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Psicologia Forense - Psicologia 12ºAno

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by

Joana Salvador

on 2 June 2013

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Transcript of Psicologia Forense - Psicologia 12ºAno

Psicologia Forense Escola Secundária D. Afonso Sanches Trabalho realizado por: Joana Salvador, n*14
João Barbosa, n*17
Pedro Mendes, n*21
Vítor, n*29 Psicologia 12*Ano Psicologia Forense F M Como se elabora uma investigação? O que faz ? De que necessitam os psicólogos de saber? Como surgiu? Métodos para identificar o grau de veracidade Onde a psicologia forense está a ser realizada em Portugal? Lie to Me 1- A maneira como a testemunha percebeu os acontecimentos; 2- O modo como ela preservou os factos na sua memória; 3- A maneira como a pessoa consegue evocá-lo no pensamento; 4- A forma como ela quer exprimi-lo; 5- Como é capaz de expressa-lo usando a linguagem. O ato de testemunhar depende de cinco aspetos:: Um psicólogo formado nesta área tem que dominar os conhecimentos que dizem respeito à psicologia em si, mas também tem que dominar os conhecimentos referentes às leis civis e às leis criminais. Deve ser um bom clínico e possuir um conhecimento pormenorizado da psicopatologia. Podem-se encontrar peritos nesta área em instituições hospitalares, especialmente do tipo psiquiátrico. Necessidade de legislação adequada a doentes mentais (psicopatas) ou delinquentes que praticam delitos graves ou que tenham cometido atos criminosos. Polígrafo - Conhecido como “detetor de mentiras”. É um instrumento de medição de respostas fisiológicas como pulsação, arrepio, pressão arterial e respiração. Hipnose - Consiste em influenciar o hipnotizado a estados de relaxamento profundo para que sua memória seja mais bem eliciada. Análise do Conteúdo - Diz respeito à análise de entrevistas trans- critas. Indicadores Comportamentais da Mentira - Consiste na observação de aspetos verbais e não-verbais da conduta. Em Portugal ainda não existem programas de intervenção de psicólogos criminais em todas as áreas em que podem intervir. Contudo, estes profissionais estão presentes em tribunais, instituto nacional de medicina legal, estabelecimentos prisionais, centros de apoio à vítima ou ao criminoso, segurança social, entre outros. Escala do Mal O professor universitário Michael Stone conhece o mal. Ele é um psicólogo forense- o tipo de psicólogo que dá o sei testemunho sobre o estado mental de acusados assassinos quando uma declaração de insanidade mental pode significar a diferença entre a vida ou a pena de morte. Stone criou a sua própria escala de “graus do mal”, constituída por assassinos do seculo XX. 1- Homicídio Justificado: Os menos malévolos, aqueles que mataram em legitima defesa e que não demonstram características psicopáticas.
9- Amantes ciumentos: psicopáticos: o primeiro grau da escala que entra em território psicopata, estes assassinos são amantes ciumentos marcados com características psicopáticas.
16- Psicopatas violentos: Aqueles que cometem vários atos violentos que podem incluir homicídio, violação ou mutilação.
22- Psicopatas Torturadores-Homicidas: O último grau na escala, estes são definidos por uma motivação primária de infligir uma tortura diabólica e prolongada. A maior parte destes casos são assassinos em série do sexo masculino. Alguns graus da Escala Charles Manson, um dos assassinos mais mediáticos de sempre, classificou-se
em 15. Exemplos em que a psicologia forense já foi útil Em 1917, o psicólogo William Marston descobriu que a pressão arterial é afetada quando a pessoa está a mentir, isto iria levar à criação do moderno teste do polígrafo. Nos anos 50 o FBI abriu na sua academia uma unidade de análise comportamental em Quantico, Virginia. Posteriormente foi criado o Centro Nacional de Análise de Crimes Violentos com o objetivo de formar um sistema que para encontrar ligações entre os principais crimes sem solução americanos. Tipicamente, a psicologia forense é definida como a intersecção de psicologia e direito, mas os psicólogos forenses podem desempenhar muitos papéis, então esta definição pode variar. Em muitos casos, as pessoas que trabalham na área não são necessariamente “psicólogos forenses”. Podem ser também psicólogos clínicos, psicólogos educacionais, neurologistas ou terapeutas que utilizam seu conhecimento psicológico para dar testemunho, análise ou recomendações em casos criminais ou legais. É um campo da psicologia que consiste na aplicação dos conhecimentos psicológicos aos propósitos do direito. Dedica-se à proteção da sociedade e à defesa dos direitos do cidadão, da perspetiva psicológica. Tenta construir o percurso de vida do criminoso e todos os processos psicológicos que o possam ter conduzido à criminalidade.
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