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Introdução à Semiologia e Semiotécnica em Enfermagem

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Renata Gasparino

on 19 October 2015

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Transcript of Introdução à Semiologia e Semiotécnica em Enfermagem

Profa. Dra. Renata Gasparino
OBJETIVOS
Compreender:

etapas que compõem a primeira fase do Processo de Enfermagem;
metodologia para realização da entrevista;
técnicas básicas para realização do exame físico;

Introdução à Semiologia e Semiotécnica em Enfermagem
Referências
Exemplo:

Identificação;
Informações sobre a doença e tratamento;
Hábitos;
Exame físico;
Aspectos psicossociais;
Dados específicos de cada área;
Instrumentos de
Coleta de Dados
Para auxiliar uma pessoa a manter, aumentar e recuperar o nível de saúde, o enfermeiro
deve ser capaz de estabelecer os julgamentos clínicos adequados.
Para isso, o processo de enfermagem é utilizado como método para sistematizar o cuidado, propriciando condições para individualizar e administrar a assistência e melhorar a integração e os resultados.
1)
Histórico de Enfermagem
;
2) Diagnóstico de Enfermagem;
3) Planejamento de Enfermagem;
4) Implementação;
5) Avaliação de Enfermagem;
Processo de Enfermagem
O Processo de Enfermagem deve estar baseado num suporte teórico que oriente a coleta de dados, o estabelecimento de diagnósticos de enfermagem e o planejamento das intervenções de enfermagem
(COFEN, 2009)
Habilidades intelectuais, interpessoais e técnicas
1) Histórico de Enfermagem:
coleta de dados objetivos e subjetivos;
organização da coleta dos dados;
documentação metódica desses dados;
Fase Inicial
Objetivo dessa fase: identificar e obter informações pertinentes.

Essa etapa constitui o alicerce no qual se baseiam as etapas seguintes.
A utização dos instrumentos deve ser um processo dinâmico, deve passar por constante avaliação e se necessário, transformações.
(Barros et al., 2002)
(Barros et al., 2002)
Histórico de Enfermagem
Anamnese e Exame Físico
Anamnese
Coleta de dados do prontuário de saúde, registros de outros profissionais da equipe multiprofissional, resultados de exames laboratoriais, exames de imagem e entrevista.
Anamnese
ana= trazer de volta, recordar
mnese: memória
Anamnese
COMO OBTER HISTÓRIA CLÍNICA?

Análise do prontuário;

Adote uma postura profissional empática;

Crie uma atmosfera de apoio (o paciente deve se sentir confortável);

Evite julgamento de valores;
Local privado, tranquilo
Anamnese
Barreiras da comunicação:
Influências:

Sociais
Espirituais
Psicológicas
Físicas
Intelectuais
Anamnese
O QUE PERGUNTAR?

Identificação do paciente;
Queixa principal;
História da queixa;
Antecedentes pessoais e familiares;
História familiar e social;
Hábitos e vícios;
Comportamentos de saúde;
Interrogatório sobre os diversos aparelhos;
Local privado, tranquilo
Anamnese
COMUNICAÇÃO EFICAZ:

Silêncio: momentos de silêncio estimulam o cliente a continuar falando e de analisar a organização do pensamento.

Audição Atenta:
escutar atentamente cuidado para não se distrair;
conhecer o estado emocional do paciente;
Histórico de Enfermagem
Anamnese e Exame Físico
Exame Físico
"Traço de união entre a arte e a ciência de enfermagem."
Dados subjetivos:
coletados na anamnese;

Dados objetivos:
utilização de equipamentos;
técnicas propedêuticas;
Posicionamento do Paciente
Técnicas Básicas para o Exame Físico
Instrumentos
Esfigmomanômetro;
Estetoscópio;
Termômetro;
Fita métrica;
Inspeção;
Palpação;
Percussão;
Ausculta;
Visão;
Tato;
Tato;
Audição;
Olfato também é importante!
Busca de dados que subsidiem o raciocínio clínico
Lanterna;
Algodão;
Abaixador de língua;
Pupilômetro;
Exame Físico - Inspeção
Inspeção
Panorâmica;

Localizada;



Procurar por dismorfias, distúrbios no desenvolvimento, lesões cutâneas, presença de cateteres ou outros dispositivos, expansibilidade, ...
Inspeção
Estática: observação dos contornos anatômicos;

Dinâmica: observação dos movimentos próprios do segmento inspecionado;



Frontal: modelo - padrão;

Tangencial;


Inspeção
Iluminação adequada;

Utilizar lanterna para inspeção de cavidades;

Respeitar a privacidade do paciente;
Exame Físico - Palpação
Palpação
Polpas Digitais
Palpação
Permite a identificação de modificações de textura, espessura, consistência, sensibilidade, volume e dureza.

Permite a percepção de frêmito, elasticidade e edema.
Tato: obtenção das impressões táteis mais superficiais;

Pressão: obtenção de impressões táteis de regiões mais profundas;
Mãos espalmadas
Polpas Digitais
Pinça
Dorso da mão
Dígito - pressão
Puntipressão e Fricção com algodão
Exame Físico - Percussão
Percussão
Dígito - Digital
Percussão
Vibrações originadas poro de pequenos golpes realizados em determinada superfície do organismo.

As vibrações possuem características próprias quanto a intensidade, tonalidade e timbre.
Direta;

Dígito-digital;

Com a borda da mão, punho-percussão e piparote;
Direta
Dígito - Digital
Punho Percussão
Percussão com a borda da mão
Piparote
Os dedos devem estar fletidos e os movimentos de golpear são feitos pela articulação do punho.
É realizada golpeando-se com um dedo a borda ungueal ou a superfície dorsal da segunda falange do dedo médio ou indicador da outra mão, que encontra-se espalmada na região de interesse.
Sons encontrados:

Claro pulmonar: presença de ar dentro dos alvéolos;

Submaciço: presença de pequena quantidade de ar;

Maciço: regiões desprovidas de ar ;

Timpânico: regiões que contenham ar;
Realizar dois golpes seguidos para confirmar o som
Órgãos simétricos: fazer percussão comparada
Exame Físico - Ausculta
Pulmões
Abdome
Ausculta
Busca por ruídos considerados normais ou patológicos, no exame de vários órgãos, através da utilização de um estetoscópio.
Normal: murmúrios vesiculares (passagem do ar);

Ruídos adventícios:
Roncos;
Sibilos;
Estertores;
Atrito pleural;
Coração
Normal: bulhas cardíacas;

Anormais:
Sopros;
Atrito pericárdico;
Estalido;
Sopros;

Ruídos hidroaéreos;
Estetoscópio
Olivas auriculares;

Armação metálica;

Tubos de borracha;

Receptores:

Campânula: sons de baixa frequência;

Diafragma;
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