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Crises do Segundo Reinado

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by

Matheus Eugênio Lima

on 12 September 2015

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Transcript of Crises do Segundo Reinado

Crises do Segundo Reinado
Fim da Guerra do Paraguai, a monarquia passou a apresentar visíveis sinais de desgaste.

Deste modo, ocorreram as chamadas questões que levariam ao fim a Monarquia no Brasil.
QUESTÃO MILITAR
Os militares imbuídos da filosofia positivista passaram a exigir uma participação mais ativa na vida política do país
Aos poucos, suas queixas foram se tornando públicas, destacando-se um grupo de oficiais que difundia o ideal republicano e o positivismo, sob a liderança de Benjamim Constant.
A crise entre militares do Exército e a monarquia tornou-se cada vez mais tensa.
Prisões, demissões e transferências de oficiais levaram o Exército a se afastar cada vez mais do Império, criando um clima favorável à difusão dos ideais republicanos, o que influenciou as camadas médias urbanas pró-República.
A questão religiosa
Constituição de 1824 estabelecia a união Igreja-Estado

Cabiam ao imperador o direito do

padroado:
permitia a escolha dos clérigos para os cargos mais importantes da Igreja, no Brasil

beneplácito:
estabelecia que as ordens papais (bulas ou decretos) só seriam aplicadas no Brasil com o consentimento (beneplácito) do imperador.

1872
O papa promulgou a bula Syllabus Errorum, em que condenava a maçonaria e proibia clérigos e fiéis de frequentarem e pertencerem aos quadros maçons
Lançando mão do beneplácito, o imperador proibiu o cumprimento da bula papal, uma vez que a maior parte da elite e do governo pertencia à maçonaria.

Entretanto, os bispos de Olinda e de Belém, desrespeitando a ordem imperial, resolveram acatar a ordem papal, suspendendo irmandades religiosas que se recusavam a afastar os membros maçons.
bispos D. Vital Gonçalves de Oliveira e D. Antônio Macedo Costa foram presos e condenados a quatro anos de reclusão com trabalhos forçados.
Embora eles tenham sido anistiados em 1875, a prisão dos dois bispos afastou a Igreja do Império, assim como muitos fiéis ficaram chocados com o procedimento imperial, o que desgastou as já frágeis estruturas imperiais.

Questão da abolição
Calcula-se que, desde o século XVI tenham ingressado no Brasil cerca de 5 milhões de escravos.

Consequências da abolição do tráfico:

Imigração, principalmente de italianos e alemães, que, aos poucos, foram sendo introduzidos na lavoura cafeeira.
Surto industrial: aumento das atividades comerciais e industriais, em que o grande destaque foi o empreendedorismo de Irineu Evangelista de Sousa, o barão de Mauá.
Tráfico interno de escravos de áreas decadentes, como o Nordeste e centros mineradores, para áreas em desenvolvimento – cafeicultura –, como o Vale do Paraíba.
Influenciados por essas mudanças, alguns setores da sociedade deram os primeiros passos para a extinção do trabalho escravo. Em contrapartida, os proprietários rurais achavam que o Brasil iria à falência e se instalaria o caos caso houvesse a extinção da escravatura.

1850 (Lei Eusébio de Queirós): extinguiu o tráfico negreiro;
1871 (Lei do Ventre Livre): os filhos de escravos são considerados livres, devendo aos proprietários criá-los até os oito anos;
1885 (Lei dos Sexagenários): quando o escravo completasse mais de 60 anos estaria liberto;
13 de maio de 1888 (Lei Áurea): abolição total da escravidão, assinada pela princesa Isabel, que substituía provisoriamente o imperador, que nesta época estava na França cuidando da sua saúde.
A campanha abolicionista tornou-se mais violenta: fugas de escravos eram incentivadas e acobertadas
Manifesto de 1888 os militares afirmaram que, no Exército, não havia “capitães do mato”.

DEODORO DA FONSECA MARCHOU COM AS TROPAS PARA O MINISTÉRIO DA GUERRA, ONDE SE ENCONTRAVA O PRIMEIRO MINISTRO DO GOVERNO DE D.PEDRO II, O VICONDE DE OURO PRETO.

15 DE NOVEMBRO DE 1989
COM A QUEDA DA MONARQUIA EM MENOS DE 48 HORAS A FAMÍLIA REAL DEIXAVA O TERRITÓRIO NACIONAL A BORDO DE UM NAVIO, EM DIREÇÃO A LISBOA
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