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Defesa de Monografia

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by

Jurandir Eduardo

on 11 March 2013

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Transcript of Defesa de Monografia

“NEM HOMEM, NEM MULHER, GENTE”: a desconstrução do gênero no espetáculo Gente computada igual a você do grupo Dzi Croquettes.
Orientação: Michelle Cabral
Aluno: Jurandir Eduardo Dzi Croquettes. INTRODUÇÃO 2° Ditadura em cena
3° O estranho de Ser Dzi
4° Descontruindo o Gênero através do espetáculo 2° Ditadura em cena AI5 - No Palco da Censura
Os gritos em meio ao silêncio na pespectiva da discussão do gênero. transcendência. Influenciados pelo grupo só o amor constroi! DIFERENTE! 3° O estranho de Ser Dzi “[...] foi engendrado a partir de uma proposta de vida comunitária entre um grupo de pessoas, e essa postura continua dinamizando a criação artística após a encenação publica” (LOBERT, 2010, p.89), O trabalho do artista de performance é basicamente um trabalho humanista, visando libertar o homem de suas amarras condicionantes, e a arte, dos lugares comuns impostos pelo sistema. Os praticantes da performance, numa linha direta com os artistas da contracultura, fazem parte de um último reduto que Susan Sontag chama de “Heróis da vontade radical”, pessoas que não se submetem ao cinismo do sistema e praticam, à custa de suas vidas pessoais, uma arte de transcendência. (COHEN, 2011, p.45) PERFORMATIVIDADE A gente falava muito da androgenia e cada um interpretava isso a seu modo. Mas não era obrigatório ter esse conceito para fazer um figurino. Lembro-me que o Wagner, por exemplo, falava sempre que usava uma maquiagem feminina mas, gostava de mostrar seu peitoral através do vestido, bastante forte e masculino. Isso, para ele, criava um contraste e uma contradição bastante interessante. O Roberto fazia uma bailarina árabe, de barba e bigode, muito engraçado. A minha bailarina (alemã) tinha a cara do Hitler. O Ciro fazia uma puta, com um lindo trapo dourado, sapato muito alto, mas, a tatuagem de dragão no braço não deixava duvida que era um homem. Brincar com isso era um barato, mas, não obrigatório. (Resposta do ator, ao questionário aplicado a ele via E-mail em 13/09/2011). Mesmo que existam regras, que se tracem planos e sejam criadas estratégicas e técnicas, haverá aqueles e aquelas que rompem as regras e transgridem os arranjos. [...], não há como impedir que alguns se atrevam a subverter as normas. Esses se tornarão, então, os alvos preferenciais das pedagogias corretivas e das ações de recuperação ou de punição. Para eles e para elas a sociedade reservará penalidade, sanções, reformas e exclusão. (Louro, 2004,p.160) A ambiguidade perpassava todos os níveis da elaboração da peça; por exemplo, no nível simbólico social, os atores apresentavam-se tanto com características pessoais ou propostas da vida real, quanto na ficção de seus personagens, no momento seguinte; melhor ainda, havia vestes supostamente de mulher sobre corpos de homens, sem que os atores, no entanto, renunciassem à sua condição de homens (LOBERT, 2010, p.46) MUITO OBRIGAD@!!!! Em 1972, estavamos no auge da repressão politica: a censura, o medo, a violência, a desconfiança, eram nossos companheiros cotidiano. No teatro, o clima de insegurança era constante; até o ultimo momento não se sabia se uma peça seria permitida ou proibida na sua integra. O teatro era visto mais como um lugar subversivo, em termos de politico, do que como espaço de produção cultural. (LOBERT, 2010, p.18) "O que valia a pena era ser livre para criar, acrescentar ao espetáculo e abrir novos caminhos. Quanto mais livre em cena mais livres da vida e vice versa." (Claudio Tovar)
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