Loading presentation...

Present Remotely

Send the link below via email or IM

Copy

Present to your audience

Start remote presentation

  • Invited audience members will follow you as you navigate and present
  • People invited to a presentation do not need a Prezi account
  • This link expires 10 minutes after you close the presentation
  • A maximum of 30 users can follow your presentation
  • Learn more about this feature in our knowledge base article

Do you really want to delete this prezi?

Neither you, nor the coeditors you shared it with will be able to recover it again.

DeleteCancel

Make your likes visible on Facebook?

Connect your Facebook account to Prezi and let your likes appear on your timeline.
You can change this under Settings & Account at any time.

No, thanks

neuroplasticidade

No description
by

Ana Dantas

on 25 January 2015

Comments (0)

Please log in to add your comment.

Report abuse

Transcript of neuroplasticidade

Efeitos da reabilitação sobre a plasticidade:

Após lesão encefálica, tanto a intensidade da reabilitação, como o intervalo de tempo entre a lesão e o início da reabilitação influenciam a recuperação da função nervosa. A falta prolongada de movimentação ativa, após lesão cortical, pode levar a perda subsequente da função em regiões adjacentes, não lesadas, do encéfalo.
Quando nós usamos nosso cérebro de formas novas, nós criamos novos caminhos para comunicação neural. Mesmo quando adultos, o que nós aprendemos e ao que nos adaptamos ao longo da vida reorganiza nossos neurônios existentes. Portanto, a neuroplasticidade é o que nos permite aprender, memorizar e adaptar através da nossa experiência com o mundo a nossa volta.
neuroplasticidade
Qualquer modificação do sistema nervoso que não seja periódica e que tenha duração maior que poucos segundos
Todo o processo de reabilitação neuropsicológica, assim como as psicoterapias de um modo geral (vide Kandel, 1998, 1999), se baseiam na convicção de que o cérebro humano é um órgão dinâmico e adaptativo, capaz de se reestruturar em função de novas exigências ambientais ou das limitações funcionais impostas por lesões cerebrais.
Tanto novas abordagens conceituais quanto dados empíricos estão permitindo delinear paulatinamente uma nova visão do sistema nervoso como um órgão dinâmico, constituindo uma unidade funcional com o corpo e com o ambiente, e dotado de características plásticas que se manifestam sob a forma de modificações estruturais decorrentes do exercício funcional adaptativo em contextos variáveis. Estas novas concepções sugerem um equilíbrio muito sutil entre fatores genéticos e ambientais na determinação no desenvolvimento e do comportamento.
Habituação:

Com a repetição prolongada da estimulação, ocorrem alterações estruturais mais permanentes: o número de conexões sinápticas diminui. Há a diminuição da resposta neural a um estímulo.
Recuperação de lesão:

Quando neurônios no sistema nervoso do adulto morrem, eles não são substituídos. Contudo, as alterações nas sinapses, na reorganização funcional do sistema nervoso central e as alterações relacionadas á atividade, na liberação de neurotransmissores, promovem a recuperação da lesão.

No encéfalo adulto, as áreas corticais rotineiramente ajustam o modo como processam informações, conservando a capacidade de desenvolver novas funções.
Neuroplasticidade, ou plasticidade cerebral, é a capacidade de remapeamento das conexões das nossas células nervosas, o processo que nos ajuda a continuamente aprender. Ela se refere à maneira do nosso cérebro agir e reagir à medida que experimentamos uma mudança em nosso ambiente ou desenvolvemos uma habilidade.
Aprendizado e memória:

Dependem de alterações persistentes e de longa duração da força das conexões sinápticas. Com a repetição da tarefa, ocorre redução do número de regiões ativas do encéfalo.
EXERCITE-SE
Modificações incluem:

Variáveis que afetam a recuperação funcional

O prognóstico é indicado pelos recursos disponíveis ao indivíduo tanto antes quanto depois da lesão. O sexo feminino, a juventude, o nível educacional, o status sócio-econômico, a menor severidade da lesão, a preservação da capacidade de insight, a ausência de transtornos psicopatológicos ou adição a álcool/drogas etc., são todos fatores correlacionados com melhor êxito após lesão cerebral adquirida.
O desenvolvimento do SN não se finaliza com o nascimento. Após esse evento, as interações do indivíduo com o meio ambiente ativam sistemas bioquímicos nos neurônios que podem produzir transformações na organização desse sistema, fenômeno denominado neuroplasticidade.
A seqüela era a conseqüência inevitável de uma lesão neurológica, área danificada estaria perdida para sempre e déficit funcional irreversível. Pesquisas de reabilitação, advento de novas técnicas de neuroimagem funcional permitiram o estudo da substância encefálica durante a realização das tarefas cognitivo motoras.

“A neuroplasticidade lançou luzes sobre a reabilitação. Trouxe esperança muito grande para os pacientes com lesões encefálicas. Sabemos que eles podem ser reabilitados dentro de certos limites, porque são dotados de flexibilidade, de plasticidade cerebral e que existem técnicas mais eficientes do que outras para realizar esse trabalho”.

A Neuroplasticidade e Suas Teorias
Teoria da diásquise: uma lesão focal destrutiva do SN provocaria, além de perda funcional, choque ou depressão funcional em regiões relacionadas com a zona lesionada.

Teoria da redundância: capacidade do SNC em controlar a função com apenas parte do SN intacto, o termo equipotencialidade refere-se a idéia de que este controle ocorre por ação de determinada região.

Teoria da função vicarial: capacidade do cérebro em “tomar conta” das funções controladas por outras áreas.

Teoria da substituição comportamental: capacidade de alcançar a mesma meta pela substituição por uma estratégia motora inteiramente diferente
Teoria da reorganização funcional: capacidade do SNC em alterar sua organização estrutural em seguida à lesão, o brotamento é uma expressão usada na descrição do crescimento de neurônios viáveis dentro do SNC. De acordo com Lundy-Eckman (2000), dentre todas as teorias, esta é a mais aceita.

No encéfalo adulto, as áreas corticais rotineiramente ajustam o modo como processam informações, mantendo a capacidade de desenvolver novas funções.

A plasticidade torna possível a recuperação das lesões do SN, contudo a atividade é fundamental para a otimização da recuperação, podendo esta ser surpreendente e raramente completa
Nos seres humanos há evidências de reorganização funcional do hemisfério afetado e ativação de áreas homólogas no hemisfério saudável contra-lateral
Muitas evidências mostram que os mapas sensoriais e motores do córtex cerebral mudam após lesão.

A plasticidade parece ser maior durante as fases iniciais da recuperação, decrescendo com o tempo. O aprendizado de habilidades motoras antes da lesão facilita o reaprendizado após a lesão.
Full transcript