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PAISAGEM NA LINHA DO TEMPO

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Virgínia Magrin

on 19 May 2014

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Transcript of PAISAGEM NA LINHA DO TEMPO

1000 a.C.
Pré-história
PAISAGEM
1000 a.C. - Livro dos Salmos
Referia-se à bela vista que se tem do conjunto de Jerusalém, com os templos, castelos e palacetes do Rei Salomão.

(noção inicial visual e estética)
Surgimento do termo paisagem

Paisagem como recorte - perspectiva (paisagem é uma forma de pintura).

Brunelleschi – (re)descoberta da perspectiva, orientação das linhas de fuga.

Claude Lorrain
- natureza sem linhas retas - perspectiva atmosférica.

Séc. XVII - Pintura de Paisagem
Questiona o espaço real através da perspectiva no mundo vago e irreal
Séc. XVIII/XIX - Humboldt (1769-1859)
Introdução da 'Paisagem' como termo científico
Séc. XIX
Surgimento da fotografia - fortalecimento dos estudos sobre paisagens

Séc. XIX/XX
Vidal de La Blache

- humanização da paisagem
- introdução do elemento "cultura" na paisagem (paisagem cultural)
- possibilismo.


Séc. XX
Carl Sauer - Geogafia Cutural
Cal Toll - Ecologia da Paisagem
Donad Howser - História Ambiental
Dummond - História Ambiental no Brasil
2500 a.C.
Séc. XV
Séc. XVII
Séc XX
Pinturas Rupestres
Pré-história
Jardins Ornados
2500 a.C.
Séc. XV - Pintura no Renascimento
Chimborazo - 1810
Escola Francesa
Paysage
positivista dinâmico
“o relacionamento do homem com o seu espaço físico”
“vista de um conjunto do pays”
Pays – região, pátria
Território de uma nação

Ratzel: antropogeografia (paisagem humana)

Rafael Sanzio - 1518
Eduard Suess

- introdução dos temos litosfera, hidrosfera, atmosfera e biosfera
- paisagem X geografia

Luxor, Tal der Könige, Grab von Ramesses III. (1, 1995, 800x570)
Outras abordagens:
Paisagem e percepção;
Paisagem afetiva;
Paisagem sonora;
Paisagem artística;
Paisagem olfativa;
Igreja Nossa Senhora do Rosário – Natividade/TO
Jalapão/TO
Paisagem é um recorte das seguintes disciplinas:

- Geografia
- Ecologia de Paisagens
- História Ambiental
Outras disciplinas deram valiosas contribuições para o tema e também trabalham com este conceito:

- Antropologia
- Arqueologia
- Etnologia
- Biologia
- Turismo
- Entre outros
Séc. XVIII
Paisagem na Geografia
Diferentes matrizes epistemológicas, marcadas por:

Diferenças entre as escolas alemã e francesa, e mais tarde, a escola americana;

Diferenças ao longo do tempo, (antes e após a década de 70);

Diferentes linhas metodológicas, sendo as principais: a Geografia Física e Humana.

Século XX


Humboldt (1769-1859)
Ratzel (1844-1904)
Eduard Suess (1831-1914)

Geografia Clássica: “ciência natural das paisagens e das sociedades”.
PAISAGEM COMO INTERFACE – PRIMEIRA METADE DO SÉCULO XX
LINHA CRONOLÓGICA

Claude Lorrain
Escola Alemã
Landschaft
positivista estático
“conjunto de fatores naturais e humanos agrupados em unidades espaciais”
Origem do Holandês landskip

Paisagem na História Ambiental
Ecologia da Paisagem
É uma nova área de conhecimento dentro da ecologia, marcada pela existência de duas principais abordagens:

Geográfica: estuda a influência do homem sobre a paisagem e a gestão do território;

Ecológica: enfatiza a importância do contexto espacial sobre os processos ecológicos e a importância destas relações em termos de conservação biológica.

Dificuldade na concepção de um arcabouço teórico comum.

Ecologia da Paisagem
Década de 70 - Carl Troll e geógrafos - Europa Oriental e da Alemanha;

Influenciada pela geografia humana, fitossociologia, biogeografia e de disciplinas da arquitetura relacionadas com o planejamento regional;

Três pontos fundamentais:
a preocupação com o planejamento da ocupação territorial;
o estudo de paisagens modificadas pelo homem “paisagens culturais” (Tricart 1979);
a análise de amplas áreas espaciais (macroecologia);

Definição de paisagem - Troll (1971) - “a entidade visual e espacial total do espaço vivido pelo homem” .

Disciplina holística, integradora de ciências sociais, geo-físicas e biológicas, visando a compreensão global da paisagem e o ordenamento territorial.

Abordagem Geográfica
Década de 80 - biogeógrafos e ecólogos americanos que procuravam adaptar a teoria de biogeografia de ilhas para o planejamento de reservas naturais em ambientes continentais;

Uso de imagens de satélite, tratamento de imagens e de análises geo-estatísticas;

A escala espaço temporal de análise dependerá da espécie em estudo;
Abordagem Ecológica
A paisagem é definida como:
uma área heterogênea composta por conjuntos interativos de ecossistemas (Forman & Godron 1986);
um mosaico de relevos, tipos de vegetação e formas de ocupação (Urban et al. 1987);
uma área espacialmente heterogênea (Turner 1989).

Enfatiza às paisagens naturais ou a unidades naturais da paisagem, à aplicação de conceitos da ecologia para a conservação da diversidade biológica e ao manejo de recursos naturais;

A principal problemática nessa abordagem é o estudo dos efeitos da estrutura espacial da paisagem sobre os processos ecológicos (Turner, 1989).
Abordagem Ecológica
A ecologia de paisagens como recurso analítico lida com mosaicos antropizados, na escala na qual o homem está modificando o seu ambiente


Para conciliar uso das terras e sustentabilidade ambiental, social e econômica, é necessário planejar a ocupação e a conservação da paisagem como um todo.

Exemplo: a proteção de apenas um fragmento de vegetação ou um trecho do rio não é suficiente se o entorno do fragmento ou as cabeceiras estiverem comprometidas.

O homem está na origem dos problemas ambientais, mas é parte também das soluções. Resolver o problema da perda da biodiversidade excluindo o homem da paisagem é apenas um paliativo, e não uma solução.

Essas abordagens distintas mostram uma nítida bifurcação no foco principal de interesse da ecologia da paisagem.
No entanto, essas abordagens não são tão distintas quanto parecem, sendo inclusive um dos principais desafios da sociedade internacional de ecologia de paisagens a unificação dos conceitos básicos e o estabelecimento de um sólido arcabouço teórico comum. (Wiens 1996)

Córrego Neblina Araguaína - TO

Marginal Tiete – São Paulo - TO

Parque Cesamar, Palmas - TO

Considerações Finais
PORÇÃO DO ESPAÇO (LANCE DE VISTA/DESENHO)
PAISAGEM VIVENCIADA COMO CONTEMPLAÇÃO DE UMA BELEZA CÊNICA

RELAÇÕES SÓCIO-ECONÔMICAS
PAISAGEM VIVENCIADA COMO ORGANIZAÇÃO OU PLANEJAMENTO DA OCUPAÇÃO TERRITORIAL

RELAÇÕES SÓCIO-CULTURAIS
PAISAGEM VIVENCIADA COMO DOMESTICAÇÃO OU MODIFICAÇÃO DA NATUREZA SEGUNDO PADRÕES CULTURAIS E SOCIAIS.
HISTÓRIA E MEMÓRIA
PAISAGEM VIVENCIADA COMO CENÁRIO/ PALCO DE EVENTOS HISTÓRICOS.
MEMÓRIA E PERCEPÇÃO
PAISAGEM VIVENCIADA COMO PROJEÇÃO DE SENTIMENTOS OU EMOÇÕES PESSOAIS.
INTERAÇÕES (AÇÕES ANTRÓPICAS)
PAISAGEM VIVENCIADA COMO ENTENDIMENTO DAS RELAÇÕES DA BIOTA COM O SEU AMBIENTE
Paisagem
Séc. XIX
Considerações Finais
DIVERSIDADE DE ABORDAGENS NAS DIFERENTES CIÊNCIAS
DEFINIÇÕES DIVERGENTES

PAISAGEM VIVENCIADA DE DIFERENTES FORMAS
Recente

Donald Worster
– A história ambiental surge em 1970 no âmbito das conferências sobre a crise global com o objetivo de entender como os seres humanos foram, através do tempo, afetado pelo ambiente natural e vice-versa.

Brasil, em 1991
- José Augusto Drummond escreve o artigo “A História ambiental: temas, fontes e linhas de pesquisa” - afirmando desconhecer qualquer acadêmico brasileiro que se declarasse historiador ambiental e indicava uma série de intelectuais da passagem e início do século XX “sensíveis às relações históricas entre sociedade e meio natural”

História Ambiental
Pilares constitutivos da História Ambiental para entender a paisagem:
Para historiadores não é de praxe esclarecer objetivamente o que o
vocábulo paisagem
está denotando --> deixa a
ideia subentendida
e avança para o estudo empírico.

Preocupam-se em
revelar
o seu processo de
formação e transformação
--> Espacializa as estruturas sociais e econômicas e as fez parecer menos abstratas.

Espacializou as estruturas sociais e econômicas e as fez parecer menos abstratas. Colocou em um cenário visualizado os acontecimentos narrados (mata, cidade). Mas evitou a discussão conceitual.

O historiador esboçou paisagens como apoio ao seu relato.

Cultura
--> diz respeito às formas de apreensão de recursos naturais por parte das sociedades ao longo do tempo

Território
--> comporta múltiplas dimensões: simbólica, jurídica, territorial, etc.

Para Haesbaert (2006), o território só pode ser considerado em uma perspectiva que integre as dimensões naturais, políticas, econômicas e culturais. Neste sentido, a reconstrução da história da atividade humana sobre os ecossistemas pode realizar-se em diferentes escalas espaciais e temporais.

Curiosidades
A atenção dada ao espaço geográfico e à sua descrição foi comum na historiografia brasileira até a metade do século XX
->
atrelada à visão desenvolvida pela Geografia da época, que concebia paisagem como o real, concreto, passível de ser acessado objetivamente por meio de método científico.

Exceção

->
Sérgio Buarque de Holanda
->
Final dos anos 50 revelava como a tradição, que autorizava os delírios da imaginação, aliada a interesses presentes, interferia na seleção e organização dos temas que deram forma às descrições do Brasil nos três primeiros séculos da colonização.

Metade do século XX
->
A História tinha os documentos escritos como a sua fonte de pesquisa.

Último quarto do século XX
->
Busca novas fontes com o apoio de outras ciências como a Antropologia.

Memória oral, fotografia, cinema, patrimônio histórico, cartografia e literatura
->
concebidos como documentos históricos
->
discussão e desenvolvimento de metodologia sobre uso e interpretação das novas fontes.

Com base em documentos escritos e nessas novas fontes que o historiador tem pesquisado paisagens pretéritas.

Hoje
->

retorno às paisagens e ao espaço físico é diferente

->

eles são os objetos centrais das investigações e não mais complementares.

Contexto histórico

->

a preservação do planeta, de seus recursos e de suas paisagens “significativas” são parte de uma agenda global que encobre e descobre realidades.

Nova atenção à paisagem
A História, seja econômica, ambiental ou cultural, não tem produzido uma discussão teórica própria sobre a ideia de paisagem.

Oposição entre esses campos historiográficos quanto ao uso dessa categoria científica.

Historiadores culturais a consideram como uma percepção, e alguns dentro desse grupo sugerem a irrelevância da realidade material percebida.

Alguns historiadores econômicos e ambientais a tratam como uma materialidade objetiva.

Pensar a teoria
Entre os historiadores:
Enfoque

->

paisagem como um fenômeno visual ;

Tensão

->

entre a sua objetividade e subjetividade.


Relação subjetiva
com o real

->

tem como
mediações
o indivíduo, a cultura, o gênero, a classe.

Relação objetiva
com o real

->

definem como uma
materialidade
e tratam de forma diversa a sua composição e dimensão.
Pensar a teoria
Historiadores norte-americanos como Donald Worster, Richard Grove e Warren Dean, bases para uma abordagem do ambiente enquanto materialidade, continuam fundamentais.

Para Woster a história ambiental trata do lugar da natureza na vida humana. Como a
natureza se organizou e funcionou no passado, sem tirar o homem da história
. E, isso são coisas que podem ser vistas por meio da paisagem.

Alguns conceitos e teóricos
Os historiadores Simon Schama e Keith Thomas, o crítico Raymond Williams e o geógrafo Denis Cosgrove, ligados aos estudos culturais nos Estados Unidos e na Inglaterra, enfocam a
ideia de paisagem enquanto cultural e socialmente construída
Alguns conceitos e teóricos
Alguns conceitos e teóricos
Segundo Francisco Carlos Teixeira da Silva, a História da paisagem, que se confunde com História ambiental, nasce seguindo os passos da História agrária e História econômica.

Investiga a apropriação, produção e exploração dos recursos naturais em seus aspectos visuais e materiais.
Alguns conceitos e teóricos
“Como cenário, sua definição torna-se subjetiva, uma construção social. É dependente dos sentidos, o que para alguns significa distinção não apenas através da visão, como também do olfato, dos conceitos pré-concebidos, valores, cultura, posição social, religião, crença, gênero, enfim do arcabouço cognitivo de cada um”.
(OLIVEIRA; MONTEZUMA, p.120)
Alguns conceitos e teóricos
Alguns conceitos e teóricos
“Sejam a floresta, os Andes, o lago Titicaca ou o Pampa, as paisagens, ou melhor, os espaços naturais assumiram em vários lugares significados simbólicos altamente mobilizadores das atitudes dos homens. Constituíram-se em fundamentos de identidades nacionais, explicação para peculiaridades culturais, formulação de utopias nacionais, legitimação para ação política, etc. (...) a delimitação física (...) não é um elemento importante na caracterização do elemento fundante das imagens. O que conta realmente é o que se quer ver, são os desejos projetados sobre a natureza”.
(ARRUDA , Cidades e sertões, p. 65)

As paisagens são históricas e determinadas por uma série de particularidades culturais locais
Alguns conceitos e teóricos
Devemos atentar para o fato de que investigamos paisagens diversas.
Uma nos chega diretamente pelos olhos, outra por uma representação pictórica, fotográfica, numérica, outra por meio de nossas memórias, ou ainda, escrita, elaborada por pessoas ou instituições que podem nos ser contemporâneas ou estarem distanciadas há mais de século de nossa atualidade.
Ou seja...
O contato entre os índios e os europeus:
uma questão a ser abordada de diferentes modos
Paisagem na História Ambiental
No Reino do Bisão Lituano

Apresentavam o terrível animal com um símbolo da tenacidade, herói de sua terra e de suas paisagens natais
(Schama)
Elemento de identidade
“Antes de poder ser um repouso para os sentidos, a paisagem é obra da mente. Compõe-se tanto de camadas de lembranças quanto de estratos de rocha”. (Schama, p. 17)

Fotografia - “O próprio ato de identificar (para não dizer fotografar) o local pressupõe nossa presença e, conosco, toda a pesada bagagem cultural que carregamos”.
(Schama p. 17)

Engenho de açúcar
PAISAGEM PÓS-70
Geografia Radical e Geografia Humanista
O estudo dos “riscos” (ambientais) e da sua “percepção”.
Conceitos Polissêmicos e Imateriais
Paisagem como "ferramenta analítica"
Palavras-chave: Paisagem; Cultura; Contexto; Intertextualidade.
HERANÇAS METODOLÓGICAS NA LEITURA DA PAISAGEM
Corrêa & Rosendahl:
Dimensão Morfológica;
Dimensão Histórica;
Dimensão Simbólica;
Dimensão Funcional,etc.

Claval:
Formas Clássicas
Novas Formas
(Parâmetro funcional, arqueológico, simbólico, etc.)

FORMAS CLÁSSICAS
PAISAGENS NATURAIS E SUA GÊNESE
LEITURA DE MARCAS NA PAISAGEM
INTERPRETAÇÃO FUNCIONAL DE
PAISAGENS HUMANIZADAS
OUTRAS FORMAS DE LEITURA
LEITURA DESCRITIVA (FENOMENOLÓGICA)

AFETIVIDADE

INTENCIONALIDADE E PLANEJAMENTO

PAISAGISMO

ESTUDO DE PAISAGENS VERNACULARES

SEMIÓTICA DA PAISAGEM

DISCURSO DA PAISAGEM (HERMENÊUTICA)


LEITURA ARQUEOLÓGICA
DIMENSÃO CULTURAL
PAISAGEM COMO OBRA DO SUJEITO
(SCHIMITHÜSEN)

DIMENSÃO VIVA DAS PAISAGENS
(SAUER)
IV Dinastia Egípsia
Praia da Graciosa antes do enchimento do Lago
Estudos em que o documento é a própria concretude visualizada: a mata, a serra

Adalmir Leonídio, em Memórias em movimento: relatos de viagem e evolução da paisagem agrária na província de São Paulo (Brasil século XIX), mostra os inúmeros significados com que é empregada, reflete, entretanto, sobre
paisagens que nos chegam de segunda mão
, por meio de um documento, uma descrição do visualizado elaborada em outra época

O mais notório
retratista
do Brasil no século XIX,
Jean-Baptiste Debret
, foi pouco além da Corte do Rio de Janeiro. Em sua obra Viagem Pitoresca e Histórica ao Brasil,
usou desenhos e narrativas de terceiros
para compor estampas relativas a lugares onde nunca esteve e a situações que nunca viveu.
Historiadores elaboravam documentos sobre a origem de um país com a presença de personagens míticos.

A verde mata era uma fantasia útil; a floresta inglesa era coisa séria. Ao mesmo tempo em que se apresentava como guardiã da velha mata verde, a Coroa se dedicava a converter em dinheiro seus recursos econômicos.
Floresta de Pinheiro e Carvalho
P
aisagem:
palavra polissêmica;
conceito interdisciplinar.

Principais áreas que dialogam sobre ‘Paisagem’:
Geografia,
Ecologia da Paisagem;
História Ambiental.

Tais áreas apresentam diversas vertentes que estão em processo de construção de uma base teórica comum; apesar de algumas delas, como por exemplo a ‘Cultura’, não indicarem sinais de que estejam preocupadas com isso.

Outras áreas que passaram a contribuir para os estudos sobre ‘Paisagem’: Turismo , Arqueologia, Etnologia, Biologia e Antropologia.

Grandes contribuições para a compreensão do mundo.
HERANÇAS
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