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O TEMPO E O LUGAR DE UMA DIDÁTICA DA EDUCAÇÃO FÍSICA

Renata Duft
by

Renata Garbellini Duft

on 8 October 2013

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Transcript of O TEMPO E O LUGAR DE UMA DIDÁTICA DA EDUCAÇÃO FÍSICA

É fundamental que o professor reconheça sua autoridade como elemento
vital de sua prática pedagógica.
"O tempo e o lugar de uma didática da educação física, que realmente venham a contribuir com os professores da área, para que se percebam e se constituam como autores de seu trabalho docente, é a vida".

[...] a função da escola [...] em sua exigência de provocar a reconstrução crítica do pensamento e da ação, requer a transformação radical das práticas pedagógicas e sociais que ocorrem na aula e na escola e das funções/atribuições do professor.

O princípio básico que se deriva destes objetivos e funções da escola contemporânea é facilitar e estimular a participação ativa e crítica dos alunos nas diferentes tarefas que se desenvolvem na aula e que constituem o modo de viver da comunidade democrática de aprendizagem.
O TEMPO E O LUGAR DE UMA DIDÁTICA DA EDUCAÇÃO FÍSICA
Introdução

Formação Teórica

Despreparo para a prática

Não consegue relacionar teoria e prática

“...estivesse existindo uma falta de aprendizado de elementos/conhecimentos da didática que garantissem aos futuros professores um conhecimento técnico-pedagógico que subsidiasse a realização de determinadas tarefas, como a elaboração dos diferentes planos para a organização do ensino.”
A TEORIA NA PRÁTICA É OUTRA... AINDA BEM!
OU: POR QUE NÃO SE DEVE “APLICAR” A TEORIA NA PRÁTICA
Estaria a produção acadêmica, e em função disso, também os cursos de formação de professores de educação física, hipertrofiando as discussões pedagógicas e atrofiando as discussões da didática da educação física escolar? Qual o espaço e o lugar da didática na educação física?

"Reconhecer sua autoridade docente leva o professor a buscar compreender e construir sua autoria docente que se baseia constantemente no processo contínuo de ação-reflexão-ação no cotidiano da prática pedagógica, em que o professor necessita perceber-se como construtor desta e não como seu mero executor".

Renata Garbellini Duft 092832

Simone Gonçalves de Paiva 097723

• Existe uma receita universal nas teorias???

Deve-se levar em conta as referências históricas.
É necessário recordar que a condição humana dos alunos impõe um caráter irrestritamente singular às aulas.


Isso significa superar a pretensão “pífia” e “falaciosa” de que uma mesma aula pode ser “aplicada” a várias e diferentes turmas.
A realidade que a prática expressa deve alimentar a didática por meio da reflexão num contínuo exercício de prática reflexão- prática... e não o contrário!
• Preparação e planejamento são logicamente necessários, mas não devem se pautar nos elementos da didática para a priori determinar a prática (irrefletida) a ser desenvolvida, e sim o contrário
Ο εκπαιδευτικός εργάζεται με ανηλίκους –παιδιά, έχει εργασία στο σπίτι και πολλαπλά καθήκοντα: δασκάλου, παιδαγωγού, παιδονόμου, ψυχολόγου, και διοικητικού.
Segundo Arendt: “A autoridade demanda obediência por este motivo é normal que a confundamos com certa forma de poder ou de violência. Entretanto, exclui o uso de meios externos de coação: se usa da força quando a autoridade fracassa (2003, p. 147)

O tempo e o lugar de uma didática da educação física passam a ter sentido quando o professor se percebe como sujeito autônomo e com autoridade para desenvolver sua prática pedagógica que é fruto de sua autoria docente.
"A “onda” cientificista na educação física, nas décadas de 1960 e 1970, provocou uma desvalorização da discussão propriamente pedagógica e simultaneamente acentuou a dissociação entre essa e a didática, entendida como a “prática”, no sentido de oferecer respostas a respeito do como fazer, como ensinar, como treinar.”

Por que ensinar?

Como ensinar?

Como trabalhar em dias de chuva?

Devo agir de forma autoritária ou coercitiva?? Ou ambas??
Qual é o problema afinal??
Isso vai ao ponto de entender-se a teoria quase como um manual (ou livro de auto-ajuda tão em moda nos tempos atuais) ou como um roteiro de montagem de uma mesa que se compra desmontada na loja e que precisa montar em casa.

Outro ponto que não se pode esquecer é que as teorias científicas prometeram guiar por caminhos iluminados e seguros nas trevas da vida e dar a certeza, a segurança de alcançar os objetivos almejados.
MAS QUE SENTIDO TEM, AFINAL, DISCUTIR SOBRE O TEMPO E O LUGAR DE UMA DIDÁTICA DA EDUCAÇÃO FÍSICA?
O exercício da docência demanda do processo de formação (inicial e continuado) dos professores.

A apropriação e (re)construção dos conhecimentos são necessários para desenvolver a prática pedagógica com qualidade.

Autoridade docente implica na competência profissional.

O professor deve levar a sério sua formação. Estudar, esforçar-se para estar à altura de sua tarefa para ter força moral para coordenar as atividades de sua classe.

A opção e a prática democrática do professor ou da professora não são necessariamente determinadas por sua competência científica. Há professores e professoras cientificamente preparados, mas autoritários a toda prova. A incompetência profissional desqualifica a autoridade do professor

Será que tem um roteiro pronto??

Como vou aplicar as atividades?

Qual teoria devo seguir?
PENSAR
O professor deve (re)construir (reinventar) sua prática com referência em ações/experiências e em reflexões/teorias. É fundamental que essa apropriação de teorias se dê de forma autônoma e crítica, portanto, como ação de um sujeito, de um autor.

Pedagogia
As referências não podem ser desvinculadas da vida onde se materializa a prática pedagógica da educação física escolar.

E pensar a vida, não pode ser um exercício de mera racionalidade ou mera cientificidade.
Necessidade da discussão ou resgate?


Discussão Didática x Pedagogia

Ms. FRANCISCO EDUARDO CAPARROZ

Dr. VALTER BRACHT
"Compreender a vida como um processo que forma o professor como educador exige que ele conecte o intelecto, os sentidos, a memória e o afeto, de modo que se produza uma abertura em sua relação com o mundo para poder investigar e atuar didática e, pedagogicamente, em uma dada realidade social de modo reflexivo, o que implica a unidade da razão e da emoção".

“Educação física no âmbito escolar se tornou menos valorizada das ciências do esporte!”
Emoção
Necessidade de mudança
Idéia
Revista Brasileira de Ciências do Esporte

SITUANDO HISTORICAMENTE A RELAÇÃO PEDAGOGIA-DIDÁTICA
NA EDUCAÇÃO FÍSICA BRASILEIRA

A transformação do campo dos estudos pedagógicos em ciências da educação e do campo da educação física em ciências do esporte.
Mas então deve-se planejar várias aulas diferentes??
O tempo e o lugar de uma didática da educação física, devem se pautar nas referências históricas da área


“O pensamento “progressista” da educação brasileira denuncia o tecnicismo em educação (alvejando com isso a didática) como mais um dos mecanismos da reprodução das relações sociais capitalistas”

“A teoria é uma coisa na prática é outra!”
MAIS DIDÁTICA COMO SOLUÇÃO, MAS... QUAL DIDÁTICA???
Linearidade do pensamento técnico – instrumental dando lugar à imprevisibilidade / caoticidade da prática.

Didática
Há Equilíbrio??
"Por mais difícil que seja, é preciso que os professores de educação física tomem consciência de que o seu saber fazer didático pedagógico não está dado a priori e sim em um contínuo processo de (re)construção".
Mas afinal de contas...
O texto não vai discutir a fórmula exata da didática para aulas de educação física???
NÃO
Idéia --> refletir e apresentar argumentos a favor de uma compreensão de didática que leve o professor a perceber-se e constituir-se como autor de sua prática pedagógica, imbuído de autonomia e autoridade.
Os professores devem buscar construir e conquistar sua competência didático-pedagógica para desenvolver sua prática pedagógica;

Professores reféns tanto dos especialistas/experts (pesquisadores do âmbito acadêmico-universitário), como também das políticas educacionais e as propostas pedagógicas oficiais.
Desvinculação/separação entre os professores que atuam no cotidiano escolar e os especialistas e também o Estado.

Interação e interlocução, mas sem dependência por parte dos professores em relação àqueles.
"Os professores devem valer-se de sua autoridade e de sua autoria docentes para buscar sua autonomia, o que significa poder escolher e construir sua prática pedagógica e não apenas aplicar algo elaborado por outros".
"Professores de educação física devem fazer um esforço para exercer sua autoria docente, com autonomia e autoridade, para descobrir que há muito mais possibilidades de respostas para os problemas da educação física escolar que os manuais, pesquisadores e/ou os professores do âmbito universitário podem dar".

Dar-se conta de que não é verdadeiro algo que sempre consideramos que era, produz uma alegria imensa. A decepção, ao contrário do que costumamos pensar, não surge quando constatamos que o mundo é diferente do que sempre havíamos imaginado. A verdadeira decepção seria descobrir que a realidade é tal como sempre nos explicaram. Afortunadamente, as coisas sempre são de outra maneira. Ortega (2004, p. 189)
1960 a 1970 hipertrofia da didática

1980 hipertrofia da pedagogia
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