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Passeio Virtual Fortaleza de Santo Antônio de Ratones

Visita virtual à Fortaleza de Santo Antônio de Ratones.

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Transcript of Passeio Virtual Fortaleza de Santo Antônio de Ratones

Fortalezas na Ilha de Santa Catarina
Passeio Virtual
Fortaleza de Santo Antônio de Ratones


1-Acesso - atracadouro
3-Canhão Whitworth
Canhão britânico Whitworth de ferro fundido, calibre de 9 polegadas (228 mm), pesando mais de 9 toneladas. Possuindo alma sextavada e raiada, disparava um projétil de cerca de 136 kg, carregado pela sua boca, com um alcance aproximado de 5,5 km. Foi adquirido pela Marinha em 1874 para equipar o encouraçado Sete de Setembro, sendo transferido para esta fortaleza provavelmente entre 1895 e 1898. Na época era um dos maiores canhões existentes no Brasil.
4-Armazém do Porto
Numa pequena plataforma junto ao cais ainda se percebem vestígios dos alicerces do Armazém do Porto, também denominado em alguns documentos como Rancho dos Remeiros, construção para recolhimento e guarda de pequenas embarcações de acesso à fortaleza.
No século XVIII havia também um projeto para construção de uma bateria de canhões neste mesmo local (uma bateria baixa, como se dizia então), que parece nunca ter saído do papel.
5-Painéis Fotovoltaicos
Desde o ano 2000, a Fortaleza de Ratones dispõe de um sistema de geração de energia, onde a radiação solar é captada através de painéis fotovoltaicos e convertida em energia elétrica.
Acumulada em baterias, essa energia limpa, econômica, silenciosa e não poluente, atende a 100% da demanda de energia elétrica da fortaleza.
A montagem do sistema é resultado de uma parceria entre a UFSC, a CELESC e o Ministério das Minas e Energia.
6-Fonte D’Água
Além de estratégica para a vida na fortaleza, essa Fonte D'Água é uma obra arquitetônica muito singular.
Construída em alvenaria de pedras, com coberturas de tijolos em forma de abóbadas de aresta e de berço, tem o seu acesso à água realizado através de um corredor com piso escalonado de tijolos. Possuía ainda uma entrada nobre, com porta e moldura de granito lavrado, coroada com uma espécie de frontão triangular, hoje parcialmente desaparecido.
7-Portada
A Portada é ornada por uma moldura de granito lavrado, encimada por um frontão triangular de inspiração renascentista. Era guarnecida por uma porta (provavelmente de madeira), por um fosso seco e uma ponte levadiça, cujas hastes se recolhiam nos rasgos verticais da fachada. A guarita, a Casa da Guarda, o corredor abobadado, a rampa em formato curvo e o muro em frente à porta (barbacã) complementavam a defesa do acesso ao interior da fortificação.
8-Casa da Guarda
Neste aposento funcionava o posto de vigilância e controle da entrada da fortaleza. Daqui os soldados da guarda avistavam o exterior das muralhas por meio de pequenas aberturas de iluminação e ventilação (seteiras) e comandavam o acionamento da ponte levadiça.
O teto é em forma de abóbada de berço, semelhante ao corredor contíguo (em arco abatido). A guarda podia se comunicar com o terraço superior por uma abertura existente no teto desse corredor.
9-Casa do Comandante
10-Casa da Palamenta
Edifício onde era guardada toda a sorte de aparelhos e petrechos utilizados para fazer funcionar um canhão. Está localizada, como era comum, junto à principal bateria de artilharia da fortificação.
Edifício de arquitetura sóbria e harmoniosa, sem janelas, com beirais contínuos e arredondados nos cantos, é o único exemplar com essa função ainda remanescente nas fortificações catarinenses.
No século XIX teria funcionado também como depósito de pólvora.
11-Principal Bateria de Canhões
Conformada por uma muralha curvilínea – que ajudava a repelir os tiros inimigos – aqui se situava a principal bateria de canhões da fortaleza, que chegou a contar originalmente com 14 peças (2 de bronze e 12 de ferro fundido). Restam hoje nessa bateria apenas 2 canhões e fragmentos de outras duas peças, todas de ferro e do século XVIII.
Os canhões aqui ficavam alojados sobre carretas de artilharia, posicionadas sobre plataformas trapezoidais de tijolos.
12-O Sistema Defensivo da Ilha de Santa Catarina
Deste ponto é possível observar as fortalezas de Anhatomirim e Ponta Grossa, que juntamente com Ratones formavam o triângulo de defesa da Baía Norte.
O sistema defensivo completo, projetado pelo Brigadeiro Silva Paes a partir de 1739, incluía ainda a Fortaleza de Araçatuba, no Sul da Ilha de Santa Catarina. A essa defesa principal se somariam mais tarde dezenas de outros fortes menores, inclusive dois deles erguidos na foz do Rio Ratones e no Pontal da Daniela.
14-Casa dos Oficiais
Local originalmente destinado ao alojamento dos oficiais, possuindo também áreas de cozinha e serviço próprias - assim como a Casa do Comandante - hierarquicamente diferenciadas da cozinha e alojamento do grosso das tropas. Devido ao alto grau de arruinamento em que se encontrava quando ocorreu a sua restauração (1990), é o edifício onde a reconstituição das paredes externas de pedra e as intervenções arquitetônicas internas foram mais acentuadas.
13-Quartel da Tropa
Nesta construção funcionava o alojamento das tropas, dividido em dois grandes cômodos. Além dessa função principal, a extremidade sul do edifício era ocupada pela Casa da Farinha, depósito de estocagem de mantimentos, sendo a farinha de mandioca o principal item da alimentação dos soldados. Na segunda metade do século XIX, com a fortificação já sub-utilizada, este quartel foi adaptado para abrigar a enfermaria de um lazareto para doenças epidêmicas.
15-Aqueduto
As águas pluviais que incidem sobre os telhados da Casa do Comandante (à esquerda) e os quartéis (à direita) são recolhidas por meio de uma calha embutida no alto da parede dos fundos dessas construções. A ligação entre os dois edifícios é realizada por uma canalização aérea, suportada por um arco de alvenaria, chamada aqueduto. Falsos beirais escondem as calhas cerâmicas de coleta e condução das águas até os fundos da Casa dos Oficiais.
16-Cozinha da Tropa
Edifício arruinado construído de forma arrimada na encosta, com paredes e piso de pedras, originalmente revestidas com reboco, e telhado em meia água, com inclinação voltada para o corredor em frente. Ainda se percebem vestígios do fogão e da bancada de serviço construídos em tijolos maciços. Era a maior das cozinhas da fortaleza - em comparação com as existentes na Casa do Comandante e Casa dos Oficiais -, atendendo principalmente aos soldados da Tropa.
18-Paiol da Pólvora
O Paiol da Pólvora localiza-se no ponto mais alto da fortaleza para dificultar o ataque de tropas inimigas. O acesso é realizado por uma trilha que atualmente se encontra fechada.
17-Bateria Sudoeste
Neste local ficava a Bateria Sudoeste de canhões, guarnecida por uma guarita de vigia de singular plasticidade - um dos elementos arquitetônicos mais representativos de uma fortificação - alçada em projeção no vértice da muralha. Nesta bateria encontra-se hoje um canhão inglês de aço, Whitworth de 32 libras (calibre 97 mm), antecarga, fabricado entre 1863-1874. No alto da encosta, à esquerda, se encontram as ruínas do Paiol da Pólvora (sem acesso à visitação pública).
19 - Acesso à Trilha Ecológica
A área da Ilha de Ratones Grande é de 194.180 m². A maior largura é de 280 m e o comprimento máximo é de 1.050 m.
Na ilha são encontradas três formações fitogeográficas. A Floresta Atlântica ocorre nas encostas e na porção central, com uma grande variedade de espécies vegetais, entre árvores, arbustos, ervas, cipós e epífitas. Ao longo da costa da ilha encontra-se a vegetação de Costão Rochoso e na ponta sul existe uma área com características de Manguezal.
Dentre os animais, existem cerca de 50 espécies de aves, como a fragata, a gaivota e a juriti, peixes como cação, anfíbios (pererecas e rãs), répteis e mamíferos como o gambá, o morcego e o boto. Além desses, estão presentes vários insetos, crustáceos e outros invertebrados.
A trilha encontra-se temporariamente fechada ao público para manutenção.
A Fortaleza de Santo Antônio de Ratones, idealizada pelo Brigadeiro José da Silva Paes, foi construída em 1740. Com a função de complementar a defesa da Baía Norte, juntamente com Anhatomirim e Ponta Grossa. Na segunda metade do século XIX abrigou também um lazareto para doenças epidêmicas e foi ainda utilizada como depósito de carvão (em meados do século XIX e no início do século XX). Abandonada e em ruínas após esse período, recebeu mutirões de limpeza em 1964 e 1983-84. A fortaleza foi restaurada em 1990, passando a ser gerenciada pela Universidade Federal de Santa Catarina em 1991, sendo aberta à visitação pública no ano seguinte.
A fortaleza é um bem próprio da União, jurisdicionado à Marinha do Brasil. Está tombada desde 1938 como Patrimônio Histórico Nacional, sob a tutela do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN).

2-Bilheteria
TAXA DE VISITAÇÃO:

INTEIRA: R$ 8,00 - ESTUDANTE: R$ 4,00
DUPLA: R$ 10,00 - DUPLA ESTUDANTE: R$ 5,00

Estudantes, mediante comprovação, pagam metade do valor. Idosos com mais de 60 anos e crianças com menos de 5 anos estão isentos da taxa.
Essa taxa de visitação é empregada na conservação e manutenção da fortaleza. (Parecer 163/CC/2010)

O ingresso duplo dá direito à visitação das fortalezas de Ratones e Anhatomirim no mesmo passeio.



Horário de funcionamento:

Alta temporada (janeiro a março): 9h às 18h.
Baixa temporada (abril a dezembro): 9h às 17h.

Mais informações:
www.fortalezas.ufsc.br
Telefone: (48) 3721-8302
Assim como todos os demais edifícios e muralhas da fortaleza, a residência do comandante foi construída com alvenaria de pedras (granito extraído da própria ilha de Ratones), revestida originalmente com reboco de areia e cal. Esta última era produzida com as conchas de moluscos, abundantes na região.
Na cozinha contígua, pode-se observar o piso de pedras irregulares – característico de ambientes de serviços – e os vestígios de um fogão e forno coloniais.
http://www.fortalezas.ufsc.br/
http://cidadesfortificadas.ufsc.br/
http://fortalezas.org/
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