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Análise do poema D.Duarte, Rei de Portugal : Mensagem

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by

Sara Maia

on 17 February 2014

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Transcript of Análise do poema D.Duarte, Rei de Portugal : Mensagem

D.Duarte, Rei de Portugal

Trabalho realizado por:
Sara Maia 12ºB

Escola Secundária de Rio Tinto
2013/2014

Quem foi D.Duarte?
Primeira
D.Duarte, Rei de Portugal
Estrutura Externa do poema

Primeira Parte: Brasão
III-As Quinas
simboliza a nobreza imutável do passado
os cincos escudos das armas de Portugal remetem para as cinco chagas de Cristo, adquirindo uma dimensão espiritual
As Quinas
Cinco chagas de cristo:
duas nas mãos , duas nos pés e uma de lado
Batalha de Ourique
Intervenção divina no destino da batalha e promessa de D.Afonso Henriques
As Quinas, em Mensagem:
Cinco mártires

Aceitação resignada dos desígnios divinos
Representam
Sacrifício moral e físico em nome de um sonho
Intertextualidade com "Os Lusíadas"
Canto IV, estância 50:

"Não consentiu a morte tantos anos
Que de Herói tão ditoso se lograsse
Portugal, mas os coros soberanos
Do Céu supremo quis que povoasse.
Mas para defensão dos Lusitanos
Deixou, quem o levou quem governasse,
E aumentasse a terra mais que dantes,
Ínclita geração, altos Infantes."
Meu dever fez-me, como Deus ao mundo.
A regra de ser Rei almou meu ser,
Em dia e letra escrupuloso e fundo.

Firme em minha tristeza, tal vivi.
Cumpri contra o Destino o meu dever.
Inutilmente? Não, porque o cumpri.

Fernando Pessoa
(26-09-1928)
Análise contextual do poema
Representação vivida da dor de Jesus Cristo e da sua determinação para redenção dos pecados humanos
Inclusão das cinco quinas na bandeira portuguesa
Ínclita:
Muito falado, celebrado; famoso, ilustre, egrégio,ilustre, ínsigne, notável.
D.João I de Portugal (Mestre de Avis)
D.Filipa de Lencastre
Infante D.Henrique
Infante D.Fernando
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