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Tese de Doutorado

Apresentação da Tese de Doutorado no IAG/USP - 17/04/2012
by

Mario Quadro

on 25 May 2016

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Transcript of Tese de Doutorado

Estudo de Vórtices Ciclônicos de
Mesoescala Associados a ZCAS

Defesa de Tese de Doutorado
Aluno: Mário Francisco Leal de Quadro
Orientadora: Maria Assunção Faus da Silva Dias
17/04/2012
Por que estudar ZCAS?
Alagamentos / deslizamentos
(Regiões Afetadas)
Ondas de Calor e secas
(Adjacências)
UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO
INSTITUTO DE ASTRONOMIA, GEOFÍSICA E CIÊNCIAS ATMOSFÉRICAS
DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS ATMOSFÉRICAS
Diversas Escalas Associadas a ZCAS
Espaciais
Temporais
Trabalho em 3 fases:
Análise da
precipitação e do transporte de umidade
na região da ZCAS através de
reanálises
. (Quadro et al., 2011);
Estudo da
atuação dos VCMs
sobre a AS:
sistema de detecção
(verão de 2000 a 2009).
Análise de dois
episódios específicos de VCMs
;
Simulação Numérica - BRAMS.
ANÁLISE CLIMATOLÓGICA DA PRECIPITAÇÃO E DO TRANSPORTE DE UMIDADE NA REGIÃO DA ZCAS ATRAVÉS DA NOVA GERAÇÃO DE REANÁLISES
Recentemente:
trabalhos de modelagem numérica
simulação da ZCAS
na atmosfera e oceano (Pezzi e Cavalcanti, 2000; Mendonça (2005); Chaves e Satyamurty, 2006)
estudos da variabilidade da ZCAS
:
ns
diversas escalas
espaciais e temporais (Carvalho et al., 2004; Ferreira et. al.,2004; Grimm e Zilli, 2009).
Qual a contribuição deste trabalho?
Desenvolvimento da Tese
Introdução
Histórico e Motivação
Década de 1980 e início dos anos 1990:
diagnóstico do sistema, caracterização física e “assinatura” do fenômeno
(Satyamurti e Rao, 1988; Silva Dias et al., 1991).
Associação da ZCAS
a:
interação de VCANs
com a ZCAS (Nobre, 1988)
perturbações atmosféricas moduladas pela
Oscilação de 30/60 dias
(Casarin e Kousky, 1986) ;
explosões convectivas
no Brasil Central e sul da Amazônia, (Figueroa e Nobre, 1990).
influências remotas
de fenômenos meteorológicos ou oceânicos (Grimm e Silva Dias, 1995; Nogués-Paegle e Mo, 1997; Jones e Horel, 1990; Marton, 2000)
Histórico e Motivação
O objetivo geral deste trabalho é de compreender a relação existente entre um VCM e a ZCAS dentro da qual ele se desenvolveu.
Objetivos
Introdução
Os objetivos específicos são:
analisar o
desempenho da nova geração de reanálises
;
identificar as
características básicas da formação dos VCMs
;
avaliar a
atuação dos VCMs
;
simular o ciclo de vida de um mesovórtice
no ambiente estratiforme da ZCAS
Breve Histórico
Objetivos
Desenvolvimento
Relação da ZCAS com o SMAS
Linha do Tempo
Reanálises
Relação direta:
SMAS modula o ciclo sazonal da precipitação sobre a AS tropical
(estações seca e chuvosa) (Silva, 2009)
Gan et al. (2004)
50% da precipitação anual
sobre a AS tropical e subtropical ocorre
no verão austral
;
90%
durante os meses
de outubro a abril
.
Primavera e verão:
forte convergência de umidade ao longo da ZCAS
(Marengo, 2005)
Fase1 - Análise da Precipitação e do Transporte de Umidade na região da ZCAS
Fase1 - Análise da Precipitação e do Transporte de Umidade na região da ZCAS
Um sistema de reanálise consiste da combinação de um modelo de previsão (como background) e um sistema de assimilação de dados.
Silva et al. (2011) ressalta as
três principais diferenças do CFSR
:
1) alta resolução vertical e horizontal;
2) as simulações realizadas com um sistema acoplado atmosfera-oceano-mar gelo-terra, e;
3) assimilação de radiâncias dos satélites.
Fase1 - Análise da Precipitação e do Transporte de Umidade na região da ZCAS
Parâmetro crítico

pois é bastante sensível
(Bosilovich et al, 2008):
ao sistema de observação (assimilação);
física do modelo (parametrizações) e,
reflete os efeitos da circulação geral da atmosfera
Janowiak et al.
(1998):
reanálise do
NCEP apresenta um viés significativo
, em relação aos dados do GPCP.
Precipitação
Fase1 - Análise da Precipitação e do Transporte de Umidade na região da ZCAS
Documentar as características da precipitação na ZCAS (1979 a 2007)
Objetiva-se
Dados e Metodologia
Região de Estudo
baseada em Grimm (2011): ciclo anual de precipitação na AS (1950 a 2005)
Fase1 - Análise da Precipitação e do Transporte de Umidade na região da ZCAS
Diferenças entre as médias mensais (viés)
mapas de distribuição sazonal;
Histogramas:
frequencia dos desvios
Diagramas de Taylor
:
desempenho das reanálises
Dados e Metodologia
Fase1 - Análise da Precipitação e do Transporte de Umidade na região da ZCAS
Transporte de Umidade para a ZCAS entre 1979 e 2007
Análise do
fornecimento de umidade sobre a AS
e ZCAS, para reanálises MERRA e NCEP CFSR:
P, E e Fluxo de umidade;
Cálculo da
divergência do fluxo de umidade integrado na vertical
Ciclo Anual médio da Precipitação
Resultados
Fase1 - Análise da Precipitação e do Transporte de Umidade na região da ZCAS
ciclo anual

bastante similar
maiores diferenças
nos meses de atuação da ZCAS (
Nov a Mar
)
NCEP 1,
NCEP 2

e

CFSR
boa representação da precipitação
CFSR

atrasa início da estação chuvosa do SMAS
ERA-40
e

MERRA

um viés negativo significativo;
ERA-Interim

superestima a precipitação
Viés de Precipitação (mm/dia) em relação ao CPC
Fase1 - Análise da Precipitação e do Transporte de Umidade na região da ZCAS
Verão (DJF)
Inverno (JJA)
MERRA
Histogramas desvios precipitação
ERA-Interim
ERA-40
NCEP 1
NCEP 2
NCEP CFSR
Fase1 - Análise da Precipitação e do Transporte de Umidade na região da ZCAS
Verão (DJF)
Diagramas de Taylor
Inverno (JJA)
Produtos de
Observação
Reanálises
Fase1 - Análise da Precipitação e do Transporte de Umidade na região da ZCAS
Produtos de precipitação
agrupam próximos a REF

Reanálises (em geral):
correlação abaixo de 0.6;
CFSR
:
melhores resultados.
MERRA e ERA-Interim
:
STD próximos a REF (pouca variabilidade da série)
correlação das reanálises é maior
.
corrobora Bosilovich (2008): erro sistemático na precipitação da AS (verão);
Ressalta-se
:
má distribuição dados na AS,
períodos com redução da precipitação, aumenta correlação entre os modelos.
MFC
Transporte de Umidade
Fase1 - Análise da Precipitação e do Transporte de Umidade na região da ZCAS
E
P
MERRA
CFSR
Conclusões
Fase1 - Análise da Precipitação e do Transporte de Umidade na região da ZCAS
Avanço das novas reanálises na representação da precipitação
;
Reanálises representam bem o ciclo anual
:
NCEP mais se aproxima da precipitação observada);
CFSR mostra o menor viés
no continente.
Possíveis causas:
utiliza um modelo acoplado oceano-atmosfera;
alta resolução espacial do modelo e;
assimilação de radiâncias.
Conclusões
Atlântico é a fonte principal do fluxo de umidade para a ZCAS
:
evaporação local é insuficiente para fornecer toda umidade para a prec. da ZCAS
Convergência de umidade
No SE do Brasil
:
topografia possa ter um papel importante para a .
Na parte noroeste da ZCAS
:
associada a processos termodinâmicos.
ESTUDO CLIMATOLÓGICO DE VCMs ASSOCIADOS A ZCAS

atuação dos VCMs embebidos na ZCAS tem sido pouco
explorad
a
Introdução
Estrutura de mesoescala da ZCAS?!?!
Em outras Zonas de Convergência:
características básicas de formação
Algoritmos de detecção de VCMs.
Relação com atividade Convectiva na ZCAS.
BFZ – VCMs se formam associados a SCMs e provocam intensa precipitação (Ninomiya, 2007; Chen et al., 1998)
Analisamos:
Fase1 - Análise da Precipitação e do Transporte de Umidade na região da ZCAS
Fase2 - Estudo climatológico de VCMs associados a ZCAS
Características Básicas de formação (primavera e verão de 02-05) (James e Johnson, 2010)
Vórtices Convectivos de Mesoescala
Fase2 - Estudo climatológico de VCMs associados a ZCAS
O que são !?!?
semi estacionários
circulação cicônica
formam-se na baixa e média troposfera em uma região estratiforme de um SCM
persiste após a dissipação do SCM que o gerou;
longevidade varia entre uma e 54 h;
raio médio é de cerca de 200 km;
vorticidade relativa média é de 1,2 × 10 s
Geralmente se configuram no início da manhã
estágio inicial
DIV nos altos níveis, CONV nos níveis inferiores e um JBN;
estágio maduro:
cavado de mesoescala persistente na média troposfera
-4
-1
Estudos de VCMs na BFZ
Fase2 - Estudo climatológico de VCMs associados a ZCAS
Wu e Chen (1985)
influencia da forçante orográfica
na formação de um VCM sobre a parte leste do Platô do Tibet
Kuo et al. (1986)
enchente sobre a Baia de Sichuan na China
entre os dias 11 e 15 de julho de 1981
Cheng e Feng (2001)
simulação numérica de uma intensa precipitação
ocorrida na China entre 20 e 23 de julho de 1998
Algoritmos de detecção de VCMs
Fase2 - Estudo climatológico de VCMs associados a ZCAS
Método Subjetivo
Radar, Satélite, Perfilador Vertical
Vorticidade Rel. de Modelo Radar, Satélite
Mesmos critérios método ojetivo
Vórtices secos, efeitos topográficos ou pela instabilidade local
Vórtices de origem convectiva
"~20% dos casos"

desenvolvimento de um
sistema de detecção de VCMs
;
comparar com outros algoritmos
de detecção de vórtices de mesoescala;
Estudar
a estrutura termodinâmica destes sistemas em
casos específicos
que atuam geralmente na baixa e média troposfera.
Objetivos
Desenvolvolveu-se um sistema de detecção dos VCMs
,
aplicado nos dias de ocorrência da ZCAS;

Critério de seleção
:
Mínimo de vorticidade relativa em determinado nível de pressão;
Circulação do vento no sentido horário;
Presença de nebulosidade (ZCAS) na região do vórtice;
Análise estatística dos casos selecionados
dados de ATPR, ACPR, ATOP, AVOR, ANEB, ALHF, ASHF na superfície, AROL e ACAP
em 3 sub-regiões (ZCA, ZCC e ZOC)
Análise dos padrões termodinâmicos

configuração dos vórtices;
Metodologia para detecção dos VCMs
Fase2 - Estudo climatológico de VCMs associados a ZCAS
Fase2 - Estudo climatológico de VCMs associados a ZCAS
Analisar estrutura tri-dimensional dos VCMs associados a ZCAS:
Fase2 - Estudo climatológico de VCMs associados a ZCAS
Resultados
Máxima atividade convectiva e mínima variância subsazonal
Carvalho et al., 2004)
Agrupa-se os vórtices por sub-região visando encontrar padrões semelhantes na formação e atuação dos mesmos.
ZCA
Máxima variação subsazonal (Carvalho et al., 2004)
ZCC e ZOC
ZCA
ZCC
ZOC
Resumo dos Casos Selecionados
Fase2 - Estudo climatológico de VCMs associados a ZCAS
Fase2 - Estudo climatológico de VCMs associados a ZCAS
Distribição Espacial
Distribuição na Vertical
Distribuição Temporal
Perfil Vertical Médio – VCMs Úmidos
Fase2 - Estudo climatológico de VCMs associados a ZCAS
ZCA
Distribuição de freqüência
Metodologia para detecção dos VCMs
Selecionados
episódios de ZCAS no verão austral
(Dez-Jan-Fev)
entre 2000 a 2009
, com duração de quatro dias ou mais (Boletim Climanálise);
Mais Episódios de ZCAS
(05 a 09)
maioria na
baixa troposfera
;
mais freqüência
sobre o continente
(topografia);
na
ZCA
presentes na média e alta troposfera;
ZCC

distribuição uniforme na troposfera.
VCMs
Vórtices
úmidos
associados a
maior índice pluviométrico
;
Pequena parte é de origem convectiva.
Precipitação
Mais intensos
na baixa troposfera
.
Vorticidade
Incursão de
Transientes
Liberação de
Calor Latente
Poucos casos na ZOC;
Redução no período vespertinho (associação com SCMs) (James e Johnson, 2010);
Omega ascendente
na vertical;
CONV na baixa e média troposfera
DIV de massa na mem altos níveis;
Vorticiade ciclônica
até a média troposfera (
máximos entre 875 e 850 hPa
);
Estrutura Térmica
:
núcleo frio abaixo do máximo de vorticidade
taxa de aquecimento em direção a média
Comportamento distinto no Oceano.
Características
Fase2 - Estudo climatológico de VCMs associados a ZCAS
ZOC
ZCC
PREC
VORT
LE
CAPE
Maior freqüência no menor intervalo de classe
Independente da região
Fluxos de LE (superfície) são positivos;
Condensação contribui na intensificação.
Fluxos de H são negativos
ZCA e ZCC:
redução da freqüência de casos com a intensificação dos vórtices
Redução de casos com maior CAPE (semelhante a PREC)
Box Plots
Imagens
Episódio de ZCAS entre os dias 20 e 24 de janeiro de 2009
Sistema de Detecção
Conclusões
Máximos de precipitação total (200 a 300 mm/dia) e convectiva (60 a 80 mm/dia)
entre a baixa e média troposfera
;
Valores
extremos acima de 400 mm/dia
Prec ZCA e ZCC
Não foram encontrados VCMs
acima de 550 hPa
;
Precipitação é mais fraca
, com máximos não excedendo 250 mm.dia
Prec ZOC
Vort
concordância entre a intensidade da vorticidade ciclônica dos VCMs eos extremos de precipitação
Fase2 - Estudo climatológico de VCMs associados a ZCAS
Meteograma
Circulação
Precipitação
Fase2 - Estudo climatológico de VCMs associados a ZCAS
Fase2 - Estudo climatológico de VCMs associados a ZCAS
Em
10 anos de estudo
foram detectados:
300 VCMs úmidos
277 VCMs secos.
Mesovórtices podem estar
associados tanto a chuvas fracas como intensas
;
Com relação à freqüência de atuação:
VCMs mais intensos se localizam acima da CLP até 700 hPa;
concordância entre máxima vorticidade ciclônica e os extremos de precipitação;
Fluxos de LE positivos (condensação auxilia na intensificação do sistema)
Fluxos LH negativos (permanência da ZCAS)
ZCO os vórtices se formam até a média troposfera.
Estudo de Caso
Formaram nas três regiões
,
predominancia no período matutino e vespertino
Relação direta
entre estes
máximos pluviométricos e a circulação ciclônica
dos vórtices:
confirmando a análise climatológica;
associado a um intenso transporte de umidade para a alta troposfera.
ESTUDO DE EPISÓDIOS DE VCMs ATRAVÉS DE SIMULAÇÕES NUMÉRICAS COM O MODELO BRAMS
Modelagem Numérica
Características de um Vórtice Convectivo de Mesoescala
Introdução
Formação do VCM
Fase3 - Estudo de casos de VCMs através do modelo BRAMS
Fase3 - Estudo de casos de VCMs através do modelo BRAMS
Relação entre precipitação estratiforme mesovórtices (Houze, 1977; Bartels and Maddox 1991; Brandes and Ziegler 1993, entre outros)
Na porção estratiforme
de um SCM é caracterizado
nucleo quente acima
pscina fria mais abaixo
Johnston (1981) - Vórtices
desenvolvem-se no início da manhã
nos estágios maduro e de decaimento dos SCMs
Diâmetro
de 50 a 300 km;
embebidos as correntes ascendentes ou descendentes de mesoescala (Brandes and Ziegler, 1993)
Regiões Não-Saturadas (convectiva) e Saturadas (estratiforme) de um SCM
Região Saturada: Força Restauradora é menor -> N e LR é menor
Região Não Saturada do SCM
aquecimento na convecção profunda é muito pequeno:
L<LR e;
energia potencial é rapidamente dispersada pelas ondas de gravidade
Região Convectiva
Região saturada do SCM:
LR reduzido a L (redução da estabilidade).
Logo:
calor produzido pode ser muito mais intenso .
Região Estratiforme
Raio de Deformação de Rossby (Schubert et al. , 1980)
Vel. de Fase onda de gravidade inercial (NH)
N-> freqüência de Brunt-Väisälä
H -> Escala de Altura do Fenômeno
Raio de uma fonte local
Raio de uma fonte local
Fase3 - Estudo de casos de VCMs através do modelo BRAMS
circulações “dinamicamente pequenas”
circulações “dinamicamente grandes”
Termos de Geração
Energética do Sistema
Gz -> geração de EPD zonal (Az) através do aquecimento diferencial latitudinal
G -> geração de EPD da perturbação (A )
E
E
Termos de Conversão
Cz -> conversão entre a EPD zonal (Az) e a cinética zonal (Kz)
movimentos ascendentes de ar quente e subsidentes de ar frio
C -> conversão entre a EPD zonal e cinética (formas perturbadas)
C -> conversão entre Az e A .
o transporte de calor sensível, pelos gradientes de temperatura
C -> conversão entre Kz e K .
perturbação extrai (-) ou fornece (+) energia cinética ao escoamento zonal
E
A
E
K
E
Termos de Dissipação
Dz e De representam os efeitos do atrito,
sorvedouros de energia cinética
Fase3 - Estudo de casos de VCMs através do modelo BRAMS
Estudos da Energética para Vórtices
Mishra e Rao (2001) analisaram a
energética da formação
e desenvolvimento
de um VCAN
no NE do Brasil em janeiro de 1993:
associada a
conversão barotrópica de Ck
Veiga et al. (2008) ->
A energética do furacão Catarina
:
mudança brusca do estado baroclínico para o barotrópico no período de transição
Pinto (2010) ->
casos de ciclogêneses no litoral do Brasil
regiões ciclogenéticas apresentam características variadas
Objetivo
Fase3 - Estudo de casos de VCMs através do modelo BRAMS
Fase3 - Estudo de casos de VCMs através do modelo BRAMS
Simular através de modelagem numérica a o ciclo de vida de um mesovórtice gerado dentro de um ambiente estratiforme na região da ZCAS
Dados e Metodologia
Simulação Numérica Modelo BRAMS (versão 4.2) (Freitas et al., 2007)
avaliação entre os resultados do modelo e os dados da reanálise CFSR do NCEP
as propriedades energéticas dos mesovórtices (identificados previamente pelo sistema de detecção)
OPÇÕES UTILIZADAS PARA AS SIMULAÇÕES NO MODELO BRAMS
Fase3 - Estudo de casos de VCMs através do modelo BRAMS
Onde
Balanço de Vorticidade (Coordenadas z)
Termo de advecção horizontal de vorticidade absoluta
Termo de advecção vertical de vorticidade relativa
Termo de estiramento (streatching) (div. ou conv.)
Termo de torção (twisting) do componente horizontal da vorticidade
Termo solenoidal
F o termo de resíduo
efeitos do atrito, subgrade, convecção não resolvida, transportes turbulentos, entre outros (não mostrado neste trabalho)
Fase3 - Estudo de casos de VCMs através do modelo BRAMS
Simulação Numérica do Episódio de ZCAS na ZCA entre 22 e 25 de janeiro de 2009
Resultados
Fase3 - Estudo de casos de VCMs através do modelo BRAMS
Formação
21Z 23JAN2009
Intensificação
03Z 24JAN2009
Maduro
09Z 24JAN2009
Dissipação
12Z 24JAN2009
Piscina Fria (evaporação e ao derretimento da precipitação)
Núcleo quente (até 3°C, devido à condensação, acima do nível de máximo )
Alt. 2313 m
Imagens GOES-10
Vorticidade Máxima:
-4.7 x 10 s
~ 2 Km
03Z 24JAN
VCM desloca-se para sul
Diâmetro de
~ 200 Km
Circulação ciclônica
Precipitação associada
21Z 23JAN
Seção Vertical
Resultados
Fase3 - Estudo de casos de VCMs através do modelo BRAMS
03Z 24JAN
09Z 24JAN
Skew-T
Balanço de Voticidade
Integrada na coluna
Energética do VCM
Avaliação com o Hidroestimador
Conclusões
Resultados
Precipitação Asociada
Conclusões
• Análise de mais casos específicos, (principalmente na região SE do Brasil),
impactos da atuação deste sistema de mesoescala (influencia marítima, da topografia, etc),
análise dos resultados em regiões com uma boa distribuição espacial de dados de superfície, além de radares meteorológicos;

• Estudo de assimilação de dados, durante períodos determinados de ocorrência da ZCAS,

• Composição da relação entre a longevidade e a intensidade dos sistemas detectados,
E a vida continua...
Muito obrigado!!!
Ciclo de vida inferior a 24 horas,
Escala espacial de aproximadamente 200 x 200 km2,
Intensa precipitação,
Deslocamento no mesmo sentido do escoamento na baixa troposfera,
é da mesma ordem de magnitude de f (10 s ),
Núcleo quente acima do nível de máxima intensidade e,
rápido crescimento do centro de vorticidade ciclônica (principalmente nos baixos níveis).
Características comuns nos 2 casos analisados
-4
-1
Ambiente saturado
em quase toda troposfera;
Exceto por
inversão de subsidência
fraco cisalhamento
do vento na vertical;
CAPE pequeno
Série temporal dos
Perfis Verticais
Pto Central do VCM
w ascendente

em torno do centro do VCM
;
CONV
em
baixos níveis
Intensa precipitação
ao longo os eixos (AB, CD e EF;
Redução de LE e H;
DIV nos médios e altos níveis
contribui com as
correntes descendentes
de ar nas bordas
Observa-se
em torno da região central do sistema
Contribuição mais significativa
:

termo

D

seguido pelo
termo

H
Contribuem significativamente
Tendência de
vorticidade ciclônica na CLP

LE, H
associados ao
influxo na baixa troposfera

contribui para o
transporte de umidade para os baixos níveis
até 2 km de altura.
Acima desse nível
tendência local de anticiclônica até 8 km
Rápida intensificação do VCM ~ em 2Km
No estágio final
redução na contribuição dos termos do balanço;
Termos de estiramento e de torção T mantém a circulação ciclônica até sua dissipação
maior quantidade de energia cinética na forma zonal (Kz)
Tendência a redução de Ke com a dissipação do VCM.
Intensificação:
valores negativos de Ck conversão barotrópica;
positivos Ce e Cz conversão da EPD da perturbação para cinética;
Estágio maduro:
aumento de Kz valores positivos de Ce
manutenção da energia cinética do sistema
Dissipação:
redução (em módulo) de Ce, Cz e Ck redução da energia cinética do VCM.
Termo das Energias
Termo de Conversões
Diagrama Esquemático
Sugestão de trabalhos futuros
Escala espacial menor
Ciclo de vida
um pouco
mais longo
(com duração de 18 horas)
Formação no período da tarde
Perfil vertical:
sistema
no oceano é
mais raso
;
núcleo frio
no nível de máxima intensidade do VCM (1.5 km);
núcleos quentes acima e abaixo
(liberação de LE na sup.) do nível maximo.
Aquecimento anômalo redução da pressão na coluna aumentando a convergência movimentos ascendentes
Máximos
acumulados pluviométricos três vezes mais intensos
.
Gradientes verticais de temp. potecial menos intensos
no nível de máxima intensidade do VCM.

Sugere-se que o
Oceano tem uma importante contribuição
:
LE e linhas de instabilidade
em torno do ponto central do mesovórtice, contribuem para:
o aquecimento do ar na CLP
conseqüente convergência de massa na região;
intensa
contribuição do termo D
no estágio inicial.
Influencia do Atlântico na formação do VCM
Valores negativos
de anomalia de TSM (entre -0.5°C e -1.5°C) podem indicar que:
nebulosidade e o campo de vento
da ZCAS (apesar de ser um fenômeno de escala semanal)
modificam os padrões e a intensidade da anomalia de TSM
(reduzindo sua intensidade) sobre a bacia do Atlântico Sul.
Influencia da ZCAS na ZOC
Comparação do VCM na ZOC em relação ao continental
Período (1979 - 2007)
Dados interpolados para grade de 1.0 x 1.0
Análises de Precipitação
INT
Produtos de Observação
Reanálises
VVEL+Q
VREL+TPOT
DIVG+UREL
Full transcript