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Diabetes

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by

Joana Amaral

on 6 December 2012

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Transcript of Diabetes

Passo 1
Entendendo a fisiopatologia Diabetes Pâncreas endócrino
Secreção de insulina, glucagon e somatostatina Funções da insulina Liberação da insulina
O DM é uma doença metabólica caracterizada por hiperglicemia crônica resultante de defeitos na secreção de insulina, na ação da insulina ou em ambas. A hiperglicemia crônica está associada, a longo prazo, a dano, disfunção e insuficiência de vários órgãos, especialmente dos olhos, rins, nervos, coração e vasos sangüíneos Destruição das células b das ilhotas de langherans por ação auto-imune mediada por LTCD4+, LTD8+ ou imunocomplexos. Resistência dos receptores de insulina mediada por: obesidade, inflamação (citocinas, macrófagos) Passo 2
Entendendo o diagnóstico e o tratamento medicamentoso Sinais e Sintomas

Poliuria
Polidipsia – Boca seca
Polifagia
Emagrecimento rápido
Fraqueza – Astenia – Letargia
Prurido vulvar
Redução rápida da acuidade visual 3 critérios para diagnóstico de DM DM Tipo 2
- hipoglicemiante oral
- Insulina
- hipoglicemiante oral + Insulina Diminuir em 50 a 75% o risco de desenvolvimento ou progressão de complicações crônicas
- retinopatia
- nefropatia
- neuropatia

Evitar ou diminuir a incidência de complicações agudas
- hipoglicemia
- hiperglicemia
- cetoacidose Diferentes tipos de insulina que se distinguem por dois fatores
1 - velocidade de absorção do subcutâneo para o sangue;
2 - tempo total de absorção – duração da ação Fisiopatologia - DMI Fisiopatologia - DMI Diferenças entre DM I e II Complicações do Diabetes Tratamento medicamentoso 1 - Sintomas de poliúria, polidipsia e perda ponderal + glicemia casual acima de 200mg/dL;
2 - Glicemia de jejum ≥ 126mg/dL (com repetição);
3 - Glicemia de 2 horas pós-sobrecarga de 75g de glicose acima de 200mg/dL. Conceito ADA DM Tipo 1
-Insulina
Ação lenta- Glargine
ação intermediária- NPH
ação rápida – regular
ação ultra-rápida- lipro, aspart Insulinas Hipoglicemiantes orais Passo 3
Entendendo a Dietoterapia e a monitorização do paciente.... Terapia Nutricional no Diabetes 1 - Essencial para o tratamento

2 - Individualizada
- estilo de vida do paciente,
- objetivos em relação ao controle da doença,
- aspectos culturais, éticos e financeiros.
- Estabelecer metas razoáveis, de curta duração e realistas

3 - Enfatizar mudanças no estilo de vida, incluindo educação nutricional, redução de gorduras (menos de 30% da ingestão energética) e ingestão energética, atividade física regular e contato regular com profissionais, pode produzir perda de peso em longo prazo em torno de 5%-7% do peso corporal em obesos. 1 - Manter a glicemia mais próxima aos níveis normais, balanceando a ingestão alimentar com a insulina ou hipoglicemiante oral e atividade física
2 - Oferecer quantidades suficientes de calorias para manter o peso corporal adequado
3 - Prevenir e tratar as complicações agudas e crônicas
4 - Normalizar o perfil lipídico Diabetes Tipo 1:
sincronizar com o tempo de ação da insulina

Diabetes Tipo 2:
dieta hipocalórica e perda de peso (10%), glicemia próxima da normalidade e fracionamento da dieta CALORIAS

Individualizada de acordo com avaliação nutricional (peso, altura, idade, sexo, atividade física e ingestão habitual)
Peso ideal diminuição leve a moderada de peso (- 250 a 500 Kcal/dia) + redução das gorduras totais + exercícios físicos = melhora do controle glicêmico a longo prazo
Para redução de peso: 20 a 25 Kcal/Kg/dia CARBOIDRATOS:

A quantidade do carboidrato na refeição ou lanche é mais importante que a fonte ou tipo de carboidrato
Embora dietas com baixo índice glicêmico possam reduzir a glicemia pós-prandial e o perfil lipídico não há evidências de benefícios a longo prazo. Os valores de IG são classificados como baixo (< 55); médio (55 a 70) e alto (> 70).

Alimentos de baixo IG reduzem a glicemia pós-prandial; alimentos de alto valor de IG podem serem indicados para exercício físico intenso ou hipoglicemia. Carga Glicêmica (CG)

Quantidade de carboidratos: quanto do alimento eleva a glicemia;
Produto do índice glicêmico (IG) e da quantidade de carboidrato presente na porção de alimento consumido, comparado com o alimento padrão;
CG = IG x teor CHO disponível na porção/100 Contagem de CHO

Objetivo: Melhora do controle glicêmico pós-pandial (menores variações)

Definição: Os macronutrientes, como geradores de energia, são as fontes exógenas de produção de glicose. Dessa forma, influenciam diretamente a elevação da glicemia. Contagem de CHO

proteína: 60% convertido em glicose em 3 a 4h
lipídeos: 10% em 5h ou mais
CHO: 100% é convertido em glicose em 15 min a 2h (Os não-refinados, com fibra natural intacta, têm distintas vantagens , em virtude de benefícios como menor índice glicêmico, maior saciedade e propriedades de ligação com o colesterol) Contagem de CHO

Estabelecer a razão CHO x insulina rápida ou ultra-rápida,

observar:
Regra geral para adultos: cada 15g de CHO (1 porção) é necessária 1 unidade de insulina (1:15)

Para crianças e adolescentes: 1U insulina para 20 – 30g de CHO Métodos de contagem de carboidratos : Lista de equivalentes e contagem em gramas de carboidratos .

Método 1: Alimentos agrupados em que cada porção de alimento corresponde a 15g de carboidratos, classificando-os em categorias (grupo de alimentos) e porções de uso habitual de nossa realidade. Exemplo de porções de 15g de carboidratos
2 colheres de arroz simples, 2 colheres de farofa, 4 colheres de feijão, 1 xícara chá de macarrão, ½ pão francês, 3 biscoitos água e sal, 1 fatia de pão de forma, 1 batata pequena, 4 colheres de milho, 1 pedaço de mandioca, 1 fruta média ou 1 fatia grossa, 1 copo duplo de leite ou iogurte ou 1 colher de açúcar Método 2: consiste em somar os gramas de carboidrato de cada alimento por refeição, obtendo-se informações em tabelas e rótulos dos alimentos. Pode-se utilizar qualquer alimento. Edulcorantes (“adoçantes”): substâncias não nutritivas usadas em pequenas quantidades para conferir sabor doce aos alimentos, em substituição à sacarose.

Podem ser:
artificiais (sintéticos);
naturais: extraídos de produtos da natureza;
calóricos: mesmo valor calórico (calorias/grama) da sacarose, mas com poder adoçante muito maior → usados em ↓ quantidades → valor calórico desprezível;
não calóricos. Monitorização domiciliar e laboratorial

- Glicemia capilar
- Glicose urinária
- Hemoglobina glicada (HbA1)
- Frutosamina
- Cetonúria Avaliação do Controle do Diabetes Mellitus Hemoglobina Glicada(A1C): Avalia um período de 60 a 90 dias anteriores ao teste.

Intervalo de referência: 4 a 6% - Ideal: < 7%

Frutosamina: Avalia um período de 4 a 6 semanas anteriores ao teste
Frutosamina sérica: 205 a 285mcmol/L Avaliação de descompensação/complicações do DM:

Microalbuminúria–detecção: excreção urinária: 20 –200μg/min ou 30 –300mg/24 horas
Glicosúria: Aparece quando os níveis de glicemia são acima de 180mg/dl - Menos preciso Limitação: representação do resultado em cruzes (+)
Cetonúria Indicado para glicemia ≥250mg/dl 4 testes / dia (sistema de cruzes) Objetivos dietoterápicos
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