiva
Imagem animada
Imagem total (no computador)
Nível da realidade
Imagem natural
Fotografia a cores
Fotografia a preto e branco
Representação figurativa não realista
Pictogramas
Representação não figurativa

Metodologia processual
Fases de um projeto
Importância de briefing
Influências e condicionantes de um projeto
Fontes de investigação
Metodologia projetual
Métodos
Fase INICIAL (de iniciação)
– É o início do projeto através, o Termo de Abertura.
O
briefing
consiste na
reunião inicial que se realiza com o cliente
(pessoa ou entidade) que solicita o projeto. Nesta reunião
são transmitidos os objetivos do projeto e um conjunto de informações e de dados fundamentais para a definição do problema e para o desenvolvimento do mesmo
. O
briefing
deverá dar origem a um guião de ação para dar ao cliente a solução otimizada para o seu problema, consiste em “mapear o problema, e com estas pistas, ter ideias para criar soluções”.

Esta ação inicial é o elemento chave para o planeamento de todas as etapas do projeto e para identificar as necessidades do cliente com exatidão.
Podemos dizer que num processo de investigação – pesquisa, o primeiro passo é o da observação, pois é a partir dela que irão procurar-se as respostas a perguntas como “por que tal fenómeno ocorre?” ou “que relação este fenómeno tem com aquele?”. A resposta a estas perguntas permitirá encontrar as possíveis respostas e soluções.

Estas visam pesquisar, recolher e analisar informações e soluções já conhecidas, e a partir daqui, deduzir os caminhos mais acertados a seguir.

Fontes de investigação:
Primárias
Secundárias

A resposta a um problema e o correspondente desenvolvimento de um projeto consiste num método particular de planificação, organização e realização de uma tarefa. Embora mais associada ao Projeto de Design, a metodologia projetual e o seu método podem ser aplicados a muitas outras áreas do conhecimento onde se procuram resolver problemas.

A metodologia projetual consiste assim num conjunto de passos organizados em sequência, mas suficientemente flexíveis, desde a definição do problema inicial até à solução final.
Existem diversos métodos de projeto, mas todos seguem uma estrutura básica:

1. Observação e análise: Definição do problema, pesquisa, definição de objetivos e restrições;

2. Planear e projetar: criação de opções de projeto, escolha de opção de projeto, desenvolvimento, aprimoramento, detalhamento;

3. Construir e executar: protótipo; produção.

Método de Bruno Munari
O problema não se resolve por si só; no entanto, contem já todos os elementos para a sua solução, é necessário conhecê-los e utilizá-los no projeto de solução.
Método da divisão
Método com condicionante
Um problema pode ter várias soluções, e é preciso nesse caso definir por qual optamos.
Definição do problema
Solução problema
Fase de PLANEAMENTO
– Nesta fase descreve-se em detalhe tudo aquilo que será realizado no projeto, incluindo cronogramas, as interligações entre as diferentes atividades, levantamento dos recursos envolvidos, análise dos custos, etc., para que, no final desta fase, o processo esteja suficientemente detalhado e possa ser executado, com o mínimo de dificuldades e imprevistos.
Fase de EXECUÇÃO
– É a fase em que se desenvolve e materializa tudo aquilo que foi planeado anteriormente.
Fase de CONTROLO/TESTES
– É a fase tem como objetivo verificar aquilo que está a ser realizado no projeto, de modo a efetuarem-se as ações corretivas e preventivas.
Fase de ENCERRAMENTO
– Neste momento, conclui-se formalmente o projeto.
Paginação
Regras de paginação - Grelhas-tipo
Regras de uso da tipografia
Síntese aditiva e síntese subtrativa
Círculo cromático
Olho humano
Algumas grelhas, pela sua funcionalidade e com a aprovação, ao longo dos anos, por designers experientes tornaram-se standards na composição. É normal ouvirmos falar em “grelha de 20 blocos' ou em grelha de “40 elementos” e todos saberem a que se referem. Nesta página, podemos observar algumas dessas grelhas. Uma ao alto com quarenta blocos e duas ao baixo, com doze blocos.

Número máximo de fontes
Num documento deve evita-se utilizar mais de dois a três tipos de letra, normalmente utilizam-se um tipo de letra para o título e outro para o texto.
Fisiologia da luz
O nosso meio ambiente contém objetos que emitem, refletem ou absorvem radiações eletromagnéticas, de diferentes comprimentos de onda. Estes medem-se em nanómetros (1 nm = 109) e o olho humano é capaz de ver ondas cujo comprimento ronda os 400 e os 700 nanómetros, banda de radiação eletromagnética a que chamamos luz.
São poucas as fontes de luz natural: o Sol, as estrelas, os relâmpagos, o fogo e processos bioquímicos de alguns organismos. De todas essas fontes a mais importante é o Sol. A forma como ele incide nos objetos tem grande influência no modo como se percebem as formas e as distâncias. Os objetos não são refletores nem absorventes puros, dependendo da sua estrutura molecular a absorção de umas ondas ou reflexão de outras, conforme o seu comprimento de onda.
Os olhos, do ponto de vista ótico, tratam a luz como se fosse uma câmara escura. Os resultados ótimos de uma câmara escura produzem-se quando a iluminação externa é muito alta e, por isso, a abertura se pode reduzir ao máximo.
Resposta emocional da cor
Grelha standard de 24 blocos

Tamanho pagina A4 (210 x 297 mm)
Margem superior (13 mm)
Margem exterior (13 mm)
Margem inferior (13 mm)
Margem interior (13 mm)
Espaço entre colunas (4.5 mm)
4 Colunas
Largura de colunas (44,875 mm)
Blocos de texto com espaço entre linhas de 10-11.5 pt
Uma linha de espaço entre blocos
Uma linha adicional para texto extra
Fontes serifadas e não serifadas
Mas afinal de contas, o que é uma serifa? De acordo com fontes na tipografia, as serifas são os pequenos traços e prolongamentos que ocorrem no fim das hastes das letras. As famílias tipográficas sem serifas são conhecidas como sans-serif (não serifadas). A classificação dos tipos em serifados e não-serifados é considerado o principal sistema de diferenciação de letras.
Alinhamentos
Os textos podem ser alinhados de diversas formas:

Alinhamento à Esquerda
- recomendado para textos apresentados na Internet, este tipo de alinhamento é considerado o mais adequado para a leitura por exigir uma carga cognitiva menor por parte do leitor;

Alinhamento Centralizado
- recomendado para Títulos e poemas;
Alinhamento à Direita – pouco frequente nos textos, é um alinhamento mais comum nas culturas Orientais;

Alinhamento Justificado
- encontrado em textos impressos, é no entanto, um tipo de alinhamento que provoca um aumento da carga cognitiva durante a leitura.
Legibilidade dos tipos
A facilidade com que reconhecemos e lemos um determinado tipo de letra pode ser avaliada pelo movimento dos nossos olhos, pelo número de vezes que os nossos olhos piscam, a velocidade de leitura e da compreensão daquilo que estamos a ler. A legibilidade é o resultado de uma tradição centenária e das muitas experiências efetuadas ao longo do tempo.
Caraterísticas como a simplicidade dos tipos de letra, da ortogonalidade, tipos e estrutura de dados, contribuem para a legibilidade de um tipo de letra.
Texto em maiúsculas e minúsculas
Espaçamento
Tamanho de fontes adequado
Fontes leves e pesadas
Entrelinhamento
Comprimento de linhas
Parágrafo
“Viúvas” e “Órfãos”
Realce de elementos no texto
Integridade da fonte
Contraste entre cor e tipo
Natureza plástica da cor
Fisiologia da cor
Ao longo do tempo foram atribuídos significados às cores (simbologia das cores), sendo estes significados fundamentais na comunicação visual de mensagens, desde a criação de cartazes, logotipos, websites, entre outros exemplos.
Existem estudos que apontam que 84,7% dos consumidores acreditam que as cores são mais importantes que outros fatores e 93% têm em conta a cor do produto no ato da compra que e metade dos consumidores não gostam de um produto por não ser da sua cor favorita.
A cor não é apenas uma questão estética, elas são um fator decisivo quando se trata de comunicar. A utilização das cores deve ser feita de forma cuidadosa e ponderada no âmbito da comunicação visual - design, publicidade, artes plásticas ou moda.
Cor versus atenção, iluminação e tempo de visualização
Cientificamente a luz emitida pelas diversas cores, que entra pelos nossos olhos, afeta diretamente o centro das nossas emoções. As pessoas reagem à cor de uma forma particular e tendem a ser atraídas por determinadas cores, em virtude de alguns fatores determinantes.
A escolha de uma cor pode ser baseada no tipo de personalidade, nas experiências de vida, desejos, processos mentais mais íntimos, profundos e inconscientes, em aspetos sociais e culturais.
RGB versus CMYK - Multimédia versus Impressão
Harmonia entre cores
Relação entre cores
Contraste simultâneo
Efeito avanço das cores quentes - Efeito afastamento das cores frias
Feito centrípeto das cores frias - Efeito centrífugo das cores quentes
As cores têm de se contrair ou expandir. É também uma noção um pouco empírica, mas que pode ser entendida quando verificamos que o azul tem tendência a contrair-se num espaço branco, e para expandir-se sobre o negro, ou o amarelo que se expande num fundo branco e se contrai quando colocado sobre negro.
Natureza plástica da cor - Valores, Sombra e Claridade
- Quando olhamos em volta a luz não incide de forma igual nos objetos, em parte é refletida, em parte vai perdendo intensidade à medida que algo é mais reentrante ou mais escondido- existem num elemento zonas de luz, zonas de penumbra e zonas de sombra. Existem, assim, diferentes gradações de sombra e diferentes valores de claridade. No desenho a ideia de volume ou de tridimensionalidade pode ser acentuada pelo recurso às gradações de sombra e de claridade.
Luminosidade ou valor
- As cores têm diversos graus de luminosidade, por exemplo o amarelo é mais luminoso que o azul, podemos desta forma classificar as cores consoante a sua intensidade. As cores luminosas são altas e as menos luminosas são baixas, ou seja possuem diferentes valores lumínicos, obtendo-se assim uma escala progressiva.
Pureza ou saturação
– Saturação - Esta noção relaciona-se com a pureza da cor, assim sendo uma cor completamente pura seria produzida por um único comprimento de onda de radiação lumínica. Uma cor, obtida pela mistura de tintas, é tanto mais saturada quanto for correto o equilíbrio das cores utilizadas e da própria natureza das cores envolvidas.

Ação recíproca das cores
– As cores exercem diferentes efeitos umas sobre as outras. As relações que se estabelecem entre diferentes cores podem ser:
Relações de quantidade;
Relações de valor;
Relações de complementaridade;
Relações de simultaneidade
.
Perceção do espaço
- A perceção do espaço, da profundidade, das formas, de orientação e movimento; estão diretamente ligadas à perceção das cores (ou da visão em preto e branco) e da intensidade luminosa.
Efeitos de aproximação – ou de afastamento
das formas no espaço e correspondente perceção de profundidade, estão diretamente ligadas aos efeitos emocionais que as cores exercem sobre nós, bem como ao Peso visual que as mesmas exercem entre si, entre si e o fundo e a forma como se articulam num todo.
ESTRUTURA DO RITMO VISUAL
Forma
Linha
Discurso vídeo
A palavra ritmo tem a sua origem no termo grego “Rhytmos” e significa aquilo que flui, que se move, movimento regulado. O ritmo está ligado ao tempo e à perceção. É o modo como se organizam as estruturas que se repetem na composição.
Linha é a
trajetória definida pelo movimento de um ponto no espaço
;
Linha é um
conjunto de pontos que se sucedem uns aos outros, numa sequência infinita
;
Linha é o e
lemento visual que mostra direcionamentos, delimita formas, cria texturas, carrega em si a ideia de movimento
.
Existem diversos tipos de linhas:
Linhas horizontais, Verticais, Oblíquas, Com ângulos, Curvas, Tracejado
.
O discurso do vídeo assenta na captação dos diferentes planos, angulações e movimentos de câmara, combinação de movimentos e reenquadramento.
Se juntarmos sucessivamente vários planos obteremos uma sequência de planos (as sequências ganham “corpo” na montagem, plano a plano).
A organização dos planos em sequências vai determinar a narrativa.
O plano pode então medir-se em tempo. Se com planos longos temos uma narrativa mais sintética, com planos curtos teremos uma narrativa mais analítica.
Em linguagem corrente chamamos forma ao
contorno dos limites descritíveis de uma coisa, ao aspeto com que se manifesta uma realidade, qualquer cena visual
.
Forma é uma “estrutura significante”, isto é, capaz de expressar e comunicar por si mesma, entendida como uma estrutura que exterioriza e manifesta alguns conteúdos.
Formas absolutas ou puras - são aquelas que são constituídas por superfícies geo-métricas abstratas. São formas idealizadas.
As leis da teoria Gestalt, ou teoria da forma, referem o modo como funciona a psicologia da perceção, através da visão icónica, defendendo que
um conjunto é imediatamente apercebido através da sua estrutura, independentemente da memória
. Uma
forma organiza-se num todo, mesmo quando composta de elementos
. As partes ou elementos podem mudar, mas o essencial, a forma, mantém-se.
Formas relativas - são todas as outras formas compostas por elementos absolutos, que se podem decompor em formas mais simples.
Muitas formas possuem certas qualidades facilmente captadas através do sentido da visão, neste caso diz-se que existe uma
Pregnância da forma
. As qualidades que podem tornar uma
forma pregante
podem ser a forma, a cor, a textura e outras características que fazem que a
pessoa que observa possa captar e memorizar uma imagem de forma mais rápida e simples
.
Quanto maior a pregnância de uma forma, maior é a facilidade com que o ser humano capta e memoriza a figura
. A forma com maior pregnância é aquela que consegue chamar em primeiro a atenção.
Uma composição implica enquadramento e organização de um conjunto de elementos visuais num campo. A
composição é
assim,
a organização estrutural - Simplicidade estrutural - dos elementos
que nós usamos nos nossos trabalhos visuais e gráficos. Os diferentes
elementos visuais relacionam-se entre si segundo os Princípios de organização preceptiva.
A organização estrutural do campo - Legibilidade no campo visual
- pode ter outros traçados organizadores que resultam da multiplicação ordenada de linhas paralelas às medianas ou às diagonais.
Os
elementos visuais constituem a substância básica daquilo que vemos - Conteúdo descritivo e narrativo, são a matéria-prima de toda informação visual e estabelecem a Correspondência entre o conteúdo e forma
. Entretanto, esses elementos isolados não representam nada, não tem significados preestabelecidos, nada definem antes de entrarem num contexto formal.
De acordo com o estudo de vários autores, podem-se identificar como
principais elementos visuais: o ponto, a linha, a forma, o plano, a textura, e a cor
.
Significado das formas

Existem
três formas básicas
: o
quadrado
, o
círculo
e o
triângulo equilátero
. Cada uma das formas básicas tem suas características específicas, e a cada uma se atribui uma grande quantidade de significados, alguns por associação, outros por vinculação arbitrária, e outros, ainda, através de nossas próprias perceções psicológicas e fisiológicas.
Quadrado
- é uma forma que representa rigidez, firmeza, organização, solidez, sobriedade, repouso, neutralidade, passividade, estrutura, estabilidade e ordem. Pode indicar frieza e impessoalidade. Traduz-se como o domínio da racionalidade, da precisão, da perfeição matemática, relaciona-se ao cálculo.
Triângulo
– é um dos símbolos geométricos mais simples e fundamentais, ao triângulo atribuem-se muitos significados. Ele é o símbolo da trindade dos deuses - Santíssima Trindade - nas culturas cristã, hindu, egípcia e babilônica e, por ser formado por três segmentos, o triângulo faz alusão também às tríades início, meio e fim e corpo, alma e espírito, ação, conflito, tensão. O triângulo que aponta para cima: simboliza o fogo; o triângulo que aponta pra cima e que é cortado por uma linha horizontal simboliza o ar; o triângulo que aponta para baixo: simboliza a água; o triângulo que aponta para baixo e que é cortado por uma linha horizontal: simboliza a terra.
Retângulo
– deitado, Indica solidez, estabilidade e fortaleza, utilizado por muitos bancos e instituições financeiras tem por base o quadrado ou retângulo deitado; o retângulo em pé, Indica crescimento e sustentação.
Círculo
- em oposição ao quadrado, está ligado ao infinito e ao natural. Representa flexibilidade, ilimitado, ideia de totalidade, de proteção, de movimento, de inovação.
Losango
- velocidade, rapidez.
Elipse -
Plano
O plano é
definido por duas dimensões: comprimento e largura
. Corresponde a uma área de limites infinitos, que contém todos os pontos que dessa mesma superfície
Tensão
A tensão visual, assim como o ritmo,
é uma experiência percetiva
. A tensão
surge da força e da direção
. Fatores plásticos geradores da tensão na imagem:
proporções dos elementos visuais, orientação oblíqua, forma, contraste cromático, sinestesias
.

Equilíbrio e Desequilíbrio
Uma
composição diz-se equilibrada quando há uma harmonia visual entre os elementos (formas, linhas, manchas, cor, etc.) que a constituem
. A simetria e o peso visual são fundamentais para que haja equilíbrio.
Linhas de força
Entende-se por
enquadramento o processo de isolar uma porção do nosso ângulo de campo visual
. Um enquadramento bem feito dá ao plano o máximo de eficiência dramática e estética.
O equilíbrio de formas e linhas ganha aqui a sua maior importância. É o próprio
jogo de linhas e formas, que estabelecem determinadas relações, que acabam por criar o interesse e emoção
.
Enquadrar é, por isso, aprender a enviar ao espectador mensagens subliminares com o espaço, a profundidade, a escolha de objetos - Figura/fundo, cores, personagens e movimentos.
Todos os enquadramentos contêm, essencialmente,
uma estrutura de linhas e de formas com um determinado Peso visual
. Essa estrutura é a base de todas as composições e concede-lhe uma Escala, cuja força emotiva se deverá em grande parte, à significação rítmica das suas linhas de força.
Linhas -
a Composição mais elementar é compreendida por linhas simples, dispostas de modo a que, ao cortarem o plano, deem a este uma capacidade expressiva
.
Cada linha de uma composição induz, sugere, ou desperta um comportamento por parte de quem vê.
Através das linhas é possível conduzir a visão do observador a um determinado ponto do enquadramento, controlando assim o sentido da direção da leitura do plano
.
Perspetiva
Numa imagem, os elementos visuais podem ser distribuídos de forma a
criar uma sensação de profundidade
.
A ilusão de perspetiva pode ser exagerada para transmitir uma falsa sensação de espaço.
Podemos dar profundidade a um plano se dispusermos as tonalidades de modo a que:
As zonas mais claras fiquem em primeiro plano.
As zonas mais escuras fiquem no fundo.
Guião de vídeo e áudio
Entende-se por guião a forma escrita de qualquer espetáculo áudio e/ou visual. É essa forma escrita que nos vai guiar na produção de um espetáculo, seja ele de teatro, cinema, televisão, rádio ou outros.
Um guião deve conter três aspetos fundamentais: Logos, Pathos e Ethos.
O LOGOS (palavra, discurso). O PATHOS (acção). O ETHOS (ética, moral).
Na elaboração de um guião segue-se uma ordem natural de etapas. Primeiro temos uma ideia que é um processo mental oriundo da imaginação.
Um guião é o produto de vários elementos: o CONCEITO a ESTRUTURA, o CONTEÚDO, o ESTILO e o FORMATO.
O conceito é o mecanismo utilizado para contar a história;
A estrutura é a forma como a história é contada;
O conteúdo é a informação que será veiculada pelo produto que se pretende realizar;
O estilo está relacionado com o realizador
O formato do guião deve ter em mente dois objetivos: deve ser detalhado mas de leitura simples. Se um vídeo vai incluir áudio, este deverá ser trabalhado na fase do storyboard. Geralmente, o guião de áudio vai determinar a sequência tempo­ral do vídeo.
Storyboard
O Storyboard é o filme desenhado! Parece uma banda desenhada. Um bom storyboard dá-nos a ver o filme. Pode incluir legendas e observações sobre o que será necessário fazer na rodagem.
O Storyboard pode ser desenhado sobre fotografias feitas nos locais onde se pretende filmar (ou com essas fotografias, se for feito um storyboard digital). Chama-se levantamento fotográfico e é muito útil porque permite testar os enquadramentos e os planos.
Cada realizador tem o seu estilo próprio também para o storyboard. Não há normas obrigatórias. Muitas vezes é um desenhador que faz o storyboard.
Tipos de planos
O
Plano de conjunto (PC)
e o
Plano Geral (PG)
apresentam o conjunto dos elementos onde evoluem as personagens. Situam as unidades de espaço e de tempo onde se desenrola a ação: uma cidade, uma aldeia, de noite, de dia… O espectador testemunha de longe.
Ponto de vista - Angulações
(eixos do ponto de vista)
A angulação gera efeitos. A angulação é muitas vezes utilizada para criar um sentimento psicológico o que a transforma num elemento de significação relevante.
No
Plano Geral (PG)
existe uma ligeira aproximação… uma sala, um jardim… contextualiza a ação.
O
Plano de Conjunto (PC)
, representa os personagens dos pés à cabeça e aproxima o espectador do essencial da ação, eliminando os detalhes inúteis mas conservando as mesmas qualidades do grande plano (informativo). O espectador está próximo da ação.
O
Plano Americano (PA)
ou
Três Quartos
limita o quadro de ação e apresenta os personagens sensivelmente pelos joelhos. Estes planos permitem seguir os detalhes da ação, as expressões corporais dos personagens. O espectador está próximo, é vizinho dos personagens.
O
Plano Médio (PM)
, apresenta os personagens pela cintura ou em busto. O plano médio torna a cena mais íntima e constitui um dos planos tipo das cenas de diálogo.
O espectador está entre os personagens.
O
Primeiro Plano (PP)
, enquadra a cabeça e os ombros.
O
Grande Plano (GP)
, enquadra a cabeça.
O
Muito Grande Plano (MGP)
, Plano de Pormenor ou Plano de Detalhe destaca, por exemplo, os olhos ou as mãos.
Estes planos visam acentuar efeitos emocionais e são muito utilizados em televisão (sobretudo nas telenovelas) dada a dimensão do ecrã que cria um ambiente de intimidade.
O espectador está no espaço íntimo de um personagem. Está com ele e conversa com ele.
A
angulação normal
corresponde ao eixo horizontal: o espectador está ao mesmo nível do objeto.
Consoante a angulação seja mais ou menos acentuada, diz-se “ligeiramente picado”, por exemplo, ou indica-se o grau de inclinação.
A
angulação Plongge / picado
corresponde a uma visão de cima: o espectador domina.
A
angulação Contra – Plongge / contrapicado
corresponde a uma visão de baixo - o espectador é dominado.
É claro que esta significação não é obrigatória! Quando se pretende mostrar, por exemplo, o que vê um personagem que olha da janela de um 1ºandar para o R/C, recorre-se também ao picado… Porém…, o efeito de “esmagamento” fica sempre lá.
Movimentos de Câmara:
É claro que se pode colocar uma câmara fixa num tripé e fazer “mexer” as personagens à frente… ou filmar o que por lá passar… chama-se a isto plano fixo.
Contudo, a grande riqueza do plano em movimento cinematográfico só é possível pelos designados movimentos de câmara.
Os movimentos de câmara podem ser de 2 tipos:
Panorâmica
- a câmara move-se em torno do seu próprio eixo, fazendo um movimento giratório, sem sair do seu lugar. Este movimento pode ser:
panorâmica horizontal
(da esquerda para a direita ou da direita para a esquerda);
panorâmica vertical
(de cima para baixo ou vice-versa, também conhecida como tilt);
panorâmica oblíqua
.
Travelling
- a câmara move-se num eixo horizontal e paralelo ao movimento do objeto filmado. Este movimento de acompanhamento pode ser:
travelling lateral
(acompanha ao lado);
travelling frontal
(de aproximação ou de afastamento).
travelling pode ser feito com a câmara ao ombro… (difícil para obter imagens estáveis!) ou sobre um carrinho ou qualquer suporte móvel. Na indústria cinematográfica são usadas gruas e carris. No cinema doméstico são usados automóveis com boa suspensão… sobre asfalto lisinho… ou carrinhos de bebé… por exemplo!
O Zoom
Não é considerado, formalmente, um movimento de câmara visto que a câmara não se mexe. O que mexe são as lentes no interior da câmara. Contudo, o efeito conseguido é o de um travelling ótico, visto haver aproximação ou afastamento.
Zoom OUT
- Abertura progressiva do campo de imagem
Zoom IN
- Fecho progressivo do campo de imagem

Proporções

Antes das câmaras de alta-definição aparecerem, a
proporção padrão de 4:3 das televisões era geralmente inconveniente
, porque conteúdo na proporção de
4:3 (ou 1,33:1)
sempre esteve associado à televisão, enquanto composições em
widescreen
(ecrã largo) era o que as pessoas esperavam ver no cinema. Quando dizemos que uma imagem é
4:3 (dizemos “quatro por três”)
, queremos dizer que
a imagem tem 4 unidades de largura por 3 de altura
. Quando dizemos
“1,33:1”
queremos dizer a mesma coisa.
O padrão das
televisões de alta definição ou HDTV
hoje já é na
proporção de 16:9
, que no caso é
1,78:1
. Bem próximo da proporção de 1,85:1 tradicional em muitos filmes.
O
formato 2,35:1
é
filmado normalmente usando lentes anamórficas
. Lentes anamórficas não são esféricas, ou seja, elas
comprimem a imagem horizontalmente para preencher o filme ou o sensor, sendo necessário o uso de uma lente anamórfica novamente na projeção para se “descomprimir” de novo a imagem
.
Extensão - .
bmp
- Windows Bitmap - Tamanho equeno - Usado pelos programas Microsoft Windows, e o pelo próprio sistema operador do Windows.

Extensão - .
gif

Pequeno Image
gif
Graphics Inter-change Format
Usado extensivamente na web, mas por vezes evitado devido a problemas de patente. Suporta imagens anima-das. Suporta somente 255 cores por quadro.
Extensão - .
jpeg
ou .
jpg

Pequeno Image
jpeg Joint Photo-graphic Experts Group
Usado extensivamente para fotos na web. Usa compres-são com perda de informação; a qualidade pode variar muito dependendo da compressão.
Extensão - .
jpg2
ou .
jp2

Pequeno Image
jpeg2000 Joint Photo-graphic Experts Group
JPEG 2000 é um sucessor do JPEG, permitindo compres-são com perda de dados (lossy) e sem (lossless).
Extensão - .
png
Pequeno Image
png Portable Network Graphics
Formato de imagem bitmap (mapa de bits) comprimido sem perdas de informação.
Extensão - .
psd
Grande application
photoshop Photoshop Do-cument Formato padrão da Adobe para documentos do Photoshop.

Extensão - .
tiff
ou .
tif

Grande Image
tiff Tagged Image File Format
Usado extensivamente para gráficos tradicionais impres-sos. Compressões com e sem perdas de informação dis-poníveis (LZW, ZIP e JPEG).
Extensão - .
wav
(ou WAVE)
Grande Arquivo
áudio WAVEform audio format Usado para armazenamento de áudio em PCs.
Extensão - .
mp3
Pequeno Arquivo
áudio MPEG-1/2 Audio Layer 3 Um dos primeiros tipos de compressão de áudio com perdas quase impercetíveis ao ouvido humano.
Extensão - .
mpg
ou .
mpeg-1 ou -2
Pequeno Arquivo
Áudio
Vídeo Moving Picture Experts Group Formato de vídeo digital comprimido, usado para criar filmes que são distribuídos na Internet.
Extensão - .
avi

Pequeno Audio
Vídeo Audio Video Inter-leaved animation file Formato de vídeo digital, suportado por muitos dispositi-vos, desde leitores de DVD até smartphones, codificação DivX ou XviD (alta compactação com perdas).

DESIGN
ORGANIZACIONAL
Design
de navegação
Estrutura de Informação
Interface
Sistemas de navegação
Escolha de software para execução
O objetivo
principal do
design
de navegação é dar a impressão ao utilizador, que pode escolher livremente o seu percurso pela aplicação em qualquer instante
.
A
liberdade de navegação está diretamente ligada à interatividade de uma aplicação
, que aumenta na potencialidade associada à
possibilidade de efetuar ligações entre conteúdos
.
O
Designer
de navegação trata da conceção da aplicação,
detalhe dos
esquemas de navegação, conteúdos e composições: guião da aplicação
.

O
design
da estrutura de navegação
tem dois grandes passos:

1. Criação de uma estrutura para a apresentação da informação ao longo do tempo, ou seja,
criar uma estrutura de navegação
.

2.
Criação de
storyboards
, esboços gráficos associados a cada ecrã, que descrevem com detalhe a combinação dos conteúdos.
Está
diretamente ligada à arquitetura de informação
que é
“A arte e a ciência de dar forma a produtos e experiências de informação para suportar a
usability
e a
findability

. Uma disciplina focada em trazer princípios do design e da arquitetura para os artefactos digitais.

Arquitetura de Informação
:
Planeamento
- Implica o planeamento da estrutura da interface
(esquemas de organização
, de
rotulagem
, de
pesquisa
e de
navegação)
;
Navegabilidade e Interatividade
- Define a forma e as possibilidades de interação da interface;
Organização da informação
- Permite o acesso otimizado à informação por parte dos utilizadores
(traz princípios do design e arquitetura ao espaço digital)
;
Usabilidade

e a
findability

- Permite a anulação de ambiguidades na utilização da interface.

Na ciência da computação e
interação homem-computador
, a interface de utilizador de um programa de computador
consiste nas informações visuais gráficas e textuais e auditivas per-cecionadas pelo utilizador, e as sequências de controlo (como comandos de teclado ou movi-mentos do rato) para interagir com o programa
.
Interfaces de utilizador mais comuns
:
Interface gráfica do utilizador
- aceita a entrada através de sistemas como o teclado ou rato e fornece saída gráfica articulada no monitor.
Interface web do utilizador
- aceita a entrada e fornece saída ao gerar páginas web, que são transportadas pela Internet e visualizadas através de um navegador.
Interface de linha de comando
- aceita a entrada através de comandos de texto utili-zando teclado e fornece saída imprimindo o texto no monitor.
Interface tátil
- interface gráfica do utilizador que usa telas de sensíveis ao toque como forma de entrada, tornando o monitor um dispositivo tanto de entrada como de saída do sistema.
Segundo NIELSEN (2000), um bom sistema de navegação deve, a todo momento, responder a 3 perguntas básicas:

Onde estou?, Onde estive, Onde posso ir?
O
software
de aplicação é parte vital dos modernos sistemas de aquisição de dados (DAQ). Deve selecionar-se uma ferramenta que, para além de ser adequada às necessidades da aplicação. A escolha dos critérios utilizados na seleção da melhor ferramenta de
software
de aplicação para o sistema DAQ dependerá dos requisitos a serem atendidos.
Entre os programas preferidos dos web designers destacam-se o
DreamWeaver
, (Gratuito para testar),
Web Acappella
(Gratuito),
WebPlus Starter Edition
(Gratuito),
Evrsoft First Page 2006
(Gratuito),
Artisteer
(Gratuito para testar), etc.
Equipa
Como qualquer projeto com determinada dimensão, ele deve ser desenvolvido em equipa, com funções atribuídas de acordo com as áreas:
Cliente ou patrocinado
r;
Gestor de projeto Web
;
Gestor de usabilidade
;
Arquiteto de informação
;
Diretor de arte
(Web designer – gráfico, Designer Interativo (Flash, javascript, Ajax), Es-pecialista em média (fotografia, ilustração, audiovisual, Adobe Flash);
Gestor de tecnologia Web
(Programador da aplicação Web (.Net, Java, PHP / Perl, o Ruby), Engenheiro Web (XHTML, CSS, JavaScript, Ajax), Administrador de base de dados, Especialista em web perito ou webmaster);
Gestor de produção do site
(Codificador html);
Editor do site
(copywriter, Perito no domínio de conteúdo (coordenação de conteúdo, pesquisa).
Metodologias / Métodos
São os caminhos pelos quais se atingem os objetivos. Programa que r
egula previamente uma série de operações que devem se realizar, apontando erros evitáveis, em vista de um resultado determinado
.
> 1 - Briefing
> 2 - Planeamento
> 3 - Arquitetura de informação
> 4 - Conteúdo
> 5 - Criação
> 6 - Produção
> 7 - Tecnologia
> 8 - Testes de usabilidade
> 9 - Publicação
Estruturas de sites
A estrutura do site, ou Arquitetura da informação, é composta do conjunto de informações articuladas através de links, em conexões semânticas. Permite o deslocamento dos utilizadores através das informações publicadas e a criação de perceções únicas destas informações partir dos caminhos percorridos.
Logotipo / banner
Barra de Navegação Global
Menu Local
Bread Crumb - Navegação estrutural (literalmente navegação por migalhas de pão) - Portal > Secção > Subsecção
Passo a Passo
Cross Content
Mapa do Site
Índice Remissivo
Formato dos ficheiros / Tamanho dos ficheiros
Arquivo Imagem
:
.
bmp
- Pequeno
.
gif
- Pequeno
.
jpeg
ou .
jpg
- Pequeno
.
jpg2
ou .jp2 - Pequeno
.
png
- Pequeno
.
psd
- Grande
.
tiff
ou .
tif
- Grande
Arquivo Áudio
:
.
wav
(ou WAVE) - Grande

Arquivo Áudio e Vídeo
:
.
mp3
- Pequeno
.
mpg
ou .mpeg-1 ou .mpeg -2 - Pequeno
.
avi
- Pequeno
Fundos
A
utilização

de fundos em
web sites
ou aplicações multimédia deve ser feita com cautela
, uma vez que podem resultar muito bem do ponto de vista estético, mas
criar problemas de legibilidade da informação
. Quando se usam fundos deve-se ter em conta a orientação e estrutura formal do interface, para que os diferentes elementos resultem como um todo e que exista harmonia esses mesmos elementos.
No
design
de
web sites
ou aplicações multimédia
a legibilidade deve ter em conta a capacidade de leitura dos utilizadores
, bem como as suas limitações fisiológicas e psíquicas.
A
articulação Texto + Imagem é fundamental
para que um interface se apresente equilibrado, quer do ponto de vista de mancha de texto e imagem, quer em termos de cor.
DESIGN
DO INTERFACE
Design
de interface
do utilizador é o desenvolvimento de computadores, aplicações, máquinas, dispositivos de comunicação móveis, softwares e sítios web com o foco na experiência do usuário e interação.
Um bom
design
de interface torna a interação do utilizador o mais simples e eficiente possível e facilita a conclusão da tarefa, equilibra a funcionalidade técnica e elementos visuais, e cria um sistema que não é apenas operacional mas também útil e adaptável para acelerar as necessidades do utilizador.
Estrutura de uma homepage eficaz
Uma página web é, por vezes, o primeiro encontro entre um cliente e uma empresa. A estrutura e o design de uma página são fundamentais para o seu sucesso, logo a Mancha gráfica e campo visual têm uma importância fundamental.
Princípios
Independentemente do tipo de página web ela deve conter os seguintes elementos:
Logo / banner
A fácil identificação da página web é fundamental, bem como a
Hierarquia e proporção
de todos os elementos da mesma.
Navegação
Uma página web deve ter um sistema de navegação que permita ao seu utilizador saber exatamente onde está e que percursos poderá fazer - apresentando
Coerência entre conteúdos.
A Coerência e clareza de conteúdos é fundamental, bem como a forma como os mesmos são apresentados tendo em conta a
Leitura no ecrã (legibilidade) e Ergonomi
a.
Conteúdos
A existência de um motor de busca, em numerosos tipos de sites, ajuda a reduzir o número de links e a simplificar a forma como o utilizador navega.
Motor de busca
Em qualquer projeto editorial sejam livros, revistas, panfletos, jornais, catálogos, a
Mancha gráfica
é a area de distribuição dos elementos gráficos, figurativos e textuais. É a sua área de trabalho efetiva. O que define a mancha gráfica é a construção das suas margens, que para além de definir a área de trabalho, também favorece a proteção do conteúdo de informação.
Segundo Wucius Wong,
campo visual
é referido como um quadro de referência. Introduz-se a noção de quadro de arbitrário que existe em torno de tudo, de modo a providenciar um contexto focalizado na percepção.
Hierarquia visual
é a ordem na qual o olho humano percebe o que vê. Esta ordem é criada pelo contraste visual entre as formas em campo de perceção.
A Proporção
refere-se ao tamanho relativo e à escala dos vários elementos no design. A questão é a relação entre objetos ou partes de um todo.
A Coerência entre conteúdos
obriga a que os assuntos sejam interligados entre si.
A
Ergonomia
consiste em fazer com que a aplicação não seja desagradável fisicamente ao utilizador (cores e posicionamento dos conteúdos).
A
Leitura no ecrã
está diretamente ligada à escolha certa da fonte, do tamanho e alinhamento do texto conjugado com outros elementos gráficos proporcionam uma leitura fácil e agradável.
Como gerir animações
As animações ajudam a reforçar a metáfora visual escolhida. Quando bem usadas, podem ser importantes. De facto, essa é a norma base: devem ser usadas apenas se trouxerem valor acrescentado. Não devem distrair o utilizador nem tornar-se cansativas. Devem ser simples e de curta duração.
Como adequar ficheiros de vídeo para on-line
O ideal é usar um formato que assegure o mínimo de perda de qualidade do vídeo ou do som ao serem reproduzidos.
Quando um vídeo está incluído numa página web ele é chamado vídeo inline. Deve-se ter em conta a relação qualidade/tamanho (o formato); ter qualidade suficiente para ser entendido e tamanho para que não se torne pesado.

As extensões dos formatos mais encontrados atualmente para arquivos de vídeo:
AVI - (Audio Video Interleave)
MOV - QuickTime da Apple - QuickTime Player (Mac ou PC)
WMV - Windows Media Video
MP4 - grupo MPEG (motion Pictures Expert Group),
FLV - Adobe Flash Player
MKV - (Matroska Video)
RM - (Real Media)
Como adequar ficheiros de som para on-line
Um efeito de som no momento certo pode ser importante. Tal como as animações, o som deve ser usado sempre como complemento da interface gráfica e nunca como forma primordial de interação. Nunca se deve depender do som porque o utilizador pode não ter dispositivo de som. Quando um som está incluído numa página web, ou como parte de uma página web, ele é cha-mado de som on-line. O formato WAVE é um dos formatos de som
Como preparar imagens para on-line
Uma imagem otimizada para a Web depende do tipo de imagem e do tipo de arquivo. O perfil de cor mais adequado é o RGB. O tipo de ficheiro mais indicado é utilizar JPEG para fotografias, porque em geral elas tem muitas cores, vários detalhes, e poucos pontos de cores chapadas. Uma imagem com menos cores, tais como um botão, um ícone ou uma captura de tela fica melhor no formato PNG.
Formatos de ficheiro para www:
JPEG
- Mais usado em fotografia. Tem tamanho pequeno quando comparado a outros formatos, facilitando o seu armazenamento e a sua distribuição, mas isso gera perda na qualidade da imagem.
GIF
- (Graphics Interchange Format), é um arquivo leve e famoso pelas imagens com movimento, os gifs animados.
BMP
ou DIB - (Device Indepedent Bitmap), preserva todos os detalhes do arquivo original, mas gera arquivos finais bastante grandes por não utilizar nenhuma compressão. Esta extensão não suporta transparência.
EPS
- (Encapsulated PostScript), pode conter gráficos vetoriais e bitmap, é suportado por praticamente todos os programas gráficos, de ilustração e de layout de página.
TIFF
- (Tagged Image File Format), é mais usado por profissionais de imagens. É o tipo de arquivo para edição e impressão. Têm pouca ou nenhuma compressão e não perdem quaisquer detalhes, embora os arquivos possam ser bastante grandes.
Indexed Color
- cor indexada, é uma técnica para geriar imagens digitais a cores de forma limitada - imagens que contêm várias cores ou níveis de cinzento e um painel (mapa de cor) que especifica a cor de cada nível.
Lab Color
- Modelo de cor desenvolvido pelo CIE , baseado num canal de luminosidade e dois canais de cor.

NOÇÕES DE
LAYOUT
Um
layout
, de acordo com os princípios do design, consiste num plano (
grelha, wireframe
) com diferentes elementos visuais organizados para transmitir uma mensagem de forma intencional.
O
layout
tem como f
unção estabelecer a estrutura que vai conter os elementos em destaque (textos e ilustrações - fotos ou desenhos)
. Neste sentido ele prevê a:
Identificação, Seleção, Natureza dos elementos, Posicionamento dos mesmos e a Estrutura de navegação
.
A estrutura é estabelecida para atender às necessidades de ação e informação dos utilizadores, de acordo com os objetivos do site.
Apesar de muitos sites assentarem em layouts semelhantes a sua diferenciação obtém-se através de fatores como:
Originalidade
Construção da mancha
O ritmo
- É a forma como a informação é organizada no layout, possibilitando direcionar a leitura e controlar a intensidade da perceção. O ritmo pode ser dado pela Gradação de movimento, Movimento diagonal, Ritmo alternado e Ritmo progressivo.
Formato da página
Proporções das margens
Tipos gráficos para textos e títulos
Menu de navegação
Navegação
- Uma página web deve ter um sistema de navegação que permita ao seu utilizador saber exatamente onde está e que percursos poderá fazer.
O
Menu de navegação principal
está diretamente ligado ao conteúdo de maior interesse para o utilizador.
O
menu de navegação secundário
destina-se ao conteúdo com um grau de importância menor para utilizador. Qualquer conteúdo que não se enquadra no menu principal do site deverá constar neste menu. Em diversos blogs, esse trabalho inclui links como “Sobre Nós”, “Contribua”, “Anuncie”. Para outros sites, os links devem sugerir algo como uma área para clientes, com “FAQ” ou “Ajuda”.
Área de informação
- a informação abrange vários campos, tais como ilustração, fotografia, gráficos, textos, etc.
O design da informação implica a responsabilidade de transmissão de conteúdos de modo preciso e neutro.

Logótipo / banner
- A fácil identificação da página web é fundamental.
Logótipo refere-se à forma particular como o nome da marca é representado graficamente, através de uma imagem (desenho) ou de uma tipografia específica. O logótipo deve ser simples e objetivo.
Atenção
Um layout deve ter em conta questões como:
Espaços vazios
Monotonia
Ponto focal
- é direcionado para o elemento que possui mais peso visual no layout, em relação aos demais elementos
Contraste
- pode ser marcado pela: Cor, Textura, Dimensão e Proporção.
Compreensão
Sequência de elementos
Coerência
Unidade
- os elementos devem interagir entre si tendo em conta a temática e a coerência visual, mantendo essa coerência e o equilíbrio do layout. A unidade pode ser alcançada pela: Repetição de elementos gráficos (familiarizar o utilizador a reconhecer objetos semelhantes, reforçando a ligação de conteúdos), Variância (dando ênfase a apenas a um elemento do layout), Similaridade (agrupamento de elementos semelhantes), Continuidade (ordenando elementos, o que permite a interpretação simples e direta da página) e Proximidade (organizando os elementos como se estivessem agrupados, orientando a leitura em “blocos”).
Funcionalidade
Necessidade do feedback experimental, a avaliação
Os Designers devem realizar testes de usabilidade aos seus layouts recolhendo opiniões com questionários.
Tópicos que o designer deve ter em atenção:
Antecipação
: o website deve antecipar-se às necessidades do utilizador;
Autonomia
: os utilizadores devem ter o controlo sobre o website;
Consistência
: as aplicações devem ser consistentes com as expetativas dos utilizadores, ou seja, com sua aprendizagem prévia.
http://xaniinhasiilva.wixsite.com/tecnicomultimedia
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