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Copy of CARRETERO, Mario. Perspectivas disciplinares, cognitivas e didáticas no ensino de Ciências Sociais e da História

apresentação de texto
by

Alininha Borges

on 13 May 2013

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Transcript of Copy of CARRETERO, Mario. Perspectivas disciplinares, cognitivas e didáticas no ensino de Ciências Sociais e da História

CARRETERO, Mario. Perspectivas disciplinares, cognitivas e didáticas no ensino das Ciências Sociais e da História. In:_____. Construir e ensinar as Ciências Sociais e a História. Trad. Beatriz A. Neves. Porto Alegre: Artes Médicas, 1997, p.15 a 29. - Piaget e Dewey defendiam o ensino de um tipo de Ciências Sociais nas séries iniciais e somente mais tarde o ensino da História.
- Para Carretero muitas dessas afirmações basearam-se em intuições e a pesquisa psicológica e educacional não têm prestado muita atenção ao assunto para sermos capazes de considerarmos ou não as afirmações desses autores como obsoletas.
- Poucos estudos sobre ensino de Ciências Sociais e História em comparação com os estudos sobre ensino de Ciências Naturais e a Matemática;
- É preciso pesquisar sobre o que consiste o ensino de História do ponto de vista do aluno. Por exemplo, quando um aluno precisa compreender sobre o descobrimento da América, em que consiste essa informação e quais são os processos cognitivos que estão envolvidos nesse tipo de compreensão? A natureza da causalidade em História é semelhante à da Física? A
A História é o estudo do passado e isso pressupõe um tipo de conhecimento diferente do conhecimento sociológico:
- se um professor ensina um aspecto do Império Romano está ensinando História?
- se o professor estivesse descrevendo características sociais e políticas do Império Romano estaria ensinando História?
- segundo Carretero, não. Para que fosse considerado história deveria incluir não somente acontecimentos sobre o tempo passado, mas também o estabelecimento de relações entre o passado e o presente ou, pelo menos entre dois momentos.
- isso ocorre porque o ensino de História envolve a transmissão de um conhecimento do passado destinado à compreensão do passado a partir de ferramentas conceituais que façam sentido no mundo presente.
- habilidades relacionadas ao tempo histórico é que vão permitir diferenciar a História. EX: para compreender a novidade da Revolução Francesa é preciso compreender como funcionam as democracias atuais e o que era o Antigo Regime. É necessário uma ancoragem em conhecimentos sociais relacionados.
Características do conhecimento social e histórico: B
Os conteúdos históricos e sociais sofrem enormes transformações devido às influências ideológicas e políticas:
- Ex: página 19. Textos sobre o descobrimento da Colômbia e da Espanha;
- Ferro (1981) ao analisar conteúdos escolares em diferentes países, como China, EUA, Austrália, Espanha, Polônia, etc observa que os conteúdos escolares correspondem sempre ás versões históricas das maiorias ou dos grupos sociais que controlam o poder político;
- Daí pode parecer que a solução desse problema é de cunho ideológico, no entanto, a história não oficial ao se tornar oficial passa pelo mesmo processo;
- O ensino de História cumpre um papel de formação da identidade nacional. Ex: México, 1992, quando nos LD, alguns herois nacionais foram substituídos por outros, o que gerou uma polêmica nacional. Isso pode ser um indicador de como os conteúdos escolares afetam não somente as escolas, mas a sociedade como um todo;
- O conhecimento social e histórico não influi somente na representação da realidade dos cidadãos, mas chegam a impulsionar o seu comportamento;
- As implicações disso para o ensino: seria importante os materiais didáticos incluíssem mais de uma versão sobre alguns assuntos fundamentais e deixassem um espaço para que os alunos possam questionar a versão que recebem, dada a característica política e ideológica da História.
Os valores exercem influência na mudança conceitual: - Resistência a mudança conceitual de acordo com os valores;
- Incorpora, amplia e deforma informações recebidas para defender suas posições;
- No ensino, isso significa que o estudo de uma unidade, muitas vezes, não será suficiente para operar uma mudança conceitual.
Nas disciplinas histórico-sociais não há fatos puros. Os fatos são selecionados de acordo com as teorias sustentadas pelo historiador ou pelo cientista social: - Shemilt (1987) encontrou que os adolescentes ingleses tendem a pensar que os dados históricos são objetivos e que existem independentemente dos historiador. Uma visão mais ajustada sobre o processo somente foi encontrada em alunos dos últimos anos do Ensino Médio;
- De acordo com pesquisa espanhola de Guimerá (1992) e González (1993), os alunos tendem a manter posições positivistas moderadas a respeito dos fatos históricos e os professores consideram o assunto de acordo com a sua visão historiográfica preferida;
- No ensino, isso implica que em algum momento da formação, é preciso mostrar, que de acordos com os pressupostos em que estão baseadas, diferentes versões podem surgir;
- capacidade metacognitiva dos alunos.
A História e as Ciências Sociais como uma atividade de raciocínio: - História como matéria repetitiva, decorativa, que não precisa do raciocínio;
- As pesquisas sobre desenvolvimento do pensamento, tal como a de Piaget (1955) têm como base o modelo de raciocínio das Ciências Experimentais;
- Em História e nas Ciências Sociais, o raciocínio utilizado precisa ser flexível. Ex: tabela p. 26. A História não permite experimentações, mas tem leis gerais? - Motivo de controvérsia;
- Regularidades ou modelos gerais que podem ser aplicados a situações distintas no tempo?
- Há aspectos comuns na forma como aparecem e desaparecem os Impérios? Os processos de colonização cultural são semelhantes ao longo da História?
- Para o autor, na medida em que o autor se deparar com questões como essas poderão aprender que a História é algo mais que uma simples coleção de nomes e fatos.
A História como relato: - A narrativa pode ser um importante recurso didático nas séries iniciais;
- Linguagem, estruturas horizontais. A História e as Ciências Sociais usam não somente explicações causais, mas também intencionais: - As explicações históricas e sociais distinguem-se das oferecidas pelas Ciências Naturais porque incluem os motivos e intenções de seus agentes;
- Intenções dos agentes não se repete;
- Relações causais em Física permitem predizer melhor o que ocorrerá em circunstâncias similares;
- Conhecimento histórico e social diferente dos conhecimentos provenientes das Ciências Naturais;
- Essas características deveriam ser levadas em consideração no momento de ensinar essas disciplinas.
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