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A Virtude nas Organizações

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by

Rute Martins

on 27 November 2015

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Transcript of A Virtude nas Organizações

Temperança:

- ajuda a desenvolver a humildade e a prudência;

- permite tomar decisões sábias e respeitadoras das diferenças;

- autorregulação.


A
Gula
e a
Temperança
Os
7
Pecados Capitais nas Organizações
Líderes e Liderados Virtuosos
Líderes -
construtores privilegiados da virtuosidade organizacional

Não bastam líderes virtuosos; são necessários também liderados virtuosos

Sem as virtudes dos
Liderados
, a construção da virtuosidade organizacional torna-se inviável.

L = L ( l, s )

Más maçãs em boas barricas, ou boas maçãs em más barricas?

The Lucifer Effect: How good people turn evil!
- discute como uma pessoa normal, influenciada pela situação e pelo sistema envolvente, é capaz de cometer os maiores atropelos à dignidade do seu semelhante.



Neuza Ribeiro, Arménio Rego, Miguel Pina e Cunha
Líderes e Liderados Virtuosos
Estarão os seres humanos geneticamente pré-dispostos para actos de virtuosidade?

O Homem não é inatamente bom, apenas potencialmente bom.

Estão geneticamente pré-dispostos para actos de virtuosidade mas também estão conectados com a ganância e a violência, tirando muitas vezes partido de outros.

"A virtude está no meio"


Os actos de virtuosidade adquirem-se com o hábito, permitindo equilibrar os extremos da conduta, da emoção, do desejo e da atitude (Martin e Schinzinger, 1996).






A Gula, a voracidade, é o desejo por mais do que se pode comportar.


Como pecado organizacional, a voracidade da atuação da organização, dos seus líderes e dos seus colaboradores, traduz-se no não estabelecimento de barreiras ou metas, nem padrões delimitadores de comportamentos.


Para combater a Gula, torna-se necessário o senso de medidas,
a temperança
, o equilibro de ponderação de alternativas mais apropriadas, para que não sejam adotadas atitudes que coloquem em risco a saúde das organizações.






Transcendência:

- gestão organizacional sustentável;

- enfoque na persecução da excelência organizacional;

- vivência de sentimentos de gratidão e apreciação pelos aspetos positivos que diferentes perspetivas oferecem.

A Avareza e a
Transcendência
A Avareza é caracterizada pelo excessivo e sórdido apego a bens materiais, bem como por falta de generosidade e mesquinhez.


O líder organizacional, enquanto ser avarento, tende a monopolizar informação, comprometendo desta forma a comunicação o que, por conseguinte, gera deturpações e conflitos no seio das suas equipas.


Um
líder transcendente
procura articular missão e visão organizacionais com significado, bem como construir organizações duradouras que contribuam para a melhoria social, sendo desvalorizada a exclusividade da vertente materialista.






Rute Martins, Luis Pereira, Ana Ribeiro, Ana Almeida, Ana Sá, Ana Breda, Mafalda Couto, Alexandra Soares, Clemência Costa, Helena Calado, Filipa Figueiredo e Joana Melo.
Integridade:

- a organização está impregnada de honestidade, confiabilidade e honra;

- economia do bem-estar;

- sentir-se orgulhoso do trabalho que faz e do contributo positivo para a sociedade.

A Lúxuria e a
Integridade
A Lúxuria é definida como uma impulsividade desenfreada, um prazer pelo excesso.


Numa organização onde a voracidade é a palavra de ordem, onde se busca o lucro fácil através de condutas insensatas e os objectivos são meramente financeiros, existe o vício da lúxuria.


Nas organizações ricas em
integridade
, líderes e liderados, também estes transparentes, honestos e integros, desenvolvem confiança mútua, aplicam as energias em esforços verdadeiramente relevantes para os objectivos organizacionais.








As Virtudes e as dimensões da virtuosidade
Humanidade:

- consideração apropriada dos interesses dos clientes e stakeholders, promovendo a melhoria social;

- ajuda a negociar e gerir conflitos de modo mais construtivo;

- inteligencia social.

A Ira e a
Humanidade
A Ira é o sentimento humano de externar raiva e ódio por alguma coisa ou alguém.

Compromete sentimentos como a confiança, auto-estima e autoconceito, contribuindo para que o clima organizacional esteja em constante tenção.

A prática da virtude
Humanidade
promove relacionamentos cooperativos e de confiança, desentoxica o ambiente de trabalho, havendo menos espaço para que se instale o medo e o ataque gratuito.

“Por defeito desconfiamos, mas adoramos que confiem em nós” (Jorge Sequeira)






Justiça:

- cidadania/lealdade ao grupo;

- capacidade para evitar que inclinações pessoais pertubem decisões que afetem outros;

- relacionamentos positivos.

A Inveja e a
Justiça
A inveja (do latim invidia) é o desejo exagerado por posses, status, habilidades e tudo que outra pessoa tem e consegue.

A crença no progresso sem limites, leva a que nos guiemos, tão-somente, pelos valores da concorrência, da realização pessoal, da riqueza material e da gratificação imediata, impulsionados pela inveja.

Um líder deverá, através da sua
conduta justa
e virtude cívica, incentivar comportamentos altruístas e de conscienciosidade para uma vida saudável em equipa.

A justiça permite-lhes cultivar a confiança, a cooperação e o respeito pela dignidade humana.





Coragem:

- capacidade de prosseguir objectivos apesar dos obstáculos e dificuldades;

- capacidade de enfrentar a vida com energia e entusiasmo;

- assunção de responsabilidades pelos pensamentos e ações.

A Preguiça e a
Coragem
A Preguiça representa, num contexto organizacional, uma "aversão ao trabalho". Alguém que vive em estado de falta de capricho, de esmero, de empenho, em negligência, desleixo, morosidade, lentidão e moleza, de causa orgânica ou psíquica, que a leva à
inatividade acentuada.


Desta forma, o líder que pretende encorajar actos virtuosos na organização, necessita de possuir duas forças cruciais:
coragem e perseverança.


Os líderes corajosos e honestos são mais capazes de obter a confiança dos seus colaboradores e persuadi-los a aceitarem desafios difíceis.








Humildade:

- valorização e aprendizagem com o erro;

- consciência das capacidades e necessidades de aprendizagem;

- liderança positiva.

A Vaidade e a
Humildade
A Vaidade aponta para uma conduta focada no eu e no prazer em destacar-se por um fator específico de um determinado grupo social.

O líder vaidoso supervaloriza as suas ações e é pouco humilde para reconhecer quando erra. Sempre "dono" da razão, tende a afastar as pessoas que estão próximas e tem dificuldades em criar espirito de equipa.

Se o líder "é aquilo que faz" para amenizar as possíveis dificuldades encontradas nas relações entre os colaboradores, deve atender-se ao que se conquista com o que é realizado em seu próprio mérito, demonstrando
humildade
para minimizar as diferenças humanas e ascender o crescimento coletivo desejado.







1. A virtuosidade é um processo, não um estado final.

2. Ser virtuoso não é tomar a realidade como cor-de-rosa.

3. Gerir competentemente é virtuoso.

4. As virtudes praticam-se, não se apregoam.

5. Vícios antigos travam a implementação da virtuosidade.

6. Os humanos são imperfeitos, mesmo os virtuosos.

7. Afinal as virtudes estão vivas!





Gestão Virtuosa
7 notas finais
A Virtude nas Organizações
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