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Cada etapa da SAE

Curso de SAE completo
by

Glauco Cardoso

on 29 October 2018

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Transcript of Cada etapa da SAE

Prof. Glauco Cardoso
Curso de SAE
Primeira Etapa
Coleta de dados
(Anamnese e Exame físico)
Segunda Etapa
Dignóstico de Enfermagem
Terceira Etapa
Planejamento de Enfermagem
Quarta Etapa
Implementação
Quinta Etapa
Avaliação de Enfermagem
O que é
SAE?
Organiza o trabalho profissional quanto ao método, pessoal e instrumentos, tornando possível a operacionalização do processo de Enfermagem.
Metodologia científica disponível ao enfermeiro para aplicar seus conhecimentos técnico-científicos e humanos na assistência aos pacientes.
Por que usar o processo de Enfermagem?
Permite utilizar seu conhecimento e habilidade de uma forma organizada e orientada para a meta.
Capacita a se comunicar sobre os aspectos profissionais com os colegas de todas as especialidades clínicas e setores.
Conceitos e teorias
Conceito Empírico
Conceito Inferido
Conceito Abstrato
Os conceitos são palavras que descrevem objetos, propriedades ou acontecimentos e constituem os componentes básicos da teoria.
É o primeiro passo para a determinação do estado de saúde do paciente.
Consiste na coleta de informações referentes ao estado de saúde do cliente, da família e da comunidade.
Tem como propósito identificar as necessidades, os problemas, as preocupações, e as reações humanas do cliente.
Investigação
Coleta de
dados
Validação
dos
Dados
Agrupamento
dos
Dados
Identificação
de
Padrões
Registro
dos
Dados
Dados Diretos (PA)
Dados Indiretos
Objetivos
Subjetivos
A enfermeira deverá comprovar se os dados coletados estão corretos comparando-os com valores normais ou padrões.
Verificar se a informação coletada é vrdadeira e completa.
Busca evitar erros na identificação dos problemas ou deixar de coletar dados importantes.
Os dados da situação de saúde do cliente devem ser agrupados em conjuntos de informações relacionadas.
O agrupamento de dados é um princípio do raciocínio crítico que exige do enfermeiro a realização de julgamentos baseados em evidências.
A coleta de dados pode ser através da utilização de instrumentos investigativos para o registro e a organização das informações coletadas
Identificar padrões de funcionamento humano e decidir sobre o que é relevante, direcionando a investigação para a aquisição de mais informações que contribuem para a criação do padrão.
Exemplo: ao perceber que o cliente apresenta um problema respiratório, o enfermeiro deve inferir quais são os fatores relacionados com o aparecimento das evidências apresentadas pelo cliente.
Os dados significativos devem ser comunicados, assegurando-se com isso que os outros membros da equipe tenham conhecimento da situação do cliente.
O registro promove a continuidade da assistência, a exatidão das anotações e o pensamento crítico
Cada profissão na área da saúde tem uma maneira de descrever “o que” conhece e “como” age em relação ao que conhece.
Durante essa etapa, os dados coletados na investigação são analisados e interpretados criteriosamente.
Para realizar diagnósticos de enfermagem o enfermeiro deverá ter capacidade de análise, de julgamento, de síntese e de percepção, ao interpretar dados clínicos
Os diagnósticos de enfermagem baseiam-se tanto nos problemas reais (no presente) quanto nos problemas potenciais (voltados para o futuro), que podem ser sintomas de disfunções fisiológicas, comportamentais, psicossociais ou espirituais (Carpenito, 1997)
Os diagnósticos devem ser identificados e listados em ordem de prioridades, com base no grau de ameaças ao nível de bem-estar do cliente
Domínios e Classes da Taxonomia II
Componentes estruturais do
Diagnóstico de Enfermagem
Título
Fatores relacionados
Características definidoras
O Título estabelece um nome para o diagnóstico. É um termo ou frase concisa que define o problema que o enfermeiro detectou no seu cliente.
Exemplos:
Integridade tissular prejudicada relacionada a imobilização física e circulação alterada, evidenciada por ferida com área de solapamento (8 cm), na região trocantérica direita.
Capacidade adaptativa intracraniana diminuída relacionada a lesões cerebrais evidenciada por PIC (pressão intracraniana) de 25 mmHg, PPC (pressão de perfusão cerebral) de 55 mmHg.
São os fatores que aparecem para mostrar algum tipo de relacionamento padronizado com o diagnóstico de enfermagem. Podem ser descritos como relacionados a, ou associados a.
Exemplos:
Integridade tissular prejudicada relacionada a imobilização física e circulação alterada, evidenciada por ferida com área de solapamento (8 cm), na região trocantérica direita.
Capacidade adaptativa intracraniana diminuída relacionada a lesões cerebrais evidenciada por PIC (pressão intracraniana) de 25 mmHg, PPC (pressão de perfusão cerebral) de 55 mmHg.
São os sinais e os sintomas, ou melhor, são as manifestações clínicas, as evidências que levaram o profissional a concluir que o problema existe. Podem ser descritas como "evidenciadas por" ou "caracterizadas por".
Exemplos:
Integridade tissular prejudicada relacionada a imobilização física e circulação alterada evidenciada por ferida com área de solapamento (8 cm) na região trocantérica direita.
Capacidade adaptativa intracraniana diminuída relacionada a lesões cerebrais evidenciada por PIC (pressão intra craniana) de 25 mmHg, PPC (pressão de perfusão cerebral) de 55 mmHg.
Diagnóstico de Risco
Vulnerabilidade, em especial, como consequência da exposição a fatores que aumentam a chance de lesão ou perda.
Risco de infecção relacionado a procedimentos invasivos (sonda vesical de demora, tubo endotraqueal, acesso venoso central em subclávia direita).
Risco de integridade da pele prejudicada relacionado a imobilização física, idade avançada e proeminências ósseas.
Dicas
importantes
O Título diagnóstico, será fornecido pela NANDA, e sempre deve ser escrito na íntegra, conforme encontrado na taxonomia.
Em cada diagnóstico de enfermagem só pode haver um título diagnóstico.
Exemplo
:
Risco de integridade da pele prejudicada relacionado ao débito cardíaco diminuído.
Nunca esqueça que os diagnósticos de Risco não tem características definidoras.
Está errado, porque estão sendo utilizados dois enunciados diagnósticos em um mesmo diagnóstico
Os diagnósticos de promoção da saúde sempre tem seu enunciado a expressão "disposição para (...) aumentado/melhorado".
Consiste nos seguintes passos:
estabelecimento de prioridades;
fixação dos resultados esperados;
elaboração de um plano de ações para se alcançarem os resultados esperados.
O enfermeiro e sua equipe analisam e determinam quais problemas ou necessidades são urgentes e precisam de atendimento imediato e aqueles cujo atendimento poderá se dar a médio ou a longo prazo.
Os problemas urgentes são aqueles que interferem na estabilidade hemodinâmica do paciente.
os resultados esperados constituem um componentes essencial na fase de planejamento. O enfermeiro poderá definir se o DE foi minimizado ou solucionado.
Se os resultados esperados não estiverem sendo alcançados o enfermeiro deve reavaliar os DE, rever os prazos e os cuidados prescritos.
Os Resultados esperados devem ser:
centrados no paciente, não no enfermeiro;
claros e concisos;
descrever um comportamento mensurável;
ser realistas (atingíveis);
apresentar um limite de tempo;
Para cada diagnóstico deverá haver um resultado esperado, ou seja, para cada problema espera-se algo para aquele paciente.
Implementar significa colocar em prática, executar o que antes era uma proposta.
Esta fase ocorre quando o enfermeiro realiza as intervenções.
Ao colocar em prática as prescrições, o enfermeiro deverá estar constantemente investigando e reinvestigando tanto as respostas do paciente quanto seu próprio desempenho, pois o ser humano é imprevisível e precisa ser monitorado cuidadosamente.
Nesta fase é necessário que o enfermeiro tenha habilidades técnicas específicas, a fim de que, durante a interação, possa desenvolver uma relação de confiança com seu paciente.
Enfermeira
Selene
O enfermeiro deve prescrever cuidados que, além de completos e bem redigidos, causem impacto na assistência prestada e despertem o interesse da equipe de enfermagem por lê-los e realizá-los.
O enfermeiro deve ter conhecimento de que ele não prescreve nem trata as condições clínicas, e sim prescreve cuidados para as reações das condições clínicas detectadas no paciente.
Ao profissional médico compete a prescrição do tratamento. O enfermeiro deve centrar sua atenção na prescrição dos cuidados.
O foco da enfermagem é cuidado do ser humano nas esferas biopsicossociais e espirituais do comportamento humano.
A consulta de enfermagem deve ser centrada no levantamento das necessidades do paciente, levando em consideração que estas vão muito além das demandas biológicas.
Se o enfermeiro não utiliza o momento da consulta de enfermagem para evidenciar os diagnósticos de enfermagem, quem o fará?
Se o paciente sai de um consultório, após uma consulta com um enfermeiro, sem orientações ou prescrições de cuidados para suas necessidades, quando que suas demandas serão realmente solucionadas, e por quem?
As prescrições devem incluir a ação a ser realizada (os verbos deverão estar no infinitivo), conter uma frase descritiva ( o que, como, quando, onde, com que frequência, por quanto tempo ou quando), quem deve realizá-la e a assinatura do enfermeiro responsável por sua confecção.
Não se deve prescrever um cuidado para problema/necessidade que não tenha sido descrito. Para toda prescrição deve haver um diagnóstico prévio.
Cuidados na Implementação
A avaliação consiste na ação de acompanhar as respostas do paciente
Esta fase responde a questões como:
como ele progrediu em termos de resultados esperados?
Ele apresentou novas necessidades?
A prescrição precisa ser revista?
Em caso de melhora, o enfermeiro deve avaliar o que foi feito, a fim de que possa apreender cada vez mais as melhores estratégias a serem adotadas para ajudar o ser de quem ele cuida.
Em caso de piora ou manutenção do quadro, deve-se perguntar onde ocorreu a falha, uma vez que a coleta de dados pode ter sido incompleta, o aprazamento para o alcance do resultado pode ter sido equivocado ou as ações de enfermagem podem não ter sido adequadas.
Ao realizar a avaliação diária, o enfermeiro irá detectando os cuidados que devem ser mantidos, os que devem ser modificados e os que já podem ser finalizados, ou seja, aqueles que já supriram as necessidades dos clientes.
Sem os dados da avaliação as instituições teriam pouca informação nas quais embasar as decisões relativas a ajustes do misto de funcionários, determinação da eficiência de custos de mudanças estruturais ou processuais no sistema de oferecimento de cuidados de enfermagem ou do oferecimento de informações sobre a qualidade dos cuidados de enfermagem prestados.
Conclusão
Os médicos tratam doenças e usam a taxonomia da Classificação Internacional de Doenças (CID) para a representação e a codificação dos problemas médicos de que tratam.
Psicólogos, psiquiatras e outros profissionais de saúde mental tratam os transtornos mentais e usam o Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais (DSM).
Os enfermeiros tratam as respostas humanas a problemas de saúde e/ou processos da vida e usam a Taxonomia de diagnósticos de enfermagem da NANDA International, Inc. (NANDA-I).
As profissões e suas taxonomias
A Taxonomia da NANDA-I possui 244 diagnósticos de enfermagem, agrupados em 13 domínios e 47 Classes. m domínio é “uma área de interesse”
Os enfermeiros lidam com respostas a problemas de saúde/processos da vida entre indivíduos, famílias, grupos e comunidades. Essas respostas são a preocupação central dos cuidados de enfermagem e ocupam o círculo atribuído à profissão.
Um diagnóstico de enfermagem pode ser focado em um problema, em um risco potencial ou em um estado de promoção da saúde.
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