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Mesopotâmia: o começo da civilização

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by

Jean Pierre

on 4 January 2013

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Transcript of Mesopotâmia: o começo da civilização

Mesopotâmia é uma palavra de origem grega que significa "entre rios" e se refere à região compreendida entre os rios Tigre e Eufrates. Aspectos políticos Formada por uma série de cidades-Estado independentes que selavam alianças temporárias em períodos de guerras, a Mesopotâmia foi habitada por vários povos durantes séculos. Mesopotâmia: o começo da civilização Aspectos econômicos Os povos da Mesopotâmia dependiam da agricultura irrigada desenvolvida com as cheias dos rios Tigre e Eufrates. Os templos Desempenhavam um papel central na economia como complexo agrário-artesanal, pois planejavam a plantação agrícola, estocavam os produtos, promoviam o comércio e realizavam empréstimos. Os palácios Ao lado dos templos, os palácios também tinha papel econômico, pois suas terras eram arrendadas por camponeses que, em troca dos seus serviços, recebiam rações e cereais para o seu sustento. Artesanato O artesanato mesopotâmico revelava um elevado nível técnico para a época. Fabricavam
barcos, produziam objetos de
cerâmica, jóias e tecidos. Relevo Assírio Estátua sumérica Comércio Os comerciantes eram intermediários dos templos e palácios e, entre suas operações, estavam a utilização de metais e cevada como moeda, empréstimos a juros, o penhor e a caução. Aspectos jurídicos e sociais Código de Hamurábi O Código de Hamurábi (1765 a.C.)é o mais conhecido dos documentos jurídicos mesopotâmicos, elaborado por ordem do rei Hamurábi no Primeiro Império Babilônio e sua lei mais conhecida é a "lei de talião", com seu lema "olho por olho, dente por dente", no qual a pena aplicada ao criminoso deveria corresponder ao dano causado a alguém. Organização social Segundo o Código Hamurábi a sociedade babilônica estava divida em três camadas sociais básicas, além da escrava.
os awilu: proprietários de terra e funcionários da burocracia palaciana.
os mushkenu: camponeses e trabalhadores não escravos que viviam sob a dependência do palácio.
os gurush: trabalhadores sem família que cultivavam os lotes dos templos.
os wardu: escravos (em geral, mulheres vindas do exterior, obtidas por meio de guerras, crianças abandonadas, pessoas que se vendiam ou eram vendidas como escravas pelos familiares. Escrita cuneiforme Os mesopotâmicos desenvolveram uma das primeiras escritas da história, o sistema cuneiforme criado pelos sumérios, que datam do IV milênio a.C e que eram sinais gravados na argila úmida com a forma de cunhas, de onde deriva o nome cuneiforme. Escribas Eram funcionários especializados
na escrita cuneiforme preparados
desde criança numa escola chamada
eduba e que registravam as transações
comerciais dos templos e palácios, os contratos, o fluxo de entradas e saídas dos produtos agrícolas dos templos, a crônica dos reis e das batalhas e serviam de diplomatas na relação com outros povos. Aspectos religiosos Os deuses mesopotâmicos eram antropomórficos, considerados imortais e dotados de poder sobre o universo. Zigurate (templo) O zigurate era um edifício construído na forma de pirâmide que representava as principais divisões do universo: o mundo subterrâneo, a terra e o firmamento. Ele simbolizava a união entre o céu e a terra e acreditava-se que a alma dos mortos ascendia ao céu subindo um a um os degraus dos tempo. Shedu, touro alado postado às entradas dos palácios assírios.
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