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Fatores de risco e de saúde associados a prática de actividade fisica e processos de controlo de esforço

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Filipa Rolo

on 10 March 2013

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Transcript of Fatores de risco e de saúde associados a prática de actividade fisica e processos de controlo de esforço

Fatores de risco e de saúde associados a prática de atividade física e Processos de controlo de esforço Educação Fisica A fadiga lenta ou progressiva é mais traiçoeira, pois é de difícil diagnóstico, instalando-se ao longo de vários dias sem dar qualquer tipo de sintomatologia inicial. Está basicamente associada com sobrecargas de treinos, erros alimentares e repouso inadequado. Trabalho realizado por:

Ângela Anjos

Filipa Rolo

Priska Müller Processos de controlo de esforço O coração, durante o exercício físico vai adaptar-se ao esforço, procurando economizar o seu trabalho, esta economia é visível pela diminuição da frequência cardíaca em repouso. Depois de um treino, o organismo leva algum tempo a recuperar e é através da frequência cardíaca que podemos controlar essa recuperação e avaliar o maior ou menor efeito do treino. Mesmo durante o desenrolar do programa de treino a frequência cardíaca dá-nos indicações:
a) sobre a velocidade da recuperação;
b) se a intensidade da tarefa é significativa para provocar melhoria de rendimento. Para que haja um controlo eficaz sobre estas questões, torna-se muito importante que todos os dias pela manhã o atleta tire a pulsação e a registe num diário, para assim poder saber da situação do seu organismo perante o tipo de esforço produzido.
Para fazê-lo existem três técnicas:
 
a) no pulso (através da artéria radial): o atleta deve comprimir ligeiramente a artéria contra o osso, utilizando para o efeito dois dedos (indicador e médio), contando os impulsos durante 15 seg., multiplicando depois o valor encontrado por 4, encontrando assim o número de pulsações por minuto. Nunca devemos utilizar o polegar para contar, pois este dedo pode induzir em erro, aumentando falsamente a frequência cardíaca; Fadiga Melhora a silhueta; 
Melhora postura; 
O coração trabalha de forma mais segura e eficiente; 
Os músculos ficam mais eficientes; 
Aumenta a qualidade e a expectativa de vida; 
Combate o stress; 
Melhora seu sistema imunológico; 
Previne e reduz os efeitos de doenças cardíacas;
Diminui o risco de obesidade e osteoporose;  
Estabiliza a tensão arterial;
Estabiliza e previne deficiências respiratórias, problemas circulatórios ou diabetes;
Melhor a elasticidade e flexibilidade do corpo; 
As pessoas alimenta-se e dormem melhor;
Faz-nos sentir melhor e mais bem dispostos! A fadiga pode dividir-se em local e central.
A fadiga local é a incapacidade dos músculos para manter em equilíbrio a composição e decomposição dos processos do metabolismo, o qual provoca a acidificação, aumento da temperatura, perda de glicogénio e com isso a diminuição da capacidade de rendimento muscular. É sabido que as células nervosas aferentes informam as zonas superiores do sistema nervoso central sobre a situação dos músculos. Se os impulsos são fortes (dependendo da concentração de ácido láctico), ocasionam a formação de impulsos de repressão que finalmente obrigam a interromper o trabalho, isto é, a fadiga central. Fatores de saúde associados à pratica da atividade física A atividade física pode incluir algum risco, especialmente para pessoas sedentárias, é importante referir que desporto de baixa intensidade é pouco benéfico mas no entanto desporto de elevada intensidade pode ser prejudicial se não for acompanhado. É aconselhável consultar um médico para determinar os seus limites, pois a pessoa pode possuir alguma anomalia anatómica, lesão ou doença que desconheça.
Os acidentes ou lesões podem ser provocados por dois fatores:
Intrínsecos (problemas anatómicos, idade, género, hereditariedade, Anomalias estáticas);
extrínsecos (condições climáticas e geográficas, instalações desportivas, material); As lesões ou acidentes resultantes da prática de atividade física são:
dores musculares (tratadas com exercício de baixa intensidade);
contratura (tratadas com banhos de imersão e massagem leve);
cãibra (tratadas com aplicação de calor e suplemento de potássio);
rotura muscular (tratada com repouso e imobilização e aplicação de gelo);
tendinite (tratada com gelo e anti-inflamatório);
luxação (tratada com aproximação da articulação e imobilização);
entorse (gelo, anti-inflamatório e repouso);
contusão (gelo, anti-inflamatório e analgésico);
Fratura (mobilização); Lesões e acidentes mais frequentes Formas de minimizar os riscos da atividade física Para a atividade física ser mais segura é importante seguir algumas regras como:
utilizar bolas com a pressão adequada;
não dar pontapés em bolas de volley, basket, etc. utilizar calçado adequando em função do piso ou da atividade;
não se pendurar nas redes, balizas de andebol ou tabelas (que devem estar perfeitamente fixas no chão);
não transportar o material de forma inadequada e ter cuidado ao monta-lo. b) no pescoço (através da artéria carótida): usa-se o mesmo processo de compressão, colocando os dois dedos sobre a carótida.
 
c) no peito: coloca-se a palma da mão direita no lado esquerdo do peito, sobre o coração. Para controlar o esforço, a frequência cardíaca deverá ser medida imediatamente após o fim do esforço, num período de 6 seg. (multiplicamos esse valor por 10) ou 15 seg. (e multiplicamos esse valor por 4). A fadiga associada à prática desportiva pode apresentar –se rápida ou progressivamente.
A fadiga súbita aparece durante a realização de um esforço físico, ou após esforços físicos repetidos com um intervalo de recuperação curto que não permite a recuperação total. É de fácil diagnóstico, pois manifesta-se por sinais objetivos (diminuição do rendimento físico) e sintomas subjetivos (sensação de fadiga e por vezes dor muscular) facilmente percetíveis. dificuldade na recuperação após exercícios físicos (sinal precoce);
diminuição do rendimento desportivo;
alterações do sono – dificuldade em adormecer e insónias;
alterações do apetite – principalmente anorexia (falta de apetite);
polidipsia (muita sede);
hipersudação;
dificuldade de concentração;
alterações do comportamento;
falta de motivação para o treino;
astenia (falta de força);
aumento do pulso matinal em repouso, aumento na frequência cardíaca ao acordar;
irritabilidade, instabilidade emocional;
alterações/distúrbios gastrointestinais – diarreia, obstipação, etc.;
aumento de lesões dos tecidos moles;
perda de peso (igual ou superior a 1 kg). Por isso deve -se estar atentos relativamente a: A sintomatologia quando aparece é constituída por sinais e sintomas de suspeição, muito variados e pouco específicos, que nos podem fazer pensar em muitas outras causas, para além de um estado de fadiga.
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