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apresentação frei luis de sousa2

apresentação frei luis de sousa2
by

cristene pinto

on 1 June 2013

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Transcript of apresentação frei luis de sousa2

Recrutamento e selecção Acto I Cenas I - IV
Cenas V - VIII
Cenas IX - XII Informações sobre o passado
das personagens. Preparação
da acção - decisão dos governadores
e decisão de incendiar o palácio

Acção: incêndio do palácio Informações sobre o que se passou depois do incêndio

Preparação da acção: ida de Manuel de Sousa Coutinho a Lisboa

Acção: chegada do Romeiro Acto II cenas I-III
cenas IV-VIII
cenas IX-XV Acto III cena I
cenas II-IX
cenas X-XII Informações sobre a solução adoptada

Preparação do desenlace

Desenlace A peça é constituída por três actos.
Cada acto é representado por um número aproximado de cenas assim:
- o primeiro acto apresenta 12 cenas
- o segundo acto é constituído por 15 cenas
- o terceiro acto apresenta 12 cenas, tal como o primeiro. Extrutura Externa O facto de o segundo acto ser constituído por maior número de cenas prende-se com a própria especificidade e estrutural textual, pois é no segundo acto que se situa o climax, ao nível do conflito, ou seja, é nesse momento que surge o grau mais elevado de tensão dramática. Este momento corresponde à chegada e "identificação" do Romeiro que, apontando para o seu retrato, responde com o pronome indefinido "niguém", à pergunta de Frei Jorge: " Romeiro, quem es tu?", o que fecha o segundo acto.

A regularidade do número de cenas, ao nivel da estrutura externa, evidencia uma relação intrínseca com o paralelismo esrutural que existe na construção de cada sexo, ao nível da estrutura interna, e constitui um dos factores que traduzem, neste âmbito, a unidade de acção.

A peça possuí um organização tripartida regular e harmoniosa. Não se resume ao lugar onde os eventos se realizam, tem também uma dimensão social e psicológica.
Espaço físico – real, geográfico, interior ou exterior. É caracterizado pelas didascálias:

- Acto I: sala elegante e luxuosa do palácio de Manuel de Sousa Coutinho, em Almada, onde existe um retrato deste, entre duas grandes janelas sobre o Tejo – felicidade aparente.

- Acto II: Salão antigo do palácio de D. João de Portugal, em Almada, onde existem vários retratos (D. Sebastião, Camões e do próprio D. João). Atrás dos reposteiros existe a Capela da Senhora da Piedade. Espaço fechado, melancólico, pesado, escuro – peso da fatalidade, desgraça.

- Acto III: Parte baixa do palácio de D. João que comunica com a capela, sem ornato, apenas com objectos do foro religioso. Espaço fechado, que simboliza o abandono dos bens deste mundo, sendo a cruz símbolo da morte e da esperança. Espaço Espaço Social – ambiente social vivido pelas personagens:
- Opressão exercida pelo domínio filipino, que conduziu D. Manuel a incendiar o seu palácio.
- Culto sebastianista - D. João provoca a destruição de toda a família.
- Questão da ilegitimidade de Maria (condenação da família).
-Domínio da crença religiosa cristã patente no espaço/comportamento das personagens, surgindo como consolo e refúgio para o seu sofrimento. Espaço Psicológico – Vivências íntimas, pensamentos, sonhos, estados de espírito, memórias, reflexões das personagens:

- Monólogos de Madalena, Manuel de Sousa Coutinho, Telmo, Frei Jorge e os sonhos de Maria. A consciência de Madalena é o espaço priveligiado. Tempo Tempo Relativamente curto, tendência para a concentração.

- Diegese: tempo durante o qual a acção se desenrola, segundo uma ordenação cronológica.
- Histórico: época ou período da História em que a acção se desenrola:
- Batalha de Alcácer Quibir
- Existência de peste em Lisboa
- Mito Sebastianista
- Opressão e desavenças em Portugal, devido à perda de Independência
- Bernardim Ribeiro e Camões Acção A acção da obra é desenvolvida de acordo com um esquema estrutural que se repete em cada acto. Assim, encontramos três fases distintas, no desenrolar de cada acto:

- um momento de exposição, em que são apresentados, através das falas das personagens, os acontecimentos passados que motivaram a situação em que as mesmas se encontram.
- Um momento de conflito, em que assistimos ao desenvolvimento da acção propriamente dita, através das vivências das personagens.
- o desenlace, o desfecho, originados pelos dois momentos. Estrutura Interna Tem a ver com o desenrolar da acção e divide-se em:

- Exposição: apresentação das personagens e dos antecendentes da acção.

- Conflito: sucessão gradual dos acontecimentos que fazem avançar a acção através de momentos de tensão, expectativa até ao clímax (ponto culminante da acção).

- Desenlace: desfecho, que corresponde à morte das personagens (física, social ou afectiva). Em Frei Luís de Sousa:

o Exposição (Acto I, Cenas I-IV) – Apresentação dos antecendentes da acção, das personagens e das relações existentes entre elas.

o Conflito (Acto I, Cenas V-XII; Acto II; Acto III, Cenas I-IX) – Desenrolar gradual dos acontecimentos, com momentos de tensão e expectativa – desde o conhecimento de que os governadores espanhóis escolheram o palácio de Manuel de Sousa Coutinho para se instalarem até ao reconhecimento do Romeiro (clímax) – e que despoletaram uma série de peripécias.

o Desenlace (Acto III, Cenas X-XII) – Desfecho motivado pelos acontecimentos anteriores – consumação da tragédia familiar em que Maria morre e seus pais vêem-se obrigados a separar-se, morrendo um para o outro bem como para a vida mundana. Trabalho elaborado por:

Cristene Pinto
Carlos Almeida
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