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REPOSITÓRIOS INSTITUCIONAIS

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by

Nadia Seabra

on 31 August 2014

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Transcript of REPOSITÓRIOS INSTITUCIONAIS

REPOSITÓRIOS INSTITUCIONAIS
Mídias digitais
x
Ensino / pesquisa/ comunicação científica


Os softwares mais conhecidos são:
DSpace, EPrints, Greenstone, Nou-Rau e Fedora.

Livre
MIT
Código aberto (open source)
possibilita a criação de repositórios digitais
 

Serviços para a comunidade científica
Disseminação seletiva da informação
Digitalização da produção científica impressa
Dados estatísticos para os autores
Depósito mediado e auxílio para o autodepósito
Orientação sobre direitos autorais
Treinamento e suporte aos usuários


Necessidade de fazer um estudo:
Propriedade de um repositório:


Histórico

Repositórios Institucionais

Surgimento da Internet

Surgem os RIs

Histórico
Segunda Guerra Mundial x Transformações tecnológicas
Maximização do acesso ao material científico;
Fluxo da informação se torna mais intenso ;
As bibliotecas buscam novas maneiras para realizar a organização, armazenamento, tratamento técnico, disseminação, recuperação, acesso e uso da informação;




Metade do século XX: Um período de grandes transformações tecnológicas
Fim da segunda Guerra Mundial
Inúmeras tecnologias foram desenvolvidas e criadas
Fluxo

Criação de comunidades

Dublin Core
IMPLEMENTAÇÃO

METADADOS

Software

Surgimento da Internet
Os TICs desenvolveram um novo conceito de espaço-tempo
Preocupação em identificar e mapear o fluxo de informações
A produção de trabalhos acadêmicos encontrava-se comprometida no cenário mundial da década de 90.


Estes estão presentes nas IES
A implantação começa no ano de 2002 possibilitando as Universidades a atuarem como editoras e tornando a produção acadêmica mais visível
IBICT e FINEP>>Processo de implantação
 
Objetivo dos RIs nas IES
Ressaltar a importância da produção científica como um recurso imprescindível para promover o desenvolvimento da ciência



Os repositórios institucionais reforçam a política de acesso e demonstram sua preocupação e comprometimento em veicular as produções científicas geridas por seus pesquisadores.
Uma nova estratégia para o compartilhamento da informação científica e visibilidade científica

Os repositórios institucionais de acesso aberto
Institucionalmente definidos;
Científicos ou academicamente orientados;
Cumulativos e perpétuos (permanentes);
Abertos e interoperáveis;
Não efêmeros: conteúdos em texto completo e em formato digital
Prontos para serem disseminados;
Com foco na comunidade.

Todo repositório institucional pode ser considerado uma biblioteca digital, porém, nem toda biblioteca digital pode ser considerada um repositório institucional.

Repositórios institucionais x periódicos científicos

Repositórios institucionais e avaliação pelos pares.

ReposRepositórios Institucionais aumentam a possibilidade de plágio.

Repositório Institucional e memória da Instituição

Repositórios Institucionais e o foco na tecnologia
itórios Institucionais como veículos de publicação científica.

Escalabilidade
Extensibilidade
Facilidade de implantação
Plataforma computacional
Implantações de sucesso
Perspectivas para o futuro
Limites do sistema

Arquitetura da informação
Pesquisa de modelos de estrutura de RI’s que já estão em atividade
Estudo prévio dos conteúdos a serem implantados e da estrutura organizacional da instituição

Estrutura

Contempla todos os objetivos e o corpo gestor do RI
Estabelece diretrizes para a quantidade e o tipo de material a ser depositado, além de determinar que tipo de usuário poderá ter acesso a esse material
Costuma variar de acordo com as normas de cada instituição
Deve ser registrada em diretórios internacionais, tais como o ROARMAP (http://roarmap.eprints.org/) e o Sherpa/Juliet (http://www.sherpa.ac.uk/juliet/)

Políticas de funcionamento
Levantamento de elementos importantes para a criação de um RI, como autores, instituição, agências de fomento, usuários e biblioteca
É importante saber o tipo de repositório a ser planejado e quais serão os conteúdos a serem implantados
Análise dos fatores de risco e de sucesso de cada um dos atores identificados no levantamento inicial.

Análise Contextual

Equipes e competências

Geralmente formada por bibliotecários, analistas de sistema e profissionais de comunicação/marketing
Capacitação feita de uma perspectiva mais geral para uma mais específica
Necessidades de recursos humanos e habilidades específicas

Levantamentos dando ênfase a contatos diretos
Análise da literatura e mapeamento de todas as publicações científicas da instituição
Entrevistas com pesquisadores e coordenadores da instituição
Grupos de discussão

Avaliação das necessidades das comunidades

Definição e planejamento de serviços

Alguns fatores que devem ser levados em consideração:
Objetivo do RI;
Tipo de material a ser aceito;
Tipo de usuário que terá acesso ao material;
Serviços a serem oferecidos;
Serviços prioritários;
Gratuidade (ou não) de todos ou alguns serviços;
Responsabilidades da biblioteca;
Prioridades a curto e longo prazo.

Gastos iniciais
Custos de implementação
Custos futuros

Custos

7. O ranking de repositórios
6. Módulo de Estatística
A Constituição Federal Brasileira estabelece, no artigo 5º, incisos XXVII e XVIII, a proteção dos direitos sobre a criação de obras intelectuais autorais, sejam elas literárias, científicas ou artísticas.
Lei nº 9.610/98 Trata sobre os direitos autorais
Declaração Universal de Direitos Humanos em seu artigo 27, preconiza:
 
“I - Toda pessoa tem o direito de participar livremente da vida cultural da comunidade, de fruir as artes e de participar do processo científico e de seus benefícios;
II - Toda pessoa tem direito à proteção dos interesses morais e materiais decorrentes de qualquer produção científica, literária ou artística da qual seja autor.”

Licença de depósito
Licença de uso
Licenças Creative Commons (http://creativecommons.org.br/)
Para conhecer a política editorial de um periódico científico, e assim agilizar o depósito, é possível através dos seguintes sites:
Diadorim <http://www.ibict.br/diadorim>. É um diretório de políticas editorias sobre o acesso aberto das revistas científicas brasileiras.
SHERPA/RoMEO <http://www.sherpa.ac.uk/romeo/>. Consulta as políticas das revistas científicas estrangeiras


3.Permissões para o armazenamento do documento

As estatísticas geradas pelo repositório e o Ranking Web of Repositories. (São utilizados como indicadores de qualidade e padronização dos sistemas)
.


5. Avaliação e estatísticas do repositório institucional.

4. Diretórios internacionais de repositórios digitais

O registro nestes diretórios é importante porque muitos buscadores, dos especializados aos multidisciplinares, utilizam estes cadastros para localizar repositórios de seu interesse.
Para mais informações sobre como cadastrar o repositório nesses diretórios, acesse os guias para cadastramento, disponíveis no site do ibict.
FUNCIONAMENTO
1.Mapeamento e seleção dos documentos

2.Armazenamento e nomeação do arquivo do documento

Divulgação das estatísticas do repositório
Divulgação de notícias do repositório institucional
Assinatura de coleções
RSS e redes sociais

9. Estratégias de marketing para os repositórios institucionais.
Disseminação seletiva de informação;
Digitalização da produção científica impressa (para o acesso online e a preservação digital);
Dados estatísticos para os autores;
Depósito mediado e auxílio para o autodepósito;
Orientação sobre direitos autorais (tratado anteriormente);
Treinamento e suporte aos usuários;
Serviço de identificadores persistentes com vistas à preservação do acesso.


8. Serviços dos repositórios institucionais para a comunidade acadêmica.
SÍMBOLOS DE LICENÇA Creative Commons

FORMULÁRIO DE LICENÇA

FORMULÁRIO DE LICENÇA, ONDE FICA ESPECIFICADA A AUTORIZAÇÃO PARA O DEPÓSITO DO DOCUMENTO.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS:

LEITE, Fernando César Lima et al, Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia. Boas práticas para a construção de repositórios institucionais da produção científica. Brasília: IBICT, 2012. 34 p. Disponível em: <http://livroaberto.ibict.br/bitstream/1/703/1/Boas%20pr%C3%A1ticas%20para%20a%20constru%C3%A7%C3%A3o%20de%20reposit%C3%B3rios%20institucionais%20da%20produ%C3%A7%C3%A3o%20cient%C3%ADfica.pdf>.Acesso em: 07 dez. 2013

LEITE, Fernando César Lima. Como gerenciar e ampliar a visibilidade da informação científica brasileira: repositórios institucionais de acesso aberto. Brasília: IBICT, 2009. Disponível em: <http://repositorio.bce.unb.br/bitstream/10482/4841/1/LEITE_Como- AmpliareGerenciar.pdf>. Acesso em: 14 nov. 2012.>

MARQUES, Amélia Maria Nunes; MAIO, Sílvia Raquel da Silva. Repositórios Institucionais. [s.l]. 12 p.

SAYÃO, Luis. et al. Implantação e gestão de repositórios institucionais : políticas, memória, livre acesso e preservação. Salvador: EDUFBA, 2009. p. 31-32.

SILVA, Luiza Helena Goulart. As Políticas dos Repositórios Institucionais: conteúdo, acesso, preservação, metadados e submissão / auto-arquivamento. Florianópolis, 2010. p. 1- 24.
UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ
CENTRO DE HUMANIDADE
DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS DA INFORMAÇÃO
CURSO DE BIBLIOTECONOMIA
INFORMÁTICA APLICADA À BIBLIOTECONOMIA
PROFESSORA MÁYRA MESQUITA


REPOSITÓRIOS INSTITUCIONAIS


ANDREIA SOUSA PEREIRA
JEAN DA SILVA SOARES
JANN LUCCA APOLONIO VASCONCELOS
NÁDIA HELENA NUNES SEABRA
TAYNAH SANTOS BENÍCIO
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