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Movimento Hippie

História do Movimento Hippie no mundo
by

Rony Teles

on 6 November 2012

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Transcript of Movimento Hippie

As raizes do movimento Hippie podem ser detectadas desde os anos 40, após os final da II Guerra Mundial: após um período de 30 anos com duas guerras altamente destrutivas e uma prolongada depressão económica, começaram a despontar sinais de um forte movimento de contracultura, contestatária do sistema. Ironicamente, esta contestação começava nos EUA, país que menos tinha sofrido com a guerra e num período em que a economia estava lançada na recuperação.
O poeta Allen Ginsberg pode ser considerado como um dos progenitores deste movimento.
Nos anos 50 o movimento crescera e expandira-se. Nos café e clubes de jazz juntavam-se para conversar e declamar poesia.
Foram os hippies que trouxeram o movimento dos cafés para as universidades e a universidade de Berkley tornou-se na mais conhecida, e também polémica, devido a isto. Por exemplo, em 1964, devido ao Movimento pela Liberdade de Expressão, os responsáveis por Berkley proibiram a distribuição de material de protesto fora dos portões da universidade.
O movimento estudantil contestava injustiças sociais tais como o racismo, a pobreza, inferioridade direitos das mulheres, a falta de liberdade de expressão. Antecedentes do Movimento Hippie Podemos começar por dizer que a cultura hippie é bastante democrática, os indivíduos hippies são, geralmente, pessoas gentis e que se relacionam extremamente bem com os demais grupos culturais de uma sociedade, isso até é comprovado pelo grande número de pessoas que, apesar de não serem hippies, usam alguns acessórios característicos do movimento e tem uma admiração profunda pela cultura.
Os hippies adoptavam um modo de vida comunitário tendendo a uma espécie de socialismo-anarquista ou estilo de vida nómada e à vida em comunhão com a natureza, negavam o nacionalismo e a guerra do vietnam, bem como todas as guerras, abraçavam aspectos de religião como o budismo,hinduismo, e/ou as religiões das culturas nativas norte-americanas e estavam em desacordo com os valores tradicionais da classe média americana e das economias capitalistas.
As feiras hippies são um excelente exemplo para podermos provar que eles se relacionam bastante bem com outras pessoas. Com a exposição e venda de produtos e objetos, eles estão de certa forma a relacionar-se com várias pessoas, difundindo a cultura.
Aliás, esta é uma das características que a torna uma cultura peculiar. É raro vermos outros grupos culturais a montar feiras e expondo as suas culturas tão abertamente da maneira como os estes fazem.
Gostam de tocar músicas em casas de amigos ou em festas ao ar livre. “Espalham” o amor livre sem distinções, a liberdade e a não-violência. Alguns usam drogas e fazem culto pelo prazer livre, seja ele qual for. Demonstram pouco interesse pela política e fizeram várias manifestações contra a Guerra do Vietname e contra a política, são pacifistas, não ligam muito à tecnologia, logo preferem ficar em contacto com a Natureza.
Modo de Vida e objetivo Hippie Alimentação e Habitação Muitos hippies deixaram a cidade para seguirem em direcção ao campo para viver em comunidades auto-sustentáveis. A comida? Vinha da hortas.
E no que diz respeito à alimentação, os hippies são adeptos do consumo de comidas naturais como frutas, verduras e alimentos integrais.
Inicialmente, e ainda podemos observar hoje em dia, os hippies viviam no campo longe da confusão e poluição das cidades mas, em 2008 pudemos observar que muitos hippies deixaram para trás a vida do campo e, os neo-hippies, estão a começar a investir em casas e condomínios sustentáveis Festival de Woodstock Ainda hoje é discutido o verdadeiro propósito do Festival de Woodstock. Há quem defenda que o Festival deu um novo rumo à humanidade, outros vêem-no como um acontecimento ridículo que pôs fim a uma era de ingenuidade e, como sempre, há aqueles que consideram que o Festival foi uma "festa dos diabos".
Woodstock, em 1969, arrastou mais de 450 mil pessoas para uma fazenda em Bethel, nos subúrbios de Nova Iorque. Nos três dias que se seguiram (15, 16 e 17 de Agosto), tudo era permitido: as drogas tornaram-se legais e a liberdade para o amor era total. Estávamos perante um verdadeiro movimento de contra cultura.
Para além da adesão ter sido inesperada – as autoridades viram-se mesmo obrigadas a declarar “estado de emergência”, atraindo as atenções de todo o mundo, o Festival foi filmado e documentado. Michael Wadleigh deu origem ao documentário "Woodstock" que permitiu corporizar em imagens duradouras a iconogafia hippie e a contra-cultura rock. “Woodstock” ganhou, em 1971, um Óscar para “Melhor Documentário”.
O evento incorporava diversos estilos musicias que de alguma forma se relacionavam com as propostas do movimento hippie: o folk, com seu pacifismo e sua contundente crítica social, o rock, que representava a contestação do conservadorismo dos valores tradicionais, o blues, com sua melancolia que havia décadas já mostrava as contradições da sociedade norte-americana, a cítara de Ravi Shankar, representando a presença marcante da influência oriental na contracultura, entre outros.
O Festival de Woodstock representou um marco no movimento de contracultura dos anos 60 e foi o auge da era hippie. Para alguns, não foi somente o auge, mas também o fim do movimento, ou o início do fim. Summer of Love The Summer of Love – Verão do Amor refere-se ao Verão de 1967, quando 100 000 pessoas se deslocaram até s. Francisco, dando origem a um fenómeno cultural e a uma revolução política. Enquanto isto, outros hippies também se reuniam em cidades como Nova Iorque, Los Angeles, Atlanta, Philadelphia, Chicago, mas também em cidades europeias.
S. Francisco era o epicentro da revolução hippie, representava um melting pot de música, drogas, liberdade sexual e de expressão, criatividade e política.
Este movimento de contra-cultura não tinha precedents: nunca tantos jovens se haviam juntado, dando origem a uma experiência revolucionária, criando novos estilos de vida e maneiras de a interpretar. Curiosidades do Movimento Hippie Os hippies alegavam que as drogas ajudavam a "abrir a mente".

A música pop, com as suas baladas melodiosas, e a música rock com os seus ritmos frenéticos, constituíram um meio poderoso para expressão da filosofia hippie. Escrita sob o efeito de drogas e ouvida nas mesmas circunstâncias, julgava-se que a música tinha um efeito libertador da mente. O adjectivo "psicadélico" foi utilizado para a caracterizar.

Timothy Leary , professor universitário que advogava (e praticava) o uso de drogas alucinogénicas como forma de "libertar a mente", tornou-se no principal "guia espiritual" do movimento hippie; criou o slogan "Turn On, Tune In, Drop Out" que resumia os principais aspectos da "contracultura" dos hippies:
-"Turn on" (literalmente "ligar", como em "ligar a luz") significava, na linguagem hippie, "tomar drogas", "ligando a mente" a uma dimensão de maior liberdade;
-"Tune in" (literalmente "sintonizar") tinha o significado de aderir ao estilo e filosofia de vida hippie; -"Drop out" (literalmente "sair", ""abandonar") significava abandonar o estilo de vida tradicional, sair do seio familiar, abandonar as expectativas de uma carreira profissional estável e emprego rotineiro; significava também a recusa de participação na guerra do Vietname (ou qualquer outra). Movimento Hippie no Brasil No Brasil, o movimento teve uma expressão diferente devido a repressão da Ditadura Militar. Havia muita perseguição policial contra os "cabeludos" e os músicos. A maior expressão foi o Tropicalismo, movimento cultural do final dos anos 60, que revolucionou a música popular brasileira, antes restrita à bossa nova. Os tropicalistas criticavam a ditadura, lutavam pela liberdade de expressão. Foram responsáveis pela mudança de idéias e costumes: música, política, movimentos estudantís, sexo e moda. Foram perseguidos e alguns exilados, como Caetano Veloso e Gilberto Gil.<br>&nbsp; &nbsp; As consequências do movimento hippie podem ser observadas hoje, nos jovens brasileiros: o linguajar, a vestimenta, o uso excessivo de drogas, o sexo sem compromisso. Infelizmente não seguiram em frente dois aspectos, que seriam extremamente importantes para combater a imoralidade da política brasileira atual: o senso crítico dos tropicalistas e o engajamento dos movimentos estudantís, que fizeram história nas décadas de 60 e 70. Alunos:
Rony Nogueira;
Priscilla Morais;
Matheus Machado;
Michelly;
Fabiola;
Yasmin Maria; Professor:
Carlos Movimento Hippie Sociologia Woodstock 1969 Bibliografia http://hippiesesdica.blogspot.com.br/
http://hippiessempre.blogspot.com.br/
http-://www.youtube.com/watch?v=TJ4QF45Vygw
http://www.recantodasletras.com.br/cronicas/2390222
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