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Educação Especial e Inclusão Escolar

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Sandra Lamb

on 23 September 2016

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Transcript of Educação Especial e Inclusão Escolar

O que é necessário para a inclusão...
PPP - Projeto Político Pedagógico
Por onde começar?
Escola Especial X
Escola Regular
Documentos e datas importantes:
Histórico:
Vygotsky
Educação Especial
e Inclusão Escolar

Professora Sandra Lamb
Exclusão
Pessoas com necessidades especiais eram excluídas de instituições de ensino, ficavam geralmente em casa, sob cuidados das famílias e alguma assistência médica.
Separação
Pessoas com NE eram separadas das demais, sendo encaminhadas para instituições especializadas ou classes especiais geralmente em hospitais públicos ou escolas especiais.

- Institucionalização da deficiência.

- 1854 - "Imperial Instituto dos Meninos Cegos", atual Instituto Benjamin Constant (RJ). 1857 - Instalado o Instituto dos Surdos-mudos, atual Instituto Nacional de Educação de Surdos – INES (RJ).

Integração
Pessoas com NE ficavam na mesma instituição de ensino que as demais. Iniciou a partir de 1954, com associações de pais. Buscava-se manter crianças em escolas especiais e adaptar a pessoa com necessidade especial ao convívio em escolas regulares.

- Desinstitucionalização da deficiência: transferência gradual das pessoas com deficiência das instituições especiais para escolas regulares.
Inclusão
Processo em que a pessoa com necessidade especial e a escola precisam adaptar-se uma a outra. O ensino deve abranger todos. A escola passa a ser responsável pelo desenvolvimento destes alunos.
- Comissão de Warnock (Londres, 1978): apoio ao princípio de integração. Três formas principais de integração: situacionais, sociais e funcionais. Após o relatório de Warnock ocorreram as mudanças para iniciar processos de inclusão.

- Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional - Educação Especial, nº 9.349/96, art. 58, parágrafo I: serviço de apoio especilizado na escola regular. Escolas especiais - novo papel na educação, cooperação com escolas regulares e auxílio ao processo de inclusão. Escola especial deve complementar o ensino regular - suporte para os alunos e para as escolas.
- Montoan:
avaliação não diferenciada, para medir se a criança cresceu.
professor não precisa ter capacitação, isto é para a equipe de atendimento especializado.
professor não pode recusar aluno, deve procurar ajuda disponível.
Sócio-gênese: interações sociais são fundamentais para as crianças desenvolverem estruturas humanas, como pensamento e linguagem.
Funções psicológicas superiores se formam e devem sua origem ao desenvolvimento histórico como ser social.
Buscava compreender como o ambiente social e cultural poderiam mediar as relações entre as pessoas com deficiência e o meio.
Considerava que pessoas com NE deveriam ter acesso e permanência ao mundo social; segregação e isolamento desfavoreceria seu desenvolvimento.
Declaração Universal dos Direitos Humanos (1948): direito à vida, integridade física, liberdade, igualdade, dignidade e educação.
Conferência Mundial sobre Educação para Todos (1990): acesso a educação.
Declaração de Salamanca (1994): educação para pessoas com NE na escola regular.
1973 - CENESP (Centro Nacional de Educação Especial) transformou-se em 1986 no SEESP (Secretaria da Educação Especial) - políticas públicas para pessoas com NE.
1988 - Constituição Federal - art. 208 inciso III - atendimento educacional preferencialmente na rede regular de ensino.
1994 - LDBN - Educação especial - atendimento especializado.
2003 - Programa de Educação Inclusiva: direito à Diversidade (MEC) - compartilhar conceitos, informações, metodologias com fundamentação filosófica para a educação especial, com pessuposto nos direitos humanos.
2015 - LBI - janeiro de 2016.
Quais são as diferenças entre a integração e a inclusão? Ações eficazes para a inclusão...
PEDAGÓGICO
POLÍTICO
PROJETO
FUTURO
NOVIDADE
AÇÃO
VISÃO
SOCIAL E
HUMANA
AÇÃO
TRANFORMAÇÃO
LDB (1996) nº9.394/96 - cap.V - Art. 59, inciso I
Prioridade de atendimento para alunos com deficiência no ensino regular.
Currículos, métodos, técnicas, recursos educativos e organização específicos para atender às necessidades dos educandos com necessidades especiais.
Filosofia da escola: princípios democráticos e igualitários; filosofia em que todas as crianças podem aprender e fazer parte da vida escolar.
Currículos, métodos, técnicas, recursos e organizações - previsto no PPP.
Princípio da heterogeneidade - referente à diversidade humana; ao fato de todos serem diferentes, aprender de diferentes maneiras e que isto pode promover aprendizagem no âmbito escolar.
Diversidade / multiplicidade.
Revisão de alguns aspectos: função da gestão educacional, redes de apoio, participação da comunidade escolar e prática pedagógica.
Prática Pedagógica
Inclusiva
Luto: desconstrução de práticas idealizadas e reconstrução de práticas educacionais inclusivas
Planejamento com métodos, técnicas, recursos educativos e organizações específicas para atender e incluir todos os alunos.
Menos aulas expositivas e mais técnicas ativas (jogos estruturados e semi-estruturados, expressão artística, dramatizações - eficazes para todos os alunos, principalmente os com NE).
Professores: acreditar na capacidade dos alunos e encontrar maneiras deles superarem os desafios escolares.
Revisão de práticas para que a inclusão funcione:
trabalhos coletivos;
ensino com ênfase em conteúdos;
livro didático;
atividades realizadas todas ao mesmo tempo;
trabalhos desvinculados de experiências e interesses dos alunos;
organização do tempo do dia letivo;
avaliação com sistemas de provas.
(Luiza Lima - Artigo Apertem os cintos, a direção (as)sumiu! Os desafios da gestão nas escolas inclusivas - 2005
Maria Tereza Égles Montoan. Livro Inclusão Escolar: O que é? Por quê? Como fazer? - 2003
Planejamento: direcionado ao perfil da turma e maleável, contínuo para promover maior reflexão sobre as ações, deve estar relacionado aos conteúdos programados para cada ano escolar de forma contextualizada, objetivos para toda turma e cada aluno. (LIMA)
Avaliação: precisa de inovações, professor deve rever se os objetivos para cada aluno foram alcançados e o que poderá ser feito caso o aluno não os tenha atingido; de ser dinâmica, contínua, mapeando o processo de aprendizagem dos alunos em seus avanços, retrocessos, dificuldade e progressos.
Documento do MP - O Acesso de Alunos om Deficiência às Escolas e Classes Comuns na Rede Regular (2004)
Sugestões:
elaborar objetivos que respeitem o tempo e as condições para que cada aluno possa aprender;
incentivar o diálogo, cooperação e criatividade;
estimular o pensamento crítico;
oferecer formas diversificadas de ensino, dando preferência às aulas práticas;
propiciar várias formas de avaliação;
valorizar a autonomia dos alunos e as diferenças na sala de aula.
Não há receitas prontas para um aprática inclusa, pois cada prática tem um planejamento único, sendo elaborado para a realidade escolar para o qual foi planejado.
Burnout Docente
Bun out - queimar para fora - sensação de impotência em que o professor perde o entusiasmo, permanece trabalhando, mas sem crença, sem sonho e sem ideal. Refedere-se ao sentimento de impotência com atitudes sem efeito (ou falta de atitudes) diante dos alunos com deficiência. Pode ser inconsciente.
Professores justificam que não estão preparados para trabalhar com a deficiência. Muitos não tiveram em sua formação profissional, na graduação, disciplinas que abrangessem a educação inclusiva. Portaria 1.793/94 - reconhecimento da necessidade de complementar o curriculo da Pedagogia e das Licenciaturas com disciplinas específicas - políticas de educação inclusiva.
“A inclusão é uma visão, uma estrada a ser viajada, mas uma estrada sem fim, com todos os tipos de barreiras e obstáculos, alguns dos quais estão em nossas mentes e em nossos corações.”
(Peter Mittler - Educação Inclusiva: contextos sociais. Porto Alegre: Artmed, 2003; p.21)
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