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Escultura Manuelina

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by

Sara Duarte

on 12 May 2015

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Transcript of Escultura Manuelina

Escultura Manuelina
O Manuelino
Originário da vontade de um Rei (
D. Manuel I
) e da genialidade criativa que se vivia em Portugal no século XVI;
Escultura Manuelina
Forte presença Renascentista mas, também, apoio proveniente do Oriente e de África o que, conjugados com o saber português, reconhece esta escultura como uma autêntica expressão nacional. Por isso muitos dizem que foi na escultura que o Manuelino encontrou a sua
hegemonia
em relação aos demais estilos europeus;
Escultura Manuelina
Os ornamentos mais utilizados dividiam-se em:
Escultores
João de Ruão;
Nicolau Chanterenne;
Diogo Pires-o-Moço;
Olivier de Gand;
Fernão Muñoz;
Mestre Machim;
Filipe Hodarte;
Jean Ypres;
João de Utreque;
Imagens
Iniciou-se por volta de
1498
sendo substituído pela Renascença em 1570/80;
É o estilo consequente ao Gótico Final pelo que encontramos diversos vestígios deste no Manuelino, aliás, há quem designe o Manuelino por
Gótico Tardio
devido a várias destas semelhanças. No entanto, possui também características da Renascença e elementos autóctones, o que o tornam numa
expressão artística autêntica
;
Surgiu na
Era dos Descobrimentos
, onde abundava a prosperidade económica e a posse de novos saberes culturais devido ao contacto com outros povos;
Principais eixos económicos e culturais:
-
Rota do Cabo
: interligou as principais regiões produtoras do Oceano Índico com os mercados europeus;
-
Mediterrânico
: principal influência era a Itália, que nos passou conhecimentos renascentistas;
-
Hispânico
: onde adquirimos saberes islâmicos e flamengos.
Principais características
:
-
Escultura como retracto
: necessidade de retratar fielmente as feições das pessoas;
-
Torna-se independente dos edifícios
: demarca-se do edificio passando a não ser mais apenas um relevo do mesmo. Estava presente nos pequenos elementos estruturais, como: as janelas, as portas, os arcos de triunfo, os tectos, as abóbadas, os pilares, as colunas, os arcos, as nervuras, os frisos, as cornijas, as platibandas e os óculos e contrafortes. Além disto, estava presente nos túmulos, nas fontes e nos cruzeiros, principalmente;
- A
exuberância das formas
e a
interpretação nacionalista-simbólica
abordavam temas nacionais, eruditos e tradicionais;
- Exibe-se quase sempre como um
discurso em pedra
, podendo o contexto ser moralizante, alegórico, jocoso, esotérico ou simplesmente propagandístico relativamente a D. Manuel I.
Elementos Nacionais
Esfera Armilar;
Elementos Naturalistas
Árvores secas;

Alcachofras;

Folhas de loureiro;

Romãs;

Folhas de hera;

Pinhas;

Caracóis ou conchas de náutilos;

Corais, algas e guizeiras;

Animais e crianças (putti).
Elementos Fantásticos
Ouroboros;

Sereias;

Monstros;

Orelhudos;

Animais a executar acções humanas.
Elementos Cristãos
Cachos de uvas e sarmentos;

Agnus Dei (ou cordeiro de Deus);

Querubins.

Cruz da Ordem de Cristo;


Escudo Nacional.

Arnao de Carvalho;
Vasco Fernandes;
João Alemão;
Francisco Lorete;
Pêro Álvares;
João Álvares;
Nogueira Gonçalves -
“Mestre dos Túmulos dos Reis”.

Túmulo de D. Luís da Silveira
Igreja Matriz de Góis - Coimbra

Pia Baptismal
Mosteiro de Leça do Balio - Matosinhos

D. Manuel I e S. Jerónimo
Mosteiro dos Jerónimos - Lisboa

Cruzeiro de S. João
Castelo Branco
Anjo Heráldico
Mosteiro de Santa Cruz – Coimbra

Fonte
Mosteiro de Santa Maria da Vitória - Batalha

Mosteiro dos Jerónimos
Lisboa
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