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Ricardo Reis

Heterónimo e análise ao poema "Segue o Teu Caminho"
by

Joel Silva

on 20 May 2013

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Transcript of Ricardo Reis

A Escrita Epicurismo: Ataraxia como caminho para a felicidade
Carpe diem
Epicurismo triste
Estoicismo: apatia em relação às leis do destino
Fatalismo: fugacidade de tudo
Referências à mitologia greco-latina e à natureza (Horácio e Alberto Caeiro) Horácio, na Escrita e no Pensamento Roma Antiga, século I A.C.
Poeta lírico, satírico romano e filosofo
Vida dedicada à poesia
Carpe diem
Epicurismo Biografia É um dos heterónimos mais conhecidos de Fernando Pessoa.
Porto, 19 de Setembro de 1887.
Foi educado num colégio jesuíta, formou-se em medicina
Em 1919 expatriou-se para o Brasil, por ser monárquico
Educado como latinista e semi-helenista.
Pessoa afirma que Ricardo Reis escrevia melhor que ele próprio. Crença Paganismo
Nilismo
Péssimismo Sobre o Poema "Segue o Teu Destino" Segue o teu destino,
Rega as tuas plantas,
Ama as tuas rosas.
O resto é a sombra
De árvores alheias.

A realidade
Sempre é mais ou menos
Do que nós queremos.
Só nós somos sempre
Iguais a nós-próprios. Análise do Poema
"Segue o Teu Destino" Ricardo Reis Destino Deuses Homens Neopaganismo Escrito em 1916 Incitação à felicidade da vida e uma renuncia ao Conhecimento Forte presença do Neopaganismo Questiona o sentido da vida Referências e metáforas com a Natureza Mas serenamente
Imita o Olimpo
No teu coração.
Os deuses são deuses
Porque não se pensam. Suave é viver só.
Grande e nobre é sempre
Viver simplesmente.
Deixa a dor nas aras
Como ex-voto aos deuses.

Vê de longe a vida.
Nunca a interrogues.
Ela nada pode
Dizer-te. A resposta
Está além dos deuses. Ricardo Reis, 1-7-1916 1ª Estrofe Segue o teu destino,
Rega as tuas plantas,
Ama as tuas rosas.
O resto é a sombra
De árvores alheias. Refere-se à vida Amar o que a vida nos dá
ou
Amar aquilo que a vida fez de nós Perguntas sem resposta, paradoxos, sofrimento 2ª Estrofe A realidade
Sempre é mais ou menos
Do que nós queremos.
Só nós somos sempre
Iguais a nós-próprios. A realidade é o que nós fazemos dela Somos apenas um
Não podemos ser alguém que não somos 3ª Estrofe Suave é viver só.
Grande e nobre é sempre
Viver simplesmente.
Deixa a dor nas aras
Como ex-voto aos deuses. Viver, esquecendo as coisas que não são importantes Deixar a dor, esperar o nosso destino 4ª Estrofe Vê de longe a vida.
Nunca a interrogues.
Ela nada pode
Dizer-te. A resposta
Está além dos deuses. A resposta sobre a fugacidade da vida está acima dos deuses; Destino Convite do poeta para ver a vida como mero espectador 5ª Estrofe Mas serenamente
Imita o Olimpo
No teu coração.
Os deuses são deuses
Porque não se pensam. Convidanos para sermos deuses, no sentido de controlar os nossos sentimentos, de modo a alcançar-mos a felicidade Metafora alusiva ao Ser Humano e à sua felicidade Particularidades do Poema Figuras de estilo
Versos 9 e 10: aliteração em S
Verso 24: aliteração em S
Versos 24 e 25 -metáforas 5 estrofes
5 versos - quintilha Rima Branca -Inexistência de rima
Métrica Irregular Presença de um tom coloquial:
O poeta dirige-se a um "tu" Diogo Hermínio, nº4 Joel da Silva, nº16
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