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portugal

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on 5 October 2014

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Transcript of portugal

O primeiro ministro José Sócrates chega hoje à Venezuela para uma visita oficial, realizando um encontro com o presidente venezuelano Hugo Chávez após o qual serão assinados vários acordos comerciais.
A Venezuela e Portugal estão a afinar um acordo de 27 milhões de dólares para a construção de uma fábrica de medicamentos e para a aquisição de antibióticos(…)
"Na reunião tratamos fundamentalmente de duas áreas, uma delas a possibilidade de instalar uma fábrica de medicamentos, na Venezuela, assim como a aquisição de um conjunto de 39 medicamentos essenciais, que estão a ser avaliados com o fim do efetivo cumprimento das normas sanitárias do Estado venezuelano", disse a ministra (…)
"Portugal requer a energia fornecida pelo petróleo e nós complementamos com medicamentos, tecnologia e capacitação de recursos humanos" (…)
O primeiro ministro também manterá um encontro com representantes da comunidade portuguesa na Venezuela, uma das maiores comunidades estrangeiras no País.
Esta viagem à Venezuela vem na sequência do tradicional pragmatismo da diplomacia portuguesa que permitiu nos últimos anos um reforço visível das relações com este país (…)
O reforço das relações políticas traduziu-se, desde 2006, em quatro visitas do Presidente venezuelano a Lisboa e duas de José Sócrates a Caracas, a par de várias reuniões bilaterais de Chávez com o Presidente português, Aníbal Cavaco Silva, e com Sócrates, à margem de reuniões internacionais.
No plano económico, foram assinados dezenas de acordos e houve uma clara intensificação das trocas, com um aumento das exportações portuguesas de 9,5 milhões de euros em 2004 para 51,1 milhões em 2008, segundo o INE. (…)

Fonte: Agência Lusa, 29 de maio
Terá sido um erro aderir à União? E que "união" é essa, afinal?
Externos
CEE/UE
1978
1983
1985
1986
“Adeus Carl Marx, olá Calvin Klein! O Grandella não conta, sim à Benetton! Despachar a missa, para ir ao hipermercado!”
Portugal & PALOP
Portugal & América
Maior visibilidade e prestígio para Portugal
Diversificar as relações económicas fora do espaço comunitário (globalização e relações históricas)
VS.
Desafios na Adesão à UE
Falta de Democratização no funcionamento da UE
Portugal na Atualidade
Insatisfação em relação à UE
Portugal na Atualidade
Intercâmbios Educativos e Culturais
Relações económicas, empresariais e técnico-científicas
Elevação e Dispersão da Língua Portuguesa
1996
CPLP
Desenvolvimento de laços económicos, sociais, culturais, jurídicos e técnico-científico
Deslocação de Empresas Transnacionais
Cooperação Mútua
Investimento
Produtos básicos
Portugal
Brasil
Brasil
Voluntariado & Apoio às Vítimas e Refugiados
Educação, Saúde, Ciência e Desenvolvimento
Sociedade
Economia
Cooperação & Intercâmbio
Melhoria das Trocas Comerciais & Desenvolvimeto
Aprofundamento dos laços linguísticos e culturais
Posição Geoestratégica para Portugal
Cabo Verde
Maior recetor de recursos portugueses
1996 - Acordo para a reconversão da dívida
Aumentar o fluxo de trocas comerciais
Protocolo de Cooperação Económico
Angola - maior desenvolvimento
Economias Fragilizadas, Instabilidade Política & Dependência Externa
Política Externa e Divulgação da Língua e Cultura Portuguesas
Portugal e a Comunidade Lusófona
Comunidade Ibero-Americana
CPLP -
Comunidade dos Países de Língua Portuguesa
Relações externas à União Europeia
Envelhecimento da População
Regresso de emigrantes
Diminuição da Natalidade
Avanços na Medicina
Consumismo
Fácil Acesso ao Crédito
Melhoria do Nível de Vida
Aproximação à UE
-Fim do controlo alfandegário
-Concentração de bancos
-Empresas transnacionais
-Lojas de marca
-Franchises de fast-food
Indústria e Modernização
Primado da Qualidade e da Competitividade
-Diminuição Mortaliade Infantil;
-Consultas gratuitas;
- (...)
Saúde atrasada mas com alterações radicais
Baixo nível de Instrução e Qualificação da População Portuguesa
Integração no Mercado Comum
Renovação de Infraestruturas
Alcance de Direitos Sociais
Por outro lado...
-Fundos desviados;
-PPP's de fachada.
CORRUPÇÃO POLÍTICA
-Diminuição da produção no setor I, do lucro e da produtividade;
-Desemprego.
QUOTAS MÁXIMAS DE PRODUÇÃO
Set-aside
Pensões antecipadas
Abandono dos Campos, da Agricultura e da Atividade Piscatória
PAC
Aparente ciclo de Progresso Económico e Social
Primeiros fundos e medidas comunitárias
1 de Janeiro de 1986: Adesão oficial (demorada e com reveses)
Acordo assinado em 12 de Junho de 1985
Crise política desencadeada por Aníbal Cavado Silva, eleito para a liderança do PSD
Negociações de adesão à CEE
Inversão parcial da crise económica que se havia instalado
Austeridade
Sucessivas crises internas
Eleições legislativas de 1983:



Vitória do PS - governo consagrado entre Mário Soares e Mota Pinto (líder do PSD), numa altura em que o país se encontrava à beira da bancarrota
Cumprimento dos objetivos do MFA
Fim importante do ciclo de instabilidade após o 25 de Abril.
Democratizar
&
Descolonizar
1976
Pensamento positivo em relação à CEE
Culminar de Cooperação Económica após a II Guerra
Alargamentos posteriores a outros países
1957 -
6 países
DITADURA SALAZARISTA
País ruralizado, sem investimento - atraso tecnológico
Carência na rede de comunicações
Tumultos, greves, atentados, assaltos coletivos
REVOLUÇÃO DOS CRAVOS - 25 de Abril de 1974
Instabilidade política, económica e financeira
Guerra Colonial: Isolamento internacional
Internos
Obstáculo à Cooperação
Isolamento Internacional
Colónias no Ultramar
Interessado nas organizações para a cooperação e união dos vários Estados
Antecedentes
Por outro lado, esta integração teve vários reveses, devido ao atraso do país em relação aos restantes países já pertencentes.
“Carecemos de ser tão sábios e tão ricos como os melhores da Europa. Não porque aí se encontre o fim das nossas ambições, mas porque, sem conseguir primeiro isso, nunca poderemos vê-
-las realizadas”

O que nos identifica […] são os valores sociopolíticos e morais que moldaram os nossos Tratados Constitutivos, desde o início da nossa caminhada europeia (…). O valor da paz, (…) o valor da liberdade individual, política, religiosa e da dignidade da pessoa humana; a assunção dos Direitos Humanos, como coluna central de todas as construções políticas; o respeito pelos outros e o direito à diferença, bem como o reconhecimento das opções políticas, religiosas, sociais, culturais e sexuais de cada ser humano; a luta contra as desigualdades sociais e o direito de cada pessoa a viver em sociedades de bem-estar, libertas do medo da doença, do desemprego, da velhice e de um futuro incerto; a solidariedade em relação a todos os povos e etnias (…).
Como todos sabemos, a construção europeia começou por ser um acordo económico (…) Foi, (…) desde o início, um projecto político: a vontade comum de paz e de renunciar à guerra como forma de resolução dos conflitos. Depois, evoluiu (…) para um mercado comum e para um espaço de livre-câmbio, orientando as políticas, sobretudo as monetárias, dos Estados-membros, por forma concertada e negocial.
O sucesso do método e do projecto comunitário foi imenso (…) Porque, a par do mercado único, construíram-se sociedades de liberdade e de bem-estar (…).
Portugal e Espanha, libertos das duas ditaduras, (…) entraram, simultaneamente, na Comunidade Económica Europeia. Posso, por isso, dizer-vos que o que mais nos interessou no processo de adesão à então CEE não foram os esperados apoios comunitários para recuperarmos do atraso em relação aos outros países comunitários e ajudar ao desenvolvimento português. Foi a garantia política de que poderíamos viver tranquilamente a consolidação e o aprofundamento da nossa jovem democracia, ao abrigo de golpes militares ou outras aventuras, então possíveis. (…)
Não foram só os apoios financeiros – como construção de portos, aeroportos, auto-estradas, hospitais, universidades, etc. – que contribuíram para a transformação de Portugal, a ponto de ser hoje um país irreconhecível em relação ao que era antes da adesão. Foi, sobretudo, a transformação das mentalidades e a abertura cultural e humana que o choque europeu nos trouxe. (…)
Discurso de Mário Soares na comemoração dos 50 anos da assinatura do Tratado de Roma, 9 de Fevereiro de 2007

Posição de destaque nas relações com Portugal
Aumento dos fluxos migratórios entre ambos os países
Profunda crise económica, à qual a Comunidade não dá resposta
História A
"Portugal no contexto
internacional"

Este trabalho foi realizado por :
-Cláudia Duarte,nº08;
-Duarte Alves, nº10;
-Erica Gomes,nº11;
-Rita Branco,nº26;
-Sara Miguel,nº27

"Adeus Karl Marx, olá Calvin Klein!
O Grandella não conta, sim à Benetton!
Despachar a missa, para ir ao hipermercad0!"
"O sítio é Portugal, o apelido de pequeno país. O que faz pequeno Portugal são as almas pequenas"
Descontentamento Social
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