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Untitled Prezi

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by

Anderson Alves

on 8 March 2013

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Vale do Rio Doce A história de uma empresa,baseada em nacionalismo, economia história e recursos naturais.
Como a vale cresceu e se desenvolveu? Qual é o motivo dos conflitos? Situação atual da empresa - de 2008 a 2012 Desenvolvimento da infra estrutura da Vale Impactos ambientais e sociais e soluções apresentadas pela empresa Aspectos positivos e negativos relacionados ao processo de privatização da Vale 2008 A origem A evolução da vale EM 1902 Pedro Nolasco conseguiu a concessão para a criação de uma ferrovia entre Minas Gerais e Vitória(ES) ,
a qual não havia sido permitida ainda desde a época da Coroa Portuguesa,devido ao medo do extravio do ouro.
Portanto.em 1904 a Estrada de Ferro Vitória a Minas foi inaugurada, tendo como principais produtos transportados
madeira e café.
Porém,em 1909 foram descobertas Minas de ferro em Itabira(MG) o que atraiu os capitais britânicos que criaram a
empresa Brazilian Hematite Syndicate, com o objetivo de explorar as jazidas. Pouco tempo depois, a empresa inglesa
incorporou a Estrada de Ferro Vitória a Minas, que, em 1911, se transformou em Itabira Iron Ore Company, cujo capital
era controlado pelo empresário Percival Farquhar. Por vinte anos,a posse da empresa por estrangeiros foi discutida,
devido ao pensamento de que esta era uma situação tipicamente
colonial e contrária aos interesses brasileiros.Portanto,em 1935
o governo federal entrou em confronta com a empresa ao encampar
a estrada de ferro. O governo de Getúlio Vargas,popularmente conhecido como Estado Novo Em 1947,atraravés da carta ourtogada, estabeleceu a necessidade da concessão do governo federal para a exploração das jazidas minerais do pais e que so seriam concedidas a empresas cujos acionistas fossem brasileiros o que significou o fim das atividades da Itabira Iron no Brasil. Finalmente, em 1° de junho de 1942, Getúlio Vargas publicava o Decreto 4.352 criando a Companhia Vale do Rio Doce,
com o propósito de explorar as jazidas da região de Itabira, bem como garantir o suprimento de ferro para a nascente
Companhia Siderúrgica Nacional.
Tal como a CSN, a nova companhia era constituída como uma sociedade anônima de economia mista, devido a aliança com
os ingleses que reconhecem a nacionalização dos ativos da Itabira Iron em troca do governo brasileiro se comprometer a
vender ferro á Inglaterra. Os americanos também fazem aliança com o Brasil.Depois da primeira assembléia de acionistas o primeiro
presidente da Vale do rio doce foi eleito:Israel Pinheiro.
Em 1953,no segundo mandato de Vargas, o primeiro barco brasileiro para transporte de ferro começou a ser
utilizado com o nome de Siderúrgica nove com o propósito de aumentar a participação brasileira nas rendas
do negocio e o desenvolvimento da industria brasileira de construção naval.Criando também a Vale do Rio Doce
Navegação.
Em 1967 O geólogo Breno algusto dos santos descobriu jazidas para a United States Steel,a qual três anos mais tardes foi associada a Vale,a qual deixa de ser uma companheira ligada á exploração das jazidas de ferro em Minas e passa a explorar jazidas também na Amazonia. Em 7 de maio de 1997, durante o Governo de Fernando Henrique Cardoso, a Vale do Rio Doce foi privatizada
e o dono atual é Eike Batista. Hoje, além de ferro, a empresa produz e exporta diversos minérios.
Em 2000, a Vale exportou mais de 119 milhões de toneladas de ferro para todo o mundo. Ferrovias Ela foi fundada em 2 de outubro de 1962, com sede situada no Rio de Janeiro, como uma subsidiária
integral da então empresa de economia mista Companhia Vale do Rio Doce, a qual subscreveu 100% de suas ações.
Desde sua criação opera nas áreas de transporte marítimo e apoio portuário.
Para ter maior flexibilidade operacional a empresa criou, em 1967, a Seamar Shipping Corporation, sediada na Libéria
(uma bandeira de conveniência) que é gerenciada no Brasil pelo grupo Docenave.
Criada para fazer o transporte de minério da Vale do Rio Doce do Porto de Tubarão para o Japão, a Docenave chegou a
ter a terceira maior frota de graneleiros do mundo. Projeto Grande Carajás Um dos pré-requisitos para a elaboração do Projeto Grande Carajás foi uma
profunda crise financeira que assolava o país na época de sua implantação; o governo
intencionava atrair investimentos externos com o intuito de superar a crise. Havia certa
preocupação em realizar um projeto capaz de integrar a Amazônia e pagar a dívida
externa, para resolver os problemas sociais e econômicos do país.

A Amazônia, especialmente a oriental, seria o local propício para investimentos
como esses, pois além da abundância de energia e mão-de-obra, proporcionava
significativas vantagens em relação a uma legislação largamente tolerável quanto a
atividades poluentes e devastadoras dos recursos naturais. Somado a isso, assegurou
a posse de grandes quantidades de terras e direitos minerais a empresas que
investissem na região.

Previu-se, só para a primeira década do projeto, investimentos superiores a 60
bilhões de dólares para a Amazônia oriental. Para o andamento
inicial do empreendimento, foi projetado um conjunto infra estrutural composto de
portos, aeroportos, rodovias, hidrovias, hidrelétrica, dentre várias outras obras. Companhia de navegação marítima No mercado de minério de ferro e pelotas a CVRD é líder mundial e a segunda maior produtora integrada de manganês e ferroligas. O produto é explorado em três sistemas integrados, cada um formado por mina, ferrovia, usina de pelotização e terminal marítimo, sendo comercializado no mundo inteiro. Além disso, opera mais de 9 mil quilômetros de malha ferroviária e 10 terminais portuários próprios constituindo-se na maior prestadora de serviços de logística do Brasil.
Parte essencial do sistema logístico da companhia, o Pátio Ferroviário de Tubarão é
responsável por receber todo o material proveniente dos pontos de extração no interior de
Minas Gerais, e que chegam pela Estrada de Ferro Vitória Minas (EFVM). O pátio também recebe composições de
carga geral, que apesar de não estarem ligadas diretamente à atividade principal da
companhia, representam importância crescente em sua estratégia de diversificação dos
serviços e aproveitamento ótimo de sua infra-estrutura.
O Pátio Ferroviário de Tubarão realiza operações
Ferroviárias que servem de apoio às operações dos terminais
portuários de minério de ferro, carvão, produtos agrícolas e contêineres, localizados em suas
proximidades. O Projeto Grande Carajás foi um mega empreendimento econômico, político e
social que teve início oficial em princípio da década de 1980.
Esse empreendimento mineralógico foi executado, em sua maior parte, pelo governo
brasileiro, mesmo assim, sua concepção e benefícios são compartilhados
equitativamente com empresas estrangeiras.

De maneira geral o objetivo foi a extração do minério, que seria transportado até
o litoral e de lá embarcar para outras partes do mundo. Outra parte do projeto consistiu
em trabalhar o ferro gusa em empresas no próprio país, por isso foi necessária a
construção de uma hidrelétrica em Tucuruí, no Pará, com o objetivo especial de
fornecer energia elétrica a essas siderúrgicas nacionais. Ambiente
Além destes projetos, a Vale também tem o Programa Carbono Vale Instituto Tecnológico Vale - ITV

“Na Vale, buscamos as melhores tecnologias para oferecer recursos minerais essenciais à vida moderna com responsabilidade e respeito ao meio ambiente. Por isso, criamos em 2009 o Instituto Tecnológico Vale (ITV), uma instituição sem fins lucrativos, de pesquisa e ensino de pós-graduação.” Logo depois a Vale fala isto: “Seu objetivo é criar opções de futuro por meio da pesquisa científica e do desenvolvimento de tecnologias, expandindo o conhecimento e a fronteira dos negócios de maneira sustentável”. Clean AER Biodíesel Preservação das línguas Kanak

A partir do estudo sócio-economico realizado pela Vale na Nova Caledônia, constatou-se junto às comunidades do Grande Sul a preocupação pela preservação do idioma local.
A empresa se filia ao governo, novamente, para que este governo faça o projeto de preservação, a Vale apenas assina em baixo, por que a mineradora não financia o projeto? A empresa Vale em comunidade com o Grupo MSP criaram a Biopalma (empresa) que, desde 1012, está operando sua primeira usina extratora de óleo do fruto do dendezeiro. Com esse óleo, a partir de 2015, a Vale produzirá o biodiesel, a fim de utilizar o B20 - mistura que leva 20% de biocombustível e 80% de diesel comum. Vamos abastecer assim, locomotivas e equipamentos utilizados em operações no Brasil.
“A decisão de investir na produção de biodiesel faz parte da estratégia da Vale de diversificar a matriz energética e ser um agente de sustentabilidade global.”
Além da medida acima tomada para que a empresa não apenas tenha lucro, mas que sempre tenha mais lucro, a Vale também esta investindo num projeto de expansão da atividade mineradora de Carajás. Neste projetos serão investidos cerca de US$ 19,49 bilhões. Mais de 30 anos de experiência no desenvolvimento de tecnologias e sistemas de gestão estão reunidos neste projeto. Soluções como beneficiamento a umidade natural e correias transportadoras reduzem consumo possibilitam uma operação de menor impacto. Além de redução da quantidade de água utilizada (economia) e redução na quantidade de energia consumida ou utilizada no processo (economia), ou seja, estas medidas foram tomadas para haver economia na empresa fazendo assim obter mais lucro. Durante o processo de produção da mercadoria da Vale, era jogado no ar SO2, então, a empresa percebeu que estava poluindo o meio-ambiente (reduzindo o tempo de vida da empresa) e que estava desperdiçando esse SO2, então, serão investidos US$ 1 bilhão para reaproveitar o dióxido de enxofre, reduzindo em 85% das emissões desta molécula, utilizando-o como produto, vendendo-o.

No Paraguai, Vale apoia ação que forma “guardiães mirins” de aves
Grupos de até 50 crianças percorrem um parque de Assunção, no Paraguai, para observar espécies de pássaros ameaçadas de extinção. Batizada de Clube dos Guardiões, a iniciativa é conduzida pela ONG Guyra Paraguay e recebe apoio da Vale. Sim, a iniciativa é conduzida pela ONG, ou seja, a Vale só apoia, não ajuda financeiramente, por quê? A vale sabe da emissão de CO2 no ambiente e também sabe dos prejuízos que isto pode trazer a empresa. Então, existirá uma orientação estratégica para que investimentos estejam de acordo com a redução das emissões de gases e efeito estufa nos processos, produtos e serviços, seguida de uma atuação junto à cadeia de suprimentos, visando à redução de emissões de fornecedores e clientes. (lucro)
“Compreensão dos impactos das mudanças climáticas e das respectivas ações de adaptação, junto aos governos e seus representantes e também junto à sociedade civil”. No site oficial da mineradora encontramos esta frase: “Avaliação de riscos e oportunidades para os negócios devido às mudanças climáticas, minimizando vulnerabilidades e maximizando oportunidades”, que explicita o desejo pelo lucro que, naturalmente, toda empresa tem, ‘oportunidades’ é igual a ‘chance de ganhar mais lucro’ e ‘riscos’ é equivalente a ‘chances de prejuízo’. Em certa parte da descrição do projeto, a Vale fala em conhecimento, disseminar conhecimento para crianças e trabalhadores, ou seja, aliena-los, falando que eles, com um pacotinho de bala ou coisa do gênero, são os culpados por todo o estrago ao meio-ambiente que as empresas privadas causaram, observe a frase ditada pela a empresa: “Disseminação do conhecimento, em relação às mudanças climáticas e incentivo a adoção das melhores práticas ambientais pelos empregados”. Então, ao final, a mineradora faz esta citação: “Apoio a iniciativas e ao desenvolvimento de tecnologias para a redução de emissões de gases de efeito estufa e para o aumento do sequestro de carbono”, sim, tecnologias, ‘tecnologias para a redução de emissões de gases’, ou seja, tecnologias para produzir mais rápido com mais ‘qualidade’ e degradando menos o planeta, sim, isto é mais uma tática que já vimos acima para ganhar mais lucro! Um dos grandes aspectos positivos com a privatização da Vale foi o aumento do lucro da empresa devido ao aumento do valor do minério de ferro que subiu 123,5% entre 2005 e 2006 (o que não era previsível em 1997). Com o aumento da procura por minério de ferro principalmente pela China o que permitiu à Vale, a maior detentora de reservas de minério de ferro do mundo, fazer pesados investimentos Verifica-se também que a privatização levou a Vale efetuar investimentos numa escala nunca antes atingida pela empresa, graças à eliminação da necessidade de partilhar recursos com o Orçamento da União. Este ganho refletiu-se em elevação da competitividade da empresa no cenário internacional. Um ponto negativo da empresa foi sua venda, por não terem levado em conta o valor potencial das reservas de ferro em possessão da companhia na época, apenas o valor de sua infraestrutura. Há contrários à privatização que alegam que o Estado brasileiro vendeu para grupos multinacionais patrimônio público por um valor muito inferior ao real, dando a esses grupos econômicos privilegiados a oportunidade de realizar lucros extraordinários. Com a privatização da empresa ela deixa de fazer alguns projetos sociais e acaba pagando menos impostos. Realmente, o que mudou com a privatização foi o objetivo da empresa: agora, o lucro é o princípio, o meio e o fim das atividades da empresa.
A privatização da CVRD representou a perda da soberania do Brasil sobre o seu subsolo. O país perdeu o controle da produção de matérias-primas para seu desenvolvimento industrial. Após essa incorporação da CVRD Inco, a Vale tornou-se a 31ª maior empresa do mundo, atingindo um valor de mercado de R$ 298 bilhões, à frente da IBM. Seu valor de mercado foi estimado em 196 bilhões de dólares pela consultoria Economática, perdendo no Brasil apenas para a Petrobras (287 bilhões) e se tornando a 12° maior empresa do mundo. A mineradora Vale obteve lucro líquido de R$ 21,279 bilhões em 2008, com avanço de 6,36% sobre 2007. Trata-se do sexto ano seguido que a empresa consegue elevar seu lucro sobre o ano anterior. A companhia teve vendas recordes em sete produtos: níquel, cobre, alumina, cobalto, metais preciosos, metais do grupo da platina e carvão. Em 29 de novembro de 2007 a marca e o nome de fantasia da empresa passaram a ser apenas Vale, nome pelo qual sempre foi conhecida nas bolsas de valores, mas foi mantida a razão social original Companhia Vale do Rio Doce S.A. 2009 Em assembleia geral extraordinária de acionistas, ocorrida no dia 22 de maio de 2009, foi decidida a mudança de nome legal da empresa para Vale S.A. "Todas as indicações são de que o fundo do poço foi atingido, e começamos a nos recuperar", diz Fábio Barbosa, diretor da empresa, na maior queda da empresa. Foi eleita a pior empresa do mundo por causa do seu histórico de violações dos direitos socioambientais. Petrobras e Vale do Rio Doce puxam maior queda de 2009 na Bovespa. 2010 Fez uma grande aquisição no segmento de fertilizantes por meio da sua subsidiária Mineração Naque S.A. Adquiriu as ações de propriedade da Mosaic, da Fertifos e da Fosfertil, além de 100% do capital da Bunge Participações e Investimentos S.A. (BPI). Nessa mesma operação a Vale também adquiriu uma planta de processamento localizada em Cubatão, no estado de São Paulo, com capacidade para produzir 300.000 toneladas métricas por ano de superfosfato simples. Vale do Rio Doce tem segundo maior lucro da história entre as companhias de capital aberto. O lucro de R$ 30,07 milhões da mineradora em 2010 perdeu apenas para o lucro da Petrobras em 2008. 2011 Em 28 de julho de 2011 a Vale divulga lucro líquido de pouco menos de 6 e meio bilhões de dólares no segundo trimestre de 2011. Vale tem maior lucro da história das empresas brasileiras de capital aberto. Com o resultado de 37,8 bilhões de reais, a mineradora desbanca a Petrobras e chega ao topo da lista dos 20 maiores ganhos da história. 2012 Questão - Vestibular Perguntas...? (UNIMEP) Em relação à privatização da Vale do Rio Doce, existiu argumentos pró e argumentos contra. Para os defensores da desestatização:

I. A Vale não tinha importância estratégica para o desenvolvimento econômico-social do país.
II. O Estado deveria deixar a função de empresário.
III. O financiamento da Vale seria um mau negócio para o Estado.
IV. Privatizar a Vale não seria privatizar o solo brasileiro.
V. A própria empresa, livre de burocracia, poderia produzir mais, pagar mais impostos e gerar mais empregos.

Da relação anterior, são, particularmente, eram argumentos neoliberais:

a) I e IV
b) II e IV
c) III e IV
d) V e IV
e) Todas
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