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Fuzil 7,62 IMBEL

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by

Yuri Rabelo

on 1 July 2014

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Transcript of Fuzil 7,62 IMBEL

Armamento e Equipamento da PMMG
Tático Móvel

FUZIL CALIBRE 7.62 MM IMBEL A1 MD3
FUZIL 5,56 IMBEL MD2 A1
CARABINA 5,56 IMBEL MD 97 LC
Introdução
Funcionamento
Inspeção Preliminar
Manejo
Desmontagem/Montagem
Introdução
Funcionamento
Inspeção Preliminar
Manejo
O Fuzil 7,62 IMBEL A1 MD3, atualmente em uso na Corporação, é derivado
do Fz 7,62 M964 A1 “PARAFAL”, arma da família do FAL, inicialmente
distribuída à tropa pára-quedista e de selva.
Compõe-se, na sua maioria, de peças do PARAFAL, segue o mesmo princípio de funcionamento, e o seu manuseio é idêntico.
Características da Arma
Características da Arma
Posição Incial
Para estudo do funcionamento, a arma parte da seguinte posição inicial:

– alimentada;
– carregada;
– destravada;
– obturador do cilindro de gases aberto (posicionado em “A”).
– dá-se percussão.
Disparo e recuo do êmbolo
– o projétil percorre o cano e ultrapassa o evento de admissão;
– após passar pelo evento de admissão do êmbolo, parte dos gases o atravessam chegando ao obturador do cilindro de gases que está ligado ao bloco do cilindro de gases;
– com o obturador aberto (letra “A” para cima) os gases atravessam o evento de admissão, passam pelo cilindro de gases, e entram em contato com a cabeça do êmbolo;
– sob a pressão dos gases, o êmbolo retrocede e deixa livre o evento de escape de gases. O evento de escape tem abertura variável, segundo a graduação em que se ache o anel regulador do escape de gases.
O anel regulador destina-se a fazer aumentar ou diminuir a saída dos gases, e, assim, pode-se controlar a pressão destes sobre a cabeça do êmbolo;
– o êmbolo, em seu recuo, obriga o impulsor do ferrolho a retroceder;
– a mola do êmbolo, que foi comprimida, distende-se, e torna a levar o êmbolo para a sua posição avançada.
Recuo das Peças Móveis
– Destrancamento e abertura: quando o impulsor do ferrolho recua, suas rampas de destrancamento entram em contato com os ressaltos de destrancamento do ferrolho, e fazem com que a parte posterior do ferrolho se erga e abandone o seu apoio na caixa da culatra;

– Extração (2ª fase): o batente do ferrolho no impulsor entra
em contato com o ferrolho, que é levado para a retaguarda. Nesse momento, a garra do extrator extrai o estojo da câmara, conservando-o preso ao ferrolho;
Recuo das Peças Móveis
– Ejeção: quando a face anterior do ferrolho se acha próxima
do defletor da janela de ejeção, o estojo choca-se contra o ejetor, que o obriga a girar e a sair para cima e para a direita;

– Engatilhamento: durante seu movimento de recuo, o impulsor do ferrolho força para baixo a cabeça do martelo, fazendo com
que o dente de engatilhamento, localizado em sua parte inferior, conectese com o gatilho intermediário, o que caracteriza o engatilhamento;

– Apresentação: durante a última parte do movimento das peças móveis para trás, os cartuchos existentes no carregador, sob
o impulso da mola do transportador, sobem, e o primeiro cartucho
apresenta seu culote, de maneira a ser empurrado pelo ferrolho, quando
este avançar;
Recuo das peças Móveis
– Limite de recuo: depois desta fase, o movimento das peças móveis continua, até que o conjunto ferrolho-impulsor do ferrolho venha para junto da parte posterior da armação; durante o recuo houve compressão das molas recuperadoras que se situam, parcialmente, em um furo na parte anterior do impulsor do ferrolho e apóiam suas espirais posteriores na tampa da caixa da culatra. Por ocasião do recuo do impulsor do ferrolho, são inteiramente comprimidas no interior deste.
Avanço das Peças Móveis
– Ação das molas recuperadoras:

 as molas recuperadoras, em certo momento de suacompressão, impedem que o conjunto ferrolho-impulsordo ferrolho prossiga em seu recuo;

a seguir, impelem tal conjunto para frente, por intermédiodo impulsor do ferrolho;

as rampas de impulso, existentes no impulsor do
ferrolho, entram em contato com o ferrolho, e este éimpelido para ir à frente.
Avanço das peças Móveis
– Retenção do ferrolho: depois de ter saído o último cartucho do carregador, o gancho do transportador entra em contato com o retém do ferrolho e, sob a pressão da mola do transportador, levanta o retém;
quando o ferrolho procura avançar, encontra em seu caminho o retém do ferrolho e fica preso; a arma fica aberta e o·operador é “avisado” de que o carregador está vazio;
– Introdução:
 quando o ferrolho avança, a parte inferior de sua face
anterior entra em contato com o culote do estojo, levando-o
para frente;
 a ponta do projétil, ao avançar, encontra a rampa de acesso,
que se eleva, e orienta aquela ponta, para que haja a
introdução na câmara de carregamento. Nesse momento,
o cartucho está liberado, parcialmente, das abas do
carregador;
Avanço das Peças Móveis
– Carregamento e fechamento: o ferrolho, ao avançar, libera o cartucho das abas do carregador e o introduz completamente na câmara, realizando o carregamento. O ferrolho terminou seu avanço, embora ainda não esteja trancado;

– Extração (1ª fase): no momento em que termina o carregamento, dá-se a 1ª fase da extração, pois o ferrolho, procurando avançar mais, obriga o extrator a erguer-se e empolgar, com sua garra, a virola de estojo;

– Trancamento: como o ferrolho não pode avançar mais, seu impulsor, por intermédio de sua rampa de impulso (que age sobre a rampa de impulso do ferrolho) obriga o ferrolho a baixar; as rampas de trancamento do impulsor e do ferrolho entram em contato e impelem este último para baixo. O ferrolho se coloca, então, adiante do apoio do ferrolho, ocasionando o trancamento da arma, quando a face inferior da montagem do impulsor do ferrolho coloca-se sobre a parte superior do ferrolho e impede que este se levante;
Tiro de Repetição
Para o Iançamento de granadas de bocal, o que não é a realidade
operacional da PMMG, emprega-se o “tiro de repetição”. Posicionandose
o obturador do cilindro de gases em usa posição fechado (letra “G”
para cima), os gases não penetram no cilindro e a arma passa a funcionar
como arma de repetição, com aproveitamento máximo de gases no
interior do cano.

Utiliza-se cartucho especial para lançamento, sem projétil, que contém a carga de projeção da granada de bocal
Aspectos Gerais
– sinais de ferrugem ou corrosão no acabamento externo;
– falta de pinos, parafusos ou qualquer outra peça externa;
– possíveis obstruções no cano;
– existência de resíduos de pólvora ou poeira nas partes internas;
– abas do carregador e a pressão da mola da mesa
transportadora;
– existência de amassamentos ou sujeiras na alça e na massa de mira;
– condições da coronha rebatível;
Aspecto de Funcionamento
– retirar o carregador e efetuar dois ou três manejos com o ferrolho para verificar seu correto e normal funcionamento. Esse procedimento serve, ainda, para observar a inexistência de cartuchos na câmara;
– inserir o carregador vazio na arma, que deverá estar como registro de tiro e segurança em “R”, e puxar o ferrolho à retaguarda. Nessa condição, a arma deve parar aberta;
– colocar e retirar o carregador de seu alojamento, verificando
o funcionamento do retém;
– verificar a posição do obturador do cilindro de gases, que
deverá estar com a letra “A” para cima;
– verificar o anel regulador do escape de gases (cilindro de gases);
– verificar a integridade do percussor (para tal operação, é necessário bascular a caixa da culatra e iniciar a retirada da tampa da caixa da culatra e do impulsor do ferrolho para se ter acesso à cauda do
percussor);
Aspecto de Segurança
– com a arma fechada e engatilhada, posicionar o registro de tiro e segurança em “S” (segurança) e pressionar o gatilho. Nessa condição, o arrasto do gatilho deverá ser travado, ficando o mecanismo
de disparo bloqueado para o funcionamento.
Básico
Travar: colocar o registro de tiro e segurança na posição “S” de segurança (gatilho travado)
Municiar o carregador: introduzir um a um dos cartuchos no carregador, com os projéteis voltados para o lado da nervura do
carregador. Pode, também, ser utilizado um aparelho municiador que facilite essa operação.
Alimentar: introduzir o carregador, encaixando a lingueta existente em sua face anterior superior, no interior de seu alojamento na parte inferior da armação. Girar a parte posterior do carregador para cima até que seja encaixado, o que será caracterizado por um clique. Puxar o carregador para verificar se ficou preso pelo retém.
Abrir a arma:
– apoiar a arma;
– puxar a alavanca de manejo;
– com a mão inversa, prender o retém do ferrolho;
– soltar devagar a mão que prende a alavanca de manejo;
Carregar a arma:
– 1ª opção: com a arma alimentada e fechada, puxar a alavanca de manejo à retaguarda. Assim, o retém do ferrolho cairá pela ação da gravidade. Ao soltar a alavanca, o impulsor do ferrolho se deslocará para frente, o ferrolho empurrará o primeiro cartucho do carregador e o introduzirá na câmara;
– 2ª opção: com a arma alimentada e aberta, abaixar o retém do ferrolho. O impulsor do ferrolho será liberado e, ao se deslocar para frente, retirará um cartucho do carregador e o introduzirá na câmara.
Operacional
Ao receber a arma na reserva de armamento:

– a arma deverá ser recebida aberta, e com a coronha voltada para quem a recebe, possibilitando, de pronto, visualizar a câmara, o que
consiste em um fator adicional de segurança para os envolvidos;
– desmontar em primeiro escalão, limpar, lubrificar e montar;
– realizar a inspeção preliminar, observando os aspectos gerais, de funcionamento e de segurança;
– sem colocar o carregador, fechar a arma e posicionar o
registro de tiro e segurança em “S” (travar);
– municiar os carregadores e alimentar a arma.
Em razão de seu emprego operacional, esta arma é conduzida para o serviço fechada, somente alimentada, e travada, até que disparo seja necessário.
Para deixar a arma em condições de pronto emprego:

– trazer a alavanca de manejo à retaguarda e soltar, carregando
a arma;
– caso seja necessário o disparo:
 destravar e acionar gatilho.
Para retornar a arma à sua condição de patrulhamento, após ter carregado, tendo realizado disparo ou não:
 travar a arma;
 retirar o carregador;
 descarregar a arma manobrando a alavanca de manejo;
 recolocar o cartucho ejetado no carregador;
 realimentar a arma.
Para devolver a arma à reserva de armamento, ao
término do serviço:

– dirigir-se até a caixa de areia e apontar para o interior desta (procedimento obrigatório);
– retirar o carregador;
– abrir a arma, mantendo-a aberta com o ferrolho preso por seu retém;
– desmuniciar o carregador;
– entregar a arma com a coronha voltada para o funcionário da
reserva de armamento, bem como os carregadores vazios.
Desmontagem/Monstagem
Para iniciar a desmontagem, a adoção das seguintes medidas preliminares de segurança é necessária:
– manter o dedo fora do gatilho e voltar o cano para uma direção segura;
– travar a arma;
– retirar o carregador;
– abrir a arma e reter o ferrolho aberto;
– fazer inspeção visual e tátil da câmara;
– fechar a arma;
– retirar o reforçador para tiro de festim, caso esteja na arma;
– retirar bandoleira, caso haja.
Abrir a caixa da culatra

– posicionar a arma na horizontal, com o cano voltado para a esquerda, visualizando seu lado esquerdo;
– com o polegar, deslocar o botão existente na parte anterior da chaveta do trinco de armação, e bascular o conjunto cano/caixa da culatra.
Retirar a tampa da caixa da culatra, juntamente com o ferrolho, impulsor do ferrolho, fazendo-os deslizar, para trás, nas guias da caixa da culatra, tomando-se o cuidado de segurar o impulsor do ferrolho, tão logo ele surja, para que não caia.
No interior da tampa da caixa, estão presas as molas recuperadoras e as hastes guias – não tentar separá-las;
Separar o conjunto da tampa da caixa da culatra, do conjunto ferrolho/impulsor do ferrolho
Separar o ferrolho do seu impulsor: afastar a parte anterior do ferrolho do interior de seu alojamento no impulsor, ao mesmo tempo em que exerce pressão na cauda do percussor, fará com que o impulsor se desprenda do conjunto (utilize uma superfície dura e lisa, ou o dedo polegar, como base).
Retirar o percussor e sua mola: pressionar a cauda do percussor com o dedo polegar, retirar o pino do ferrolho com o auxílio
de um toca-pino . Após retirado o pino, o percussor sairá de seu alojamento por força de sua mola.
Retirar o obturador do cilindro de gases fazendo pressão sobre o retém do obturador, girar de 1/4 de volta (90º), no sentido dos ponteiros do relógio, e retirá-lo.
Retirar o êmbolo e separá-lo da mola. A última espiral da mola é a mais apertada para mantê-la fixada ao êmbolo.
Desmontar o carregador: retirar a chapa localizada em sua base, deslizando-a para retaguarda, após alavancar sua parte posterior com uma chave de fenda. Retirar a mola do carregador e o transportador.
Ressalta-se que a tampa da caixa da culatra dos fuzis Imbel de coronha rebatível possui, em sua parte posterior, um ressalto-gancho que se encaixa no bloco da armação. Esse dispositivo impede a abertura normal da arma quando as peças móveis não se encontram à frente (arma fechada), com o fim de se evitar a projeção da tampa para trás,
devido à pressão das molas recuperadoras.
Se, por uma razão ou outra, as peças móveis não puderem avançar completamente, a abertura da arma poderá ser executada da seguinte forma:
– efetuar a manobra normal. A tampa, empurrada pelas molas recuperadoras retrocede ligeiramente e seu gancho se encaixa no alojamento do bloco da armação;
– introduzir a lâmina de baioneta entre a tampa e a parte interior da alça de mira;
– com a ajuda da baioneta, exercer uma pressão sobre a tampa, até vencer a resistência das molas, cuidando para segurar a tampa assim que a arma abrir:
– separar o mecanismo móvel da tampa;
– comprimir ligeiramente as molas recuperadoras, atuando sobre o impulsor do ferrolho, e desprendê-lo da tampa;
– prosseguir, conforme desmontagem normal.
Montagem

A montagem deve ser realizada observando-se a sequência inversa à da desmontagem, ou seja, monta-se primeiramente o êmbolo, em seguida o obturador de gases, percussor, ferrolho/impulsor do ferrolho, impulsor do ferrolho na tampa da caixa da culatra, introdução da tampa da caixa da culatra na armação e fechamento da caixa da culatra.
Emprego Operacional
Em razão da grande energia e dos grandes alcances atingidos pelo calibre 7,62, o emprego indiscriminado desse fuzil, principalmente em áreas urbanas, é altamente arriscado. Por isso, não deve ser utilizado como arma de uso imediato79 sendo, seu emprego operacional, restrito aos seguintes casos:

a) quando a situação exigir um tiro de longo alcance, a partir de 100 metros;
b) em confronto contra infratores entrincheirados, sem tomada de reféns;
c) durante a captura de infratores perigosos em zonas rurais;
d) contra criminosos de alta periculosidade, cujas armas são mais poderosas do que as geralmente usadas pelos policiais;
e) na ocupação de pontos estratégicos, sensíveis e vulneráveis em áreas de risco;
f ) nas operações de cerco, bloqueio e interceptação;
g) nas ações e operações de cerco em áreas rurais;
h) outros julgados convenientes, com base na avaliação de riscos. Mesmo assim, todos os cuidados devem ser tomados para que um disparo, perdido ou não (capacidade de transfixação), não venha a atingir pessoas inocentes, o que é responsabilidade do usuário. Não deve ser utilizado em abordagens urbanas de rotina, em combate aproximado, em ambientes confinados, ou locais com grande concentração de pessoas.
O emprego da arma será feito a comando, e diante de uma situação real.
Pelo policial a pé ou desembarcado:

Somente poderão utilizar o fuzil calibre 7,62 policiais devidamente capacitados e habilitados para tal, conforme regras estabelecidas no Manual de Treinamento com Armas de Fogo da PMMG.
Durante o deslocamento, de acordo com o terreno e com a avaliação do risco presente em cada missão, a arma poderá estar alimentada ou carregada, mas sempre em bandoleira de dois ou três pontos, em condição que facilite a adoção da postura de pronta resposta.
Quando o policial tiver que conduzir a arma no interior dos quartéis ou estandes, sempre deverá deixá-la descarregada e sem o carregador, conduzindo-a cruzada à frente do peito, em bandoleira, a tira-colo, ou na mão, segura pela alça de transporte
Condução da Arma
Em viaturas:

Recomenda-se acondicionar a arma em local adaptado e destinado a este armamento. Deve-se colocá-lo em suporte de metal, com presilhas em velcro, de forma que a arma fique na posição de pé, com o cano voltado para cima, somente alimentada, e com gatilho travado.
Caso venha a ser conduzido na viatura, individualmente, pelo comandante ou patrulheiro, considerando-o assentado, recomendase transportá-lo entre as pernas, seguro pelas duas mãos, com o cano voltado para cima, ou ainda, em bandoleira, com a arma à frente do corpo, e seu cano voltado para baixo, e entre as pernas.
Condução da Arma
Cap Yuri
Características da Arma
Características da Arma
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