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Liberalismo

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by

Maria Sampaio

on 9 September 2014

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Liberalismo
Definição
Seu surgimento deu-se anda na era Iluminista, por um grupo de pensadores europeus durantes os séculos XVII e XIII, contra a tendência absolutista.
O liberalismo era contrário as acusaçōes das autoridades (estatais ou religiosas) sobre a conduta do indivíduo, ideologicamente e materialmente.
Foi a ideologia política da burguesia (liberal) que conseguiu conquistar uma posição predominante durante o século XIX e até a I Guerra Mundial, quando se tornou a política dominante em quase todo mundo ocidental. O princípio da liberdade econômica, proclamada pelo liberalismo, se desenvolveu em condiçōes de grandes desigualdades sociais e posteriormente teve uma forte reação através das doutrinas socialistas e comunistas, cujos movimentos se tornaram opositores bem mais fortes ao liberalismo que as correntes conservadoras e tradicionais.
Devido a problemas políticos e sociais após a I Guerra Mundial na Europa central, o liberalismo fracassou e como consequência países como Alemanha e Itália entraram em crise, o que contribuiu para o surgimento de regimes totalitários como o fascismo.
Posteriormente a II Guerra Mundial o liberalismo ressurgiu, pretendendo constituir de novo uma opção no campo político e econômico.

Liberalismo Político
O liberalismo político implicava a restrição do poder estatal, não permitindo que o Estado interfira em alguns direitos fundamentaism como o direito à vida, à felicidade e à liberdade.
Liberalismo Econômico
Liberalismo Social
O propósito do liberalismo social é defender os direitos humanos e as liberdades civis dos cidadãos contra possíveis atos de opressão do Estado. No entanto, o liberalismo social vai além disso, mas indica que o Estado deve proporcionar aos cidadãos oportunidades a nível econômico, de saúde, de educação, etc.
Professora: Maria de Fátima
Daniel Alegria
Felipe Caio
Maria Zilda Sampaio
Tiago Pace
Relaçōes Internacionais
2o Semestre/2014
O liberalismo pode ser caracterizado como uma doutrina que defende a livre iniciativa, os direitos básicos de pensamento, comunicação, associação e movimentação dos homens.
Acredita na livre iniciativa dos agentes econômicos e no livre fluxo dos mecanismos de oferta e de procura dos mercados.
Surgimento Liberalismo Clássico
Montesquieu
1689 - 1755
Voltaire
1694 - 1778
François Quesnay
1694 - 1774
Vincent de
Gournay
1712 - 1759
Adam Smith
1723 - 1790
Jeremy
Bentham
1748 - 1832
Stuart
Mill
1806 - 1873
Autor da mais famosa frase do liberalismo econômico:
Certa interferência do Estado na economia era tolerável desde que se destinasse a prevenir a injustiça e a opressão ou para incentivo à educação ou preteção da saúde pública.
Desenvolveu a teoria de governo que alimenta as idéias do constitucionalismo. Neste, busca-se distribuir a autoridade, de modo a evitar o arbítrio e a violência;

Descreveu cuidadosamente a separação dos poderes em Executivo, Judiciário e Legislativo.
"Num Estado, isto é, numa sociedade em que há leis, a liberdade não pode consistir senão em poder fazer o que se deve querer e em não ser constrangido a fazer o que não se deve desejar.(...) a liberdade é o direito de fazer tudo o que as leis permitem; se um cidadão pudesse fazer tudo o que elas proibissem, não teria mais liberdade, porque os outros também teriam tal poder"
Defendia o liberalismo, seja ele econômico, político, ou religioso;

Defendia o progresso das ciências e dar artes e o avanço da suposta civilização européia.
“Posso não concordar com nenhuma palavra do que você disse, mas defenderei até a morte o seu direito de dizê-lo”
Defendia a independência da economia e ênfase na liberdade de iniciativa econômica, na livre circulação da riqueza, valorização do trabalho humano e na economia de mercado, opondo-se a interferência do Estado e as demais medidas restritivas e protecionistas defendidas pelo Mercantilismo
Segundo Quesnay, o comércio e a indústria não eram fontes de riqueza, e os excedentes agrícolas, fluindo através da economia sob a forma de aluguel, salários e compras, formam o real motor econômico;

Acreditava que o regulamento impedia o fluxo de renda em todas as classes sociais e, portanto, o desenvolvimento econômico, e que os impostos sobre as classes produtivas, tais como agricultores, devem ser reduzidos em favor de aumentos para as classes improdutivas, tais como proprietários de terras, que com sua forma de vida luxuosa, distorciam o fluxo de renda.
Defendia que as atividades comerciais e industriais deveriam usufruir de liberdade, para assim se desenvolverem e alcançarem a acumulação de capitais;

"Deixe fazer, deixe passar, o mundo vai por sí mesmo"
"Ao buscar seu próprio interesse, o indivíduo frequentemente promove o interesse da sociedade de maneira mais eficiente do que quando realmente tem a intenção de promovê-lo."
Confrontou as ideias de Quesnay e Gournay, afirmando que a prosperidade econômica e a acumulação de riquezas não são concebidas através da atividade rural e nem comercial, mas sim através do trabalho livre, sem nenhum agente regulador ou interventor.
Concluiu que os atos humanos são movidos pelo interesse e que a sociedade será ideal quando permitir a realização da felicidade do indivíduo, sem que esta comprometa o bem-estar coletivo.
Fundador do utilitarismo. Visa o“princípio da utilidade”: o único critério para orientar o legislador é criar leis que promovam a felicidade para maior númerode cidadãos. E, nesse sentido, critica as resoluções liberais que levam ao egoísmo.O governo deve visar a felicidade para um número cada vez maior de pessoas. Seus objetivos são: prover a subsistência,produzir a abundância, favorecer aigualdade e manter a segurança. Para tanto, são necessárias eleições periódicas, sufrágios livres e universal, liberdade de contrato.
O maior medo de Mill era que o povo se transformasse em meras "ovelhas industriais" e que a "mediocridade coletiva" fosse gradualmente estrangular a originalidade e talentos individuais.

Defensor consistente do individualismo, considerava que a única restrição legítima à liberdade individual era aquela que prejudicava o outro.
Bibliografia
MERQUIOR, José Guilherme.
O Liberalismo: Antigo e Moderno
. Rio de Janeiro: Editora Nova Fronteira.
MONTESQUIEU.
O Espírito das Leis
. Disponível em: <http://academico.direito-rio.fgv.br/ccmw/images/e/e6/II-texto1-Montesquieu.pdf> Acesso em: 07 de setembro de 2014
ASHFORD, Nigel.
Os Dez Principios do Liberalismo
. Disponível em: <http://direitasja.com.br/2012/03/25/os-dez-principios-do-liberalismo-classico> Acesso em: 06 de setembro de 2014
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