Loading presentation...

Present Remotely

Send the link below via email or IM

Copy

Present to your audience

Start remote presentation

  • Invited audience members will follow you as you navigate and present
  • People invited to a presentation do not need a Prezi account
  • This link expires 10 minutes after you close the presentation
  • A maximum of 30 users can follow your presentation
  • Learn more about this feature in our knowledge base article

Do you really want to delete this prezi?

Neither you, nor the coeditors you shared it with will be able to recover it again.

DeleteCancel

Make your likes visible on Facebook?

Connect your Facebook account to Prezi and let your likes appear on your timeline.
You can change this under Settings & Account at any time.

No, thanks

Controle eficaz da dor em Odontologia: Analgésicos Opióides.

Classificações da dor; Avaliação da dor; Conceitos em dor; Fisiopatologia da Dor; Escolha do esquema posológico; Seleção de Analgésicos; Base da ação Opióide; Neuropeptídios endógenos; Uso dos Opióides em Odontologia.
by

Adriele Laurinda

on 29 April 2015

Comments (0)

Please log in to add your comment.

Report abuse

Transcript of Controle eficaz da dor em Odontologia: Analgésicos Opióides.

Controle da Dor Odontogênica:
Analgésicos Opióides
NEURÔNIOS AFERENTES NOCICEPTIVOS
Fisiopatologia da Dor
Tipos de Nociceptores
Fisiopatologia da Dor
Introdução
NEURÔNIOS AFERENTES NOCICEPTIVOS
Fisiopatologia da Dor
Disciplina de Farmacologia
Prof. Adriele Laurinda Silva

Dor: Definição
International Association for the study of Pain:
"Experiência sensorial e emocional desagradável, que surge em decorrência de lesão tecidual verdadeira ou potencial, ou descrita em termos desta lesão."
É resposta direta e reflexa à um evento desfavorável, associado a dano tecidual, como lesão, inflamação ou câncer, mas a dor severa pode surgir de modo independente de qualquer causa predisponente óbvia (p. ex.: neuralgia do trigêmio) ou persistir por longo tempo, após a lesão precipitante ter sido curada (p. ex.: dor de membro fantasma).
Ela também pode ocorrer como conseqüência de lesão cerebral ou nervosa (p. ex.: após derrame ou infecção herpética).
Possui componente fisiológico e emocional, ou seja, o mesmo estímulo lesivo causa dores de intensidades diferentes em indivíduos distintos.
Nocicepção
Resposta fisiológica à um estímulo nóxico e não possui componente emocional.
Dor referida: a dor no locar original não é aquele onde o indivíduo relata a dor, por exemplo, um indivíduo quando sofre um infarto ele nunca irá referenciar a dor como sendo no coração, a dor vai ser sempre referida, pode ser uma dor intensa na nuca, no braço esquerdo, no peito, etc.
Hiperalgesia: Sensibilidade aumentada para os estímulos nociceptivos.
Alodinia: resposta dolorosa frente à um estímulo que por si só não promove dor.
Dor de membro fantasma: Por ex.: amputa um membro superior e o indívíduo continua sentindo dor (tratamento só com analgésicos maiores ou retirada cirúrgica da fibra aferente).
Classificações da Dor:
Dor aguda: A dor aguda é geralmente bem localizada e definida, embora o seu grau de localização varie em alguma extensão com o tipo de tecido envolvido. Sensações dolorosas a partir da pele são localizadas com grande exatidão (ex.: pedra no sapato causando compressão em algumas estruturas), enquanto a dor muscular é freqüentemente mais difusa. Geralmente é enviada por fibras do tipo A delta.

Dor crônica: já se sente próximo a área afetada um espasmo muscular, o indivíduo não consegue reconhecer o local exato, é uma dor mais difusa, geralmente ela é enviada para centros superiores por fibras aferentes do tipo C e está relacionada também à irritação química constante.
Aguda
Crônica
Fármacos utilizados para o controle da dor:

Analgésicos Opióides (Atuação no SNC).
Antiinflamatórios Não Esteroidais (AINES).
Analgésicos simples ou periféricos.
Fármacos coadjuvantes
Antidepressivos tricíclicos, neurolépticos, miorrelaxantes, ansiolíticos menores, corticosteróides, anfetaminas, cafeína, canabióides.
Fármacos para dores específicas:
Carbamazepina (Neuralgia do Trigêmio)
Ergotaminas (Enxaquecas).
A dor está associada com a atividade elétrica nas fibras aferentes primárias de pequeno diâmetro dos nervos periféricos.
Terminações sensoriais em tecidos periféricos ativados por estímulos Térmicos, Mecânicos, Químicos e Elétricos.
Nociceptores X Mecanoceptores X Termoceptores
Nociceptores: possuem alto limiar de deflagração, ou seja, são somente ativados de modo normal por estímulos de intensidade nóxica - suficiente para causar algum grau de lesão tecidual. Diferentemente dos receptores mecânicos e térmicos.
A velocidade de condução do impulso nervoso é diretamente relacionada ao diâmetro da fibra. A dor aguda e súbita é transmitida pelas fibras A, enquanto que a dor persistente e mais lenta é transmitida pelas fibras C.
Fisiopatologia da Dor
Todas as fibras levam os impulsos até a corda espinhal; esta, conduz a informação até o tálamo. Então, é neste momento que a dor é detectada: quando a informação atinge o Hipotálamo.
Fisiopatologia da Dor
Fisiopatologia da Dor
Fisiopatologia da Dor
Neurônios Inibitórios Opiodérgicos
Via Ascendente da Dor
Via Ascendente da Dor
Via Descendente da dor
Fisiopatologia da Dor: Neurônios Inibitórios Opiodérgicos. Modularores
A inibição descendente é mediada principalmente pelas encefalinas, 5 - H T , noradrenalina e adenosina. Os opiáceos causam analgesia parcialmente por ativarem essas vias descendentes, parcialmente por inibirem a transmissão no corno dorsal e parcialmente por inibirem a excitação das terminações nervosas sensoriais na periferia.
Avaliação da Dor
"A dor refere-se a qualquer experiência que uma pessoa afirma sentir e existe sempre que ela assim o afirma."
Escolha do esquema posológico
As odontalgias embora consideradas somáticas superficiais (localizadas e melhor suportadas) muitas vezes apresentam-se com características de dor profunda, mal localizadas, associadas à náuseas, palidez, sudorese e podem ser referidas a outras áreas e, nestas condições, além de dificultar o diagnóstico, constituem-se exceção a regra.
Dor de origem odontogênica
Nos Estados Unidos da América (EUA), segundo Lipton et al. (1993),
aproximadamente 22% da população em geral experimentou algum tipo de dor orofacial
nos últimos seis meses. A mais freqüente foi a “dor de dente” – 12,2%. Um outro dado
revelador, ainda nos EUA, mostrou que 41% da população não procurou pelos serviços
odontológicos, motivado pelo medo ao tratamento odontológico. A dor, que o
tratamento odontológico poderia determinar, foi a causa maior desta “fuga” (Anderson,
1997). Ainda, De Nuzzo (1992) ilustra que a freqüência de uso de analgésicos prescritos
por cirurgiões dentistas americanos atingiu uma média de aproximadamente 4 (quatro)
prescrições por semana, fato esse que se projetado, na época, determinava 16 milhões de
prescrições escritas por ano para o alívio de dores na prática odontológica.
Causas de Odontalgias
Ilustração esquemática de estratégias para a prevenção e controle da DOR
OROFACIAL AGUDA. Antes do procedimento clínico propriamente dito
Opções Terapêuticas em Odontolagias
Introdução
Opióides: analgésicos maiores ou aqueles que atuam no SNC
Opióide se aplica a qualquer substância, endógena ou sintética, a qual produz efeitos semelhantes à morfina, que são bloqueados por antagonistas como a naloxona.
Opiáceo, é restrito aos fármacos sintéticos semelhantes à morfina com estruturas não-peptídicas.
O ópio é um extrato da seiva da papoula Papaver somniferum que foi usado para fins sociais e médicos por milhares de anos como um agente produtor de euforia, analgesia e sono e para impedir a diarréia.
Análogos da morfina: estes são compostos intimamente relacionados em estrutura com a morfina e com freqüência sintetizados a partir dela: eles podem ser agonistas (p. ex.: morfina, diamorfina, (heroina) e codeína), agonistas parciais (p. ex.: nalorfina e levalorfan) ou antagonistas (p. ex.: naloxona);
Derivados sintéticos com estruturas não-relacionadas com a morfina: p. ex., petidina e fentanil; metadona e etorfina dentre outros.
Opióides: analgésicos maiores ou aqueles que atuam no SNC
Opióides: analgésicos maiores ou aqueles que atuam no SNC
Mecanismo de ação dos opióides
Opióides: analgésicos maiores ou aqueles que atuam no SNC
Analgesia
Outros efeitos no SNC
– Sensação de estar flutuando
– Outros: inquietação, mal-estar, nervosismo, tristeza, desorientação
– Sonolência.
Depressão respiratória
Ação no tronco cerebral
– diminuição da Frequencia Respiratória
Rigidez do tronco
– Doses elevadas de fentanil, sufentanil e alfentanil
– Nauseas e vômitos
• Ativam a zona-gatilho quimiorreceptora no tronco cerebral
Supressão da tosse
• Ação direta no tronco cerebral
• Ação em receptores μ e к nas vias aéreas
Miose
• Núcleo no nervo oculomotor
Efeitos periféricos
• Vasodilatação, hipotensão
– Liberação de histamina ou depressão vasomotora
– com benzodiazepínico
– μ: estimulação vagal
Efeitos periféricos
– TGI
• diminuição da secreção ácida
• diminuição da absorção de água no intestino
• Espasmos periódicos
Contração dos ductos biliares
Efeitos
Opióides: analgésicos maiores ou aqueles que atuam no SNC
Opióides
Referências
GOODMAN & GILMANS. As bases farmacológicas da terapêuticas. Rio de Janeiro. Ed. Guanabara Koogan, 1993.
NEIDLE, E. A., YAGIELA, J.A. Farmacologia e terapêutica para dentistas. 4ª ed., Rio de Janeiro, Ed. Guanabara Koogan, 2000.
RANG, H. P.; DALE, M.M.; RITTER, J.M.; FLOWER,R.J. RANG & DALE Farmacologia. Rio de Janeiro. Ed. Guanabara Koogan, 2008.
Full transcript