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CURRÍCULO: Política, Cultura e Poder

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Roberta Montibeller

on 28 August 2015

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CURRÍCULO: Política, Cultura e Poder
Elizabeth Macedo
Grupo: Ana Beatriz Hermenegildo
Lauren Fabrin
Lia Ribeiro Motter
Roberta Becker Montibeller

UNIVERSIDADE DO ESTADO DE SANTA CATARINA
Currículo: Questões Conceituais

Florianópolis, 21 de agosto de 2015
Análise de teses e dissertações
Distinção entre currículo formal e currículo vivido
A forma como a articulação vem sendo feita tem implicações políticas
O texto propõe que o currículo seja pensado como arena de produção cultural
Currículo formal X Currículo em ação
1920 Dewey - experiências curriculares transcendem as atividades planejadas e planificadas nos documentos escritos
Década 60 - “hiato entre os planos curriculares e a sua aplicação”
Movimentos para ampliar o conceito de currículo
como fato
- há um saber externo à escola para ser transmitido via currículo - escola como o lugar de transmissão da cultura
pré-ativ0
- um roteiro para escolarização
CURRÍCULO
Forquin (1993) - a cultura da escola não seria algo a ser ensinado, mas a produção simbólica e material que se dá no seio da escola
A cultura produzida na escola passa a ser parte importante a ser considerada
O saber e a cultura passam a ser vistos como algo construído pela ação de professores e alunos como sujeitos da escola
Separação entre produção e implementação
problemas trazidos por uma concepção burocratizada de currículo
Com implicações nas relações de poder
Algo que deve ser incontestavelmente seguido
O papel do professor como formulador do currículo e produção cultural é negado em prol de uma leitura mecanicista
Tentativa de controle da escolarização por meio do currículo pré-ativo
Primeiro conjunto de estudos
A cultura produzida na escola, ganha relevo
Segundo conjunto de estudos
Valorizam as ações potenciais dos sujeitos do currículo - estudos etnográficos da escola com foco no currículo
Ainda permanece a separação entre a produção de documentos formais e sua implementação
Autores defendem a abordagem integrada das dimensões escrita e vivida do currículo
Pensá-lo como arena de produção cultural, para além das distinções entre produção e implementação, entre formal e vivido
ativo -
parte de como o conhecimento é produzido e não da estrutura do conhecimento
Redefinindo o currículo como cultura
Os currículos são reflexos do que a sociedade está passando na época, por isso, é impossível pensar currículo separado de cultura.
O currículo seria um espaço-tempo de interação entre culturas.
O cotidiano da escola envolve relações que o currículo não engloba, como as relações hierárquicas.
Essa dominação, por sua natureza híbrida, cria regiões de fronteira em que se torna obrigatório negociar o inegociável e é nessa região que reside a esperança de construção de uma política da diferença.
Compreender o currículo como espaço-tempo de fronteira cultural e a cultura como lugar de manifestação têm implicações na forma como concebemos o poder e nas maneiras que criamos para lidar com ele.
As alternativas teóricas e políticas que precisamos construir devem lidar com essas contingências históricas; as identidades coletivas pós-coloniais precisariam ser reinventadas.
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