Loading presentation...

Present Remotely

Send the link below via email or IM

Copy

Present to your audience

Start remote presentation

  • Invited audience members will follow you as you navigate and present
  • People invited to a presentation do not need a Prezi account
  • This link expires 10 minutes after you close the presentation
  • A maximum of 30 users can follow your presentation
  • Learn more about this feature in our knowledge base article

Do you really want to delete this prezi?

Neither you, nor the coeditors you shared it with will be able to recover it again.

DeleteCancel

Make your likes visible on Facebook?

Connect your Facebook account to Prezi and let your likes appear on your timeline.
You can change this under Settings & Account at any time.

No, thanks

Instrumentos para medida de volume

No description
by

Rafael Martins

on 28 March 2015

Comments (0)

Please log in to add your comment.

Report abuse

Transcript of Instrumentos para medida de volume


Instrumentos para medida de volume
Uso, calibração e cuidados
Este trabalho trata sobre as
unidades de medida
de volume, os
equipamentos
utilizados para a medida e cuidados necessários com a
calibração
e a
temperatura
.
Introdução
Unidades de medida de volume
A unidade de volume é o litro (L) ou dm³;

mL usado para conveniência.
Aparatos para a medida de volume
São os aparatos cuja função principal não é a medição de volume eque nos fornecem apenas uma estimativa do volume, sendo utilizadas para a medição de volume em casos que não exigem exatidão.
Baixa precisão
Alta precisão
Utilização de equipamentos de baixa precisão
PIPETAS
Instruções para uso de frascos volumétricos
CALIBRAÇÃO
Considerações
finais
Conclui-se que a utilização correta dos instrumentos de medida de volume devidamente calibrados, bem como a capacidade de conversão das unidades de medida dessa grandeza, são atributos essenciais ao profissional químico.
CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS
Departamento de Química
Coordenação de curso técnico
Análise Química Quantitativa
Profa.: Flávia Amorim
Rafael Martins
Gabriel Marino
Taiza Reis
Thaís Costa
Renata Gonçalves
Grupo
Limpeza: verificação de presença de gordura por meio de uma película contínua de água.
Lubrificação da torneira
Observar o fluxo de líquido
Vantagens
Não requerem cuidados especiais como os de alta precisão.

Podem ser empregados em operações de troca de calor.

Praticidade e versatilidade.
Preenchimento:
Titulação:
Béquer, erlenmeyer, pisseta, dentre outros
Leituras: usualmente são feitas a cada 0,05mL
Graduação
As marcas de graduação circundam cada mililitro e envolvem pela metade as demais marcas de graduação.
Menisco
Posicionar um papel branco com uma faixa escurecida de 1 a 2mm do menisco.
As pipetas são utilizadas para a transferência de uma alíquota de um recipiente para outro.
Variedades de pipetas
Existem diferentes tipos de pipetas que são empregadas em operações de transferência diferentes de acordo com sua respectiva adequação.
Volumétrica
Automática
Micropipetas autamáticas Eppendorf®
Pesagem direta
Transferência qualitativa de líquidos
Diluição até a marca
O Efeito da Temperatura nas Medidas de Volume
A Temperatura e as Moléculas

O aquecimento causa
dilatação
dos materiais.
Dilatação em Líquidos
Uma mesma massa de líquidos ocupa um volume diferente
Por que os instrumentos de medida são feitos de vidro?
Coeficiente de dilatação baixo: 2,7 . 10 ^ -5 / °C
Medidas de Volume e a Temperatura
Temperatura padrão:
20°C.
Variação de 5°C pode causar alterações nas medidas.
Líquidos orgânicos: correções para variações de 1°C.
Calibração do Material de Vidro Volumétrico
Calibração
Parte 1
Pesar o líquido contido ou dispensado pelo recipiente volumétrico.
Parte 2
Calcular a correção para o empuxo utilizando a fórmula:
P1 = massa corrigida.
P2= massa dos padrões.
d obj. = densidade da substância.
d massas = densidade das massas padrões.
d ar = densidade do ar deslocado por eles (0,0012 g/cm^3)
Parte 3
O volume do aparato é obtido pela fórmula:
T = volume do aparato na Temperatura de calibração.
d = densidade do líquido.
P1 = massa corrigida (Passo 2)
Passo 4
Correção do volume obtido para temperatura padrão (20°C);
O valor para soluções aquosas diluídas é aproximadamente 0,025%/°C.
BURETAS
Certifique-se de que a torneira está completamente fechada.
Adicione 5 a 10 mL do titulante e, cuidadosamente, gire a bureta.
Deixe o líquido escoar pela ponta da bureta.
Repita duas vezes esse procedimento.
O ideal é que o preenchimento da bureta seja feito com auxílio de um funil.
Encha a bureta com a solução até um pouco acima da marca do zero.
Remova o funil.
Libere a ponta de bolhas de ar girando rapidamente torneira.
Deixe o líquido escorrer até que o menisco tangiencie a marca do zero.
Verifique se a bureta está COMPLETAMENTE cheia de líquido.
Recipientes em forma de pêra, de funto chato e colo longo e estreito.
Certifique-se de que a ponta da bureta está dentro do frasco de titulação.
Introduza o titulante em incrementos de cerca de 1 mL.
Diminua o tamanho dos incrementos à medida que a titulação avança.
Adicione o titulante gota a gota nas proximidades do ponto final.
Enxágue as paredes do recipiente e deixe o titulante drenar da parede interna da bureta por pelo menos 30 segundos.
Anote o volume final.
É realizada uma titulação prévia com amostra extra, na qual não são tomados grandes cuidados para obtenção de uma estimativa grosseira da quantidade de titulante necessária.

Esse sacrifício de parte da amostra normalmente garante uma economia global de tempo e recursos.
Amostras desconhecidas
Introdução de uma massa conhecida do soluto no frasco volumétrico.
Uso do funil:
Deve ser perfeitamente enxaguado.
A água das lavagens deve ser recolhida no frasco volumétrico.
Insira um funil no gargalo do frasco volumétrico.
Use o bastão para difecionar o fluxo de líquido.
Enxágüe o bastão e o interior do béquer com o solvente.
Transfira as águas de lavagem para o frasco volumétrico.
Repita o processo de enxágüe pelo menos mais duas vezes.
Após a transferência do soluto encha o frasco até a metade e agite.
Leve o líquido quase até a marca e deixe drenar por algum aproximadamente 1 min.
Use um conta-gotas para completar o volume.
Tampe o frasco com firmeza e inverta-o repetidamente.
Transfira o conteúdo para um frasco de armazenamento que esteja seco ou que tenha sido enxaguado com pequenas porções da solução do frasco volumétrico.


Instruções Gerais de Calibração
Pipeta volumétrica
1) Determinar a massa do recipiente vazio até a miligrama mais próxima.
2) Mergulhar a pipeta na água enchê-la por aspiração até o traço de referência.
3) Escoar toda a água mantendo a pipeta na vertical.
4) Enchê-la novamente até pouco acima do traço de referência .
5) Ajustar o menisco.
6) Transferir a água para o recipiente de massa conhecida e pesá-lo novamente.
Equação para correção do volume
V20° = V temp. + 0,00025x (20 – Temp.)x(V temp.)
Utilizada na preparação de soluções-padrão
V 20° = volume corrigido.
V temp. = volume obtido na medida.
Temp. = temperatura da medida.

Em procedimentos que envolvem o aquecimento do soluto para a dissolução essa técnica não é indicada.
Bureta
A dissolução do soluto deve ser feita previamente
Frasco Volumétrico
Frasco volumétrico em relação a uma pipeta
1) Pese o frasco limpo e seco.
2) Encha até a marca com água em equilibrio termico.
3) Pese novamente.
No caso do volume adicionado exceder a marca de aferição :
Relacionando uma pipeta de 50ml com um frasco volumétrico de 500mL
1) Transfira cuidadosamente dez aliquotas de 50mL para o frasco de 500mL.
2) Marque a posição do menisco.
Use uma fita adesiva para marcar a posição do menisco.
Após o frasco ter sido esvaziado, preencha-o com água de novo, cuidadosamente, até a marca do fabricante.
Use uma bureta para determinar o volume adicional necessário para encher o frasco até que o menisco esteja na marca da fita colada.
Esse volume precisa ser adicionado ao volume nominal do frasco quando a concentração da solução for calculada.
1) Encha a bureta com água em equilíbrio térmico.
2) Abaixe o nivel do líquido até a marca de 0,00mL.
3) Espere 10min e confira o volume.
4) Pese um erlenmeyer de 125mL com rolha de borracha.
5) Transfira lentamente 10mL para o frasco, registre o volume e encha novamente a bureta.
6) Pese o frasco com água.
7) Repita a calibração e faça um gráfico da correção a ser aplicada para cada volume.
Os vidros precisos nos fornecem um valor exatamente conhecido.
Para realizar uma boa medição, os aparatos devem ser utilizados de maneira correta, antendendo as suas respectivas especificidades.
Béquer
Erlenmeyer
Balão de fundo chato
Balão de fundo redondo
Funil de decantação
Utilização de equipamentos de alta precisão
Proveta
Pipeta graduada
Pipeta volumétrica
Bureta
Balão volumétrico
Picnômetro
Instruções de uso
Devem ser preenchidas até a marca de calibração pelo orifício inferior, com o auxílio de um equipamento de sucção (pêra, pipetador ou pipetador automático).
NÃO É INDICADA A SUCÇÃO BUCAL
.
Ao verter-se o líquido, deve-se verter, também, a ultima gota remanescente em pipetas que não foram calibradas considerando essa variável.
Graduada
Uso análogo ao descrito para pipetas volumétricas.
Podem dispensar volumes variáveis.
Dispensam volumes variáveis na faixa de microlitros.
Micropipetas motorizadas
Esses dispositivos são programados para funcionar como pipetas, dispensadoras
de múltiplos volumes, buretas e meios de diluição de amostras.
O volume desejado é digitado em um teclado e exibido em um painel LCD. Um pistão motorizado dispensa o líquido. Volumes máximos variam de 10 a 2.500 mL.
Volume médio dispensado e desvio padrão
Outras pipetas
Pipeta sorológica
Pipeta de Mohr
Micropipeta de tubo capilar
Ostwald–Folin
Desvio padrão
Líquido com densidade conhecida.
Temperatura ambiente.
Quando calcular a correção do empuxo?
Densidade do líquido diferente da densidade do padrão.
Full transcript