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TONY GARNIER

CIDADE INDUSTRIAL
by

Bettina Santos

on 5 December 2012

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Transcript of TONY GARNIER

É uma cidade fictícia, apesar de estar inscrita de modo realista numa paisagem montanhosa, na foz de dois rios, que se assemelha à região de Lyon e integra uma antiga cidade. URBANISMO PROGRESSISTA ÁREA RESIDENCIAL ÁREA RESIDENCIAL ZONA INDUSTRIAL ESCOLA PROFISSIONAL ESTAÇÃO CENTRAL Na área plana mais elevada ficaria a zona residencial; Quanto às construções pode-se dizer que pretendia usar o cimento simples para fundações e paredes enquanto o cimento armado para fornos e tetos. A maioria dos edifícios era de cimento armado, que era pré-moldado. A estrutura das obras era evidente para dar um ar de calma aos ambientes criados. As escolas primárias ficam espalhadas pelos bairros. Na extremidade nordeste da cidade ficam as escolas secundárias, que respondem as necessidades de uma cidade industrial: ensino voltado para administração, comércio, profissional artístico (arquitetura, pintura, escultura, design de móveis e roupas) e industrial (metalurgia e preparação da seda). CENTRO ADMINISTRATIVO “A cidade compreende uma rede de ruas paralelas e perpendiculares. A rua mais importante parte da estação da estrada de ferro e vai de leste para oeste. As ruas norte-sul têm 20 metros de largura e são arborizadas dos dois lados; as ruas oeste-leste têm 13 ou 19metros de largura, as de 19 metros são arborizadas somente do lado sul, as de 13 metros não são arborizadas.” A administração cuida dos serviços de esgoto, lixo, água, fornecimento de energia, matadouros, serviços de fabricação de farinha e pão, armazéns de produtos farmacêuticos e lácteos. A cidade industrial de Tony Garnier foi criada em 1901 e exposta em 1904, esse projeto de planejamento urbano era a planificação do que deveria ser uma cidade moderna. Projetada para 35000 habitantes. O plano linear de Garnier separava as zonas: existiria o agrupamento racional da indústria, da administração e das residências, além da exclusão dos pátios internos e estreitos, criando uma quantidade suficiente de espaços verdes na cidade e ainda por seu sistema de transportes, que caracteriza os eixos de ligação por meio de avenidas. A proposta era, sobretudo de uma cidade socialista sem muros ou propriedade privada, onde todas as áreas não construídas eram parques públicos. O arquiteto francês Tony Garnier (1869/1948), editado em 1917, exerceu significativa influência sobre os arquitetos ‘racionalistas’ da primeira metade do século, que criaram o ‘estilo internacional’ e elaboraram o modelo de urbanismo progressista. Garnier, Cité Industrielle: o centro, com edifícios para reuniões em forma de losango e moradias, 1917 UNIVALI - História e Teoria I
Bettina Santos e Carolina Bini
2o semestre - Matutino Especial A 1.Cidade Antiga 2.Estação Central
3.Bairros residenciais 4.Centro
5.Escolas primárias 6.Escolas profissional
7.Hospital 8.Estação
9.Zona Industrial 10. Estação Industrial
11. Cemitério 12. Matadouro CIDADE INDUSTRIAL POR TONY GARNIER - Os bairros residenciais formam uma malha ortogonal de ruas que delimitam blocos de habitações de acordo com a necessidade de cada família, onde estambém estão estruturadas as escolas.
- As contruções residenciais nunca podem ocupar mais que metade da parcela do terreno,
tendo sempre uma área verde reservada no terreno, e chamam atenção pela ausência
de muro. CARACTERÍSTICAS DO PLANEJAMENTO URBANO E ARQUITETÔNICO: A principal fábrica é a metalúrgica, pois as minas próximas fornecem matéria-prima, essa fábrica é cortada por grandes avenidas arborizadas que passam por diferentes regiões, mesmo sendo a principal ainda existem outros aglomerados industriais. No centro ficariam as instalações cívicas, edifícios para escolas secundárias e campos de esporte;
No vale ao longo do rio ficariam indústrias, separadas da cidade propriamente dita, por uma zona rural que serviria de cinturão;
A cidade se estenderia longitudinalmente numa estrutura de planta em tabuleiro, com quadras de 30x150 m. - Inicialmente se tratava, ao contrário do maior parte das proposições con­temporâneas, de uma cidade completa, contando com sua própria indústrIA - usina siderúrgica - e com uma estrutura habitacional adequado e correspondente, equipada com toda a série de serviços necessários e ainda mais pelo fato de ter sido prevista para um sítio real, com dados concretos, na margem do Sena. - A estrutura administrativa da cidade foi prevista em seus mínimos deta¬lhes; função que se caracterizava menos pelos seus aspectos administrativos do que pelos políticos. Outro dado interessante e que reforça o caráter utópico da concepção era a ausência absoluta de edifícios para quartéis, instalações policiais, presídios e templos.- A estrutura viária foi rigorosamente concebida e diferenciada e desenvolvida pelo delineamento de três grandes ave­nidas paralelas. O núcleo residencial se desenvolvia ao longo da avenida central onde se localizavam os centros e unidades locais. Ao lado desta avenida-eixo se desenvolviam as duas outras vias de circulação; uma localizada na beira de um talude de modo a proporcionar a vista do vale se destinava ao passeio e ao ócio e a outra era destinada a suportar a tráfego pesado.- Era prevista uma rigorosa e total separação entre os locais de habitação e áreas de trabalho, introduzindo-se, portan­to deste modo, uma nítida e irrepreensí­vel separação, ou melhor, dizendo, zonea­mento das funções urbanas. Previa-se ao mesma tempo, a possibilidade de sua expansão, se bem que esta foi formulada em termos um tanto quanto mecânicos, pe­la simples e indefinida repetição dos ele­mentos constituintes do núcleo urbano. Os espaços verdes eram liricamente exaltados desempenhando a função' de elementos isolantes dos diversos componentes da cidade.- O conceito urbanístico inscreve-se nitidamente no conceito de cidade-jardim de Ebenezer Howard. TEATRO
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