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Untitled Prezi

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by

Pedro Marques

on 8 June 2013

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O Movimento de Forças Armadas foi uma associação de militares responsáveis pela Revolução de 25 de abril de 1974. Desencadearam esta revolução por oposição ao regime e descontentamento com a Guerra Colonial, pois os militares estavam a perder soldados e generais a um ritmo muito acelerado. Queriam instaurar a liberdade. Tomaram um papel prepronderante na passagem da ditadura para a democracia através da participação em Governos Provisórios. O Processo Revolucionário em Curso designou-se pelo período de atividades revolucionárias durante a Revolução dos Cravos até à Constituição de 76. Este termo é usado frequentemente para aludir ao Verão de 75 que culmina com o golpe militar de novembro de 1975. Foi um período de instabilidade generalizada. Marcelismo e o 25
de abril MFA Marcelismo Em 1968, Salazar adoeceu e foi substituído por Marcello Caetano no Governo. Quando subiu ao poder deu-se a «primavera marcelista», ou seja, adotou uma política de renovação, abertura e liberalização efetuando medidas políticas e económicas: A ação de censura (designada de exame prévio) e a PIDE que passaram a chamar-se DGS (Direção Geral de Segurança), que abrandaram a sua atividade. Foi autorizado o regresso de alguns exilados políticos. A ANP ganhou as eleições de 69 e ocupou todos os lugares da Assembleia Nacional. No entanto, alguns independentes converteram-se formando a oposição de nome «Ala Liberal». Francisco de Sá Carneiro Miller Guerra Pinto Balsemão Facilitou a entrada de capitais estrangeiros. Aumentou a industrialização do país. Magalhães Mota O partido União Nacional tomou o nome de Ação nacional Popular (ANP) Diz que a Guerra do Ultramar não valia apena do ponto de vista económico e só era mantida por razões socias PREC Verão Quente de 75 O Verão Quente começou com uma tentativa de revolução por Spínola, caraterizou-se por um ambiente de guerra civil que apenas acabou com o golpe de 25 de Novembro de 1975. Caso República O Caso República ocorreu quando os trabalhadores do jornal «República» demitiram a direção dizendo que estes se haviam tornado um órgão social a favor do PS e controlaram a redação. No exterior, alguns dirigentes do PS faziam uma manifestação. Neste período, as sedes de partidos de esquerda como o PS foram atacadas e incendiadas. Como resposta, os de esquerda incendiaram terrenos de povoações rurais. Formam-se três grupos revolucionários que iriam enfrentar uma guerra civil que consideravam inevitável. Os socialistas, os comunistas e os grupos de esquerda sem ligações ao PCP. Os comunistas do PCP liderados por Álvaro Cunhal Os socialistas do PS liderados por Mário Soares Grupos extremistas de vários partidos de esquerda e direita que cedo perderam a sua influência Morte do padre Max (militante da UDP) num atentado à bomba por extremistas de direita (MDLP) o que agravou a instabilidade política e social Durante este processo sucederam-se 4 Governos Provisórios chefiados pelos comunistas. O primeiro governo era liderado por Adelino Carlos, um democrata moderado. O outros quatro governos foram chefiados por Vasco Gonçalves, um militar do MFA com apoiantes de políticas de esquerda. Democratizar Descolonizar Desenvolver A revolução deu-se e os revolucionários quase não obtiveram oposição. As principais figuras desta revolução foram Otelo Saraiva e Salgueiro Maia. Os revoltosos obrigaram Marcello Caetano e Américo Tomás a abandonar o País. Esta revolução foi marcante, pois não foi derramada uma gota de sangue e o povo distribuiu cravos pelos soldados. Havia nascido assim a Revolução dos Cravos, a revolta do Povo. Revolução de 25 de abril de 1974 O MFA tomou poder e o general Spínola com outros miltares formou a Junta de Salavação Nacional que a governou até à formação de um Governo Provisório. Junta de Salvação Nacional 25 de novembro de 1975 Após os intensos conflitos entre socialistas e comunistas durante o período do "Verão Quente" foi o general Ramalho Eanes, por parte do PPD que acabou com estes conflitos. Os bolcheviques ocuparam bases militares, mas o general e "Grupo dos Nove" ganharam-lhes as frentes. Por isso, os comunistas renderam-se e formou-se o Governo Provisório VI, agora liderado por Pinheiro de Azevedo de faceta democrática. Este foi o último Governo Provisório que acabou com o ano de governação do PCP. Libertou todos os presos políticos e autorizou o regresso de outros exilados como Mário Soares (PS) e Álvaro Cunhal (PCP) Liberdade para a formação de partidos e sindicatos Aboliu a censura e extinguiu as antigas instituições do Estado Novo Deu-se o início das conversações para a descolonização Organizou eleições livres para aprovar a constituição de 76 Portugal foi também alvo das influências das duas potências que enfrentavam a Guerra Fria. O PCP era apoiado pela URSS e os EUA apoiavam os partidos de centro (liberais) O período de instabilidade em que Vasco Gonçalves governou denominou-se de gonçalvismo. Nos seus governos (II, III; IV e V) alterou a multipartiriedade existente no Governo Provisório I. Com ele, o MFA surge como agente político. Chefiou Portugal num período muito conturbado, com um Estado enfraquecido devido: Gonçalvismo À Revolução Ao processo rápido de descolonização Às nacionalizações a pedido do PCP A Reforma Agrária que induziu. Defendia que o Alentejo devia ter terrenos minifundiários como o Norte. Isso criou contestação, o que veio a intensificar os posteriores conflitos do "Verão Quente" Constituição de 76 Spínola demite-se em setembro de 74 por não concordar com os objetivos de radicalização da parte radical do MFA (defendiam o comunismo). Sucede-lhe Costa Gomes Existia uma fação radical, apoiante do PCP, que defendia o comunismo. Otelo Saraiva participava ativamente nesta fação. Salgueiro Maia igualmente. Por outro lado, existia também uma fação moderada que defendia a democracia Forma o "Grupo dos Nove" que se opõe aos radicais comunistas Fizeram o manifesto "Aliança Povo/MFA" com intenção de radicalizar a Nação A entrada em vigor desta constituição instituiu definitavente a democracia em Portugal. Os cidadãos podem eleger os deputados e o Presidente da República. Com ela, todos os cidadãos com mais de 18 anos podem votar. É a atual constituição em vigor. Na constituição entra: Igualdade de todos os cidadãos perante a lei Diversos tipos de liberdade Direito à greve e organização sindical Direito à educação Direito ao trabalho, à segurança social e à proteção na saúde O Estado português é considerado um regime democrático pluralista semelhante a outros países da Europa. Com esta constituição houve descentralização do poder e os municípios, tal como as regiões autónomas passaram a ter alguma autonomia.Existem ainda os seguiente órgãos de soberania: Presidente da República é eleito por 5 anos, representa o país, garante a independência, nomeia o Governo e pode demiti-lo Na Assembleia da República são propostas, aprovadas e revistas as leis (poder legislativo). Em Portugal, existem 130 deputados de diversos partidos na Assembleia da República Governo é formado por elementos do partido que obtém mais votos nas eleições legislativas e tem poder executivo. O Governo atual resulta da coligação entre PSD e CDS-PP. O atual primeiro-ministro é Pedro Passos Coelho Tribunais têm poder judicial
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