Loading presentation...

Present Remotely

Send the link below via email or IM

Copy

Present to your audience

Start remote presentation

  • Invited audience members will follow you as you navigate and present
  • People invited to a presentation do not need a Prezi account
  • This link expires 10 minutes after you close the presentation
  • A maximum of 30 users can follow your presentation
  • Learn more about this feature in our knowledge base article

Do you really want to delete this prezi?

Neither you, nor the coeditors you shared it with will be able to recover it again.

DeleteCancel

Make your likes visible on Facebook?

Connect your Facebook account to Prezi and let your likes appear on your timeline.
You can change this under Settings & Account at any time.

No, thanks

Matrizes Coloridas de Raven

No description
by

Kevin Figueiredo

on 21 September 2012

Comments (0)

Please log in to add your comment.

Report abuse

Transcript of Matrizes Coloridas de Raven

Matrizes Coloridas
de Raven O que é o
teste? Fundamentação
Teórica Objetivo População Formas de
aplicação Avaliação
Forma de
correção Material
Utilizado O teste pode ser apresentado na forma de tabuleiro e peças móveis ou através de ilustrações impressas em um caderno, sem que os processos intelectuais exigidos para o acerto sejam essencialmente alterados. Em ambas as formas, os problemas a serem resolvidos poderiam ser demonstrados satisfatoriamente sem nenhuma instrução verbal. No entanto, é importante que o psicólogo proceda a leitura das instruções padronizadas. Assim sendo, as MPCR são um dos poucos testes adequadamente projetados para poderem ser aplicáveis a um vasto conjunto de sujeitos quer no que diz respeito à idade (da infância à velhice), quer no que diz respeito à aptidão (Simões, 1994).  
“1.Deficiências físicas ou neurológicas (deficiências motoras e musculares, afasias, paralisia cerebral e paralisia parcial); 2. Deficiências sensoriais (surdez ou cegueira); 3.Funcionamento intelectual pobre ou deteriorado (débeis ligeiros e profundos de todas as idades); 4. Sujeitos com perturbações ou atraso da linguagem; 5. Crianças cuja inibição paralisa a sua expressão verbal e a motricidade; 6. Pessoas com surdo-mutismo; 7. Crianças mais novas; 8. Adultos ou idosos em situações de comunicação reduzida; 9. Pessoas com nível cultural e profissional baixos.” (BRITES, 2009 – P. 38) As matrizes progressivas coloridas foram planejadas para uso com crianças pequenas e pessoas idosas, para estudos antropológicos e para a atividade clínica. Podem ser usadas satisfatoriamente com pessoas que, por qualquer razão, não podem entender ou falar a língua nacional, com portadores de deficiências físicas, afasias, paralisia cerebral ou surdez, bem como com aquelas que apresentam algum nível de comprometimento intelectual. (Bandeira et al, 2004) População O CPM permite explorar a significância psicológica das discrepâncias observadas entre a atual capacidade da pessoa para o pensamento produtivo e sua evocação da informação.
As três séries de doze itens que constituem o CPM são organizadas para avaliar os principais processos cognitivos de que as crianças menores de 11 anos são geralmente capazes. As três séries em conjunto oferecem três oportunidades para que uma pessoa desenvolva uma forma consistente de pensamento. Objetivo Almeida (2009 apud Simões, 1995) afirma que embora não tivesse desenvolvido uma teoria minuciosa para justificar, do ponto de vista teórico, o seu teste, Raven orientou-se por princípios retirados de três vertentes teóricas: a teoria dos dois fatores (fator g), a teoria da gestalt e uma perspectiva desenvolvimental sobre a inteligência. Tal teste foi desenvolvido por Jhon C. Raven na Universidade de Dumfries, Escócia, sendo padronizado e publicado em 1938.
O teste foi elaborado tendo como base o referencial da teoria bifatorial de Charles Spearman e tem como objetivo avaliar o que o autor define como capacidade intelectual geral – fator “g”, como já citado.
De acordo com Bandeira et al (2004), na verdade, as Matrizes Progressivas pretendem avaliar um dos componentes do fator “g”, a capacidade edutiva. Fundamentação Teórica O teste de matrizes progressivas coloridas de Raven - MPCR, é um teste de inteligência não verbal, que avalia especificamente o fator ‘g’ – capacidade intelectual geral (Angelini et al., 1992).
Segundo Brites (2009), é um teste reconhecido internacionalmente e um dos mais aplicados no domínio da avaliação da inteligência. O que é o teste? 1. As MPCR são consideradas a melhor medida do fator g, sendo este comum e constante em todas as tarefas cognitivas. No entanto, existem estudos de analise fatorial que identificam 3 ou mesmo 4 fatores. 2. Raven defende que este teste avalia um processo psicológico não verbal da inteligência, designado por capacidade edutiva, que contrapõe a capacidade reprodutiva avaliada por testes de vocabulário, por exemplo. 3. Alguns investigadores alegam que os itens da serie B, os mais difíceis, avaliam a inteligência geral, mais especificamente, o raciocínio por analogia, enquanto outros consideram as MPCR com uma medida do raciocínio. 4. Por sua vez, considerando as diferentes conceituações do funcionamento cognitivo associadas as teorias da inteligência, podemos encontrar varias respostas acerca do que medem as MPCR: e um teste de resolução de problemas, e uma medida da inteligência fluida, remete para processos gráficos e operacionais, entre outros. De fato, analisando os diversos modelos teóricos (Cattell - teoria da inteligência fluida e cristalizada; Jensen – teoria das aptidões de Nível I e Nível II; Das e colaboradores – teoria do processamento sucessivo e simultâneo; Hebb – teoria da Inteligência A, B e C e; Piaget – teoria do desenvolvimento intelectual), identifica-se o raciocínio como variável comum subjacente aos indicadores determinados: inteligência geral, fator g, inteligência fluida, aptidão de Nível II, resolução de problemas ou pensamento. 5. Na avaliação exaustiva de vários modelos, encontra-se o raciocínio como denominador comum e primordial associado as varias tentativas de explicitar o que esta prova avalia.” (BIRTES, 2009 P. 35-36) Formas de Avaliação e Formas de Correção Almeida (2009) disserta sobre a forma de aplicação do teste. Baseado nos escritos da autora é possível afirma que o material para a aplicação das MPCR é constituído pelo teste, manual, folha de respostas e grelha de correção. O teste pode ser aplicado individual ou coletivamente. Cada item é cotado com 1 ponto se o sujeito tiver respondido corretamente e com 0 pontos se a resposta dada for incorreta. A pontuação máxima corresponde, portanto, a 35 ou a 36 pontos, consoante o primeiro item seja, ou não, considerado como exemplo. De um modo geral, não há um tempo limite para a aplicação das MPCR, para assegurar que o sucesso dependa apenas da capacidade atual da pessoa para a atividade intelectual. Formas de aplicação e Material Obrigado
Full transcript