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Teoria Geral da Administração

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by

Pedro Máximo

on 3 November 2014

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Transcript of Teoria Geral da Administração

Teoria Geral da Administração
Caracteristicas Burocráticas
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8.2 Aspectos Comuns
8.3 Princípios Básicos da Organização
8. Teoria Neoclássica
Leitura:
Idalberto Chiavenato
Capítulo 7 “Teoria Neoclássica”.

8.1 Abordagem Neoclássica
A Abordagem Neoclássica trabalha com os princípios da Teoria Clássica, atualizando-os para as organizações atuais.
Suas principais características são:
Ênfase na prática da administração
Reafirmação dos princípios da TC
Ênfase nos princípios gerais da administração
Ênfase nos objetivos e resultados organizacionais
Ecletismo nos conceitos

Para os Neoclássicos, as organizações possuem alguns aspectos comuns:
Objetivo
Razão de ser da empresa
Administração
Eficiência: meio, fazer corretamente
Eficácia: resultado, fazer as coisas certas
Desempenho individual
Capacitação

Divisão do trabalho
Decomposição de um trabalho em atividades menores
Surgem os níveis hierárquicos: institucional, funcional e operacional.

Especialização
Conseqüência da divisão do trabalho
Cada nível ou departamento possui funções específicas

8.3 Princípios Básicos da Organização
Hierarquia
Conseqüência da divisão do trabalho e da especialização
A existência de diversas tarefas exige a diferenciação de ‘poder’ Quanto maior a organização, normalmente maior é o nível hierárquico Aplicação dos conceitos de autoridade, responsabilidade e delegação

Autoridade
Alocada em cargos, e não em pessoas
Aceita pelos subordinados
Flui de cima para baixo

Responsabilidade
Inerente das pessoas e não dos cargos
Dever de desempenhar o cargo ou a tarefa entregue

8.3 Princípios Básicos da Organização
Delegação
Alocado ao cargo
Processo de transferir autoridade e/ou responsabilidade para níveis inferiores da hierarquia

Deve-se:
delegar a tarefa inteira
delegar à pessoa certa
proporcionar informação constante e adequada
avaliar e recompensar o desempenho


8.3 Princípios Básicos da Organização
Amplitude administrativa
Refere-se ao número de subordinados que um indivíduo pode ter.
Organização ‘alta’ ou ‘achatada’

Centralização e Descentralização
Refere-se à alocação da autoridade nos indivíduos, quanto à tomada de decisão
Centralização  unidade de comando
Descentralização  supervisão funcional


8.3 Princípios Básicos da Organização
8.4 Funções do Administrador
8.4 Funções do Administrador: Planejar
Planejar

É definir objetivos ou resultados a serem alcançados.
É definir um objetivo, avaliar as alternativas para realizá-lo e escolher um curso específico de ação.
É o processo de estabelecer objetivos e linhas de direção e ação adequadas para alcançar tais objetivos.
Deve ser constante nas Organizações.

8. 4 Funções do Administrador
Organizar

É estruturar os recursos da organização a fim de que alcancem os objetivos propostos.
Determinar atividades
Agrupá-las em estrutura lógica
Alocar responsáveis

8. 4 Funções do Administrador
Dirigir

Refere-se à ação propriamente dita do administrador no dia-a-dia da organização.
É garantir que os esforços dos indivíduos caminhem em um único sentido.

8. 4 Funções do Administrador
Dirigir

Refere-se à ação propriamente dita do administrador no dia-a-dia da organização.
É garantir que os esforços dos indivíduos caminhem em um único sentido.

8. 4 Funções do Administrador


Dirigir

Refere-se à ação propriamente dita do administrador no dia-a-dia da organização.
É garantir que os esforços dos indivíduos caminhem em um único sentido.

8. 4 Funções do Administrador


Controlar

“Controlar tem por finalidade manter um sistema na direção de um objetivo, com base em informações contínuas sobre as atividades.”


8. 4 Funções do Administrador
Abordagem Estruturalista – Modelo Burocrático
Leitura:
Idalberto Chiavenato
Capítulo 11 “Modelo Burocrático de Organização”.
Páginas: 254 à 286

Abordagem Estruturalista
Modelo Burocrático
Desenvolveu-se através de Max Weber (1864-1920), sociólogo alemão, mas foi implantada na Administração a partir de 1940.
O Modelo Burocrático de organização baseia-se na racionalidade das atividades.
Para Weber, há três tipos de organização, cada uma com um tipo de autoridade:
Tradicional,
Carismática,
Racional ou Burocrática.

Disfunções Burocráticas
Modelo Burocrático de Weber
Graus de Burocratização
Estudo de Caso
Pressionada pela concorrência japonesa, a Ford precisou cortar gorduras. O departamento de contas a pagar (DCP) tinha 500 funcionários e um mar de papelório para resolver pendências e pagar fornecedores. Cerca de 14 itens de múltiplas fontes tinham de ser conferidos. O atraso de um documento significava horas para achar a informação correta. O procedimento era convencional: o depto. Compras (DC) enviava um pedido de compra (PC) ao fornecedor com cópia ao DCP. Quando o material chegava na recepção, o funcionário preenchia um formulário do material e enviava ao DCP. Logo depois, o fornecedor enviava ao DCP a fatura. O DCP precisava conciliar três documentos: o PC, o recebimento e a fatura. Em 80% dos casos, a conciliação era possível. Mas os 20% restantes davam uma confusão enorme. A Ford implantou um novo sistema e obteve redução de 20% no pessoal. Mas quando analisou a Mazda japonesa viu que ela tinha apenas 5 funcionários para o seu DCP e tudo fluia bem. A Ford resolveu fazer uma reengenharia do processo: a fatura e os 3 documentos foram eliminados. O papelório foi substituído pelo computador. O comprador do DC emite um pedido ao fornecedor e informa em um banco de dados on-line. Ao receber o material, a recepção verifica a compra no banco de dados e informa a chegada. O computador emite automaticamente o cheque ao fornecedor no prazo. Caso contrário, a recepção devolve o material ao fornecedor.

A Teoria Estruturalista foi criada a partir de um desdobramento da Teoria da Burocracia e como contrapartida da reviravolta na Administração, causada pelos princípios sociais e filósofos da Teoria das Relações Humanas.

Ao final da década de 1950, as Teorias Clássica e Relações Humanas criaram situações sem saída que a Teoria da Burocracia não deu conta de resolver, e a Teoria Estruturalista foi criada na tentativa de suprir essa carência de soluções na Administração. (CHIAVENATO, 2003).

A Teoria Estruturalista teve como origem os seguintes fatos:

• A oposição surgida entre a Teoria Clássica e a Teoria das Relações Humanas – incompatíveis entre si - tornou necessária uma posição mais ampla e compreensiva que integrasse os aspectos considerados por uma e omitidos pela outra e vice-versa. A Teoria Estruturalista pretende ser uma síntese delas, inspirando-se na abordagem de Max Weber.

• A necessidade de visualizar "a organização como uma unidade social complexa na qual interagem grupos sociais" que compartilham alguns dos objetivos da organização (como a viabilidade econômica da organização), mas podem se opor a outros (como a maneira de distribuir os lucros). Seu maior diálogo foi com a Teoria das Relações Humanas.
Origem da Teoria Estruturalista
Enquanto a Teoria Clássica caracteriza o "homo economicus" e a Teoria das Relações Humanas "o homem social", a Teoria Estruturalista focaliza o "homem organizacional", a pessoa que desempenha diferentes papéis em várias organizações. Na sociedade de organizações, moderna e industrializada, avulta a figura do homem organizacional que participa de várias organizações. O homem moderno, ou seja, o homem organizacional, para ser bem-sucedido em todas as organizações, precisa ter as seguintes características de personalidade:

• Flexibilidade, em face das constantes mudanças que ocorrem na vida moderna e da diversidade de papéis desempenhados nas organizações.

• Tolerância às frustrações para evitar o desgaste emocional decorrente do conflito entre necessidades organizacionais e necessidades individuais, cuja mediação é feita através de normas racionais, escritas e exaustivas.

• Capacidade de adiar as recompensas e poder de compensar o trabalho rotineiro na organização em detrimento de preferências pessoais.

• Permanente desejo de realização para garantir cooperação e conformidade com as normas organizacionais para obter recompensas sociais e materiais.

As organizações sociais são conseqüências da necessidade que as pessoas têm de relacionar-se e juntar-se com outras a fim de poder realizar seus objetivos. Dentro da organização social, as pessoas ocupam certos papéis. Papel significa um conjunto de comportamentos solicitados a uma pessoa; é a expectativa de desempenho por parte do grupo social e conseqüente internalização dos valores e normas que o grupo, explícita ou implicitamente, prescreve o indivíduo. O papel prescrito para o indivíduo é reforçado pela sua própria motivação em desempenhá-lo eficazmente. Cada pessoa pertence a vários grupos e organizações, e desempenha diversos papéis, ocupa muitas posições e suporta grande número de normas e regras diferentes.
Homem Organizacional
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