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Teoria do Conhecimento

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Luís Marinho

on 5 January 2016

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Transcript of Teoria do Conhecimento

Luís Marinho
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Questões gnosiológicas:
O que é que conhecemos? Os próprios objetos ou as representações que temos deles?
Natureza do Conhecimento
Teoria Gnosiológica
Teoria do Conhecimento
Filosofia 11º
Natureza do Conhecimento:
O que é que conhecemos?


Os próprios objetos ou as representações que temos deles?
O que é o conhecimento?
Possibilidade de Conhecimento:
Origem do Conhecimento:
Pode o sujeito apreender o objeto? Atingir a verdade, a essência das coisas, ou está condenado às suas múltiplas aparências?
Qual a origem do conhecimento? Que garantia de verdade temos na aquisição do conhecimento?
Questões fundamentais
Que tipos de conhecimento há́?
Como justificar adequadamente as nossas crenças?
Qual o papel da perceção e dos sentidos na justificação das nossas crenças?
Qual o papel da memória na justificação das nossas crenças?
O testemunho será́ uma fonte fiável de conhecimento?
Podemos saber algo sobre o mundo raciocinando apenas?
Como justificar o raciocínio indutivo?
Sabemos mesmo que o mundo exterior existe?
Sabemos que não podemos estar sempre enganados?
Haverá́ realmente conhecimento sobre questões morais?
É possível justificar a crença na existência (ou na inexistência) de Deus?
Será́ que podemos saber se há́ outras mentes além da nossa?
Realismo
Afirma a existência do real. O nosso conhecimento corresponde à realidade, mas é distinto dela. Conhecer é apreender a realidade existente na experiência interna (atos da consciência) ou na experiência externa (objetos do mundo sensível).Os objetos existem independentemente dos sujeitos.
Idealismo
Nega a existência do real. A realidade é reduzida a ideias: o mundo sensível é um mero produto do pensamento. Os objetos só existem enquanto representações, não têm uma existência independente.
O dogmatismo (dogmatikós, em grego significa que se funda em princípios ou é relativo a uma doutrina) defende a apreensão absoluta da realidade pelo sujeito. Esta posição assenta numa total confiança na razão humana.
(skeptikós, em grego signifca "que observa", que considera") defende a impossibilidade do sujeito apreender a realidade. Esta posição desconfia na razão humana.
O ceticismo na sua forma mais radical, foi defendido pela primeira vez por Pirrón (c.270 a.C). Este filósofo afirmava que de nada podemos afirmar ser verdadeiro ou falso, belo ou feio, bom ou mau.Apenas nos resta suspender todos os juízos.
Na Idade Moderna Montaigne e Hume manifestaram igualmente posições céticas.
Dogmatismo
Ceticismo
Possibilidade de Conhecimento
Pode o sujeito apreender o objeto? Atingir a verdade, a essência das coisas, ou está condenado às suas múltiplas aparências?
defende a possibilidade de se aceder à verdade, mas não aceita sem crítica as afirmações da razão.
O pragmatismo ao subordinar o conhecimento a uma finalidade prática, afirma que a verdade é tudo aquilo que é útil e eficaz para a vida humana.

Desta forma aproxima-se do ceticismo, na medida que relativiza o conhecimento.

O pragmatismo surgiu nos EUA com William James Charles Pierce e John Dewey.
Pragmatismo
Criticismo
Origem do Conhecimento
Racionalismo
Para o racionalismo a razão é a fonte principal do conhecimento. O conhecimento sensível é considerado enganador. Por isso, as representações da razão são as mais certas, e as únicas que podem conduzir ao conhecimento logicamente necessário e universalmente válido.
A razão é capaz de conhecer a estrutura da realidade a partir de princípios puros da própria razão. A ordenação lógica do mundo permite compreender a sua estrutura de forma dedutiva. O racionalismo segue, neste aspeto, o modelo matemático de dedução a partir de um reduzido número de axiomas.
Os racionalistas partem do princípio que o sujeito cognoscente é ativo e, ao criar uma representação de qualquer objecto real, está a submetê-lo às suas estruturas ideais.
Empirismo
Origem do Conhecimento
Para o empirismo a experiência é a fonte de todo o conhecimento, mas também o seu limite. Os empiristas negam a existência de ideias inatas, como defendiam Platão e Descartes. A mente está vazia antes de receber qualquer tipo de informação proveniente dos sentidos. Todo o conhecimento sobre as coisas, mesmo aquele em que se elabora leis universais, provém da experiência, por isso mesmo, só é válido dentro dos limites do observável.

Os empiristas reservam para a razão a função de uma mera organização de dados da experiência sensível, sendo as ideias ou conceitos da razão simples cópias ou combinações de dados provenientes da experiência.

Entre os filosófos que assumiram uma perspectiva empirista destacam-se John Locke (1632 -1704) e David Hume (1711-1776).
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