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Beatriz Albino

on 30 March 2011

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Do viver e celebrar o ciclo de vida e morte, passamos por um certo “encarceramento” do grotesco na lona, seguindo de uma “limpeza” do circo (Augusto e os animais), para chegar a uma tentativa de completa superação da morte.
Produção fetichista dessa acrobata: a super-mulher.
O elemento altamente fetichista no acrobata (e penso que também no esportista) está no fato de que, por superar os limites do corpo, eles parecem superar a sombra da humanidade.
Estética o belo Acrobata Dança, teatro, enredo, luz Circo Contemporâneo A modo de introdução: “A vida festiva” O carnaval, a vida festiva, enquanto “estado peculiar do mundo” no qual “por um certo tempo o jogo se transforma em vida real”, e em que os corpos estão “misturados ao mundo, confundidos com os animais e as coisas” (Bakhtin, 1999).
A imagem grotesca caracteriza um fenômeno em estado de transformação, de metamorfose ainda incompleta, no estagio da morte e do nascimento, do crescimento e da evolução.
Século XVIII e o Grotesco Romântico Riso jocoso e alegre
4 importantes "estranhamentos" O corpo do realismo grotesco parece monstruoso, horrível e disforme, “é um corpo que não tem lugar dentro da ‘estética do belo’ forjada na época moderna” (Bakhtin, 1999) “O universo do grotesco romântico se apresenta geralmente como terrível e alheio ao homem. Tudo o que é costumeiro, banal, habitual, reconhecido por todos, torna-se subitamente insensato, duvidoso, estranho e hostil ao homem”.

“No grotesco romântico, as marionetes desempenham um papel muito importante. (...) o Romantismo coloca em primeiro plano a idéia de uma força sobre-humana e desconhecida, que governa os homens e os converte em marionetes. (Hoffmann)
O riso se atenua, e toma a forma de humor, ironia ou sarcasmo.
Dos novos lugares do grotesco “Pode-se afirmar que a concepção de corpo do realismo grotesco sobrevive ainda hoje (por mais atenuado e desnaturalizado que seja o seu aspecto) nas várias formas atuais do cômico que aparecem no circo e nos números de feira” (Bakhtin, 1999).
O circo tradicional No Picadeiro Os saltimbancos Com a Modernidade não se trata mais da festa vivida, mas de uma separação entre o palco e os espectadores; porém os que estão no palco são reconhecidos como distantes, mas também próximos.
Por isso há uma certa perturbação. Os corpos estranhos Os animais selvagens Domesticados O palhaço Documentário Fellini I clows
O Cara
Branca O Augusto
Processo de civilização (assepsia) do circo: esquecimento do que lembre o corpo grotesco O Perturbante e seus Deslocamentos Um breve comentário sobre o universo circense Produção fetichista dessa acrobata: a super-mulher.

Do viver e celebrar o ciclo de vida e morte, passamos por um certo “encarceramento” do grotesco na lona, seguindo de uma “limpeza” do circo (Augusto e os animais), para chegar a uma tentativa de completa superação da morte.

O elemento altamente fetichista no acrobata (e penso que também no esportista) está no fato de que, por superar os limites do corpo, eles parecem superar a sombra da humanidade.
Para Iniciar


Conceitos Momento atual da investigação Perturbante: em Freud esse tema é relacionado à estética, a um sentir frente ao “que deveria ter permanecido... secreto e oculto mas veio à luz” (FREUD, 1919, p.281) – Unheimlich.
É perturbadora a dúvida de que um objeto inanimado tenha vida; a morte; Copelius.
Em especial, nessa apresentação, vou trabalhar com a lembrança da morte (e do animal em nós) como Unheimlich. “Deslocar através de uma narração estupefada a facticidade que se transmite e se adere entre a coisa [mercadoria] e a pessoa” (Canevacci, 2008, p. 91).
Diálogos

Minha pesquisa Deslocamentos do estranho, do perturbante, na história do circo (uma tendência observada):

“Festa vivida”
Surgimento do circo tradicional
Mudanças no interior da palhaçaria
O circo novo/contemporâneo e a centralidade da figura do acrobata em sua relação particular com o perturbante.

Sobre outras trajetórias possíveis. Objetivos Produção fetichista dessa acrobata: a super-mulher.

Do viver e celebrar o ciclo de vida e morte, passamos por um certo “encarceramento” do grotesco na lona, seguindo de uma “limpeza” do circo (Augusto e os animais), para chegar a uma tentativa de completa superação da morte.

O elemento altamente fetichista no acrobata (e penso que também no esportista) está no fato de que, por superar os limites do corpo, eles parecem superar a sombra da humanidade. Aqui temos uma “falsa” conciliação para tentar vencer o Unheimlich. Ele, no entanto, não cessa, embora fique na figura do acrobata aparentemente afastado. BAKHTIN, M. A cultura popular na Idade Média e no Renascimento: O contexto de François de Rabelais. São Paulo: Hucitec; Brasília: Ed. da Universidade de Brasília, 1999.
BOLOGNESI, M. F. O circo “civilizado”. In: 5th INTERNATIONAL CONGRESS OF THE BRAZILIAN STUDIES ASSOCIATION (BRASA), 6., Annals..., Atlanta: Brasa V, 2002.
CANEVACCI, M. Fetichismos Visuais, São Paulo, Ed. Atelier, 2007.
SOARES, C. L. O corpo como limite: um encontro com monstruosidade. (MIMEO)
WALLON, E. (Org.) O circo no risco da arte. Belo Horizonte: Autêntica, 2009. Referências
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