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Colecistite / Colecistectomia

Estudo de caso de enfermagem
by

Vinicius de Castro

on 27 September 2013

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Transcript of Colecistite / Colecistectomia

Estudo de Caso
Colecistite / P.O. Colecistectomia
Marcus Vinícius de Castro Botaro
Introdução
A colecistite é a inflamação da vesícula biliar. A colecistite aguda é uma emergência médica que se não tratada pode complicar levando à morte. Para o tratamento dos pacientes portadores de colecistite crônica litíasica, tem se utilizado, com grande frequência, a técnica de colecistectomia laparoscópica, pois proporciona maior segurança ao paciente, menores riscos de infecção, alta hospitalar precoce, além de restabelecimento rápido das atividades habituais.
Justificativa
Esta patologia chama atenção devido ao número de internações para a realização do procedimento de colecistectomia neste hospital. Assim, há necessidade de se estudar mais a patologia, suas variações de sintomas e cuidados, sobretudo no pós-operatório, para a eficácia dos cuidados de enfermagem neste período.
Historia Clínica da Paciente
C.A.C.L., mulher, 37 anos, vendedora, casada, internada em leito de enfermaria para realização de colecistectomia por videolaparoscopia. Em consulta médica no P.S. deste hospital, paciente referiu dor latejante em hipocôndrio direito com irradiação para as costas e náuseas. Foi medicada para dor e náusea por via endovenosa. Foi realizado de US de abdome total, e hemograma (Leucócitos 17.000/mm³ ). O diagnóstico médico foi de Colelitíase + Colecistite. Paciente foi internada para a realização da cirurgia. Ao SAEP negou antecedentes cirúrgicos, alergias e doenças pregressas. Referiu dor em hipocôndrio direito (7/10), náusea e ansiedade por procedimento.
Fisiopatologia
A colecistite, é um processo inflamatório recorrente associado à presença de cálculos, (em geral constituídos por bilirrubina e colesterol) no interior da vesícula biliar (colelitíase). Os cálculos levam a um processo inflamatório na vesícula: causam obstrução parcial da drenagem pelo ducto cístico, desencadeando estase da bile armazenada que aumenta a proliferação de bactérias ocasionando a cólica biliar. Esta patologia acomete principalmente mulheres em período fértil, obesos e pessoas com dieta hipergordurosa e diabéticos, devido ao ganho e perda de peso rápidos.
Sintomas
Dor e Sinal de Murphy + em região epigástrica / hipocôndrio direito;
Náuseas ou êmese;
Febre;
Icterícia;
Leucocitose;

Medicação
Diagnósticos de enfermagem
A identificação dos diagnósticos de enfermagem de um determinado grupo específico de pacientes possibilita ao enfermeiro o conhecimento das respostas humanas alteradas e contribui para que haja o desenvolvimento de intervenções de enfermagem direcionadas e individualizadas. GALDEANO (2002).
Integridade da pele prejudicada
Dano às membranas mucosas, córneas, pele ou tecidos subcutâneos.

Fator relacionado
: dano mecanico (cirurgia de colecistectomia.

Característica definidora
: tecido subcutaneo e pele destruidos.
Hipotermia
Temperatura corporal abaixo dos parâmetros normais.

Fatores relacionados
: medicamentos que causam vasodilatação, exposição a ambiente frio e incapacidade para tremer.

Caracteristicas definidoras
: redução da temperatura corporal abaixo dos parâmetros normais, tremor e piloereção.
Risco para infecção
Estar em risco aumentado de ser invadido por organismos patogênicos.

Fatores de risco
: procedimentos invasivos, destruição de tecidos e exposição ambiental aumentada, defesa primária inadequada (pele e tecido subcutâneo rompidos) e doença crônica.
Risco para aspiração
Estar em risco de entrada de secreções gastrintestinais, secreções orofaríngeas, sólidos ou fluídos nas vias
traqueobrônquicas.

Fatores de risco
:
administração de medicamentos (drogas anestésicas que potencializam o vômito), nível de consciência reduzido e situações que impedem a elevação da parte superior do corpo.
Náuseas
Sensação desagradável no epigástrio ou abdome que pode levar ao impulso ou necessidade de vomitar.

Fatores relacionados:
distensão gástrica, administração de drogas que provocam náusea.

Características definidoras:
relato de náusea, salivação aumentada, sensação de vômito.
Dor aguda
Experiência sensorial e emocional desagradável que surge de lesão tissular real ou potencial.

Fator relacionado
: Agente lesivo (biológicos e físicos).

Características definidoras
: relato verbal de dor.
São Paulo, 27 de setembro de 2013
Considerações finais
Conhecer os D.E. dos pacientes no período pós-operatório de cirurgia de colecistectomia laparoscópica, nos possibilita planejar individualmente o cuidado prestado à esses clientes.

Assim podemos propor intervenções fundamentadas e especificas, proporcionando a implementação de ações eficazes e imediatas para a resolução dos problemas identificados. Promove-se o bom atendimento, evita-se complicações proporcionando um período de recuperação tranquilo ao paciente de colecistite/ colecistectomia laparoscópica.
Referências
BOUNDY, J. et al. Enfermagem medico-cirúrgica. Tradução Carlos Henrique Cosendey. Rio de Janeiro: Reichmann & Affonso Editores, 2004.

DALRI, C.C.; ROSSI, L.A.; DALRI, M.C.B. Diagnósticos de enfermagem de pacientes em período pós-operatório imediato de colecistectomia laparoscópica. Rev Latino-Am. Enfermagem, Ribeirão Preto, v.14, n.3, jun, 2006. Disponível em: <htpp:www.scielo.br>. Acesso em: 13 ago 2013.

Hospital Villa-Lobos. Colecistectomia Videolaparoscópica. Ricardo Cruz Nunes. Docnix - Acesso em 15 ago. 2013.

North American Nursing Diagnosis Association (NANDA). Diagnósticos de enfermagem da NANDA: definições e classificação 2012-2014; trad. Regina Machado Garcez – Porto Alegre: Artmed, 2012.

NUNES, S.I. et al. Colelitíase assintomática: quando operar. HU rev., Juiz de Fora, v.33, n.3, p.69-73, jul.set, 2007. Disponível em:<htpp:WWW.scielo.br>. Acesso em: 16 ago. 2013.

ORTIGARA, L. et al. Avaliação pré-operatória dos pacientes com coledocolitíase. Mom.&Perspec.Saúde, Porto Alegre, v.18, n.1, jan.jun, 2005. Disponível em: <htpp:WWW.scielo.br>. Acesso em: 12 ago. 2013.

PINOTTI, H.W. et al. Colecistectomia laparoscópica-estruturação de um modelo de trabalho. Rev Col. Bras. Cir., Rio de Janeiro, v.27, n.2, abr., 2000. Disponível em: <htpp:WWW.scielo.br>. Acesso em: 15 ago. 2013.
Prescrição de enfermagem
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