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Contribuições para uma pedagogia da educação on-line

Trabalho apresentado no curso de Mestrado em Linguística Aplicada da UNITAU
by

Pedro Whately

on 26 May 2015

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Transcript of Contribuições para uma pedagogia da educação on-line

Fazer com que o professor aprenda a trabalhar e utilizar de melhor forma as tecnologias. O papel é multiplicar, diferenciar e complementar, exigindo uma grande capacidade de adaptação e criatividade.
OBJETIVO GERAL
AVANÇOS

Existe hoje no Brasil uma grande variedade de cursos on-line e muitos desses simplificam o processo pedagógico. Preocupam-se pouco com a construção do conhecimento, são massificadores e só visam o lucro fácil.

PROBLEMA

A educação on-line nos traz atualmente questões específicas com desafios novos. Ela também está começando a trazer contribuições significativas para a educação presencial de equilíbrio entre o presencial e o virtual em cada área do conhecimento.


• Acontece cada vez mais em situações bem amplas e diferentes, e vai da educação infantil até a pós-graduação;

• Abrange desde cursos totalmente virtuais, sem contato físico, até cursos presenciais com atividades complementares fora da sala de aula, pela Internet;

• A educação on-line não equivale à educação a distância e também não podemos confundi-la com cursos pela Internet.

• Está em seus primórdios;

• Com o avanço, esta ação ocupará um espaço central na pedagogia nos próximos anos.

EDUCAÇÃO ON LINE

O artigo tem como principal objetivo tratar sobre a educação on-line, definindo-a como o conjunto de ações de ensino-aprendizagem que são desenvolvidos através de meios telemáticos, como a Internet, a videoconferência e a teleconferência. Além disso, o autor traz esta ação, como um desafio para a educação tanto a distância quanto presencial. O papel do professor exige cada vez mais capacidade e criatividade.

DELIMITAÇÃO DO TEMA
(Pesquisador, Professor, Conferencista e Orientador de projetos inovadores na educação )
José Moran

Contribuições para uma pedagogia da educação on-line.
Artigo, publicado no livro organizado por:
SILVA, Marco. Educação online: teorias, práticas, legislação, formação corporativa. São Paulo: Loyola, 2003. p. 39-50.

GRUPO 05
ABIANE SOUZA
PEDRO WHATELY
LUIZ AFONSO MEIRELLES
RODOLFO MEISSNER
JAMILLE

TURMA
MESTRADO LA - 2014

CONCLUSÃO
Quanto ao papel do professor:

• não acomodar-se;

• participar de atividades e cursos de aperfeiçoamento;

• interagir com alunos, outros profissionais utilizando as ferramentas;

• ser flexível para adaptar-se;

• experimentar diversas situações, metodologias e projetos.

OBJETIVOS ESPECÍFICOS
Percebe-se que, tecnologicamente, podemos colocar milhares de alunos simultaneamente em situação de aprendizagem. Do ponto de vista pedagógico, qual é o limite razoável para que o aluno aprenda?
?
?
PERGUNTA CENTRAL
JUSTIFICATIVA

Algumas instituições pensam a aula on-line por teleconferência como o único momento importante do processo de ensino-aprendizagem, replicando o conceito de aula que existe no presencial. Uma das formas predominantes nestes próximos anos, segundo o autor, será a combinação de aulas por vídeo, teleconferência ou pela Internet com atividades em pequenos grupos e individuais feitas antes e depois das aulas, parte on-line e parte off-line.

“ Caminhando para um conjunto de situações de educação on-line plenamente audiovisuais. Caminhamos para processos de comunicação audiovisual, com possibilidade de forte interação, integrando o que de melhor conhecemos da televisão com o melhor da Internet”.

•O PESO DA SALA DE AULA:

• Os professores aprenderam como alunos a relacionar-se com o modelo convencional de ensinar-aprender dentro de um espaço bem específico que é a escola e, dentro dela, a sala de aula;

• O papel principal que os professores assumem ainda é o de responsáveis por uma determinada área do conhecimento e insistem em utilizar predominantemente métodos expositivos com alguma (pouca) interação.

• Os alunos, por sua vez, estão acostumados a ficar ouvindo, em geral, passivos, o que os professores falam.

DIFICULDADES NA EDUCAÇÃO ON-LINE
*Por todos esses fatores, é difícil manter a motivação de forma permanente.
CURSOS
Cada vez mais as disciplinas de cursos presenciais incorporam ferramentas e atividades virtuais. Se o curso presencial é participativo, o virtual amplia essa participação. Se o curso presencial é centrado no professor, as atividades virtuais podem diminuir um pouco esse foco, mas no essencial não o modificam.


Encontramos vários modelos de cursos pela Internet
1) Cursos focados no conteúdo, conteúdo pronto e alguma interação via e-mail, listas ou fórum, que não ultrapassa vinte por cento da duração.


2) Cursos que equilibram conteúdo e interação. Os professores preparam o conteúdo, que fica disponibilizado na Internet e depois desenvolvem atividades de pesquisa e comunicação com os alunos, o que toma aproximadamente metade do tempo do curso.
3) Cursos que focam mais a interação que o conteúdo, que se preocupam em formar comunidades de aprendizagem que constroem em conjunto o conhecimento e contribuem decisivamente para o sucesso do curso.


“Uma comunidade de aprendizagem on-line é muito mais que apenas um instrutor interagindo mais com alunos e alunos interagindo mais entre si. É, na verdade, a criação de um espaço no qual alunos e docentes podem se conectar como iguais em um processo de aprendizagem, onde podem se conectar como seres humanos. Logo eles passam a se conhecer e a sentir que estão juntos em
alguma coisa. Eles estão trabalhando com um fim comum, juntos”.

Rena M. Palloff e Keith Pratt.

VIRTUAL VANTAGENS

• Flexibilidade de tempo e lugar para acessar.
• Desenvolver atividades de pesquisa individual e em pequenos grupos.
• Discutir alguns textos, fazer comentários num fórum ou em alguns momentos em
um chat ou sala de bate-papo.
• Tirar dúvidas com algum professor ou assistente sem ter que ir pessoalmente a um lugar.

Segundo o artigo, o ritmo do presencial-virtual depende de muitos fatores. Não se pode estabelecer a priori um padrão rígido. Cada professor encontrará o seu ponto ideal de equilíbrio e depende também do grau de maturidade e cooperação da classe.
Educar em ambientes virtuais exige mais dedicação do professor, mais apoio de uma equipe técnico-pedagógica, mais tempo de preparação – ao menos nesta primeira fase - e principalmente de acompanhamento, mas para os alunos há um ganho grande de personalização da aprendizagem, de adaptação ao seu ritmo de vida, principalmente na
fase adulta.
O que muda no papel do professor? Muda a relação de espaço, tempo e comunicação com os alunos. O espaço de trocas se estende da sala de aula para o virtual.

Todas as universidades e organizações educacionais, em todos os níveis, precisam
experimentar como integrar o presencial e o virtual, garantindo a aprendizagem significativa. Precisamos vivenciar uma nova pedagogia do presencial e do virtual.


ALGUMAS ETAPAS DA PROPOSTA DIDÁTICA


Segundo o autor não se pode perder de vista, a integração dos dois espaços – presencial e o virtual - e de fazer transições suaves entre ambos.
Por isso, são necessários encontros mais frequentes no começo de um curso.

Diante desse perfil planeja- se:

• as atividades, as leituras, o formato do curso, as ações inovadoras e a integração das tecnologias.
• Seleciona as ferramentas a utilizar e as personaliza-se.

• Coloca- se a estrutura do curso, os temas principais, uma biblioteca virtual com os links principais comentados.

• Preparam-se os textos básicos que vão sendo colocados conforme o andamento do curso.

• Procura-se uma sala de aula o mais rica possível de tecnologias: computador e multimídia para apresentação e ponto de Internet para acesso on-line.

• Importante orientar o processo de pesquisa, tanto do ponto de vista metodológico como tecnológico (como fazer pesquisa na Internet).

• As primeiras aulas também podem ser utilizadas para organizar os alunos em equipes, em grupos de pesquisa, de projetos.

• Quando proposto flexibilizar o tempo presencial e virtual damos mais importância a estar juntos. Nada supera a presença física. O virtual é um pálido reflexo das possibilidades de contato e intercâmbio que o presencial propicia e que explora-se pouco.

• O virtual é mais “cômodo”, facilita o acesso a distância, a comunicação em qualquer momento sem sair do nosso espaço profissional ou familiar. Mas é uma interação muito pobre comparada com a de estarmos juntos.


• Depois das primeiras aulas presenciais, pode-se marcar uma primeira leitura virtual de um texto e o início da primeira pesquisa. Os alunos leem o texto, colocam suas observações no fórum.

• Volta-se ao presencial, aprofundam-se as questões que apareceram no fórum. Dá-se mais tempo para o virtual, espaçando mais os encontros, de acordo com a maturidade da turma, com o tipo de assunto.
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