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Seminário Promoção da saúde

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by

Nathália Pereira

on 3 July 2015

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Transcript of Seminário Promoção da saúde

U
D
E

D
C
T
N
A
EDUCAÇãO
EM
Atividade de promoção da saúde
Orientador: Prof. Adriano Pimenta
Belo Horizonte
2015
CAMILA GODINHO
CRISTIANA VILETE
CLAUDIA PATRICIA
FERNANDA DE ANDRADE
GLEYKA LOPES
NATHALIA PEREIRA

Regional Norte da prefeitura de Belo Horizonte
Área de abrangência: Bairros Heliópolis, São Bernardo e Planalto
4 ESF: vermelha, amarela, azul e verde
Possui 5.087 famílias cadastradas
602 usuários com Diabetes Mellitus
1071 usuários com HAS
Grupo Operativo
Estava há 1 ano sem grupo operativo
No inicio do ensino clínico a equipe estava sem médico e apenas com o enfermeiro de apoio
Realizado na Equipe Amarela
- O convite foi feito através dos ACS´s
- Foi realizado no dia 18 de junho de 2015, as 13:30, na paróquia São Bernardo
- Teve 3 momentos:

Primeiro momento
terceiro momento
seGundo momento
Realizada atividade promovida pelo educador físico do NASF, o Lian Gong. Atividade chinesa sem qualquer contra- indicação.
Foi aferida a Pressão arterial de todos os usuários e coletado dados como idade, sexo, diagnóstico de HAS e DM
Dinâmica batata quente com as perguntas elaboradas sobre a fisiopatologia, tratamento e controle da HAS e troca de conhecimentos entre os participantes
finalizamos com...
Entrega da cartilha
E sal de ervas
levantamento de dados e análise dos resultados
discussão
considerações finais
O aumento do envelhecimento populacional associado ao aumento de ocorrência de DCNT, devem despertar nos gestores e profissionais da saúde a importância de ações de promoção em saúde.

A implementação das propostas do plano de ações estratégicas para o enfrentamento das DCNT, visa o fortalecimento dos serviços de saúde principalmente na atenção primária.
obrigada!
centro de saúde
heliópolis
centro de saúde heliópolis
pirâmide etária
Fonte: PBH,2014
Fonte: PBH,2014
Doenças crônicas não transmissíveis
Origem multifatorial
Principal causa de morte no Brasil e no mundo - OMS
As mortes se concentram em pessoas >60 anos, sendo que a maioria dos óbitos são atribuíveis às doenças cardiovasculares, à diabetes, ao câncer e às doenças respiratórias crônicas
S
A educação em saúde é utilizada para sensibilizar e empoderar o usuário a realizar o auto cuidado.
A Unidade Básica é responsável por realizar essas atividades educativas, através de estratégias para promoção da saúde, aumento da adesão ao tratamento e maior controle de HAS e DM.
Os grupos operativos são utilizados no processo educativo do usuário sobre o autogerenciamento da doença, diminuindo assim as complicações das DCNT.
A HAS e o DM são responsáveis pelas maiores taxas de morbimortalidade em todo o mundo. Essas doenças geram sofrimento pessoal e familiar, com alto custo financeiro e social (BRASIL, 2005).
A prevenção e o controle da HAS e do DM são ações prioritárias na Atenção Básica.
Os Grupos Operativos devem ser ações contínuas e planejadas, de preferência mensalmente, e com abordagens diversificadas.
FONTE:Informação disponibilizada pelas ESF do centro de saúde Heliópolis. 2014
Grande número de usuários hipertensos e diabéticos
referências
BRASIL. Ministério da Saúde. A vigilância, o controle e a prevenção das doenças crônicas não-transmissíveis : DCNT no contexto do Sistema Único de Saúde brasileiro / Brasil. Ministério da Saúde – Brasília : Organização Pan-Americana da Saúde, 2005.

BRASIL.Ministério da Saúde.Vigilância das Doenças Crônicas Não Transmissíveis. 2014. Disponível em: <http://portalsaude.saude.gov.br/index.php/o-ministerio/principal/leia-mais-o-ministerio/671-secretaria-svs/vigilancia-de-a-a-z/doencas-cronicas-nao-transmissiveis/14125-vigilancia-das-doencas-cronicas-nao-transmissiveis> Acesso em: 27 jun 2015.

DIAS VP, SILVEIRA DT, WITT RR. Educação em saúde: o trabalho de grupos em Atenção Primária. Rev APS. 2009; 12(2):221-7.

VI Diretrizes Brasileiras de Hipertensão. Arq Bras Cardiol. 2010; Supl. 1: 1-40

GAZZINELLI, M. F.; REIS, D. C. D.; & MARQUES, R. D. C. (2006). Educação em saúde: teoria, método e imaginação. Belo Horizonte: UFMG.

MALTA, D. C.;; SILVA J R. J. B. da. O Plano de Ações Estratégicas para o Enfrentamento das Doenças Crônicas Não Transmissíveis no Brasil e a definição das metas globais para o enfrentamento dessas doenças até 2025: uma revisão. Epidemiol. Serv. Saúde, Brasília , v. 22, n. 1, mar. 2013 . Disponível em <http://scielo.iec.pa.gov.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1679-49742013000100016&lng=pt&nrm=iso>. acesso em 29 jun. 2015.

TORRES, H. D. C.; MAIA, M. A., dos Santos, L. M.; Chaves, F. F.; Pereira, P. F.; & Chaves, P. M. (2013). Grupo operativo: prática educativa como expressão para o autocuidado em Diabetes Mellitus tipo 2. Gestão e Saúde, 4(4), pag-1483.
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