Loading presentation...

Present Remotely

Send the link below via email or IM

Copy

Present to your audience

Start remote presentation

  • Invited audience members will follow you as you navigate and present
  • People invited to a presentation do not need a Prezi account
  • This link expires 10 minutes after you close the presentation
  • A maximum of 30 users can follow your presentation
  • Learn more about this feature in our knowledge base article

Do you really want to delete this prezi?

Neither you, nor the coeditors you shared it with will be able to recover it again.

DeleteCancel

Make your likes visible on Facebook?

Connect your Facebook account to Prezi and let your likes appear on your timeline.
You can change this under Settings & Account at any time.

No, thanks

A Era Vargas

No description
by

Higor Ferreira

on 4 November 2014

Comments (0)

Please log in to add your comment.

Report abuse

Transcript of A Era Vargas

A ERA VARGAS
A ERA VARGAS
ANTECEDENTES
Governo das oligarquias cafeeiras
Crise entre as oligarquias dominantes
Crise de 1929
Insatisfação dos militares e da classe média quanto aos rumos do país e quanto ao perfil das eleições
Formação da Aliança Liberal

Aliança política formada para fazer oposição a candidatura de Júlio Prestes, político indicado por São Paulo para as eleições presidenciais em 1929.
Em vez de indicar um mineiro para a presidência como era o hábito do rodízio das oligarquias do PRP e do PRM, Washington Luís preferiu apoiar a candidatura do paulista Júlio Prestes, a fim de garantir a continuidade das práticas de proteção ao café. O presidente de Minas Gerais, Antônio Carlos, articulou uma candidatura de oposição. Para isso, buscou o apoio do Rio Grande do Sul. Dessa união nasceu a Aliança Liberal, que lançou Getúlio Vargas (gaúcho) como candidato à presidência e João Pessoa, um paraibano, como vice-presidente. A Aliança Liberal baseou sua campanha na necessidade de reformas políticas: instituição do voto secreto, anistia política, criação de leis trabalhistas para regulamentar a jornada de trabalho e outras voltadas para a assistência do trabalhador. Rapidamente, a Aliança Liberal sensibilizou a massa urbana, ganhando apoio até mesmo dos tenentes.
REVOLUÇÃO DE 30
Getúlio, contando com o apoio de segmentos variados - tais como militares, classe média, intelectuais, oligarquias de Rio Grande do Sul e Minas Gerais - dá um golpe de Estado e assume o governo do Brasil, iniciando uma fase do seu governo que ficou conhecido como
Governo Provisório.
GOVERNO PROVISÓRIO
1930-1934
* Criação do Ministério da Educação e Saúde
* Criação do Ministério do Trabalho, Indústria e Comércio
* Política de proteção ao café
* Política administrativa centralizadora

Nomeação de interventores
Não se podia abrir mão
dos ganhos do café
Era preciso atender as demandas dos
trabalhadores
Buscavam-se novos caminhos políticos
LEIS TRABALHISTAS
LEIS TRABALHISTAS
Limitação da Jornada de Trabalho
Regulamentação do trabalho feminino e infantil
Pagamento de horas extras
Férias
Aposentadorias



TENDÊNCIA INTERNACIONAL
1930-1945
O Chefe do Governo Provisório da República dos Estados Unidos do Brasil

Decreta o seguinte:
CÓDIGO ELEITORAL
PARTE PRIMEIRA

INTRODUÇÃO
Art. 1º Este Código regula em todo o país o alistamento eleitoral e as eleições federais, estaduais e municipais.

Art. 2º
É eleitor o cidadão maior de 21 anos, sem distinção de sexo
, alistado na forma deste Código.

PARTE SEGUNDA
Da Justiça Eleitoral

Art. 5º É instituida a Justiça Eleitoral, com funções contenciosas e administrativas.
Parágrafo único. São orgãos da Justiça Eleitoral:
1º) um Tribunal Superior, na Capital da República;
2º) um Tribunal Regional, na Capital de cada Estado, no Distrito Federal, e na se
DECRETO N. 21.076 – DE 24 DE FEVEREIRO DE 1932
GOVERNO CONSTITUCIONAL
1934-1937
* Nova constituição
* Eleições indiretas para presidente
* Crescimento de conflitos entre a direita e a esquerda

ALIANÇA NACIONAL LIBERTADORA
AÇÃO INTEGRALISTA BRASILEIRA
INTENTONA
COMUNISTA
Revolução constitucionalista
A Revolução Constitucionalista de 1932 foi um movimento armado ocorrido no Estado de São Paulo que tinha por objetivo a derrubada do Governo Provisório de Getúlio Vargas e a promulgação de uma nova constituição para o Brasil.
É preciso saber que ambas (ANL e AIB) são instituições da década de 30 que atuavam no Brasil e que representavam bem as contradições próprias daquele instante.
Havia certa contestação ao perfil dos regimes políticos em uma escala ocidental, de modo que o liberalismo parecia estar em crise Como resposta a isso surgiam ideologias que propunham substituir os modelos naquele instante instaurados.
A AIB segue a linha do totalitarismo de direita, de modo que defende um governo centralizado, com um líder forte, apoiado em uma instituição político-partidária única, apoiando-se no nacionalismo, na força dos símbolos nacionais e na devoção à pátria.
Não defendia o fim das hierarquias sociais, ou seja, não tinha caráter marxista, tal como os movimentos de esquerda. Sendo assim, se aproximava mais do movimento nazista e fascista.
Já a ANL era a opção criada por simpatizantes da esquerda. Tinha caráter antifascista, ou seja, a AIB era visivelmente uma oposição.
As propostas eram voltadas para a reforma agrária, para a democratização, para a nacionalização de empresas, enfim, algo que se aproximava bastante do pensamento de esquerda.
Sendo assim ANL e AIB representavam bem uma contrariedade política que crescia não só no país, mas também no mundo.
PLANO
COHEN
O ESTADO NOVO
1937-1945
* Nova constituição
* Fechamento do congresso
* Centralização política
PROPAGANDA
PERSEGUIÇÃO
POPULISMO
NACIONALISMO
Ditadura
DIP
departamento de imprensa e propaganda
OUTROS EXEMPLOS DE LÍDERES
DASP
INDÚSTRIAS DE BASE

LEI DA SINDICALIZAÇÃO
ESTADO NOVO
em
detalhes

O DIP foi criado por decreto presidencial em dezembro de 1939, com o objetivo de difundir a ideologia do Estado Novo junto às camadas populares. Mas sua origem remontava a um período anterior. Em 1931 foi criado o Departamento Oficial de Publicidade, e em 1934 o Departamento de Propaganda e Difusão Cultural (DPDC). Já no Estado Novo, no início de 1938, o DPDC transformou-se no Departamento Nacional de Propaganda (DNP), que finalmente deu lugar ao DIP.
O DIP possuía os setores de divulgação, radiodifusão, teatro, cinema, turismo e imprensa. Cabia-lhe coordenar, orientar e centralizar a propaganda interna e externa, fazer censura ao teatro, cinema e funções esportivas e recreativas, organizar manifestações cívicas, festas patrióticas, exposições, concertos, conferências, e dirigir o programa de radiodifusão oficial do governo. Vários estados possuíam órgãos filiados ao DIP, os chamados "Deips". Essa estrutura altamente centralizada permitia ao governo exercer o controle da informação, assegurando-lhe o domínio da vida cultural do país.
Na imprensa, a uniformização das notícias era garantida pela Agência Nacional. O DIP as distribuía gratuitamente ou como matéria subvencionada, dificultando assim o trabalho das empresas particulares. Contando com uma equipe numerosa e altamente qualificada, a Agência Nacional praticamente monopolizava o noticiário.
Vargas e
as crianças


Quarta constituição da história brasileira, outorgada pelo presidente Getúlio Vargas em 10 de novembro de 1937, no mesmo dia em que, por meio de um golpe de Estado, era implantada no país a ditadura do Estado Novo. Foi elaborada pelo jurista Francisco Campos, ministro da Justiça do novo regime, e obteve a aprovação prévia de Vargas e do ministro da Guerra, general Eurico Dutra.
A essência autoritária e centralista da Constituição de 1937a colocava em sintonia com os modelos fascistizantes de organização político-institucional então em voga em diversas partes do mundo, rompendo com a tradição liberal dos textos constitucionais anteriormente vigentes no país. Sua principal característica era a enorme concentração de poderes nas mãos do chefe do Executivo. Do ponto de vista político-administrativo, seu conteúdo era fortemente centralizador, ficando a cargo do presidente da República a nomeação das autoridades estaduais, os interventores. Aos interventores, por seu turno, cabia nomear as autoridades municipais.
CONSTITUIÇÃO DE 1937
TRABALHISMO
Com o Estado Novo, entrou em funcionamento a máquina de propaganda do DIP, que buscou conquistar para o regime e para o presidente a adesão e o apoio da classe trabalhadora. A democracia social, a valorização do trabalho e do trabalhador estariam existindo graças à figura do presidente. Foi com essa associação entre a obra e o líder que se criou a mitologia getulista, expressa na imagem do "pai dos pobres".

A ideologia política centrada na figura do presidente, em sua obra social e em sua relação direta e pessoal com os trabalhadores foi sendo construída dentro do Ministério do Trabalho principalmente depois de 1942. Foi fundamental nesse processo o papel do ministro do Trabalho Alexandre Marcondes Filho, que dirigiu a montagem do sindicalismo corporativista, articulou a invenção da ideologia trabalhista e se envolveu na criação do Partido Trabalhista Brasileiro.

Após a queda de Vargas e o fim do Estado Novo, o PTB iria atuar dentro das regras do jogo político liberal-democrático como herdeiro do legado varguista.
UM BEIJO DO THOR
Full transcript