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A CRIATIVIDADE COMO INSTRUMENTO BÁSICO PARA O CUIDAR

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by

Lyra Torres

on 20 August 2016

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Transcript of A CRIATIVIDADE COMO INSTRUMENTO BÁSICO PARA O CUIDAR

A CRIATIVIDADE COMO INSTRUMENTO BÁSICO PARA O CUIDAR
A Criatividade como Instrumento Básico em Enfermagem
A Criatividade é a Arte de Cuidar.
INTRODUÇÃO
A criatividade, um dos instrumentos básicos, é essencial para o desenvolvimento de atividades assistências, de ensino e de pesquisa em enfermagem.

Cuidar é mais do que aplicar um tratamento e monitorar as condições do paciente. É acolher, ouvir, enxergar a pessoa como um ser completo, distraí-la, dar afeto e ajudar na sua educação.
Esses anjos não têm asas, porém distribuem muito mais que sorrisos. 

Wanda Horta;


Conhecimento das técnicas e materiais de trabalho;


Solucionar problemas;


Expressar amor e alegria para com o paciente.

O Uso da Criatividade na Enfermagem
“Um produto criativo reestrutura nosso universo de compreensão”. (Taylor, C.W.)

Existe cuidado sem cura, mas não existe cura sem cuidado.
Florence Nightingale
Usar a criatividade como uma forma de ajudar ao próximo é a maneira mais linda de expressar o amor. (SILVA JUNIOR, C. L.)

Cidson Leonardo Jr.
Discentes:
Alécia L. Vasconcelos
Carlos Alves dos Santos
Cidson Leonardo Jr.
Daniele M. de Lima
Mariane C. F. Araújo
O uso da criatividade na área assistencial
Alécia Laila
“Devido a seu caráter dinâmico, a criatividade é um instrumento básico essencial à prática da enfermagem”
Processo de Enfermagem
Coleta de dados
Diagnóstico de Enfermagem
Planejamento de Enfermagem
Implementação
Avaliação
Localização das lixeiras
Localização do posto de enfermagem
Organização dos leitos
Distribuição de tarefas
Exemplos de criatividade na área assistencial
Como estimular a criatividade?
1. Estude os problemas de enfermagem encontrados no seu dia a dia;
2. Busque recursos em outras ciências;
3. Crie condições para realizar associações de idéias, o que culminará na estimulação de seu potencial criador;
O cuidado de enfermagem criativo não busca apenas a resolução de problemas, este valoriza também o “conhecimento natural” do enfermeiro de intuição e senso comum, além de promover o desenvolvimento pessoal do enfermeiro, exercitando suas habilidades inovadoras, interpessoais e criativas.

Conclusão
Uso da criatividade no ensino
Carlos Alves
Uma das funções do enfermeiro é a de ensinar.
Estratégias que o enfermeiro pode utilizar para propiciar a expressão da criatividade do “aluno”:
1. Não sufocar a criatividade ;
2. Estimular a criatividade:
Associação de ideias;
Simulações situações - problema;
Debate sobre variados assuntos;

Os meios que o enfermeiro dispõe:
O tempo;
O espaço;
Os objetos;
As pessoas.
O ensino é um processo dinâmico e variado.
O professor deve estimular do potencial criativo do aluno de enfermagem.
Ações essências ao professor- enfermeiro:
Planejamento;
Disciplina;
Atualização.
Exemplo:
Um enfermeiro responsável pelas orientações de um grupo de pacientes em um ambulatório, no qual ministra aulas sobre cuidados com os pés e auto- aplicação de insulina...

E agora, um exemplo!
Uso da Criatividade na Pesquisa em Enfermagem
"Parece que cada vez mais se substitui o par 'conhecimento-experiência' pelo par 'conhecimento-criatividade'." (Mandra)
Daniele Mendonça
Não limitar a criatividade a certos campos da ciência;
Competição é um elemento motivador da criatividade na área científica;
Pesquisar: um ato de criação e recriação;
Não fosse a pesquisa de Florence Nightingale a enfermagem moderna encontrar-se-ia afastada da evolução da humanidade
Considerações Finais
A criatividade é essencial na evolução do saber-fazer científico;
A criatividade estimula o crescimento individual e coletivo;
O enfermeiro deve estimular o hábito de refletir sobre sua prática diária.
"Não haveria criatividade sem a curiosidade que nos move que nos põe impacientemente impacientes diante do mundo que não fizemos, acrescentando a ele algo que fazemos." Paulo Freire
“Processo resultante de uma obra pessoal, aceita como útil ou satisfatória, por um grupo social ou indivíduo”.
“Função inventiva da imaginação criadora, dissociada da inteligência”.

Conceituando Criatividade
Guilford concebe o intelecto como um modelo tridimensional:
Operações (memória, cognição, produção convergente e produção divergente);
Produtivos (capacidade de reconhecer classes, relações, sistemas e transformações);
Conteúdos (elementos figurativos, simbólicos, semânticos e comportamentais).
O pensamento produtivo convergente exige do pensador:
Fluência verbal e de ideias;
Flexibilidade;
Originalidade;
Percepção;
Reconstrução.
Conceituando Criatividade
CRIATIVIDADE X INTELIGÊNCIA
Criatividade:
"É a capacidade de produzir ideias ou objetos novos e socialmente valiosos que vão da filosofia à pintura, da música à ratoeiras." (Mumford e Gustafou,1988; Sternberg,1996; Sternberg, 2011)

"Atividade mental e inovadora e original que se afasta dos padrões costumeiros e resulta em mais de uma solução aceitável para um problema." (Pensamento Divergente).

Mariane Araújo
Inteligência
Consiste em muitas capacidades cognitivas separadas, inclusive as envolvidas em percepção, memória, pensamento e linguagem.

Pesquisas realizadas no campo da psicologia, afim de distinguir criatividade de inteligência, conseguiram resumir em quatro grupos as variações de potencial criativo.
Grupo 1:
Alta Criatividade e ALta Inteligência;
Grupo 2:
Alta Criatividade e Baixa Inteligência;
Grupo 3:
Baixa Criatividade e Alta Inteligência;
Grupo 4:
Baixa Criatividade e Baixa Inteligência.
Alta Criatividade e Alta Inteligência
Pessoas mais autoconfiantes;
Ampla rede de relações sociais;
Alta concentração e muito interesse;
Facilidade de aprender;
Apresentam comportamento estimado.
Prós
Apresentam comportamento perturbador em algumas situações;
Dificuldade de aceitar programas que pregam participação igualitária dos membros de um grupo.
Contras
Baixa Criatividade e Baixa Inteligência
Autoconfiantes;
Facilidade nos relacionamentos.

Prós
Contras
Altamente ansiosos;
Possibilidade de desenvolver sintomas psicossomáticos.

Alta Criatividade e Baixa Inteligência
São indivíduos mais cautelosos.

Pró
Contras
Mais hesitantes e inseguros;
Se excluem socialmente;
Baixa concentração;
Menosprezam seus próprios trabalhos;
Apresentam comportamento perturbador.

Baixa Criatividade e Alta Inteligência
Prós
Indivíduos autoconfiantes;
Bastante concentrados em assuntos acadêmicos;
“Devotados à realização acadêmica”.

Contras
Receio em expor suas opiniões;
Comportamento mais recatado;
Intolerância a imprevistos.

Conclui-se, portanto, que as pessoas criativas:
DAVIDOFF, Linda L. Introdução à psicologia. São Paulo: McGraw-Hill, 1983. 732 p.
MORRIS, Charles G.; MAISTO, Albert A. Introdução a psicologia. São Paulo: Prentice Hall, 2004. 551 p. 
CIANCIARULLO, Tamara Iwanow. Instrumentos basicos para o cuidar: um desafio para a qualidade de assistencia. São Paulo: Atheneu, 1996. 154 p.

Referências Bibliográficas
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