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Untitled Prezi

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by

Douglas Siqueira

on 16 May 2013

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Transcript of Untitled Prezi

LEISHMANIOSE Leishmaniose Leishmaniose Tegumentar Leishmaniose Tegumentar Leishmaniose Visceral Dados Extras Leishmaniose Visceral Douglas S., Marcus A., Valeska G., Pablo M., Giovanna S. e Francisco V. Tegumentar e Visceral O que é? A leishmaniose é uma doença não contagiosa causada por parasitas (protozoários ''Leishmania'') que invadem e se reproduzem dentro das células que fazem parte do sistema imunológico (macrófagos) da pessoa infectada. A leishmaniose tegumentar americana, conhecida popularmente pelos nomes: “úlcera de bauru”, “nariz de tapir” e “ferida brava”, caracteriza-se por apresentar feridas indolores na pele ou mucosas do indivíduo afetado. É causada por protozoários do gênero Leishmania, como o L. braziliensis, L. guyanensis e L. amazonensis: Introdução: Transmissão: A transmissão ocorre pela picada de fêmeas de flebotomíneos infectadas. Sintomas: Causa lesões que podem ocorrer na pele e/ou mucosas. Apresentam aspecto de úlceras, com bordas elevadas e fundo granuloso, geralmente indolor. As lesões das mucosas são mais freqüentes no nariz. Prevenção População humana: medidas de proteção individual, tais como usar repelentes e evitar a exposição nos horários de atividades do vetor (crepúsculo e noite) em ambientes onde este habitualmente possa ser encontrado;
Vetor: manejo ambiental, através da limpeza de quintais e terrenos, a fim de alterar as condições do meio, que propiciem o estabelecimento de criadouros para formas imaturas do vetor.
OBS: Este é o meio de se previnir da leishmaniose visceral e tegumentar. Tratamento: O SUS oferece tratamento específico e gratuito para a doença. O tratamento é feito com uso de medicamentos específicos a base de antimônio, repouso e uma boa alimentação. A droga de primeira escolha para tratamento de casos de LTA é o antimoniato de N-metil glucamina Introdução: A leishmaniose visceral, também conhecida como calazar, esplenomegalia tropical e febre dundun, é uma doença causada pelo protozoário: tripanossomatídeo Leishmania chagasi. Transmissão: É transmitida por vetores da espécie Lutzomia longipalpis e L. cruzi; mosquitos de tamanho diminuto e de cor clara, que vivem em ambientes escuros, úmidos e com acúmulo de lixo orgânico. Sintomas: Os sintomas mais freqüentes são febre e aumento do volume do fígado e do baço,

emagrecimento, complicações cardíacas e circulatórias, desânimo, prostração, apatia e palidez. Pode haver tosse, diarréia, respiração acelerada, hemorragias e sinais de infecções associadas. Quando não tratada, a doença evolui podendo levar à morte até 90% dos doentes. ''O Brasil é o país das Américas com maior acometimento humano, sendo a região Nordeste responsável por 70% dos casos.'' ''No Nordeste, a cidade de Teresina, capital do estado do Piauí, está entre as três mais endêmicas do país. De 1999 a 2006, acumularam-se 1.297 casos humanos, com 59 óbitos. No ano de 2007, 78 casos e seis óbitos; e até meados de 2008, 66 casos e 6 óbitos'' ''A criação de porcos e galinhas facilitam a transmissão da Leishmaniose, o risco de contrair a doença é quatro vezes maior em quem cria esses tipos de animais.
Os porcos e as galinhas facilitam o aparecimento do mosquito - palha.'' ''O tratamento de leishmanioses ganha um novo aliado: formulações farmacêuticas produzidas com substâncias do extrato purificado do cogumelo do sol. Pesquisadores da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e da cooperativa Minasfungi do Brasil estão testando as novas formulações in vitro e em camundongos infectados pela doença, e estão obtendo resultados promissores. '' O diagnóstico é pela observação direta microscópica dos parasitas em amostras sanguíneas ou de biópsias de baço, detecção do seu DNA ou através de testes imunológicos.
Diagnóstico: Situação Epidemiológica: É o segundo maior assassino parasitário no mundo, depois da malária, responsável de uma estimativa de 60 000 que morrem da doença cada ano entre milhões de infecções mundiais.
Tratamento: É utilizado o mesmo medicamento para os outros tipos de leishmaniose, A vacina terapêutica para leishmaniose, desenvolvida pelo Prof. Wilson Mayrink (UFMG ), está em fase de testes finais podendo dentre de alguns anos ser comercializada em escala industrial.
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