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Higiene Hospitalar

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by

Rafael Di Oliveira

on 22 May 2013

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Transcript of Higiene Hospitalar

Higiene Hospitalar QUAL O IMPACTO DA INFECÇÃO HOSPITALAR
NO ATENDIMENTO OFERTADO AO USUÁRIO M.S.N.? Infecções e epidemias na população;
Reestruturação dos hospitais;
Revolução Industrial - Avanço da tecnologia e da medicina;
Desenvolvimento da cirurgia;
Técnicas assépticas;
Criação de novos instrumentos e materiais cirúrgicos;
Anvisa/MS publicou a Resolução da Diretoria Colegiada (RDC) n°. 42, de 25 de outubro de 2010 (BRASIL, 2010), que dispõe sobre a obrigatoriedade de disponibilização de preparação alcoólica para HM, pelos serviços de saúde. A Quem Cabe a Responsabilidade
De Controlar a ? Esterilização A atuação do profissional de saúde está na interdependência do material que está sendo usado, como veículo de transmissão de infecção tanto para o paciente como na manipulação dos artigos sem os devidos cuidados. "O conhecimento e a conscientização dos vários riscos de transmissão de infecções, das limitações dos processos de desinfecção e de esterilização e das dificuldades de processamento inerentes à natureza de cada artigo são imprescindíveis para que se possa tomar as devidas precauções” (ANVISA, 2000). * Estrutura organizacional;

* Normatização do serviço;

* Batalha biológica;

* Resistência aos antimicrobianos;

* Envolvimento profissional;

* Capacitação profissional.
DESAFIOS PARA O
CONTROLE DE INFECÇÃO Fatores relacionados:

* Ausência de lavatórios e pias;
* Deficiência de insumos como sabonete e papel
toalha;
* Falta de estímulo;
* Falha na atitude pessoal;
* Presença de dermatites, ressecamento ou outras
lesões de pele;
* Falta de exemplos por parte de colegas e superiores;
* Capacitação insuficiente. BAIXA ADESÃO À HM HIGIENIZAÇÃO DAS
MÃOS - 5 MOMENTOS A higienização das mãos (HM) é o procedimento mais importante e menos dispendioso para evitar a transmissão de infecções relacionadas à assistência à saúde (IRAS), sendo que ações de promoção e práticas de HM devem ser incentivadas nos serviços de saúde. HIGIENIZAÇÃO DAS MÃOS Realizar busca ativa de casos;

Elaborar e atualizar as normas e rotinas técnicas;

Estimular a vacinação dos trabalhadores;

Elaborar e divulgar o relatório com indicadores epidemiológicos;

Participar da capacitação dos trabalhadores. ATIVIDADES DA CCIH
Lei Federal nº6.431/97 – Obrigatória Comissão de Controle de Infecção hospitalar (CCIH).

A Portaria n°. 2616/1998 regulamentou o Programa Nacional de Controle de Infecções e a implantação CCIH. CCIH EPIs Obrigatórios
Acesso às fichas técnicas das substâncias químicas – Precauções padrão no manuseio
Vacinação
NR 32 SAÚDE OCUPACIONAL Macrofluxo de Processo
Central de Materiais e Esterilização Art. 21 - A limpeza, preparo, desinfecção ou esterilização, armazenamento e distribuição de produtos para saúde devem ser realizados pelo CME do serviço de saúde e suas unidades satélites ou por empresa processadora.

Parágrafo único - O processamento de produtos para saúde não críticos pode ser realizado em outras unidades do serviço de saúde desde que de acordo com Procedimento Operacional Padronizado - POP definido pelo CME

Art. 24 - Cada etapa do processamento do instrumental cirúrgico e dos produtos para saúde deve seguir Procedimento Operacional Padrão – POP elaborado com base em referencial científico atualizado e normatização pertinente. RDC ANVISA Nº 15
15 de março de 2012 É o processo de destruição de qualquer forma de vida microbiana devido à aplicação de agentes físicos ou químicos. ESTERILIZAÇÃO Efetividade de um produto germicida:

* Concentração
* Tempo de exposição
* pH
* Temperatura
* Natureza do microorganismo EFETIVIDADE Destrói todos os microorganismos na forma vegetativa, alguns vírus e fungos, não elimina o bacilo da tuberculose, nem os esporulados.

Compostos fenólicos 0,5-3%
Soluções à base de iodo
Quaternário de amônia  DESINFECÇÃO
Baixo nível Destrói todos os microorganismos na forma vegetativa, exceto os esporulados, inativa o bacilo da tuberculose, a maioria dos vírus e fungos;

Compostos clorados
Álcool 70% DESINFECÇÃO
Nível Médio Destrói todos os microorganismos na forma vegetativa e alguns esporulados, bacilo da tuberculose, fungos e vírus.

Peróxido de hidrogênio 3-6%
Formaldeído 1-8%
Ácido peracético
Composto clorado DESINFECÇÃO
Alto nível Processo físico ou químico que destrói microorganismos na forma vegetativa, exceto esporos bacterianos. É realizado em objetos ou superfícies inanimadas (ANDRADE; GALVÃO, 2006). DESINFECÇÃO Remover sujidades.
Remover ou reduzir a quantidade de microorganismos.
Garantir a eficácia do processo de desinfecção e esterilização. 
Preservar o material. LIMPEZA Destinados ao contato com a pele íntegra do paciente.
Requerem limpeza ou desinfecção de médio ou baixo nível.
Destinados ao contato com a pele não intacta ou com mucosas íntegras.
Requerem desinfecção de alto nível ou esterilização. Penetram em tecidos estéreis ou sistema vascular e devem ser esterilizados para uso. ARTIGOS
CRÍTICOS
2004 – OMS - Aliança Mundial para a Segurança do Paciente;

Destaca tópicos que incluem cuidados com infecção e limpeza e cuidados com práticas em cirurgia; SEGURANÇA DO
PACIENTE No campo relacionado com a assistência à saúde, Donabedian (1978) definiu qualidade como “a obtenção dos maiores benefícios com os menores riscos ao paciente e ao menor custo”, focando na tríade de gestão de estrutura, processo e resultado (Donabedian, 1986). Sofrimento do indivíduo e família;
Custo elevado (procedimentos diagnósticos e terapêuticos);
Acresce de 5-10 dez dias ao período de internação; IMPACTOS Agente infeccioso
Reservatórios
Porta de saída
Meios de transmissão
Porta de entrada
Hospedeiro suscetível Desequilíbrio da relação existente entre a microbiota humana normal e os mecanismos de defesa do hospedeiro;
Patologia de base do paciente;
Procedimentos invasivos;
Alterações da população microbiana, geralmente induzida pelo uso de antibióticos. ETIOLOGIA DAS IH M.S.N, masculino, 79 anos, com antecedente de HAS e de DM foi submetido à ressecção intestinal de neoplasia colorretal com colocação de ileostomia. Recebeu cefazolina 1g na cirurgia, ceftriaxona 1g, de 12 em 12h, por sete dias, e metronidazol. No quarto dia de pós-operatório, evolui com hipertermia e saída de secreção fecaloíde pela incisão cirúrgica, e foi reoperado para revisão e limpeza da cavidade. Nessa ocasião foi transferido para a UTI e foi iniciado o tratamento da infecção com vancomicina e imipenem. CASO É aquela adquirida após a internação do paciente e que se manifesta durante a internação ou mesmo após a alta quando puder ser relacionada com a internação ou procedimentos hospitalares. INFECÇÃO HOSPITALAR CONTEXTO Compreender os principais aspectos relacionados à infecção hospitalar no Brasil;

Conhecer o processo de esterilização de artigos médicos cirúrgicos;

Identificar as principais medidas de prevenção e de controle de infecção nos serviços de saúde. Florence Nightingale (1820-1910)-Condições de higiene dos ambientes hospitalares e dos materiais utilizados para o cuidado aos doentes. Inácio Filipe Semmelweis (1818-1865) preconizou a lavagem das mãos;
Joseph Lister (1827-1912)- anti-sépticos em feridas, instrumentos cirúrgicos e vaporizadores
Robert Koch (1843-1910) - bactérias e inventou um meio bactericida (vapor de água em ebulição) que exterminava bactérias por meio de um jato de vapor de água fervente. Produtos Utilizados Na Desinfecção PRODUTO NÍVEL DE DESINFECÇÃO TEMPO DE EXPOSIÇÃO RESTRIÇÕES DE USO HIPOCLORITO DE SÓDIO A 1% 30 minutos Danifica metais e mármore ÁLCOOL A 70% MÉDIO 30 segundos Danifica acrílico e borracha QUATERNÁRIO DE AMONIA BAIXO 30 minutos Não há ÁCIDO PERACÉTICO A 0,2% ALTO 10 minutos Danifica metais EPI Máscara de filtro químico, avental impermeável, óculos, luva de borracha cano longo, botas Avental impermeável, luva de borracha cano longo,botas, óculos Luva de borracha Luva de borracha MÉDIO FÍSICOS VAPOR SATURADO SOB PRESSÃO
CALOR SECO QUÍMICOS GLUTARALDEÍDO, FORMALDEÍDO,
ÁCIDO PERACÉTICO FÍSICO-QUÍMICOS ÓXIDO DE ETILENO
PLASMA DE PERÓXIDO DE HIDROGÊNIO FÍSICOS VAPOR SATURADO SOB PRESSÃO
CALOR SECO QUÍMICOS GLUTARALDEÍDO, FORMALDEÍDO,
ÁCIDO PERACÉTICO FÍSICO-QUÍMICOS ÓXIDO DE ETILENO
PLASMA DE PERÓXIDO DE HIDROGÊNIO FÍSICOS VAPOR SATURADO SOB PRESSÃO
CALOR SECO QUÍMICOS GLUTARALDEÍDO, FORMALDEÍDO,
ÁCIDO PERACÉTICO FÍSICO-QUÍMICOS FÍSICOS VAPOR SATURADO SOB PRESSÃO
CALOR SECO QUÍMICOS GLUTARALDEÍDO, FORMALDEÍDO,
ÁCIDO PERACÉTICO FÍSICO-QUÍMICOS FÍSICOS VAPOR SATURADO SOB PRESSÃO
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ÁCIDO PERACÉTICO FÍSICOS VAPOR SATURADO SOB PRESSÃO
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CALOR SECO QUÍMICOS FÍSICOS VAPOR SATURADO SOB PRESSÃO
CALOR SECO FÍSICOS ÓXIDO DE ETILENO
PLASMA DE PERÓXIDO DE HIDROGÊNIO GLUTARALDEÍDO, FORMALDEÍDO,
ÁCIDO PERACÉTICO VAPOR SATURADO SOB PRESSÃO
CALOR SECO FÍSICO-QUÍMICOS QUÍMICOS FÍSICOS MÉTODOS DE ESTERILIZAÇÃO INFECÇÃO NOS SERVIÇOS DE SAÚDE
A assistência à saúde é constantemente desafiada por infecções que resultam no aumento da morbidade, da mortalidade, do tempo de internação e dos custos, bem como acarretam mudanças nos padrões de resistência microbiana (ANDRADE; GALVÃO, 2006). 5-10% - Índice de infecção (mundial);

Brasil - 15,5% INFECÇÃO HOSPITALAR? CONTEXTO HISTÓRICO CONTEXTO HISTÓRICO NECESSIDADE DO PROCESSO DE REMOÇÃO DAS SUJIDADES CONTEXTO QUAIS AS POSSÍVEIS CAUSAS
DA INFECÇÃO HOSPITALAR
DE M.S.N.? CADEIA DE INFECÇÃO “PRIMEIRO,
NÃO CAUSE DANO” PROCESSO DE ESTERILIZAÇÃO DE ARTIGOS MÉDICO CIRÚRGICOS Classificação
de Artigos ARTIGOS
SEMICRÍTICOS ARTIGOS
NÃO-CRÍTICOS Remoção De Sujidades DESCONTAMINAÇÃO Procedimento utilizado em artigos contaminados por matéria orgânica para a destruição de microorganismos patogênicos na forma vegetativa antes de iniciar o processo de limpeza.

Proteger as pessoas que irão proceder a limpeza dos artigos.
Poderá ser feita pelo método manual ou mecânico. IH Obrigado!
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