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Grécia Antiga

Material de estudos sobre Grécia Antiga, da formação da civilização micênica à Guerra do Peloponeso.
by

Lucas Silveira

on 21 September 2015

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Transcript of Grécia Antiga

Grécia Antiga
Contextualizando
As primeiras povoações no território da Grécia parecem ter surgido por volta de 2.000 a.C. Isso quer dizer que, quando falamos de Grécia Antiga, nos referimos a uma civilização que foi contemporânea de outros povos de origem anterior, como egípcios, mesopotâmicos, fenícios e hebreus.

A primeira civilização urbanizada do território grego foi chamada de "micênica". Vejamos uma periodização para a ocupação do território grego:
O período micênico (2.000 a.C a 1.200 a.C)
Durante este período, um grande grupo de falantes de uma língua "proto-grega" migrarou para a região da atual Grécia. Eram povos jônios, dórios e eólios.

A civilização micênica era avançada tecnologicamente, se dedicava ao comércio marinho e se organizava politicamente em torno de grandes palácios e templos.
Uma "idade das trevas" - 1.200 a.C a 800 a.C
A destruição dos palácios micênicos inicia um período da história grega sobre o qual conhecemos pouco. A maior parte das informações que detemos sobre este período provém da literatura homérica, através da Ilíada e da Odisseia.

Durante este período, a civilização grega ocupava o entorno do Mar Mediterrâneo, formando uma elipse de ocupação que geralmente não se afastava mais de 30 quilômetros da costa.

O que transparece na Ilíada e na Odisseia é uma civilização sem vínculos de identidade, politicamente organizada em torno de reis e nobres possuidores de terras e rebanhos. A guerra parece ter desempenhado um papel central nessa sociedade, sendo conduzida pela aristocracia. Nessa sociedade, o rei desempenhava o papel de juiz, legislador e comandante militar. Existia uma assembleia para consulta na hora de tomar decisões, mas a participação era limitada à nobreza.
Grécia Arcaica - 800 a.C a 500 a.C
Neste período, a Grécia passou pela formação de vários aglomerados urbanos, talvez 500, espalhados pelo Mediterrâneo. A economia e política de campo e cidade eram fortemente vinculados, formando um sistema em que a aristocracia detinha as melhores terras. As aldeias se organizavam em torno de complexos palaciais e templos, contando com a ágora (um espaço central de convívio) e a Acrópole (uma fortaleza para proteção da aldeia). O poder ainda era exercído pelas grandes famílias aristocráticas, que traçavam linhagens de ascendência até os grandes heróis ou deuses do passado mítico.
Periodização:

Período Micênico – 2000 a.C – 1200 a.C.
“Idade das Trevas” - 1200 a.C – 800 a.C.
Arcaico – 800/750a.C – 500 a.C
Clássico – Séc V e IV a.C
Helenístico – Alexandre Magno até a Conquista Romana
Romano – 31 a.C

Aproximando-se o ano 1.200 a.C., a sociedade micênica foi abruptamente desarticulada, sem que saibamos precisamente o motivo. Os palácios perderam importância e interrompeu-se o uso da escrita. Algum tipo de pressão, possivelmente invasões múltiplas de povos estrageiros levou as populações gregas a migrarem para o entorno do mediterrâneo, em um movimento conhecido como "diáspora grega"

No mapa, vemos as principais influências sobre a construção da sociedade micênica.
Para aprender com cinema: inconsistências na Ilíada
Apresentamos ao lado três trechos do filme Troia, que dão conta de aspectos da guerra que aparecem na leitura de Ilíada. A história contada nesse filme provavelmente nunca ocorreu, mas é situada no periodo da "idades das trevas". O que se conta é a história da guerra entre os habitantes da Grécia, chamados "aqueus" e a cidade de Tróia, em que os primeiros tentavam recuperar Helena, raptada pelos troianos. Essa história foi contada e cantada por vários anos, sendo lembrada através de uma tradição oral. Foi apenas durante o período Arcaico que Homero compilou as versões em um livro escrito, que chegou até nós. Tudo indica que, ao longo do tempo, essa história sofreu fortes alterações, adequando-se ao tempo em que foi contada. Vamos às cenas!
Nessa primeira cena, vemos Aquiles ser chamado para derrotar o herói inimigo Boagrius. Com a derrota de Boagrius, o combate é considerado encerrado, com a vitória dos aqueus liderados por Agamenon. Perceba a importância que é dada à luta entre heróis neste contexto. São eles os responsáveis por conduzir a guerra e, por isso, consideram legítimo que governem pelo povo como aristocratas.
O segundo trecho apresentado mostra o combate entre Heitor, da cidade de Troia, e Patroclo, dos aqueus. Na passagem, Heitor acredita estar lutando contra aquiles, pois Patroclo veste sua armadura. Algumas curiosidades: quando vemos, no início da passagem, os exércitos se chocando, estamos frente a uma inconsistência histórica: registros arqueológicos do período dão conta de que os exércitos gregos eram formados essencialmente pela aritocracia, e a guerra se desenvolvia em lutas quase individuais, como representado na cena anterior. Como poderia haver no campo tanta gente lutando, conforme narra Homero e o filme retrata? Outro detalhe: durante o período em que essas lutas supostamente ocorreram, os armamentos eram feitos de bronze, e não ferro. Acredita-se que o fato da Ilíada ter sido compilada durante o período arcaico tenha levado o escritor a "corrigir" a narração incluindo os armamentos que foram inventados posteriormente. O diretor, por sua vez, manteve essas pequenas inconsistências, ao mesmo tempo em que optou por retirar a participação dos deuses na guerra, muito presentes na narração de Homero. Com o filme, portanto, criou-se uma nova narração.
Por último, vemos o combate entre Heitor, dos troianos, e Aquiles, dos aqueus. Os dois principais heróis da história são postos frente a frente e a derrota de Heitor marca o início do fim do conflito. Além de notarmos, mais uma vez a importância dos heróis, vemos uma nova inconsistência: ao final da disputa, Aquiles atrela o corpo de Heitor a um carro de guerra, conhecido como biga: Novamente, registros arquelógicos nos dão indícios de que naquele período esses carros ainda não era, usados na Grécia!
Idade das trevas?
Esse período recebeu o nome de Idade das Trevas porque os historiadores têm poucas fontes para conhecê-lo. Em outras palavras, ele é obscuro aos historiadores!
Apesar de sabermos que esses 400 anos foram marcados pela guerra constante, essa sociedade promoveu avanços técnicos que permitiram a metalurgia do ferro no início do período arcaico e a reestruturação da escrita. De certa forma, é dessa sociedade que emergiu a potência grega do período seguinte.
Ao lado temos uma aproximação da extensão da sociedade grega durante a idade das trevas e suas relações com outros povos da antiguidade.
A formação das poleis.
Durante o processo de urbanização da Grécia Antiga, um tipo peculiar de cidade, a que chamamos de pólis, foi formado. Traduzindo em termos simples, a pólis era uma cidade-Estado que se governava a si mesmo e que se relacionava ao campo em seu entorno. As várias póleis da Grécia Antiga tiveram formas de governo e organização social diferentes, mas apresentavam algumas características que as aproximavam:

Cada pólis formava uma comunidade política que não abrangia outros territórios e cidades.
Defendiam sua própria liberdade, e acreditavam que esta só seria possível caso se alcancesse um ideal de autossuficiência, em que não se dependesse de outras cidades e povos para o próprio sustento.
Constituíam uma comunidade restritiva, que raras vezes aceitava estrangeiros como cidadãos.
Mais do que um espaço físico, a pólis era definida pela comunidade de pessoas que constitui uma cidade específica. Ou seja, o conjunto de cidadãos forma a pólis, e não o seu território ou as suas construções.


Exemplos de poleis.
A pólis espartan
a

Essa pólis era localizada na região do Peloponeso, em um terreno fértil longe de crises. Foi formada no século IX, a partir da invasão de povo dórios. Os invasores formavm uma elite militar e oligárquica que detinha poderes políticos, militares religiosos. Outros dois grupos compunham a sociedade espartana: os periecos - pequenos proprietários que realizavam atividades artesanais e comerciais - e os hilotas - habitantes originais do Peloponeso que foram submetidos ao trabalho forçado para o Estado.


De maneira geral, a pólis espartana foi lembrada pela forte especialização militar, que permitiu a criação de um dos exércitos terrestres mais importantes da Grécia. Apesar disso, o medo de que as populações hilotas pudessem se revoltar fazia com que o exército espartano praticamente não saísse do território da cidade.
A pólis ateniense

A pólis ateniense se constituiu primeiramente como uma monarquia , porém a partir do século VIII a.C., o poder do rei se tornou cada vez mais limitado. A princípio, as decisões eram tomadas a partir de um conselho aristocrático, o Areópago.

A sociedade ateniense nesse período era dominada por uma aristocracia guerreira, senhora de terras e do poder político, e que tinha em suas mãos os principais sacerdotes, responsáveis por distribuir a justiça e o direito.

O restante da população formava uma clientela, reunida no seio das fratrias para o culto a ancestrais comuns do génos - grandes famílias em torno das quais se organizava a sociedade ateniense.

No plano econômico, tornou-se uma potência marítima colonial, trocando vinho, azeite e artesanatos por trigo, metais e madeira.

Mudanças importantes, no entanto, levaram Atenas a desenvolver um novo sistema político, a democracia. Vamos no deter um pouco mais na formação deste novo sistema.

A formação da democracia.
A revolução hoplítica

Uma das mudanças mais importantes verificada no século VIII a.C. foi um processo militar conhecido como "Revolução Hoplítica". Resumidamente, devido a pressões militares exeternas, várias cidades gregas alteraram a organização de exércitos, passando a aceitar novas camadas sociais não aristocráticas em suas filas. Os exércitos cresceram, e novas técnicas de combate em grupo foram elaboradas. As inscrições nos vasos da imagem ao lado nos dão um testemunho das mudanças! De maneira geral, a entrada desses novos grupos no exército eliminava a prerrogativa da aristocracia de governar porque protegia as cidades gregas.
Na imagem ao lado, a guerra entre heróis, típica da idade das trevas. Aqui está representado em um vaso a luta de Heitor contra Aquiles (Aquela representada no filme Tróia..)
Na iamgem ao lado, a guerra após a revolução hoplítica, em que varios soldados organizados em falanges lutam em linha uns contra os outros.
Os reformadores em Atenas - Sólon

A reforma hoplítica permitiu que, em Atenas, se questionasse cada vez mais o domínio da política pela aristocracia. Ao longo do tempo, alguns reformadores e legisladores implementaram mudanças que culminaram no novo regime político. O primeiro destes provavelmente foi Sólon, que assumiu o governo em um momento de grande endividamento e crise para os camponeses atenienses. Um de seus atos mais importantes foi a proclamação das seischatéia - o cancelamento da dívida de todos os atenienses. Além disso, proibiu a escravização de atenieses e mandou buscar no exterior atenienses escravizados. Por último, reorganizou a sociedade em 4 classes censitárias: os pentacosiomedimnos, os hippies, os zeugitas e os tetes. Classificando a sociedade por critérios de renda, forneceu instrumentos para que a hereditriedade da aristocracia no poder fosse quebrada.
Clístenes

Outro importante reformador atenisense foi Clístenes. Este dividiu a sociedade em 10 grandes tribos, e criou um novo conselho representativo paralelo ao Areópago, chamado de Boulé. Esta era formada por 50 membros eleitos de cada uma das dez tribos. A partir desse momento, o arcontato começava a ter seu poder limitado, com a justiça e as leis sendo administradas pela Boulé. Foi também Clístenes que propôs a lei do ostracismo, segundo a qual, mediante o voto dos atenienses, pessoas que tentassem estabelecer uma tirania poderiam ser expulsas por 10 anos da cidade de Atenas .
Acima, Busto de Sólon. Abaixo, cacos de vaso utilizados para registrar voto a favor do ostracismo de um cidadão ateniense
Péricles

Um terceiro reformador importante foi Péricles. Embora seu governo esteja situado no período clássico, trataremos aqui por uma questão de conveniência frente à formação da democracia ateniense.

Uma inovação importante foi a instituição da mistoforia, o pagamento de um drácma (moeda ateniense correpondente ao valor de 1 dia de trabalho) pela participação do ateniense na assembleia. Dessa forma, camponeses ou proprietários pobres passam a frequentar as votações sem correrem o risco de perder completamente o dia de trabalho.

Por último, Pérciles decretou também que teria direito a participação nas assembleias os atenienses, que passavam a ser considerados filhos de atenienses nascidos em Atenas. Estrangeiros portanto, tinham direitos políticos reduzidos em Atenas.

Grécia Clássica - séculos V e IV a.C.
Entre os séculos V e IV a.C., a civilização grega passou pelo seu apogeu. Foi durante esse período que se desenvolveu a filosofia e que a civilização grega atingiu suas maiores proporções.



Guerras Médicas

No início deste período, cidades gregas entraram em conflito com o Império Persa, disputando territórios da Ásica menor. O conflito iniciado em torno de disputas comerciais levou o império persa a tentar a invasão da Grécia, iniciando as Guerras Médicas (os persas eram também conhecidos como medos).

O conflito começou a favor dos persas que tomaram sucessivamente a maior parte das colônias e cidades gregas. Em 480 a.C., o exército persa sofreu uma oposição por Esparta, na região das Termópilas, mas foi capaz de vencer a batalha e avançar em direção a Atenas. Esta cidade chegou a ser invadida, mas os exércitos persas foram derrotados pela marinha ateniense. Essa vitória enfraqueceu o domínio persa e permitiu o forte crescimento da importância grega no período clássico.


O impeŕio ateniense

Embora o rei persa Xerxes tivesse sido derrotado na batalha de Salamina, os gregos temiam uma tentativa de revanche por parte dos persas. Esse temor levou à organização de uma coligação chamada Liga de Delos, em torno da pólis ateniense. Os aliados contribuíam com barcos ou tributos em dinheiro para a sustentação da liga. Embora tenha sido criada com o intuito de proteger as cidades gregas, com o tempo a liga se tornou uma forma de Atenas se impor às demais póleis, formando um império no Mediterrâneo. Logo, o império ateniense entrou em conflito com Esparta e seus aliados e se iniciou uma guerra entre as duas cidades que durou praticamente todo o século V a.C., terminando com a derrota total de Atenas e a dissolução do império. O conflito conhecido como "Guerra do Peloponeso" dado entre 450 e 404 a.C. marcou o início da decadência grega na antiguidade.
Para aprender com o cinema: o que dizer do filme 300?
O filme 300 buscou representar de uma maneira artística a batalha nas Termópilas, em que um pequeno grupo de espartanos tentou impedir a passagem dos exércitos persas de Xerxes para dentro da Grécia. Em um clima de violência, típico da Grécia Antiga, é possível pensar a partir do filme sobre aspectos da guerra e da política daquele universo, sempre lembrando que o cinema não é a realidade na tela, mas uma representação construída pelo diretor. Vamos às cenas!
No princípio do filme, o rei espartano Leônidas consegue uma brecha na lei para sair com seus exércitos da cidade de Esparta e combater os exércitos persas. No meio do caminho, forças espartanas se encontram com outros exércitos gregos e acontece o diálogo seguinte, em que Leônidas compara o exército espartano aos demais exércitos gregos.
Essa cena é de fato valiosa, e representa uma imagem recorrente nos documentos sobre Esparta: sua forte especialização militar não tinha equivalentes dentro da Grécia, de maneira que a cidade possuia um dos mais fortes e disciplinados exércitos. Os espartanos chegavam mesmo a passar por uma triagem enquanto bebês, e crianças com deficiências físicas eram eliminadas da cidade. Apesar disso, esses poderosos guerreiros eram também famosos por nunca ajudarem seus aliados: o medo de revoltas internas entre as populações hilotas faziam com que temessem retirar grandes quantidades de guerreiros de dentro dos limites da cidade.
Nessa segunda seleção de cenas, o rei espartano Leônidas se encontra frente a frente com o exército persa, e tenta proteger uma pequna passagem na região das Termópilas, que dá acesso ao território continental grego. Leônidas acreditava que barrando os persas neste local, seria possível defender toda a Grécia da invasão persa.
Essa passagem, embora possa parecer de pouco conteúdo histórico, tenta retratar o modo de se fazer guerra em Esparta. Vemos uma tentativa de reproduzir os efeitos da Revolução Hoplítica para a arte da guerra. Percebemos que era necessária grande uniformidade entre os soldados, além de disciplina e treino. O escudo de cada soldado protegia a maior parte de seu corpo e o lado da arma de seu aliado na linha de frente. Os soldados do fundo usavam as lanças para espetar a linha de frente inimiga, e as vezes atiravam suas lanças por cima das barreiras de escudos. Apesar da cena focar o exército espartano, não devemos pensar que somente esse povo lutava dessa forma: ao longo da antiguidade várias cidades adotaram as falanges para lutas, inclusive os atenienses.
Na última cena do filme, após a derrota de Leônidas nas Termópilas, um grande exército grego se reúne em Plateias, no que foi o último combate entre persas e gregos nas guerras médicas. Nesse interím, ouvimos um discurso sobre o efeito da batalha nas Termópilas.
Alguns pontos importantes precisam ser levantados sobre essa cena. Primeiramente, é importante observar que, no momento da batalha de Plateia, Xerxes já havia retornado à Ásia Menor, tendo sofrido a mais importante derrota para os atenienses em alto mar, na batalha de Salamina, em 480 a.C. Foi, inclusive, a vitória ateniense que justificou a formação da Liga de Delos. Não devemos, portanto, exagerar a importância dos espartanos nas Guerras Médicas. É importante também ter cuidado com o minuto 2:00 desta cena, em que o estratego fala de um país grego. Devemos ter em mente que os gregos nunca formaram um país. Ao contrário, seu senso de grupo foi sempre voltado às cidades em que eram nascidos. Assim, reconheciam que possuíam uma cultura e língua comuns, mas mantiveram guerras internas e reconheciam que os interesses das diferentes cidades não eram correspondentes.
Prof. Lucas Madsen - História
Contato: madsenls@hotmail.com
Aula revisada e ampliada em 19/03/2015

Referências Bibliográficas e Fontes:
FINLEY, M. I. Os gregos antigos. Lisboa: Edições 70, 1963. 178 p.
MOSSÉ, Claude. Atenas, a história de uma democracia. 3ª ed. Brasília: Editora Universidade de Brasília, 1997. 142 p.
PETERSEN, Wolfgang. Tróia. Produção de Wolgang Petersen. Warner Bros. 2004.
SNIDER, Zack. 300. Produção de Frank Miller, Craig J. Flores, Thomas Tull & Steve Barnett. Legendary Pictures, 2006.
SOUZA, Marcos Alvitoo Pereira de. A guerra na Grécia Antiga. São Paulo: ed. Ática, 1988.
Para Estudar Mais:
Caso queria testar seus conhecimentos sobre o assunto, oferecemos esta lista de exercícios!
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