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A Filosofia Moral de Kant

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by

Madalena Ferreira

on 18 February 2014

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Transcript of A Filosofia Moral de Kant

A Filosofia Moral de Kant
Vontade e Racionalidade
O Dever
A pessoa como sujeito moral
Imperativos: Hipotético e Categórico
Síntese
As Formulações do Imperativo Categórico
A Lei Moral
Moralidade e Legalidade
Liberdade e Dignidade
Moral e Ética
O problema da fundamentação da moral
O que é que faz com que uma acção seja boa? Ela é boa porque, uma vez realizada, promove o bem de alguém? Ou será que é boa em si mesma, independentemente do bem que possa promover?
O verdadeiro valor da acção reside nas intenções do sujeito
.
A vontade é a faculdade de contrariar os nossos sentimentos, inclinações e desejos, determinando uma acção apenas de acordo com o dever.
Uma vontade santa é aquela que se baseia no dever, guiando-se unicamente pela razão, sem ter que ponderar sentimentos ou inclinações do agente.
A vontade e a racionalidade estão interligadas.
Para agir segundo o dever e a vontade, logo, moralmente bem, devemos recorrer à razão.
O cumprimento das regras e normas morais deve estar de acordo apenas com o dever para definir se a acção é moralmente boa.

O dever é o acto que se tem de executar em virtude de ordem e preceito. É a obrigação moral do agente.

O ser humano, dotado de razão e liberdade, reconhece o dever. Perante esse dever, existem três tipos de acções:
Acções contrárias ao dever
São acções imorais que não cumprem as regras ou normas morais e que ocorrem devido a inclinações sensíveis, isto é, resultam de um impulso emocional.
Acções conformes ao dever
Cumprem as regras e normas morais apesar de serem influenciadas por sentimentos.
Acções por puro respeito ao dever
São acções que cumprem as regras e normas morais, respeitando totalmente a lei moral, e decorrem da vontade puramente racional.

Agir por respeito ao dever requer um conhecimento prévio das normas morais.
A consciência moral manifesta-se sob a forma de um juízo que nos alerta, censura e sanciona, indicando se agimos correctamente.

É adquirida e desenvolvida através do contacto com a comunidade, encontra-se sujeita às interacções com o outro (processos de socialização).
A consciência cívica, que surge da inserção numa sociedade, é uma "força" que guia o sujeito moral no sentido de o afastar de interesses pessoais e o aproximar do interesse comum- responsabilidade moral solidária.
A moralidade é o respeito pelas normas morais instituídas pela sociedade. É a caracterização das acções realizadas pelo puro respeito pelo dever.
A obrigatoriedade dessas normas depende da intencionalidade do agente.
A moralidade exige altruísmo, ignorando os interesses pessoais.
A legalidade é o respeito pelas normas legais instituídas na sociedade. É a consciência da punição e consequências legais que resultam do incumprimento das leis. Corresponde à caracterização das acções conforme o dever.
A obrigatoriedade dessas normas depende das autoridades que as fazem cumprir.
Agente autónomo
Este agente autodetermina as suas acções, isto é, cumpre o dever considerando a vontade e apoiando-se apenas na razão. O agente não é influenciado por sentimentos .
Agente heterónomo
Este agente sujeita-se às leis da sociedade e age consoante essas leis, guiado por sentimentos, recompensas ou por medo das punições.
Relaciona-se com a moralidade.
Relaciona-se com a legalidade
As disposições da Natureza Humana
Animalidade
O ser humano tem necessidades básicas e uma relação com as leis naturais e o funcionamento da Natureza.
Humanidade
O ser humano é um ser relacional e social, o que o obriga a obedecer a leis previamente estabelecidas.
Personalidade
O ser humano é um ser racional e é responsabilizado, estando sujeito à determinadas exigências da razão.
Autonomia e Heteronomia
Relaciona-se com a legalidade e heteronomia.
Relaciona-se com a legalidade e com a heteronomia.
Relaciona-se com a moralidade e autonomia.
A origem da acção encontra-se num princípio que permite obeceder e respeitar as leis. Estes princípios podem ser:
Consciência Moral
Consciência Cívica
A MÁXIMA é o princípio subjectivo que indica o que origina as acções do sujeito.
Segundo Kant, a máxima exerce-se sobre a vontade e é aplicável a todos.
O IMPERATIVO é o princípio objectivo que ordena determinada acção.
Segundo Kant, não é condição para atingir um objectivo mas diz respeito à intenção.
Tipos de Imperativos
O Imperativo Hipotético ordena que se cumpra determinada acção para atingir determinado fim.
"Se queres A, então deves fazer B."
Imperativo Categórico
Dever moral
Atinge todos
O Imperativo Categórico é o que nos indica universalmente a forma como devemos proceder sem impor condições. É o princípio que ordena que a acção seja boa em si mesma, agindo de acordo com a moralidade e o dever.
A lei moral apresenta-se como um Imperativo Categórico.
A lei moral é um dever que decorre da razão . É uma lei que exige que a acção esteja de acordo com o que a vontade deseja que se torne válido para todos. Permite definir se as acções são moralmente boas.
Especifica um princípio que se aplica a todos os seres racionais.
É absoluta pois não é obedecida sob condições, não é imposta do exterior e, por isso, é independente.

A lei moral não é universal, é UNIVERSALIZÁVEL.
1ª Formulação do Imperativo Categórico
2ª Formulação do Imperativo Categórico
" Age unicamente de acordo com a máxima que te faça simultaneamente desejar a sua transformação em lei universal."
ou
"Age como se a máxima da tua acção devesse ser instituída pela tua vontade como lei universal da natureza."
" Age de tal forma que trates a humanidade, tanto na tua pessoa como na de qualquer outro, sempre simultaneamente como um fim, e nunca simplesmente como um meio."
"O Homem é livre quando a sua vontade se submete às leis da razão."
O ser humano é livre quando a sua vontade se submete ao dever.
LIBERDADE
É a razão de ser da lei moral.
É a ausência de determinações externas mas não da lei moral que vem da razão.
A liberdade continua a pressupor a existência de princípios que regem a acção e apenas existe quando a vontade se submete a estes princípios.
Moral
Ética
Vontade
Racionalidade
Dever
Acções contrárias ao dever
Trabalho do grupo I:
Catarina Eusébio nº47
Leonor Miguel nº67
Joana Galvão nº152
Madalena Ferreira nº249
Isabel Almeida nº316
Colégio Manuel Bernardes
Ano Lectivo 2013/2014
Filosofia
Prof. Luís Lóia
10ºB
Pg. 129
Pg. 130
Pg. 130, 131
Pg. 131
Pg. 131
Pg.131
Pg. 132-134
Pg. 133, 134
Autonomia
Heteronomia
Animalidade
Humanidade
Personalidade
Máxima
Acções conformes ao dever
Acções por puro respeito ao dever
Consciência Moral
Consciência Cívica
Moralidade
Legalidade
Imperativo
Imperativo Hipotético
Imperativo Categórico
Lei Moral
1ª Formulação do Imperativo Categórico
2ªFormulação do Imperativo Categórico
Liberdade
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