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Os Relacionamentos do Cristão: Com Seus Irmãos e com o Pai Celestial

Estudo Bíblico
by

Eliezer Alves Novaes

on 17 October 2012

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Transcript of Os Relacionamentos do Cristão: Com Seus Irmãos e com o Pai Celestial

O Sermão do Monte
Os Relacionamentos do Cristão:
Com seus irmãos e com o Pai Celestial

INTRODUÇÃO
Jesus fala de quatro tipos de relacionamentos:
Concluímos então:
1.1. O cristão não deve ser juiz (vs. 1, 2)
1.2. O cristão não deve ser hipócrita (vs. 3, 4)
1.3. O cristão deve antes ser um irmão (v. 5)
1
Nossa Atitude para com o nosso irmão (vs. 1-5)
2
Nossa Atitude para com os "cães" e os "porcos" (v.6)
3.1. O que Jesus Promete:
3.2. Os problemas que se criam
3
Nossa Atitude para com o nosso Pai Celestial (vs.7-11)
a)A oração é descabida.
3.3. As Lições que aprendemos
a) Oração pressupõe conhecimento.
4
Nossa Atitude para com todos os homens (v.12)
Conclusão
Percebemos que a vida cristã não é só valores e estilo de vida individuais, mas é questão de comunidade.
Provavelmente os elementos mais fortes de nossa conciência cristã sejam:
A Percepção de Deus como Pai
A Percepção de nossos companheiros cristãos como irmãos e irmãs em Cristo.
sem jamais nos esquecermos dos que estão fora da família.
a) Suas promessas vêm ligadas a ordens diretas (v.7)
b) As promessas foram expressas em declarações univesais (v.8)
c) Jesus exemplifica suas promessas através de uma singela parábola (Vs. 9-11)
b)A oração é desnecessária.
c)A oração é improdutiva.
b) Oração pressupõe fé.
c) Oração pressupõe desejo.
A Contracultura cristã não é algo individualista, mas, comunitário, os relacionamentos dentro da comunidade e entre esta e os outros são de suma importância. Esses Relacionamentos são apresentados assim:
1. Para com o nosso irmão (vrs. 1-5)
2. Para com um grupo: "cães" e "porcos" (vr. 6)
3. Para com o nosso Pai Celeste (vrs. 7-11)
4. Para com todos de maneira generalizada (vr. 12)
O Discípulo de Jesus é um "crítico" no sentido de usar o seu poder de discernimento, mas, não um "juiz" no sentido de censurar.
Um escocês clérigo e teólogo, ministro da Igreja Livre da Escócia Alexander Balmain Bruce escreveu:
"A condenação é o vício farisaico de exaltarmo-nos amesquinhando os outros, isso é um modo muito baixo de obter superioridade moral".
João Crisóstomo grande filósofo e retórico disse:
"Corrija-o, 'referindo-se a alguém que tinha pecado', mas não como um inimigo, nem como um adversário que exige o cumprimento da pena, mas como um médico que fornece o remédio e, ainda mais, como um irmão amoroso e ansioso em salvar e restaurar".
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