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RELAÇÕES

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by

Jaqueline Skrsypcsak Kist

on 18 September 2013

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Transcript of RELAÇÕES

INTERNACIONAIS
RELAÇÕES
O QUE É?
Condução das relações entre povos, nações e empresas
Áreas política, econômica, social, militar, cultural, comercial e do Direito.
Esse bacharel analisa o cenário mundial, investiga mercados, avalia as possibilidades de negócios e aconselha investimentos no exterior.
Promove entendimentos entre empresas e governos de diferentes países, abrindo caminho para exportações, importações e acordos bilaterais ou multinacionais.

O CURSO
O objetivo do curso de Relações Internacionais é formar profissionais com capacidade para analisar conjunturas e projeção de cenários internacionais, domínio de conceitos e da terminologia técnica, capacidade de argumentação e habilidades de negociação, inclusive em línguas estrangeiras, aliadas ao espírito crítico e à postura solidária, tolerante e pacífica.
O PROFISSIONAL
O profissional formado no curso recebe o título de internacionalista, ou analista internacional.
visão estratégica
estudo totalmente direcionado à área internacional
atitude empreendedora
a capacidade de adaptar-se
intermediar interesses entre pessoas e organizações
domínio de instrumentos de comunicação, em língua portuguesa e estrangeira.
MERCADO DE TRABALHO
Iniciação do profissional já na faculdade, com estágios e intercâmbios.

Mercado em expansão devido à globalização e aumento da participação do mercado brasileiro no comércio exterior;

O QUE FAZ
ONDE ATUA
Consulado, poder público (como diplomata), em empresas privadas (principalmente exportação e importação), consultoria e no tereiro setor.
PERFIL
Quem pensa em seguir carreira tem de estudar línguas, se interessar por política, economia e história, gostar de ler e conhecer culturas diferentes.
Pesquisa, negocia interesses e faz a intermediação de acordos de âmbito social, político ou econômico entre países, empresas ou ONGs.
Salário Base
Ganho inicial (média mensal)
De R$ 1,2 mil a R$ 1,8 mil.

Ganho escalão intermediário (média mensal)
De R$ 8 mil a R$ 10 mil.

Ganho no auge (média mensal)
Acima de R$ 20 mil.
Evolução da profissão
Com a experiência adquirida, o profissional pode se tornar o representante da empresa no mercado nacional e no internacional.
Como é capaz de monitorar variáveis internas e externas, o profissional também pode se tornar responsável pela estratégia da empresa em nível nacional e internacional.
No auge da carreira, aqueles que optaram para o setor privado podem chegar ao cargo de CEO de grandes empresas.
Na área consular, o profissional que optou pela carreira internacional pode alcançar o cargo de embaixador.
Um aspirante a diplomata deve ter curiosidade por vários aspectos da vida social. Precisa ser “open mind”, isto é, uma pessoa aberta a novas experiências e sem preconceitos de nenhuma natureza.
É fundamental ter capacidade de se adaptar a novas culturas em curto espaço de tempo e dominar outros idiomas, além do inglês e do espanhol, pois a área exige muita mobilidade.
Se desejar trabalhar na área de negócios, é importante que domine as técnicas da economia, finanças, estatística e contabilidade.
Depoimentos sobre o mercado atual
“O Brasil é a sétima economia mundial e está cada vez mais no foco das principais empresas no exterior”


João Paulo Paixão, internacionalista.
“É sem dúvida uma área muito promissora no país. A procura por graduados em Relações Internacionais tem sido muito grande nos mais diversos setores, principalmente quando a graduação vem acompanhada de um bom conhecimento geral nas áreas de direito, política e economia, domínio de língua estrangeira (inglês é fundamental) e qualificação profissional contínua”.

Lenira da Costa Nóbrega, coordenadora do curso de RI da UEPB
“As empresas precisam, cada vez mais, de uma boa assessoria para negociar e receber grupos deinvestidores estrangeiros. Assim, os profissionais podem atuar comodiplomatas também no setor privado”.

Raquel Melo, coordenadora do mestrado em Relações Internacionais da UEPB.
"O mercado para o bacharel em Relações Internacionais continua em expansão. Nos últimos cinco anos, foram criadas oportunidades principalmente em grandes empresas do setor privado, de olho nos profissionais que tenham visão global para ocuparem posições de gestão."
ECONOMIA
Economia (macro e micro economia, Internacional)
Marketing Internacional
Comércio Internacional
Economia Política Internacional
Legislação Aduaneira/Operações Cambiais

POLÍTICA
História das Relações Internacionais
Ciências Sociais
Teoria Política/Política Externa Brasileira
Geopolítica

DIREITO
Direito (Constitucional, Internacional)
Organizações Internacionais
Contratos Internacionais
Análise de mercados Internacionais
Sistemática de Importação/Exportação

Micheli Schwengber Internacionalista Tubarão, SC
Trabalha na empresa:
Itagres Revestimentos Cerâmicos S.A.
Quais os motivos que a levaram a escolha desta carreira?
O principal motivo que me impulsionou a cursar Relações Internacionais foi o interesse em gestão de negócios internacionais. Outro motivo importante foi a intenção em entender a dinâmica econômica dos países, por exemplo: o que leva um país a um colapso/crise política econômica, quais os fatores determinantes dos governos para recuperar/reanimar o mercado interno, bolsa de valores, variações cambiais. Vale a pena ressaltar o interesse em línguas e o interesse em conhecer a diferença cultural entre os países e como este elemento pode ser crucial para fechar um negócio de compra e venda internacional.
Quais são os desafios enfrentados durante o curso e após, no mercado de trabalho?
É de suma importância optar por uma universidade que esteja em uma cidade onde haja empresas abertas para o comércio exterior, que exportem e ou importem. O estágio durante a universidade é importantíssimo para agregar valor ao seu currículo. Há muitos colegas meus que moram na cidade de Tubarão, estão se formando e não tem a mínima noção de como começar um processo de exportação/importação, isso por quê, nunca atrelaram a prática com a teoria aprendida na faculdade. Desta forma, encontrar um estágio/emprego/oportunidade na área durante o período de faculdade é o primeiro desafio. O segundo desafio é aprender uma 2ª e 3ª língua e jamais esquecer que a língua Portuguesa é a nossa língua mãe, por isso, ela deve ser bem falada e escrita.
Na sua opinião, existe um mercado de trabalho promissor para o graduado de relações internacionais? Quais as principais áreas de atuação?
Presumo que, se você é realmente bom naquilo que faz, as portas se abrem e você pode realmente ganhar muito dinheiro, apreço ou satisfação pessoal independente da profissão. Porém para que isso aconteça, é preciso ter pés no chão, humildade e aprender com os erros.
O internacionalista pode optar em trabalhar em empresas que exportem ou importem produtos ou serviços, abrir uma empresa de consultoria, uma trading e/ou comercial exportadora e até mesmo seguir a carreira política – profissão: Diplomata (para isso você precisa passar na prova do Rio Branco) esta por sua vez, é concurso público. Ainda existe a possibilidade de você trabalhar na área de entretenimento internacional, por exemplo: ser assistente e trabalhar na carreira internacional de um mega jogador de futebol, artista, cantor (Michel Teló). Mas para quem se interessa, Inglês não é mais um diferencial, é uma exigência.
Como se trata de uma profissão de cunho internacional, o domínio de outros idiomas é fundamental para o currículo de um profissional da área. Quais idiomas você considera mais importantes? Qual a média de idiomas que um internacionalista costuma ter?
Se for trabalhar na esfera privada, Inglês e Espanhol são as línguas norteadoras. Lembrando que a maioria dos empreendedores e gestores em negócios internacionais estão aprendendo Mandarim (em virtude da expansão Chinesa).
Se for trabalhar na esfera pública, como por exemplo, Diplomata, as línguas principais são: Inglês, Espanhol e Francês.
Você se sente realizada com a escolha que fez? O que é, ou quais experiências foram, mais gratificantes em sua profissão?
Com certeza sim, ter escolhido o curso de Relações Internacionais fez com que se abrissem novos horizontes e fez com que eu parasse de ter uma visão tão restrita do Mundo. O curso possibilitou-me realizar um intercâmbio, onde obtive domínio da língua Inglesa e esta experiência foi importantíssima para garantir reconhecimento na cidade de Tubarão. Primeiramente consegui dar aulas de Inglês e por meio deste caminho, tive acesso a empresa Itagres, a maior exportadora e importadora de Cerâmica da região Sul de Santa Catarina.
ENTREVISTA
Após a faculdade, o grande desafio é: o que quero seguir? Como o curso abrange diversas áreas, desde Direito até Elaboração e Análise de Projetos (que por sua vez, tem muito cálculo), o internacionalista pode optar em trabalhar em empresas que exportem ou importem, abrir uma empresa de consultoria, uma trading, comercial importadora/exportadora e até mesmo seguir a carreira política – profissão: Diplomata (para isso você precisa passar na prova do Rio Branco, competidíssima!) então, considero que definir o que seguir e encontrar seu espaço no que realmente te satisfaz como profissional, é o maior desafio depois de findado o período de faculdade.

Esta experiência está sendo primordial, pois como estou trabalhando na área comercial, tenho contato com clientes da Arábia Saudita, Qatar, Argélia, Ucrânia, Estados Unidos da América, Canadá, Panamá, Dominica, Republica Dominicana, Peru, Paraguai, Chile, Uruguai, Argentina (este por sua vez está um pouco complicado nos últimos tempos em virtude das intensas barreiras de importação que o governo da Cristina Kirchner está impondo). É de suma importância ressaltar que durante o tempo de trabalho na empresa, aprendi e ainda aprendo muito sobre a movimentação portuária, regras da Receita Federal, booking (reserva) de navio, e com certeza, muito sobre cerâmica, rsrs!
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