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Movimentos do Classe (Sindical) e Movimentos de Liberdatação

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by

Thais Brandão

on 4 February 2014

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Transcript of Movimentos do Classe (Sindical) e Movimentos de Liberdatação

Movimento sindical no contexto da industrialização brasileira
As Associações Internacionais de trabalhadores
Antecedentes das lutas dos trabalhadores
O “Novo Sindicalismo“ e a CUT no contexto da redemocratização
Movimentos de Classe (Sindical) e Movimentos de Liberdatação Nacional
A classe operária contava com:
Cerca de 85 mil operários em 1900
Cerca de 275 mil operários no final da República Velha
"Era ainda muito pequeno o espaço industrial na economia brasileira de então. A produção industrial respondia por cerca de 5% da população empregada no país em 1872, chegando a 13,8%, em 1920" (Matos, 2009, p. 36)
Suas influências incidiram nas concepções políticas e ideológicas dos trabalhadores brasileiros e nas formas de organização de suas lutas, em especial,
os anarquistas.
Péssimas condições de trabalho e de vida
Jornadas de trabalho sem limite
Falta de descanso semanal remunerado
Aposentadoria, férias
Salário mínimo
Miserabilidade nos locais de trabalho

Etc.
Decreto promulgado em 1907
Com ele cria-se o direito de associação sindical para todas as profissões
As primeiras formas de organização dos trabalhadores:
Associações de Socorro
Associações de Auxílio Mútuo
Ligas ou Uniões Operárias
Confederação Operária Brasileira
Que foi a primeira tentativa de construção de uma central sindical
Jornada de trabalho de 8 horas
Melhorias salariais
Férias
Seguro contra acidente de trabalho
Proibição do trabalho infantil
Regularização do trabalho de mulheres e menores de idade
Sufrágio universal
Inúmeras greves aconteceram especialmente no período entre 1917 e 1920, em decorrência da que dos salários produzida pela crise econômica do pós-primeira guerra. Sindicatos eram fechados, operários e militantes presos e condenados
"Somente em 1919, mas de cem militantes operários e ativistas líticos, de origem estrangeira, foram expulsos do país e até fuzilados" (Ginnotti, 2007, p. 102-103
Com a influência da Revolução Russa no operariado fundou-se em 25 de março de 1992, o Partido Comunista Brasileiro (PCB)
O partido fazia o estudo e a divulgação do marxismo e do leninismo, bem como formular uma linha política que compreendesse e orientasse a revolução brasileira.
É a partir de 1930 que se consolida o controle do movimento operário, com a criação do Ministério do Trabalho, que passa a incorporar os sindicatos no aparelho estatal e a formular uma política que os definia como orgãos de cooperação e colaboração com o estado.
Criação da
LEI DE SINDICALIZAÇÃO
de 1931
“ É a partir de 1930 que se consolida o controle do movimento operário, com a criação do Ministério do trabalho, que passa a incorporar os sindicatos no aparelho estatal e a formular uma política que os definia como órgãos de cooperação e colaboração com o estado.”


(Carlos Montano e Maria Lucia Duriguetto - Estado, Classe e Movimento Social. pp. 236)

“Um marco dessa política de conciliação foi a criação da Lei de Sindicalização em 1931, que estabelecia o controle financeiro do Ministério do trabalho sobre os recursos dos sindicatos, concedia aos delegados do Ministério o direito de participar das assembleias, proibia atividades dentro dos sindicatos, negava direito de sindicalização aos funcionários públicos e limitava a participação de operários estrangeiros nos sindicatos.”

(Antunes, 1985)

Como expressão das mobilizações sindicais, temos a criação, em 1934:


Frente Única Sindical (FUS)





Confederação Sindical Unitária do Brasil (CSUB)







Aliança Nacional Libertadora (ANL)






“Nesse contexto foi instituído o Estado Novo (1937-1945) e intensificaram-se a repressão, o controle e a cooptação de dirigentes sindicais e trabalhadores combativos.”

(Carlos Montano e Maria Lucia Duriguetto - Estado, Classe e Movimento Social. pp. 238)

“Em 1963 ocorre a célebre greve dos 700 mil operários em São Paulo, uma das maiores manifestações grevistas de toda a história do movimento operário brasileiro”

(Antunes, 1985)




Revolução Industrial

“Por volta de 1820, em Londres, cidade mais industrial da Inglaterra, a idade média de vida dos operários era de 21 anos. Os patrões viviam três vezes mais. Crianças de 5 anos já trabalhavam em fábricas, nas piores condições”

Condições sociais

Os operários chegaram à conclusão de que a união era fundamental para se contrapor ao poder burguês, então criararam os “trade-unions”, associações formadas pelos operários, mas que possuiam uma evolução muito lenta nas reinvidicações que faziam.

As reações operárias e formação das Trade Unions

Os ludistas geralmente agiam secretamente, endereçando cartas anônimas aos seus patrões exigindo o fim do uso das máquinas que restringiam a oferta de emprego. Muitas vezes, organizavam grupos que invadiam fábricas e depredavam todas as máquinas presentes. Enquanto a destruição acontecia, uma massa de operários e desempregados aprovava a ação com gritos de apoio e calorosas palmas.

Ludismo

Cartismo

O movimento cartista identificava a necessidade de os operários elegerem representantes ao parlamento para mudar ou criar leis que os favorecessem. As propostas centrais dos Cartistas foram redigidas na “Carta do Povo”

MANIFESTO DO PARTIDO COMUNISTA

Redigido por Marx e Engels para propagar os princípios políticos do movimento no conjunto dos trabalhadores.

Movimento sindical nos anos 1980
Sindcalistas autênticos Unidade sindical/ Reformistas
-perspectiva classista, afirmação do antagonismo de classe entre padrões e trabalhadores

-combatiam a estrutura sindical oficial e a construção de um sindicalismo independente, de classe, de base democrático

-criticaram o carater explorador do sistema capitalista

-demandaram pequenos modoficações da estrutura sindical e o encaminhamento das reinvidicações dos trabalhadores nos marcos da legislação da política vigentes

-defendia a política de conciliação de classe predominante no sindicato vigente

>idea do “pacto social“
>fundação do Central Geral dos Trabalhadores (CGT)

-diferentes visões do papel da organização sindical> dirigentes vs. oposição sindical

Oposição sindical
-o sindicato deveria recuperar e apoiar as experiências operárias de organização de base socialista

+sindicalismo rural
= nascimento da Central Única dos
Divisão do Central Geral dos Trabalhadores em 1988 em

Central Geral dos Trabalhadores (CGT)

Confederação Geral dos Trabalhadores (CGT)

Trabalhadores (CUT) em 1983

=Partido dos Trabalhadores (PT) em 1980

Central Única dos Trabalhadores (CUT)

-sindicalismo classisista, autônomo e independente do Estado
-princípio é a defensa da democracia sindical, organização por local de trabalho e o nível estratégico mais amplo
-objetivos são a “sociedade sem exploração, onde impera a democracia política, social e econômica.“ (Martos 2009: 123)
-se posiciona em opasição á política de arrocho salarial, luta pelo fim de ingerência do Estado

Saindo desta organização resultaram três organizações:

>Fundação do Partido dos Trabalhadores (PT) em 1980
>Fundação da Comissão Pastoral da Terra (CPT)
>Criação do Movimento dos Trabalhadores sem Terra (MST) em 1984

Mobilização dos operários

-de maior parte ocorreram em 1977, liderados pelos metalúrgicos de São Bernardo e a Oposição Sindical Metalúrgica de São Paulo

-foram pela reposição das perdas salariais, a legalização das Comissões das Fábricas e melhores condições de trabalho

-entre 1978-1979 tinha centenas de greves gerais e de greves de longa duração

Reividicações:

•aumento salarial
•reconhecimento do direto às negociações coletivas
•estabilidade de emprego
•semana de trabalho de 40 horas
•direto a greve
•liberdade de organizações nos locais de trabalho
•liberdade e autonomia sindical
•anistia aos presos políticos
•revogação da legislação repressiva

Reação do Estado
-uso de repressão policial e militar, prisão de dirigentes sindicais e suas incursãos na Lei da Segurança Nacional

Década 1980

-foi marcada por uma expressiva vitalidade sindical urbana e rural (avanço do sindicalismo rural) e grandes mobilizações por operários industriais, assalariados rurais, funcionários públicos e diversos setores assalariados médios
-ecoloção de greves nacionais, ex. Março 1989 com 35 milhões de trabalhadores
-expansão do número de sindicatos e dos níveis de sindicalização do operariando industrial, assalariados médios e do setor de serviços
-entre 1983-1989 quatro greves nacionais para a reforma agraria e suspensão da dívida externa
-forte presença da esquerda católica no sindicalismo rural> avança de organização local

Partida dos Trabalhadores (PT) 1980

-foi criada por militantes de novo sindicalismo, differentes associativas populares de bairro e rural, inteletuaisda esquerda e ex- militantes de organizações de esquerda clandestina
-no início o partido era um instrumento político de expressão dos interesses da classe trabalhadora

O sindicalismo no contexto neoliberal, p. 244-45

-as políticas de ajuste neoliberal foram implexentados no Brasil a partir dos anos 1990
-nos anos 1990 tinha a restruturação do capitalismo tardio com as suas medidas econômicos e políticos conexas
-a incorporação era feito da forma brasileira: periférico e dependente

>desmonte do Estado por meio da redação de sua atvidade regulativa e produtiva
>privatização
>abertura comercial e finanzeira
>ampliação do espaço privado no campo dos direitos sociais
>redução dos investimentos públicos na área social

=implicação da implementação das políticas neoliberais
=acirramento das desigualidades, da desregulação dos direitos socais, trabalhistas e do agravamento da gestão social

-esse desenvolimento foi apresentado como único saída para a crise brasileira
-mesmo os sindicados entraram em uma “cultura de crise“
-em 1991 nasce uma nova força sindical dos trabalhadores dos setores empresariais (CUT)
-em contraposição a esses posturas, desenvolvem-se oposições en setores sindicais que rompem com a CUT, como a Coordenação Nacional de Lutas (Conlutas) e a Luizânia (GO) em 2003
-a Coordenação Nacional de Lutas tem o objetivo de articular que são contra as contrareformas do governo Lula
-em 2006 teve o I Congresso Nacional dos Trabalhadores (Conat) em Sumaré para a criação do Instrumento de Luta e organização da classe trabalhadora

As lutas e movimentos pela libertação nacional na América atina, p. 245-247

-nas primeiras décadas do séc. XX, a esquerda latino-americana foi caudatário do movimento operário europeu
-os primeiros experiências sindicais ocorrem por causa do maior desenvolvimento econômico e à imigração de operários italianos e espanois

-Chile e sua classe operária da exportação de minéros (cobre)
-Luis Emílio Recabarren fundador dos partidos comunistas chileno e argentino
-José Carlos Mariátegui (peruano) e Julio Antonio Mella (cubano)

História

-América Latina e caraterizada por uma hisória contínua de lutas revolucionárias como as guerras de independência do sec. XIX (Simon Bolívar, San Martin)
-no sec.XX antes da Primeira Guerra Mundial teve a revolução mexicana

Entre as duas guerras

>O Sandinismo na Nicarágua
>A revolta aprista no Peru
>A insurreição em El Salvador
>A revolução em Cuba
>A intentena no Brasil
>O governo da frente popular no Chile

Segunda Guerra Mundial
-emerge o Bogotazo na Colômbia e a revolução boliviana (1952)
-um dos fatos de maior força da esquerda latina americana foi a revolução socialista cubana em 1959
-inspirou a guerra de guerilhas como luta pelo socialismo em México, Guatemala, El Salvador, Nicarágua, Venezuela, Colômbia, Bolívia, Peru, Argentina, Brasil e Uruguai

Guerra Fria
-durante a Guerra Fria tinha o fortalecimento do ânimo revolucionário e insurrecional que dara pelo equilíbrio de forças entre o lado captalista e socialista

>Guerra do Vietña
>lutas anticolonais na África
>mobilizações estudantis e operários na segunda metade dos anos 1960
>o assassinado do revolucionário argentino Che Guevara
>reação contra as ditaduras militares em ciclos curtas de luta armada

=nascimento de diversos movimentos revolucionárias e de libertação nacional

>Argentina - Os Montoneros
>Uruguai - Os Tupamaros (MLNT)
>Brasil - O Movimento Popular Revolucionário
A Vanguarda Popular Nacional
>Colômbia - As Forças Armadas Revolucionárias (Farc)
>México - O Movimento de Ação Revolucionária
A Frente Urbana Zapatista

>vitória das lutas insurrecionais dos Sandinistas/ Frente Sandinista de Libertação Nacional (FSLN) em 1979 em Nicarágua
>luta armada da Frente Farabundo Martí da Libertação Nacional (FMLN) em El Salvador
>luta armada da Unidade Revolucionária Nacional Gualtemateca (URNG)

Desaparecimento das Estados Socialistas europeius (1989) e a implosão da União Soviética (1991)

-tinha impatos diversos nos setoresda esquerda latino-americana
-aumentaram capacidade de ingerência, interupção imperalista e prevalência do descrédito
-a experiência sandista fracesseu devido as recrudescimento de ofensa politica-militar norte-americano em 1990
-guerilheiros gualtemateco e salvadorenho seguiam o caminho da luta institucional
-em Chile tinha a tentativa de transição institucional do capitalismo ao socialismo (1970-73) que acabou por causa de um golpe de general Augusto Pinochet no dia 11 de setembro 1973

Década 1990
-movimentos armados durante derrotado em practicamente todos os países por ofensivas repressivas e ditatoriais

“Os partidos de esquerda enfraqueceram-se, o movimento operária e as organizações sindicais, sob o impacto da acumulação flexível e seus efeitos na precarização das relações de trabalho e do desemprego em massa, teve fortamente debilitada sua potencialidade organizativa e política.“

Grupo:
Ana Clara Amorim
Anne Therese Lamowski
Tarcísio Vieira
Thais Brandão
Thayana Silva
Que deu origem, em 1935, à
E também em 1935 a formação da
"Com o fim do estado Novo, os trabalhadores deram sequência às lutas por aumentos salariais e liberdade de organização sindical. No campo da organização sindical é criado o Movimento Unificado dos Trabalhadores (MUT): Tentativa de constituição de uma central sindical por fora e em oposição ao sindicalismo oficial”.
Substituído em 1946 pela
Confederação Geral dos Trabalhadores do Brasil (CGTB)

“Mas é no final dos anos de 1970 que as organizações sindicais retomam seus processos massivos de publicização de suas demandas e de suas lutas. É com a emergência do chamado “novo sindicalismo” que os sindicatos retomarão sua ação política”.

( Carlos Montanõ e Maria Lucia Duriquetto- Estado, classe e movimento social. pp. 241)

A 1ª ASSOCIAÇÃO INTERNACIONAL DOS TRABALHADORES (1864-1876)


Liderada por Marx e Engels, teve como objetivo agrupar os partidos socialistas existentes na época.

Considerada uma associação conturbada foi palco de divergências no interior do movimento operário que poucas vezes se unificava.

Nos debates vigoravam concepções sobre a transição ao socialismo e a socialização, surgiram então
muitas polêmicas e divergências dentre elas a deflagração da guerra entre França e Alemanha.



Nesse contexto de grandes contradições nasce a Comuna de Paris.

Em 1871 a AIT manifestou-se em favor da “constituição da classe operária num partido político”. “Sofrendo oposição de correntes anarquistas lideradas por
Bakunin, que procurava colocar a Internacional sob a tutela de uma sociedade secreta hierarquicamente organizada e controlada por ele”.

Em 1876 ela é extinta e uma dos motivos que para isso colaborou, foi a derrota da Comuna e a luta interna entre tendências.


A 2ª INTERNACIONAL (1889-1914)


Organizada por Engels, com a morte de Marx em 1883, agregava partidos e sindicatos dos trabalhadores de todos os continentes.

A crise mundial do capitalismo possibilitou aos partidos operários e socialistas um crescimento
político e eleitoral e uma ampliação de sua base de massas.

Diferentemente dos constantes conflitos internos da primeira AIT, a organização partidária se fez presente na segunda AI.


“Em 1904, esses partidos participavam de eleições em 21 países, tinham conquistado 6,6 milhões de votos e 261 cadeiras parlamentares.

Em 1914, contavam com 4 milhões de membros e com 12 milhões de votos nas eleições parlamentares”.

A falência da II Internacional se deu no plano prático de 1914, com apoio dos partidos socialistas, principalmente alemão e francês, à entrada na Primeira Guerra Mundial dos seus respectivos governos.



Segundo Konder (2003,p.21) Em 1914, os proletariados alemães e franceses passaram a matar
uns aos outros, tempos depois deu-sema Revolução Russa de 1917.

Por fim dividiu-se entre o grupo contrário à ideia de que a revolução era o caminho para se alcançar o socialismo e o grupo que apoiava a Rev. Russa.


A 3ª INTERNACIONAL
INTERNACIONAL COMUNISTA
(1919-1943)


Foi fundada por iniciativa dos Bolcheviques, após a Revolução de 1917.

Com a criação da IC, os comunistas de todo o mundo passaram a ter uma ação programática que objetivava a revolução socialista,
de orientação sindical, participação comunista nas eleições e no interior dos sindicatos reformistas ou reacionários.


Em 1924 Lênin morre, Stalin ascende ao poder e as lutas internas do partido Sovietico refletiam na IC,
materializadas na oposição de Trotski à política stalinista.

A IC foi dissolvida por Stalin em 1943.

Trotski dedicou-se a organizar a Quarta Internacional, fundada em 1938. Esta internacional sofreu divisões internas, mas permanece até hoje articulada.

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